Coronavirus (COVID-19) - AVISO PÁG. 1659

Coronavirus (COVID-19) - AVISO PÁG. 1659

  • Sim

    Votes: 302 71.7%
  • Não

    Votes: 87 20.7%
  • Indiferente

    Votes: 32 7.6%

  • Total voters
    421
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O medo rende mais e impera sobre a maioria das cabeças.

A esperança é até vista como negacionismo por quem espalha este clima de terror.

Com a prevalência que a omicron já atingiu, estes dados seriam mais que suficientes para aliviar algumas medidas restritivas, nomeadamente no que respeita aos isolamentos.
 
Há pouco ouvi um comentador na CNN Portugal a dizer que se não fosse as eleições de 30 de Janeiro, muito provavelmente já estávamos todos confinados.

Concordam com isso? Eu, francamente, não. Porque não só olhando para a Europa - exceptuando os Países Baixos - também ninguém estará em confinamento total creio, os dados - a nível de internamentos e óbitos - também não justificam o confinamento.
 
Há pouco ouvi um comentador na CNN Portugal a dizer que se não fosse as eleições de 30 de Janeiro, muito provavelmente já estávamos todos confinados.

Concordam com isso? Eu, francamente, não. Porque não só olhando para a Europa - exceptuando os Países Baixos - também ninguém estará em confinamento total creio, os dados - a nível de internamentos e óbitos - também não justificam o confinamento.

Aposto que esse comentador é do Chega / PSD ou CDS!! [:D][:D]

Chama-se campanha eleitoral...

Claro que não estávamos confinados!
 

Quadro típico de jornalista. Os dados estão corretos, mas espalha-se ao comprido quando calcula variações em pontos percentuais (na parte das proporções). É informação tecnicamente correta, mas inútil do ponto de vista da interpretação.
Em vez daquilo devia aparecer isto:

Casos face a nº de testes -46,8%
Óbitos por infectados -93,6%
Internados por infectados -90,9%
UCI por infectados -91,1%

Aliás, se quiserem ir um pouquinho mais além, até podiam eliminar o efeito de correlação positiva entre testagem e número de casos. Assim, resolvendo a coisa em ordem à percentagem de positivos por teste de 2020, o quadro seria o seguinte:

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Quadro típico de jornalista. Os dados estão corretos, mas espalha-se ao comprido quando calcula variações em pontos percentuais (na parte das proporções). É informação tecnicamente correta, mas inútil do ponto de vista da interpretação.
Em vez daquilo devia aparecer isto:

Casos face a nº de testes -46,8%
Óbitos por infectados -93,6%
Internados por infectados -90,9%
UCI por infectados -91,1%

Aliás, se quiserem ir um pouquinho mais além, até podiam eliminar o efeito de correlação positiva entre testagem e número de casos. Assim, resolvendo a coisa em ordem à percentagem de positivos por teste de 2020, o quadro seria o seguinte:

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Fazer isto que tu fizeste, é algo que a nossa classe jornalistica não sabe fazer, e eventualmente os que sabem preferem não fazer, para não "morderem a mão que lhes dá de comer"
 
Fazer isto que tu fizeste, é algo que a nossa classe jornalistica não sabe fazer, e eventualmente os que sabem preferem não fazer, para não "morderem a mão que lhes dá de comer"

Neste caso eu acho que é falta de domínio de matemática básica. Até porque, se estiverem a soldo dos poderes públicos têm ainda mais interesse em sublinhar bem a melhoria dos números actuais face a 2020.
 
Israel pondera apostar em contágio em massa já que Ómicron é menos grave

As autoridades sanitárias israelitas estão a considerar alterar a estratégia de resposta à pandemia, promovendo um “modelo de contágio em massa” da variante Ómicron, que aparentemente causa doença menos grave, em vez de imporem mais restrições, foi hoje divulgado.

A taxa de infeção pela variante Ómicron do novo coronavírus, que causa a doença Covid-19, está a aumentar continuamente em Israel – quase 3.000 novos positivos pelo segundo dia consecutivo, o que representa um máximo de três meses —, e especialistas do Ministério da Saúde israelita ponderam uma mudança de política para alcançar a imunidade de grupo através de infeções em massa com esta variante, segundo a imprensa hebraica publicada hoje.

A taxa de positividade aumentou no país para 2,48% e a taxa de infeção — o número médio de pessoas infetadas por cada portador do vírus — subiu para 1,53, indicando que o surto está a intensificar-se.

https://observador.pt/liveblogs/dgs...so-teste-ou-autoteste-para-eventos-culturais/
 
Se tentarem fazer isso cá em Portugal, os mesmos que criticam o governo por estar a ser demasiado cauteloso passarão a criticar o governo por ter atirado a toalha ao chão, por estar a admitir a sua incompetência, etc. E quando falo em governo falo neste ou noutro qualquer.
Enquanto a doença causar sequelas e/ou mortos, obvio que é atirar a toalha ao chão.
 
Hoje por cá pessoal infetado (confirmado com antigénio) estão a marcar PCR para dia 3 de Janeiro. Não será de admirar que os números subam ainda bastante nos próximos dias e se mantenham, a capacidade de testagem está nos limites senão mesmo esgotada.
 
Uma entrevista interessante do Nelson Pereira

https://ionline.sapo.pt/artigo/7575...s-em-risco-todos-os-doentes?seccao=Portugal_i

Destaco Este clássico tuga

"Na segunda-feira praticamente batemos o recorde de sempre em termos de afluência à urgência no Hospital de São João, com 604 doentes. Pior que isso só houve um dia em 2017, com 608 pessoas. Portanto esse alerta que tentei fazer para pessoas com sintomas ligeiros não irem à urgência não valeu de nada, as pessoas continuam a vir, não têm alternativas ou sentem que não têm alternativas e não estão suficientemente informadas de que não devem ir ao serviço de urgência quando têm sintomas minor. Têm um pingo no nariz, o SNS24 não atende e atiram-se para o serviço de urgência. É inaceitável. Tivemos na segunda-feira 250 não urgentes. É 41% da procura, obviamente que isto põe em risco a missão dos serviços de urgência."
 
Muito fácil contrapor esse tipo de comentário, basta falar em evolução.

Estás a por tudo no mesmo saco, como se fossemos acéfalos e desinformados!!

Desde sempre o ser humano teve que se adaptar e assim evoluiu.

Só quem se recusar a ver a realidade desde há dois anos para cá tem coragem de dizer uma coisa como acabaste de dizer..

Se há pessoas que se resignam e aceitam sem questionar e sem pensar? Certamente que há...mas acredita que tu não és mais inteligente que a maioria!!


no comments.... :confused:
 
Se tentarem fazer isso cá em Portugal, os mesmos que criticam o governo por estar a ser demasiado cauteloso passarão a criticar o governo por ter atirado a toalha ao chão, por estar a admitir a sua incompetência, etc. E quando falo em governo falo neste ou noutro qualquer.

Concordo

Essa estratégia pode ser seguida, mas nunca anunciada
 
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