BOBINES RENAULT.

Mais uma coisa: uma breve leitura neste tópico http://forum.autohoje.com/topic.asp?TOPIC_ID=89317 ficamos logo com uma ideia sobre a politica da RENAULT no que diz respeito à satisfação dos clientes.

Eu já tive de recorrer ao apoio a cliente Renault e fui muito bem servido. Tive de meter uma peça na direcção, que agora não me lembra o nome, e o carro já tinha quase 3 anos (já passava da garantia) A peça custava mais de 400€. Expus o meu problema e eles pagaram-me 90% do custo da peça e mão de obra apr:) No concessionário onde levava o carro tambem sempre fui muito bem atendido [;)]
 
Não vejo qual é o problema.
Os carros não gastam pneus, embaiagens, suspensões, etc.?
Então, os Renault também gastam bobines. Qual é o mal?
 
Eu também conheço um Scenic com esse problema e disseram-lhe na oficina que isso constumava acontecer.

O problema é que quando as pessoas vão comprar um carro, borrifam-se para os estudos de fiabilidade, deixando-se levar pelo encanto da estética e conforto e depois queixam-se.

Os problemas crónicos Renault existem à décadas, e o mais curioso é que a marca mantém os defeitos como se nada fosse.

Quando tive o Renault, fartei-me de ouvir dos mecânicos "isso é normal".
Como foi o meu primeiro carro, não tinha experiência de outros, como tal nunca levantei objecções a essa afirmação.
Se fosse hoje, a história era diferente !

Era diferente na interpretação que faria, pois em termos práticos estamos limitados ao que a marca resolve ou não fazer.

Todas as marcas (sem excepção) podem ter problemas localizados num determinado componente, que até pode ser alheia à marca.

Só que a Renault (e não só) tem os problemas, não os admite, e pior, não os resolve de vez.
Assim de que adianta ? Mesmo nos casos raros em que fora da garantia assumem o custo, assumem a primeira vez. E depois ?

No clio I, além dos travões traseiros serem uma anedota em poder de travagem, mandava bombitos ao ar que era uma loucura.

Em 92.000 kms meti 3, sendo que os últimos babaram óleo a mais e estragaram os calços atrás, aumentando o custo da reparação.
Resposta dos mecânicos- isso é normal !

Como os clientes continuam a comprar, para quê resolver ?

Não é a Renault líder em vendas ?

Mas não é caso único, também posso falar de um primera que um amigo meu teve em que levou 2 alternadores. Da última vez, ele reparou na marca do alternador e era exactamente essa italiana que já foi mencionada neste post...Coincidência ? Talvez !
 
Não vejo qual é o problema.
Os carros não gastam pneus, embaiagens, suspensões, etc.?
Então, os Renault também gastam bobines. Qual é o mal?

Espero que estejas a brincar, porque por essa ordem de ideias podemos assumir que tudo num carro se gasta, logo pode avariar tudo !

É desgaste, qual é o mal ??

Curiosamente, era isso que as pessoas pensavam até à decada de 80 e que os japoneses vieram mostrar que não tinha de ser assim.

Isto admitido pelas próprias revistas francesas da época [;)]
 
No clio I, além dos travões traseiros serem uma anedota em poder de travagem, mandava bombitos ao ar que era uma loucura.

No Clio I tb mamava bombitos? :confused: Olha, o Clio II tb mama bombitos! [8b]

Afinal o problema não é meu, que em 100km já levou 2 vezes bombitos, e eu a estranhar já que tenho uma condução muito calma...
 
No Clio I tb mamava bombitos? :confused: Olha, o Clio II tb mama bombitos! [8b]

Afinal o problema não é meu, que em 100km já levou 2 vezes bombitos, e eu a estranhar já que tenho uma condução muito calma...

Eu falei no meu caso, mas a minha namorada da altura também tinha um clio igual mas que fazia menos kms e tinha mais 2 meses.

A história era a mesma. Lembro-me de ver o carro com menos de 20.000 kms parado com as rodas traseiras todas escorridas do óleo dos travões (fuga nos bombitos).

Como aquilo até não era muito caro (se bem que ainda tinha de ir ao mecânico e pagar-lhe), eu nunca me chateei demasiado com aquilo.

Agora com um civic com 11 anos em que nunca afinou sequer os travões traseiros (quanto mais trocar bombitos) é que percebi que afinal não tem de ser assim.

Mas o pior´foi o que eu disse: esse problema não devia existir no clio II.
 
No Clio I tb mamava bombitos? :confused: Olha, o Clio II tb mama bombitos! [8b]

Afinal o problema não é meu, que em 100km já levou 2 vezes bombitos, e eu a estranhar já que tenho uma condução muito calma...

Confirmo. Em 60.000 Km's (clio de 90) meti 2 conjuntos. E à segunda foi calços, pneus tudo ensopado em óleo.
 
Espero que estejas a brincar, porque por essa ordem de ideias podemos assumir que tudo num carro se gasta, logo pode avariar tudo !

É desgaste, qual é o mal ??

Curiosamente, era isso que as pessoas pensavam até à decada de 80 e que os japoneses vieram mostrar que não tinha de ser assim.

Isto admitido pelas próprias revistas francesas da época [;)]

Estava a brincar claro.

Mas o que é facto é que também um carro não é eterno e todo ele se desgasta com o uso. Claro que há carros que se desgastam mais que outros. E há dois tipos de problemas: o controle de qualidade do carro novo, o que leva a que em carros novos se substituam motores e coisas no género, e a durabilidade das peças que pode ser maior ou menor.
Concordo contigo, que os japoneses podem ter mais cuidado na selecção dos componentes, mas também se desgastam.

Mas voltando ao tópico, uma incidência tão grande de defeitos não me parece normal. Por outro lado também tive um Polo 1.4 que com 50.000 levou uma peça qualquer relacionada com a injecção/alimentação cara como tudo (80 contos na altura) e era um VW, pasme-se.

Devo dizer que não me causa impressão que possam ocorrer estes problemas (os carros têm tantas peças que pode em alguma correr qualquer coisa mal), o que me causa impressão é a marca e/ou a assistência não resolver de forma definitiva.
 
Estamos a concluir então que os Renaults têm como peças de desgaste_

- pneus
- embraiagens
- suspensões
- calços e discos

como os outros carros, e ainda

- bobines (nos gasolinas)
- bombitos (nos que têm travões de tambor)
- turbos (nos 1.9dCi)

Eh pá, a lista está a ficar longa...
 
Estava a brincar claro.

[...]

Mas voltando ao tópico, uma incidência tão grande de defeitos não me parece normal. Por outro lado também tive um Polo 1.4 que com 50.000 levou uma peça qualquer relacionada com a injecção/alimentação cara como tudo (80 contos na altura) e era um VW, pasme-se.

[...]

Tb não me admira. Não consigo perceber como é que aos anos os carros VW (e outros do mesmo grupo) "comem" turbos, MAF's, bebem óleo, engolem vidros eléctricos e os problemas persistem anos a fio...

Que aconteça, vá lá... mas que persista é que me faz confusão!
 
Mas voltando ao tópico, uma incidência tão grande de defeitos não me parece normal. Por outro lado também tive um Polo 1.4 que com 50.000 levou uma peça qualquer relacionada com a injecção/alimentação cara como tudo (80 contos na altura) e era um VW, pasme-se.

Devo dizer que não me causa impressão que possam ocorrer estes problemas (os carros têm tantas peças que pode em alguma correr qualquer coisa mal), o que me causa impressão é a marca e/ou a assistência não resolver de forma definitiva.

Mas a VAG também é conhecida por ter problemas crónicos.

Eu confesso que nunca consegui entender como é que os japunas fazem para não ter destas coisas...
 
Estamos a concluir então que os Renaults têm como peças de desgaste_

- pneus
- embraiagens
- suspensões
- calços e discos

como os outros carros, e ainda

- bobines (nos gasolinas)
- bombitos (nos que têm travões de tambor)
- turbos (nos 1.9dCi)

Eh pá, a lista está a ficar longa...

Também já ouvi falar nos Lagunas DCI em juntas de motor e cárteres, mas neste caso eram carros de empresa pelo que o tratamento não deve ser dos melhores, há que dar um desconto.
 
so para acrescentar a lista eu tenho um twingo e tambem ja tive de substituir uma bobine e foi as das velas.....

isto com a quantidade de malta com problemas com bobines dava para para criar uma irmandade :sh) [8b] [:cool:]


cumps
 
Fiz várias dezenas de milhar de Km com um Clio 1.4 16v da empresa onde trabalhava e fui um dos "felizes contemplados" com a maldição das bobines.

A primeira vez, a sair da CREL para Odivelas, fiquei a 3 cilindros. Ainda chegou a casa (era quase sempre a descer) mas no dia seguinte foi de reboque para a Renault. Levou uma bobine.

Uns meses depois, ao querer sair de casa de manhã simplesmente não pegava. Foi de reboque para a oficina onde levou um conjunto de bobines novo (as 4). Justificação do mecânico para não pegar: era a bobine do 1o cilindro que pifou, e é nessa bobine que é feito o "pick-up" da ignição para a gestão do motor. Se é verdade ou não, francamente nem me preocupei em saber ... afinal, o carro nem sequer era meu (embora sempre o tenha estimado como tal).

Portanto confirmo a existência da "maldição das bobines" :D

"V"
 
Lembrei-me agora que um colega meu já teve de mudar duas bobines numa xsara picasso. No entanto, já tem 180.000 kms.
 
Hum!!! Estranho cá em casa vivem dois renaults, um Megane de 1997 com 80mil kms e um 9 TSE 1.7 Litre com 340 mil kms e 20 e poucos anos, e que me lembre o unico problema que tivemos foi a bobine do 9 o ano passado, que simplesmtne deixou de trabalhar.. nada fiavel [:)]
 
Hum!!! Estranho cá em casa vivem dois renaults, um Megane de 1997 com 80mil kms e um 9 TSE 1.7 Litre com 340 mil kms e 20 e poucos anos, e que me lembre o unico problema que tivemos foi a bobine do 9 o ano passado, que simplesmtne deixou de trabalhar.. nada fiavel [:)]

Por acaso, a minha mãe também teve vários renault 5.

Lembro-me bem de empurrar várias vezes o Super5 GTL com uns 15.000 kms porque de manhã não pegava, mesmo tendo bateria !

Máquina !![:D]
 
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