Comprar carro sem conectividade/sensores

cmrosado1

New member
Boa Tarde,

Tenho um A3 2.0 TDI 140cv desde 2005 e no ultimo mês tenho andado à procura de substituto.
Pretendo um carro mais ou menos com as mesmas características: diesel, manual, 115-150CV e bom de conduzir.

Primeiro fiz três test drives rápidos acompanhado: um focus, um série 1 e um classe A, todos a rondar os 115CV.
Depois tive oportunidade de ficar duas horas à vez com: um classe A, um série 1 e um série 3.
Conclusão: Não suporto a radiação ou campo magnético ou lá o que é que os carros têm hoje em dia.
Mesmo desligando o wireless, o bluetooth e um ou outro sensor sinto para lá de qualquer duvida que os carros me cansam e causam uma ligeira pressão na cabeça.
Tive algumas boas oportunidades de negócio mas recusei.

A questão que coloco e para a qual não tenho resposta é: e agora?

- A primeira opção seria ficar com o meu carro.

- Uma outra será arranjar um carro mais recente que não tenha a parafernália que os carros parecem trazer de série hoje em dia.
Andei a ver modelos recentes e talvez o único que seja possível comprar com pouco equipamento de conectividade/sensores e dentro do segmento que pretendo seja o Astra.
Mas teria que ser uma versão do Astra com pouco equipamento de base e além disso o carro tem poucas motorizações: apenas uma a diesel para já. O Astra também está longe de ser um carro atraente...

- A outra seria arranjar um carro de uma geração anterior que não tivesse ainda muitos aparelhos dos que pretendo evitar. Desde quando é que os carros vêm com todo o tipo de conectividade e cheios de sensores?
A questão é ainda mais irritante porque de facto não sinto falta de nenhuma daquelas coisas. Só queria um carro que andasse bem e que desse gozo conduzir.
Eu não conheço bem os modelos de anos recentes mas pergunto-me se não haverá por aí um modelo que pudesse comprar mesmo em 2ª mão, que não fosse muito antigo e que tivesse pouca tecnologia de informação:
Um A3, V40, BMW, Leon, Classe A, Golf, Giulietta, etc...

Agradeço quaisquer sugestões ou comentários que queiram deixar.
 
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Conclusão: Não suporto a radiação ou campo magnético ou lá o que é que os carros têm hoje em dia.
Mesmo desligando o wireless, o bluetooth e um ou outro sensor sinto para lá de qualquer duvida que os carros me cansam e causam uma ligeira pressão na cabeça.
Tive algumas boas oportunidades de negócio mas recusei.





Agradeço quaisquer sugestões ou comentários que queiram deixar.

Ou compras um segmento D dos anos 90 ... Ou tiras o chapéu de alumínio...

Já agora não te esqueças que tens teu telemóvel tem isso tudo e ainda mais...
 
Tem que ser diesel?

Tenho aqui um a gasolina de 2001 a ganhar teias de aranha...

Tb tenho um Clio 1.5 diesel 4/5 lugares, preto, lindo, como novo... Leva este! Deixa-me ficar com o Rover vermelho/bordeaux/Copperleaf Red...

Nenhum deles tem dessas tretas de connections nem zumbidos... têm é uma chave... um gajo enfia-a na fechadura, dá meia volta e ambos trabalham... são carros chatos pra catano! [:D]

Olha amigo... estamos em 2020! Daqui a 5-6 anos só consegues comprar Lotus novos eléctricos...

Vá... a minha oferta do Clio ainda se mantém! O Rover faço por uns 20 mil euros... por ser para ti!
 
Também não comprem casas a menos de 100 metros de linhas de alta tensão!

Nem a menos de 100 metros de antenas de operadoras de telecomunicações!

Nem usem sequer telemóveis porque aquilo causa umas vibrações harmónicas de 3º grau no cerebelo!
 
Aqui há tempos vi um documentário sobre doenças inexplicáveis é uma das pessoas tinha alergia a tecnologia e radiações emitidas pelas mesmas!

A única solução foi mudar-se para o deserto!

Se consegues viver em tua casa com wireless, tv, 4g etc...diria que deve ser alergia a cheiro de carro novo!
 
Nunca tinha ouvido falar de tal coisa...
Nos dias que correm deve ser impossível comprar um carro sem nada dessa tecnologia, pelo menos não conheço nenhum.

O médico o que diz deste assunto?
 
Eu procurava um oftalmologista.

Isso cheira a necessidade de refracção/óculos exacerbada pelos novos quadrantes digitais e respectiva emissão de de luz azul pelos ecrãs.

Outra hipótese a considerar é o trolanço.
 
Recomendo um Jaguar MK2 3.8 dos anos de 1959 a 1966. Parece que os que se fabricaram em 1967 já poderão provocar algumas dores de cabeça e cansaço.
A não ser esse carro, recomendaria uma ida a um bom psiquiatra.
 
A questão é ainda mais irritante porque de facto não sinto falta de nenhuma daquelas coisas. Só queria um carro que andasse bem e que desse gozo conduzir.

eu também só gosto do motor e hoje em dia sou bicho raro! não sinto falta de grande parte das cenas que os carros trazem. hoje em dia até se compram carros por causa do bicho trazer conectividade para o telemóvel x ou y ou por causa do sistema de entretenimento z...
 
Todos os produtos (carros e não só) têm de cumprir regras apertadas de EMC sendo que em todo o planeta a região onde vivemos (EU) é sem dúvida das que mais regulamentos, directivas e outras normas apertadas tem. A não ser que o carro venha da China via armazém espanhol por Priority Line e entre em Portugal sem cumprir regras nenhumas, os carros à partida é seguro que não emitem nada de especial.
 
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Como já disseram acima, e fora de brincadeiras, basta o cheiro que associamos a "carro novo", que mais não é uma amálgama de cheiros misturados dos plásticos e outros materiais usados, para causar mau-estar em muitas pessoas. Uma forma simples de testar isso é estar um bom bocado dentro de um carro novo completamente desligado, e ver se os sintomas aparecem.
E como refere o Andre, os ecrãs de maior luminosidade e completamente diferentes do que se usava nos automóveis de há uma década atrás também podem provocar dores de cabeça relacionadas com a visão.
 
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