BMW 116 Diesel , 2014

Desse ano, há dois 116D... ou seja, com o N47D16 e N47D20... isto é, no primeiro caso um 1.6 e no segundo, um 2.0... sendo que como se percebeo, ambos são um N47, apenas mudando a cilindrada do motor.

Mas com esse quilometragem e sendo um N47... se nunca tiver sido mexida a corrente de distribuição, se calhar não seria má ideia trocar a dita.
 
Como referido, verificar o estado da corrente de distribuição.

Decerto uma limpeza à admissão,verificar estado da egr,estado do turbo,borboletas da admissão.

Fugas,etc,etc,etc.
 
Eu trabalho numa fabrica que por ser uma multinacional ainda tem alguns trabalhadores...

Mas o que é certo é que num curto espaço de tempo aconteceu 2 casos com colegas de correntes partidas em BMW um deles de 2018.

Portanto esses motores não é coisa para desleixos convém saber pelo menos como estão as manutenções e se realmente foram mesmo feitas.
Os 200k é uma boa altura para trocar corrente.
 
Nos de 2018 já é mesmo bastante invulgar acontecer.

A partir de 2013 e sobretudo 2014, com o B47, o problema foi dado como quase erradicado.
 
Gira o disco e toca o mesmo... os motores B47 não têm tantos relatos de problemas com a corrente uma vez que já usam o kit atualizado. Um N47 com o kit atualizado tem, idealmente, a mesma durabilidade. Agora é assim, não me espanta nada a corrente ser trocada aos 200.000/250.000 km num B47 e ser considerado normal, mas no N47 já é considerado defeito. Este último ficou com a má fama, no fundo não passa disso.

A partir de 2013 e 2014 não muda grande coisa, partem na mesma. Depende um pouco da sorte. Os motores B47 idem, uma vez que também tiveram a atualizam do tensor superior (é igual ao do N47) e a versão final só entrou ao serviço em 2019.

Só o B37 é que aparenta ter um sistema de corrente um bocadinho melhor mas mesmo assim acaba por ser tudo igual.

Mais uma vez, trocas de óleo frequentes, não utilizar o start and stop e evitar abortar regenerações do fap são meio caminho andado para evitar chatices.
 
Nos de 2018 já é mesmo bastante invulgar acontecer.

A partir de 2013 e sobretudo 2014, com o B47, o problema foi dado como quase erradicado.

Não tenho 100% de certeza se é mesmo de 2018, foi em conversa com um colega meu da minha secção, estavamos a falar dos nossos desaires de problemas com carros e veio isso à baila sobre outro nosso colega.

Estava ele a falar que tinha que programar essa manutenção para breve, pois queria andar descansando.

Passado umas três semanas aconteceu que partiu a distribuição... galo do caraças!
 
seria de 2018... ou importado em 2018?

A ideia que fiquei é que o carro era mesmo recente. Importado está claro.

Mas são coisas que acontecem. Quem gosta e quer ter estes carros tem de ter a consciência que para tudo correr bem não podem descurar a manutenção.
 
Uma coisa é certa, por cá estamos "atentos" e alertados para esses motores ou para os Puretech e afins... etc..

No entanto e para a maioria das pessoas, isso passa-lhes ao lado completamente.
 
Mesmo assim volta e meia aparece alguém a perguntar se os problemas nos puretech já foram resolvidos porque querem comprar um...

Portanto sabem que são uma porcaria e querem comprar na mesma [:D]
 
Nos motores B47, como se sabe que está a ser feita uma regeneração? Tenho um F11 e nunca sei se está ou não a regenerar o FAP.

Pelo menos no B37 que tinha só notava pelo ronco diferente no barulho do carro e ele ficava mais acelarado, se andasse no para arranca ele parecia que queria ir contra o carro da frente, com caixa manual é mais fácil de notar isso.
Aconselho a quem não tem essa sensibilidade a comprar um leitor OBD e ir vendo​, os BMW começam a regenerar quando o Soot Mass atinge as 25g, só regeneram em andamento independente da velocidade, se deixares o carro muito tempo parado ao ralenti ele acaba por cancelar.

Se a regeneração for interrompida por exemplo com 20 g de soot, ele só vai voltar a regenerar novamente ao chegar às 25g.
 
Nos motores B47, como se sabe que está a ser feita uma regeneração? Tenho um F11 e nunca sei se está ou não a regenerar o FAP.

No meu F10 ouvia-se, e bem! Ficava com um trabalhar muito mais "grosso", era impossível não notar, sobretudo em aceleração.

Chegava a ser irritante.
 
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