Considero que a Faculdade de Economia da UNL tem o curso bem estruturado. O ensino assenta em bases muito fortes (cadeiras de primeiro e segundo ano) terminando com um terceiro ano mais especifico. Mesmo os alunos de Gestao ficam com bons conhecimentos de economia, pois têm no minimo 4 cadeiras de economia ao longo do curso, o que é bastante raro na maioria das escolas.
O corpo docente é bastante qualificado e grande parte deste é composto por figuras bastante relevantes do meio academico: Luis Campos e Cunha, Braga de Macedo, Pinto Barbosa, Diogo de Lucena, Paulo Pinheiro, etc.
Julgo que a diferença entre esta grande escolas e as outras que também estao entre as melhores a nivel geral é significativa, no entanto penso que todas praticam um ensino acima do nivel que se pode considerar razoavel. O problema do ensino superior nacional, na minha opiniao, baseia-se na forma leviana e pouco "coersiva" como a maioria das escolas lida e se posiciona perante os alunos. Falta sentido de responsabilidade. Como já se percebeu, sou da FE-UNL. Não preciso que me sejam marcadas aulas para as frequentar! claro, há cadeiras em que certa altura se torna pouco produtivo assistir, o que pode ser compensado por tentar aprender o foi dado na aula por nos proprios, mas em muito menos tempo (as aulas em que se enchem chouriços). mas em média, em tres semestres há umas duas cadeiras assim. na maioria dos casos nos proprios, alunos, sentimos necessidade de frenquentar as aulas e aprender. é uma altura da nossa vida em que a unica coisa que nos "exigem" é que aprendamos qualquer coisa, será que é assim tao dificil mais estudantes encararem o ensino superior de uma forma mais séria e com mais visao relativamente o futuro?
Sei que nao é na minha escola onde mais se tem de "trabalhar", por exemplo o IST é ainda mais exigente. apesar de tudo sao areas bem distintas: economia e engenharia (matematica ainda mais avançada, fisica, programaçao, quimica, etc). Mas no ambito da Economia e da Gestão tenho a certesa que somos dos que saimos mais preparados! ainda assim muito pouco maduros para o mercado de trabalho (bolonha diminuiu a duraçao da licenciatura em 25%, o que contribuiu ainda mais para esta chegada precoce ao mercado de trabalho).
Em suma, gostava de deixar uma palavra a quem estuda numa escola ou inserido num meio social que motive menos uma consistente formaçao a nivel superior que tente ao maximo esforçar-se para a concluir com sucesso, pois se ponderar verá o que será melhor para o seu futuro.
Nunca disse para se deixar de viver a vida, mas tenho a certesa absoluta, e sei, que há tempo para tudo[

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