Compromisso Portugal

citação:Originalmente colocada por Não ao xuNNing

citação:Originalmente colocada por Bruno Grilo

Curioso foi verificar que para esta gente, a redução do IRC para o valor mais baixo da Europa, seja a cura milagrosa para as maleitas da nossa economia...[|)]
com a redução do IRC, atrairiamos mais empresas para o nosso pais, logo, mais postos de trabalho e menos desemprego... se bem que o governo teria de exigir algo a estas empresas, senão de hoje para amanha, bazavam e deixavam familias na penura...

Não sou contra a descida do IRC (pelo contrário)...sou contra a descida do IRC no valor que os empresários pretendem...;)
Outra coisa que eu não percebo está no título inicial ao abrir o seguinte site (a banca...):

http://resistir.info/portugal/banca_reparticao_riqueza.html
 
Vê-se que são pessoas que estão preocupadas com o futuro do País. Só por isso merecem o nosso aplauso.

Quanto às medidas que propoem, na minha opinião são um bocado utópicas.
 
citação:Originalmente colocada por eu

Vê-se que são pessoas que estão preocupadas com o futuro do País. Só por isso merecem o nosso aplauso.

Quanto às medidas que propoem, na minha opinião são um bocado utópicas.

Patriotas...hem!

Eu todos os dias agradeço aquele pessoal pelo facto de se preocuparem tanto como o nosso querido país. É mesmo de admirar, as propostas deles nem os beneficiam, antes pelo contrário, eles fartam-se de se sacrificar pelo nosso povo...e estão dispotos a dar e dar...

muitos deles até pagam impostos, claro...escandolosamente altos, pois de facto era preferivel não pagar impostos, modalidade fiscal que, em geral, o empresário português é bastante adepto!

Aliás esta [8] onde bato com a cabeça foram eles que ma deram!


Vamos lá ver se nos entedemos, quando se fala em dinheiro, ninguém dá nada a ninguém, toda a gente defende o seu e quer sempre mais.
 
Acho que é vez de nos deixarmos das suposições e do senso comum ignorante.

A proposta para SS deles está basicamente resumida nisto.

Podem não concordar, agora não justifiquem a vossa discordância com base na vossa ignorância.

A velhice e muito mais

A notícia é clara: o Compromisso Portugal promete pensões mais altas do que o modelo actual de Segurança Social.

Martim Avillez Figueiredo

Dezanove por cento mais altas sem que o sistema vá à falência. Milagre? Não. As contas seguem de seguida.

Primeiro: A segurança social não é um sistema para gerir pensões de velhice. É um contrato em que as sociedades acordaram entre si um regime solidário que financia as reformas e protege as eventualidades da vida activa. Isto é, paga o descanso e suporta, antes disso, desempregos, baixas ou incapacidades permanentes. Os azares da vida.

Segundo: Este contrato, portanto, está bem vivo, e nenhum democrata defende que se rasguem estes princípios. Nem sequer o fantasma neo-liberal (que alguma esquerda gosta de apontar) aceitaria terminar com este modelo de solidariedade. Charles Murray, um empedernido libertário, chegou a pensar nisso, mas mudou de ideias esta primavera: em vez de cortar em direitos, Murray quer que o Estado entregue o dinheiro todo de uma só vez aos americanos.

Terceiro: A segurança social, fica claro, não está falida. Pelo contrário - como provam as contas do Compromisso Portugal. O que faliu - aquilo que já não é sustentável do ponto de vista financeiro - é um modelo que paga o descanso dos aposentados com dinheiro dos que trabalham. Dito de outra forma: a pirâmide em que se apoiava o sistema já não serve como equação financeira para o problema. Faliu porque a ponta (onde estão os pensionistas) começou a engordar - transformando o sistema numa pirâmide invertida.

Quarto: A alternativa, ao contrário do que sempre se diz, não é a privatização. É apenas o fim da pirâmide. O Compromisso, por isso, apresenta um modelo de contas individuais (geridas por um Instituto Público) que arrasa com a pirâmide. Em vez de alguns pagarem por outros, cada um paga por si. Pergunta óbvia: isso está certo para as pensões, mas então e a solidariedade para os azares da vida activa? Resposta: ficam de fora desta conta e são suportados por um seguro individual que cobre, ao mesmo tempo, desemprego e outras eventualidades. Quem paga? As empresas. Parece fácil demais, e é.

Quinto: O que custa verdadeiramente na reforma da segurança social não é encontrar uma nova equação - o que custa é suportar os custos de transição da velha e pesada pirâmide para este novo esquema. O Compromisso tem uma resposta: emissão de dívida pública no exacto valor das responsabilidades já assumidas com os actuais pensionistas. Dito de outra forma: o Estado já “deve” hoje 153 mil milhões de euros aos seus futuros pensionistas. Pois bem: emite dívida nesse valor e paga as prestações (calculadas à média de 0,59% do PIB até 2050 e de 1,06% até 2091). Caro? Sim, mas ninguém disse que salvar o sistema era barato.

Sexto: Olhando as fragilidades, e subtraindo as vantagens, esta proposta ganha no instante em que coloca o indivíduo no centro do sistema. As pensões, os azares, passam a ser também problema de cada um – e não assunto exclusivo do Estado. Em economia, aprende-se a valorizar os incentivos que as decisões políticas lançam sobre o sistema – e este é um desses casos. Como se comportará um jovem sabendo que o seu conforto na velhice depende da forma como poupa ao longo da vida? Melhor, seguramente. E qual é o real valor de saber que os azares da vida estão mais protegidos quando se aceita um emprego? Ou que uma fatia generosa do IRS que todos pagamos serve, também, para financiar os grandes azares – como o da lotaria genética? As possibilidades são imensas.

Sétimo: José Sócrates está obrigado a reflectir sobre estas questões. Pode até fechar os olhos à proposta do Compromisso, mas não pode permitir que o seu ministro insista na pirâmide sem mostrar disponibilidade para ouvir alternativas Talvez não a do PSD – a proposta de um sistema misto não resolve nada de essencial. O que não pode é encerrar a discussão.

Oitavo e último: A proposta do Compromisso não resolve tudo, e ainda bem. Dá espaço para novas ideias. Como a de valorizar a ideia das Contas Individuais (parece o modelo correcto) mas alterar o pressuposto dos seguros. Assim: em vez de um desconto à parte (feito pelas empresas), esse dinheiro entrava na mesma conta. Cada “azar” seria, assim, suportado através desse dinheiro – descontava ao bolo individual. Em nome da igualdade de oportunidades, podia mesmo decidir-se aplicar parte desse dinheiro para investir em educação - numa aposta individual financiada com dinheiro que, afinal, é de cada um. O debate está lançado. Finalmente.

in DE
 
citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim

Independentemente do mérito ou demérito das propostas, das inovadoras discussões...do bla blá para entreter economistas filósofos com ansias de protagonismo.

...gostaria de saber (se alguém me conseguir explicar) ...


...QUEM É QUE PERGUNTOU ALGUMA COISA AQUELA GENTE QUE FALA EM POSE DE GENTE IMPORTANTE?

...QUEM É QUE MANDATOU AQUELA GENTE PARA DISCUTIR SOBRE A NAÇÃO?

Que eu saiba, ainda temos assembleia da républica, não?


Meu caro Manuel Jasmin

Sobre isto basta ver quem foi o porta voz das propostas e soluções.

Para que não haja esquecimentos basta lembrar que o sr. viu-se envolvido na polémica do IRS.

Paga, não paga, pagou, prescreveu, culpa da dos funcionários publicos , batati, batatamim, desmenetidos, análises celeres, enfim.


citação:"Falta de zelo" do Fisco deixou caducar dívida do presidente da Vodafone
22.03.2006 - 17h13


A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) deixou caducar uma alegada dívida de IRS no valor de 740 mil euros do presidente da Vodafone Portugal, António Carrapatoso, relativa a rendimentos auferidos em 2000, noticia hoje o "Diário de Notícias".

Segundo o jornal, parte dos rendimentos de António Carrapatoso relativos a 2000 não foram tributados pelo fisco, que teria até 31 de Dezembro de 2004 para notificar o contribuinte. Mas a liquidação só foi feita em 2005, fora do prazo legal, prossegue o DN.

De acordo com o mesmo jornal, um funcionário terá identificado o erro em 2005 e introduziu indevidamente no sistema a informação de que a liquidação tinha sido feita em 2004. Só que este procedimento não foi acompanhado por nenhum documento válido, situação que constitui um "crime informático", segundo auditoria efectuada pelo próprio fisco.

Como a reclamação dos serviços fiscais foi feita fora de tempo, o presidente da Vodafone apresentou uma reclamação que sustentava, entre outros motivos, a caducidade do direito à liquidação por parte do fisco.

Os factos relatados pelo DN constam de uma auditoria interna do Fisco, datada de 14 de Junho de 2005, que concluiu ter existido "falta de zelo" dos funcionários envolvidos na operação, que foram alvo de processos disciplinares.

A situação fiscal de António Carrapatoso foi detectada numa inspecção da DGCI realizada à Vodafone. Na acção inspectiva foi detectado que, em 2000, o presidente da Vodafone exerceu o direito de opção de compra de acções ("stock options") da então Telecel. Perante esta situação, descreve o jornal, em Julho de 2004 a administração fiscal iniciou uma acção de inspecção ao próprio António Carrapatoso, que foi concluída em Novembro do mesmo ano. Só que, por desleixo dos serviços, a liquidação da dívida fiscal só foi entregue ao presidente da Vodafone em 2005.

Uma porta-voz da Vodafone Portugal assegurou ao DN que a situação fiscal do presidente da empresa está regularizada e que, após uma reclamação de António Carrapatoso, a administração fiscal deu-lhe razão. A porta-voz da Vodafone diz que "os ganhos auferidos em resultado do exercício de #8216;stock options#8217; em Abril de 2000" não podiam ser tributados como rendimento de trabalho dependente (categoria A), "dado que só com efeitos a 1 de Janeiro de 2001 o código do IRS estava dotado de normas que definiam os elementos quantitativos e temporal constitucionalmente indispensáveis para que o imposto fosse exigível". Nesse sentido, não havia lugar ao pagamento de imposto em sede de categoria A, que só seria possível a partir de 1 de Janeiro de 2001.
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1251531



citação: Reclamação de Carrapatoso decidida em tempo recorde

A reclamação graciosa apresentada por António Carrapatoso, presidente da Vodafone Portugal, face à liquidação de uma alegada dívida de IRS foi decidida pela Direcção-Geral dos Impostos em tempo recorde. Mais concretamente, em metade do tempo habitual.

Face aos documentos a que o DN teve acesso, o presidente da Vodafone Portugal apresentou a reclamação graciosa a seis de Abril de 2004.

A decisão da Direcção-Geral dos Impostos foi concretizada em 14 de Novembro do mesmo ano, ou seja, pouco mais de sete meses depois. Este é, de facto, um tempo recorde já que, segundo o Plano de Actividades da Justiça Tributária de 2005, o tempo médio de resposta às reclamações graciosas era, em 2005, de 14,7 meses, ou seja, cerca de um ano e três meses. Em 2004, o tempo médio de resposta era de 13,7 meses, tal como em 2003. Para 2006 a DGCI pretende, no entanto, encurtar este tempo para seis meses. C VC
http://dn.sapo.pt/2006/03/24/economia/reclamacao_carrapatoso_decidida_temp.html



Se ninguém tem falado, tinha passado despercebido.

O que vale ainda vai havendo Rouxinois no campo.

São este os cidadãos sérios e impolutos que pressionam e dão alternativas para a economia do pais.
 
citação:Originalmente colocada por Suarez

Estás a falar do que?

Acho que de filósofos com ansias de protagonismo:D


A verdade é que tu só os vês porque os meios de comunicação social lhes dão vóz.

Mas eles não são piores que os nossos srs deputados, por isso acho que as ideias deles poderão ser tidas em conta, porq não?

Mas tambem é verdae que mtos são mesmo filósofos com ansias de protagonismo:D
 
citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim

Independentemente do mérito ou demérito das propostas, das inovadoras discussões...do bla blá para entreter economistas filósofos com ansias de protagonismo.

...gostaria de saber (se alguém me conseguir explicar) ...


...QUEM É QUE PERGUNTOU ALGUMA COISA AQUELA GENTE QUE FALA EM POSE DE GENTE IMPORTANTE?

...QUEM É QUE MANDATOU AQUELA GENTE PARA DISCUTIR SOBRE A NAÇÃO?

Que eu saiba, ainda temos assembleia da républica, não?
Estamos numa democracia.

Nao acho que vao a procura de protagonismo, aliás, até porque dessa forma so o terão, se lho derem. E tu com este tópico estás a torná-los protagonistas.

Ate acho um ponto positivo, que discutam sobre a nação, que critiquem e visem encontrar soluçoes, e uma forma de descobrir o que esta mal, o que esta bem e o que poderia estar melhor.

Ja outros cidadaos, acomodam-se e parece quererem regredir ao tempo da ditadura.;)
 
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