Citroën C3 II

apr:)

Muito bom!!

A traseira está muito bem, tem os faróis exactamente da forma que eu acho que os C4 deviam ter (pelo menos os berlina)!!!

Concordo que não deve ir destacar-se do rebanho como o C3 I, mas isso é só pq vemos muitos C3 I na estrada.

Aguardo mais palmas para qd o vir ao vivo [;)]

[;)], espero uma evolução a nível interior nos materiais utilizados, a gama utilitária (B) da Citroën está claramente abaixo do resto da gama neste ponto.
 
O interior ou vai ser o mesmo ou muito semelhante ao DS3...

...é o que as espias dão a entender.
 
O interior ou vai ser o mesmo ou muito semelhante ao DS3...

...é o que as espias dão a entender.

Aguarda-se a confirmação do dito pulo qualitativo nos materiais utilizados, no desenho e apresentação do interior parece acompanhar o aspecto exterior desvendado, positivo.
 
(...)

O que se perde em originalidade e diversidade estilistica, certamente será esquecido pelos números.

(...)

Totalmente opostas e interligadas no sector automóvel, sem capital, (volume de vendas) não há a dita liberdade de desenho dos automóveis, a recente crise do sector mostrou-o de forma violenta para muitas marcas e grupos industriais.
 
Este novo C3 vai atrás do consenso e parece estar a consegui-lo, tendo em conta a pequena amostra aqui do fórum.
O que se perde em originalidade e diversidade estilistica, certamente será esquecido pelos números.

O C3 I foi, a par do Xsara Picasso, o produto responsável pelo renascimento da Citroën. O ciclo actual, de uma grande alteração/melhoramento na imagem de marca (é olhar como a marca está hoje e como estava há 10 anos) começou, de certa forma com o C3, na minha opinião.

Podia não ser um produto qualitativamente grande coisa, mas eu lembro-me bem do impacto que causou em 2001. Aliás, lembro-me perfeitamente de um jornal qualquer pôr como título no ensaio ao C3: "Corre o risco de se tornar moda", com o lançamento a ser bastante badalado/falado.

Até porque a Citroën fez uma campanha muito a puxar ao revivalismo do 2CV e, é claro, que o C3 I tem uma forma particular de carroçaria exactamente a fazer lembrar o 2CV.

O C3 foi, no fundo, o 1º Citroën pequeno/médio desde há muito tempo que "não parecia um clone de um Peugeot", com uma personalidade muito própria.

Tudo isto para dizer que originalidade e diversidade estilística também são capazes de alcançarem bons números de vendas!

Apesar de o C3 I não ter sequer tocado nos níveis de vendas do 206/207 ou Clio, a Citroën acabou por se fazer mostrar mais no segmento do que com o Saxo e do que com o AX!

E houve uma série de coisas que o C3 trouxe em 2001 e que não eram assim tão comuns no segmento B: mala superior a 300L, uma espaço traseiro considerável.

Ou seja, não foi só um pacote bonitinho.

O único problema era mesmo a qualidade e mais do que os materiais, a montagem, que não representava grande evolução (para não dizer inexistente) do Saxo.

O curioso agora é até verificar que existe maior diferenciação estética entre um C3 I e C2 do que entre um C3 II e DS3, no que à frente diz respeito!

E em termos formais, o DS3 é mais independente e está virado para um sub-segmento premium. Muito curioso [;)]

O que "parece" é muito importante e a forma de apresentar...oh...fulcral!

Como se vendem as coisas...aí reside o segredo!

O C3 I é tão revivalista do 2CV como o actual 500 é do seu antecessor, por exemplo.

Mas contudo não temos essa ideia, exactamente porque o posicionamento do C3 I não foi nesse sentido...mas antes no simples "segmento B da Citröen". Não se "premiumizou", como um New Beetle, 500 ou Mini fizeram.

Tivesse tido uma construção mais cuidada e um grau de personalização maior, e o C3 I passava completamente pelo 2CV moderno, na minha opinião.
 
Last edited:
O C3 I foi, a par do Xsara Picasso, o produto responsável pelo renascimento da Citroën. O ciclo actual, de uma grande alteração/melhoramento na imagem de marca (é olhar como a marca está hoje e como estava há 10 anos) começou, de certa forma com o C3, na minha opinião.

Podia não ser um produto qualitativamente grande coisa, mas eu lembro-me bem do impacto que causou em 2001. Aliás, lembro-me perfeitamente de um jornal qualquer pôr como título no ensaio ao C3: "Corre o risco de se tornar moda", com o lançamento a ser bastante badalado/falado.

Até porque a Citroën fez uma campanha muito a puxar ao revivalismo do 2CV e, é claro, que o C3 I tem uma forma particular de carroçaria exactamente a fazer lembrar o 2CV.

O C3 foi, no fundo, o 1º Citroën pequeno/médio desde há muito tempo que "não parecia um clone de um Peugeot", com uma personalidade muito própria.

Tudo isto para dizer que originalidade e diversidade estilística também são capazes de alcançarem bons números de vendas!

Apesar de o C3 I não ter sequer tocado nos níveis de vendas do 206/207 ou Clio, a Citroën acabou por se fazer mostrar mais no segmento do que com o Saxo e do que com o AX!

E houve uma série de coisas que o C3 trouxe em 2001 e que não eram assim tão comuns no segmento B: mala superior a 300L, uma espaço traseiro considerável.

Ou seja, não foi só um pacote bonitinho.

O único problema era mesmo a qualidade e mais do que os materiais, a montagem, que não representava grande evolução (para não dizer inexistente) do Saxo.

O curioso agora é até verificar que existe maior diferenciação estética entre um C3 I e C2 do que entre um C3 II e DS3, no que à frente diz respeito!

E em termos formais, o DS3 é mais independente e está virado para um sub-segmento premium. Muito curioso [;)]

O que "parece" é muito importante e a forma de apresentar...oh...fulcral!

Como se vendem as coisas...aí reside o segredo!

O C3 I é tão revivalista do 2CV como o actual 500 é do seu antecessor, por exemplo.

Mas contudo não temos essa ideia, exactamente porque o posicionamento do C3 I não foi nesse sentido...mas antes no simples "segmento B da Citröen". Não se "premiumizou", como um New Beetle, 500 ou Mini fizeram.

Tivesse tido uma construção mais cuidada e um grau de personalização maior, e o C3 I passava completamente pelo 2CV moderno, na minha opinião.

Para mim que tive um Saxo e conheço o C3, foi um retrocesso a parte da montagem, pelo menos até ao restyling do C3.
 
Penso que o que ele terá querido dizer é: na altura em que o Saxo saiu não era nada mau comparativamente à altura em que o C3 saiu em que a montagem começou logo a desiludir. Agora na minha perspectiva com o restyling acho que melhorou significativamente.
 
Acho que "amadureceram" bem o carro com esta evolução. Está maior e certamente mais competitivo para continuar em alta no segmento em que se encontra.
 
Totalmente opostas e interligadas no sector automóvel, sem capital, (volume de vendas) não há a dita liberdade de desenho dos automóveis, a recente crise do sector mostrou-o de forma violenta para muitas marcas e grupos industriais.

óbvio, não sou assim tão tapadinho, hehehe[;)]

O automóvl, sendo um objecto com caracteristicas muito próprias no mundo dos objectos, não tem a "liberdade de movimentos" de outros objectos no que toca ao styling. Os investimentos são avultadissimos e é necessário consenso suficiente para vender o suficiente, de modo a garantir lucro.
Excluo daqui os exóticos, mas mesmo esses acabam por ser algo conservadores, exceptuando um ou outro exemplar

O que eu sugiro é arranjar soluções que fujam do paradigma actual de como se projectar e construir carros, para que não fiquem tão dependentes de certos objectivos produtivos.

Seja através da optimização de processos produtivos, coisa que até vai acontecendo (por exemplo: um Clio 3 sai mais barato de produzir que um Clio 1), seja através da optimização do próprio automóvel, criando soluções novas ao nivel das tecnologias ou materiais.
O objectivo final seria a redução do break-even. Ou seja, mesmo com menos unidades que têm de ser obrigatoriamente produzidas conseguiria-se gerar tanto lucro como actualmente.
E talvez essa maior individualidade estilistica, permitisse ciclos de vida maiores, permitindo amortizar ao longo de mais tempo os custos de desenvolvimento.



O C3 I foi, a par do Xsara Picasso, o produto responsável pelo renascimento da Citroën. O ciclo actual, de uma grande alteração/melhoramento na imagem de marca (é olhar como a marca está hoje e como estava há 10 anos) começou, de certa forma com o C3, na minha opinião.

Podia não ser um produto qualitativamente grande coisa, mas eu lembro-me bem do impacto que causou em 2001. Aliás, lembro-me perfeitamente de um jornal qualquer pôr como título no ensaio ao C3: "Corre o risco de se tornar moda", com o lançamento a ser bastante badalado/falado.

Até porque a Citroën fez uma campanha muito a puxar ao revivalismo do 2CV e, é claro, que o C3 I tem uma forma particular de carroçaria exactamente a fazer lembrar o 2CV.

O C3 foi, no fundo, o 1º Citroën pequeno/médio desde há muito tempo que "não parecia um clone de um Peugeot", com uma personalidade muito própria.

Tudo isto para dizer que originalidade e diversidade estilística também são capazes de alcançarem bons números de vendas!

Concordo com tudo. Mas ousar é sempre um risco. Veja-se o caso da Renault. Venceu tantas batalhas como perdeu.
A citroen, devido ao "dedo" do presidente da PSA da altura, Jacques Calvet, estava a ficar completamente descaracterizada. O ZX e o Saxo eram os melhores exemplos dessa destruição criativa.

Mas os construtores sabem que não arriscar, e apostar na fórmula conservadora, indo atrás das soluções dos outros que vendem, é praticamente garantia de resultados. É mais seguro projectar a carreira comercial de algo mais consensual do que propriamente algo mais individualista.

Apesar de o C3 I não ter sequer tocado nos níveis de vendas do 206/207 ou Clio, a Citroën acabou por se fazer mostrar mais no segmento do que com o Saxo e do que com o AX!

E houve uma série de coisas que o C3 trouxe em 2001 e que não eram assim tão comuns no segmento B: mala superior a 300L, uma espaço traseiro considerável.

Ou seja, não foi só um pacote bonitinho.

O único problema era mesmo a qualidade e mais do que os materiais, a montagem, que não representava grande evolução (para não dizer inexistente) do Saxo.

sim, também me lembro disso na altura. O carro era o mais alto do segmento, conseguindo com isso ganhos preciosos em espaço interior.
E não havia nada igual no segmento. Goste-se ou não, o C3 aproximava-se bastante mais do que se esperaria de um "tradicional" citroen.
Pena a construção. Cheguei a andar em alguns à pendura, e apesar de não ser o tipo que mais se preocupa com isso, era mau ao ponto de notar os materiais e construção deficientes. Mesmo os Puntos que andavam lá por casa, que normalmente eram considerados medianos, estavam uns furos acima do C3.

O curioso agora é até verificar que existe maior diferenciação estética entre um C3 I e C2 do que entre um C3 II e DS3, no que à frente diz respeito!

E em termos formais, o DS3 é mais independente e está virado para um sub-segmento premium. Muito curioso [;)]

O que "parece" é muito importante e a forma de apresentar...oh...fulcral!

Como se vendem as coisas...aí reside o segredo!

Pois, é aqui que acho que a Citroen erra. Grande fogo de artificio à volta do regresso das duas letrinhas DS, e a versão do "povo" c3, tem a frente decalcada. Considero um erro. Ou o c3 ganha em imagem com essa aproximação ou o DS3 verá a sua imagem "exclusiva" ser desbaratada.

Seria assim tão dificil ou caro dar duas caras diferentes às duas carroçarias? Se deu dinheiro para duas carroçarias distintas, também poderiam ter-se preocupado com a face!

O C3 I é tão revivalista do 2CV como o actual 500 é do seu antecessor, por exemplo.

Mas contudo não temos essa ideia, exactamente porque o posicionamento do C3 I não foi nesse sentido...mas antes no simples "segmento B da Citröen". Não se "premiumizou", como um New Beetle, 500 ou Mini fizeram.

Tivesse tido uma construção mais cuidada e um grau de personalização maior, e o C3 I passava completamente pelo 2CV moderno, na minha opinião.

Pois. Podiam ter aproveitado esta segunda geração para esse reposicionamento do C3, numa estratégia semelhante à do DS3. Infelizmente decidiram colar-se ao Mini.
A Renault perdeu esse comboio com o Twingo e a Citroen a meu ver, perdeu também esse comboio com este c3 5p. Poderiam reforçar essa ligação familiar ao 2cv que tem carácter tão mitico como o DS.
Além de que, o C3 teria uma vantagem em relação ao resto da concorrência fashion e revivalista... a versatilidade das 5 portas!

Tenho pena que tenham "bangle-isado" e descaracterizado os volumes mais puros do c3. Mas parece que o caminho definido parece ser esse.
Curioso o c3 picasso ter fugido dessa estratégia, tendo um tratamento visual bastante mais distinto e interessante. E mais uma vez a mostrar que a originalidade, pode ser sinónimo de sucesso, apesar do risco que representa. Pelo que tenho visto, vende bem!
 
A nível de ruidos sim. Os C3s da primeira série eram bem fracos.

Tenho uma amiga com um C3 de 2004, já com o tablier não bicolor (que julgo que era o único disponível nas primeiras séries e que passou a estar disponível uns meses depois da chegada do C2 se não estou em erro) e a montagem parece-me melhor que nos primeiros (cheguei a andar num Exclusive de 2002 e era uma pena realmente aquele nível de montagem, pois o carro era bastante até, digamos, "luxuoso" para utilitário).

Aliás, lembro-me de ler muitas reviews do C2 que relatavam que era mais bem montado que o C3, que a Citroën tinha ouvido as críticas.

Não foi preciso chegar ao restyling para existirem melhoramentos que se notassem [;)]

P.S. E lembram-se da telenovela do tecto de abrir panorâmico que surgia no vídeo promocional no lançamento e que teve uns 2 anos (ou mais...) até a Citroën o disponibilizar porque as unidades pré-série revelaram-se um poço de problemas de infiltrações e afins e eles nunca mais "fiabilizavam" aquilo?

Cena parecida só no Classe E também de 2002 [:D]
 
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E houve uma série de coisas que o C3 trouxe em 2001 e que não eram assim tão comuns no segmento B: mala superior a 300L, uma espaço traseiro considerável.
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Tinha ideia que o espaço traseira para as pernas não era referência no segmento, longe disso, ou estou enganado? :confused:

Em relação ao C3 II do tópico, parece-me uma boa evolução em relação ao actual, mas mesmo assim não seria opção para mim
 
Tinha ideia que o espaço traseira para as pernas não era referência no segmento, longe disso, ou estou enganado? :confused:

Em relação ao C3 II do tópico, parece-me uma boa evolução em relação ao actual, mas mesmo assim não seria opção para mim


Era referência na altura em que saiu. Actualmente deixou de ser pois os líderes da classe Renault Clio e Peugeot 207 estão mais compridos do que o C3. Senão para evitar dúvidas vê este excerto da revista automotor em 2002: «Disponível apenas na versão de 5 portas, e com 3,85 metros de comprimento e 1,67 metros de largura, o novo Citroën revela uma habitabilidade que está entre as melhores da classe, apenas batido pelo do novo Ford Fiesta, que, todavia, é 7 cm mais comprido. Contudo, em termos dimensionais, o C3 bate a concorrência na altura máxima (1,519 m), possibilitando uma posição de condução elevada, meio caminho entre uma berlina e um monovolume, com uma altura ao tecto assinalável, tanto à frente como atrás. Aliás, os passageiros traseiros vão sentados 3 centímetros acima dos dianteiros, permitindo uma melhor visão para a frente.»

Resto do artigo: http://automotor.xl.pt/aut/0402/a05-00-00.shtml

Edit: Agora encontrei este artigo onde já criticam o espaço para as pernas (mas não a altura) http://automotor.xl.pt/aut/0602/a15-00-00.shtml .
 
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