Brasil (choque de aviões)

e eu que já andei num boing 737 varias vezes...incluindo estive na cabine do piloto em pleno voo á noite...aquilo é giro mas é tudo controlado por computador[:0]embora tb tenha a opção manual.

assusta-me um bocado os aviões...[:I]
 
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Legacy alterou vôo sem autorização, diz fonte


17:59


(AE)



O piloto do Legacy não tinha autorização do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) 1 – responsável pelo monitoramento do vôo do Legacy, que saiu de São José dos Campos e ia em direção ao norte do País – para alterar seu nível de vôo. Ao perceberem que a aeronave estava em rota de colisão com o Boeing 737-800 da Gol, os controladores ainda tentaram, sem sucesso, alertar o comandante do jato para que ele voltasse ao plano de vôo original.

“Os registros dos radares mostram que essa situação se prolongou até o momento da colisão”, revela uma fonte da Aeronáutica. Na avaliação dela, o comandante do Legacy deve ter mudado de altitude devido a uma forte turbulência. “Ele até poderia ter feito isso, mas precisaria antes ter comunicado o controle de tráfego aéreo. Se ele pediu autorização, é certo que não houve retorno dos controladores”, afirma.

Técnicos da Aeronáutica já recolheram as fitas com as conversas entre os controladores de vôo e os pilotos das aeronaves. Os dados registrados pelos radares da Força Aérea também já foram coletados pelos militares do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa). Eles também já apanharam os dados das chamadas caixas pretas do Legacy – a de voz e a que grava os dados técnicos do vôo. Falta apenas achar as caixas do Boeing 737-800. “Todos os dados de que dispomos apontam para o erro do comandante do Legacy. Esse parece o caminho certo”, disse outro oficial da Aeronáutica.

Só depois de analisarem os destroços do Boeing, técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) terão condições de dizer qual foi o ângulo de colisão. A suspeita inicial é de que a asa do Legacy cortou como uma navalha o dorso do Boeing. A 900 km/h, velocidade de cruzeiro de uma aeronave desse porte, é possível que o Boeing tenha se desintegrado no ar antes de atingir o solo. Sabe-se, por enquanto, que não houve explosão quando o avião atingiu a floresta.

Além do possível erro humano, outras causas estão sendo analisadas pelos peritos da Aeronáutica e da Anac. As investigações podem durar até três meses para serem concluídas.





Legacy pode ter tido aparelho de monitoração desligado


07:29


(AE)



A Aeronáutica suspeita que o piloto do Legacy que colidiu com o Boeing 737 da Gol tenha desligado o transponder para conseguir voar mais alto. O equipamento fica na barriga do avião, ligado ao painel de controle, e emite sinais regularmente durante o vôo, para que as torres de controle possam monitorá-lo. Com o transponder desligado, o Legacy teria conhecimento dos aviões próximos, mas as outras aeronaves não o detectariam. O avião da Gol caiu no norte do Mato Grosso e, por enquanto, não há notícias de sobreviventes.

O transponder pode ter sido desligado porque o piloto quis voar mais alto para ir mais rápido, gastando menos combustível, ou porque queria desviar de algum problema causado pelas condições climáticas. A hipótese de falha no transponder, segundo fontes ouvidas, é muito pequena.

Procurado pela reportagem, o coronel Ramón Bueno, chefe do Serviço Regional de Proteção ao Vôo (SRPV) de São Paulo, disse que não acompanha as investigações e não poderia confirmar a informação. "Em tese, se o piloto cometeu esta falha, é um erro grave e ele deve responder por isso. Mas é preciso saber se isso de fato, aconteceu", avaliou.

Se a investigação concluir que o piloto desligou o aparelho não por problemas, mas apenas para voar mais alto, ele poderá ser processado por homicídio doloso, na condição de dolo eventual, em que a pessoa não tem intenção de matar, mas assume o risco de fazê-lo.

No Brasil, os aviões são monitorados o tempo inteiro por radares quando estão acima de 7,6 mil metros de altitude. Antes de sair dos aeroportos, os pilotos recebem um plano de vôo com a rota de destino. Nela está determinada a altura que o avião tem de trafegar e a velocidade. O Boeing da Gol deveria voar a 11.212 metros de altura. Ainda não é conhecida a rota do Legacy. "Os jatinhos costumam mudar de rota, para alcançar altitudes mais elevadas para economizar combustível", diz Claudio Chagas Cruz, presidente do Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos.

"Ao que parece, um dos aviões mudou inesperadamente de rota. O avião da Gol foi atingido no dorso", diz o presidente da Infraero, apontando o fato como um indício de mudança de rota. Técnicos da Aeronáutica já recolheram as fitas com as conversas entre os controladores de vôo e os pilotos. Os dados registrados pelos radares da Força Aérea também já foram coletados pelos militares do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa). Eles já apanharam também os dados das chamadas caixas pretas do Legacy - a de voz e a que grava os dados técnicos do vôo. Falta apenas achar as do Boeing 737-800.

O operador que viu o último sinal do avião na tela do radar prestou esclarecimentos na sexta-feira. O piloto do Legacy contou sua versão na Base Aérea da Serra do Cachimbo, em Jacareacanga (PA), onde o avião pousou. O piloto brasileiro que estava no aparelho também foi ouvido pela Aeronáutica. Nenhum dos depoimentos foi divulgado pela Força Aérea.

As investigações podem levar até três meses para serem concluídas. Uma comissão mista de investigação será instalada na semana que vem para apurar detalhes. A informação é do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).
 
citação:Originalmente colocada por bond

(...)

O piloto do Legacy não tinha autorização do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) 1 – responsável pelo monitoramento do vôo do Legacy, que saiu de São José dos Campos e ia em direção ao norte do País – para alterar seu nível de vôo. Ao perceberem que a aeronave estava em rota de colisão com o Boeing 737-800 da Gol, os controladores ainda tentaram, sem sucesso, alertar o comandante do jato para que ele voltasse ao plano de vôo original.

“Os registros dos radares mostram que essa situação se prolongou até o momento da colisão”, revela uma fonte da Aeronáutica. Na avaliação dela, o comandante do Legacy deve ter mudado de altitude devido a uma forte turbulência. “Ele até poderia ter feito isso, mas precisaria antes ter comunicado o controle de tráfego aéreo. Se ele pediu autorização, é certo que não houve retorno dos controladores”, afirma.
Estranho [xx(]

Transponder desligado, ignora o aviso do TAS, ignora as comunicações... mas ok...

Não entendo é como é que na impossibilidade de comunicar com um, não comunicaram com outro.
 
citação:Originalmente colocada por GTS_M5

citação:Originalmente colocada por bruno_dias

o legancy é um avião da embraer logo é brasileiro

provavelmente naquela zona não ha cobertura de comunicações
Sim, o Legacy é brasileiro.

E aquela área tem cobertura de comunicação como todo o território nacional. ;)


A colisão entre um Boeing e um jacto particular, em Setembro passado, No Brasil, aconteceu numa zona que é considerada um "buraco negro" em termos de controlo aéreo.


Três especialistas brasileiros em tráfego aéreo chamaram a atenção, hoje, para a existência de uma "zona cega" ou "buraco negro" na zona onde ocorreu o acidente entre o Boeing da GOL e um jacto privado, explicando que se trata de uma espécie de rectângulo no meio do país, que vai do norte do estado de Mato Grosso até à Baía.

Em entrevistas à revista Época e ao Globo ONnline, os controladores dizem que os aparelhos de controlo existentes nessa área estão em mau estado de conservação.

Por isso, é muito difícil manter a comunicação entre os aparelhos e as torres de controlo na zona em que se deu o acidente, que causou a morte de 154 pessoas, incluindo um português.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/20061203Buraco+negro+em+zona+de+acidente+da+GOL.htm
 
Isso veio a tona agora...

Até então, o que o exército falava é o que eu havia dito anteriormente...
 
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