covid 19 - a parte estatistica e matemática da pandemia

lll

New member
O outro tópico está demasiado movimentado para eu conseguir acompanhar e esta é um parte da pandemia que me interessa particularmente

começando

confesso que não tenho andado muito atento aos pormenores, mas creio que é a oms que diz que tem:

taxa de mortalidade de ~4%
cada infectado contagia 2,3 em média (isto dependerá muito dos hábitos de cada cultura)
na fase exponencial o numero de contagiados dobra a cada 7-9 dias ()
além disso vários epidemologistas dizem que vai infectar 20 a 70% da população

pelo menos li isto algures

a taxa de mortalidade está obviamente muito exagerada, devido aos casos não detectados vários epidemologistas apontam para os 0,5%

depois acrescento mais dados aqui, por agora vou avançar para o caso portugues

covid%2B19.jpg


https://pt.wikipedia.org/wiki/Pandemia_de_COVID-19_em_Portugal

outros paises

Cod19.jpg


imagem inicialmente aqui colocada pelo CL

zqblIVeh.png


colocado pelo
Snake1


e pelo obtuso


covis%2B19%2Bb.jpg


depois acrescento mais dados e vamos analisando estes e outros dados
 

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não gostam não estorvem, não têm nada de útil a acrescentar, não digam nada

isto é um fórum, não é um chat, num chat é que se faz conversa de chacha
 
Quantos posts leva uma página? Bem que podias abrir um tópico por cada "aspecto específico" do COVID-19 (influência na taxa de divórcios, frequência do sexo entre casais, taxa de suicídio, efeitos psiquiátricos, aumento do número de vezes que os portugueses começaram a abrir a porta do frigorífico, aumento de peso relacionado com o ponto anterior, you name it) e assim, daqui a nada, tinhas a primeira página só reservada para ti e cada um dos temas e sub-teminhas relacionados com a doença que pode haver.

O que te parece? Seria interessante, também! [;)][:cool:]
 
Quantos posts leva uma página? Bem que podias abrir um tópico por cada "aspecto específico" do COVID-19 (influência na taxa de divórcios, frequência do sexo entre casais, taxa de suicídio, efeitos psiquiátricos, aumento do número de vezes que os portugueses começaram a abrir a porta do frigorífico, aumento de peso relacionado com o ponto anterior, you name it) e assim, daqui a nada, tinhas a primeira página só reservada para ti e cada um dos temas e sub-teminhas relacionados com a doença que pode haver.

O que te parece? Seria interessante, também! [;)][:cool:]

parece-me que não sabes usar um forum, confundes um forum com um chat

não tens nada para dizer sobre o tema do topico, não digas

e também me parece que se podia, neste momento, criar um subforum especifico dedicado a este tema
 
Em portugal segundo este relatório::3500 morrem por ano.

https://www.dgs.pt/documentos-e-pub...demia-da-gripe-ah1n12009-em-portugal-pdf.aspx

Na itália vi 70k de mortos em 5 anos, dá uma média de 30 tal por dia (tem que se descontar a época de gripe).

Esses que morreram de gripe comum 60 por cento estavam vacinados.

Esta grive nova mesmo sem vacina continua com taxa de mortalidade baixa nos 3.5 por cento ( ja com a italia a estragara média).

Em jeito de curiosidade de 2 em 2 dias morrer uma pessoa por acidente de trator. Ontem 1 casal morreu: homicidio.

É perigoso estar vivo.

- add

Só uma pequena percentem da pop foi diagnosticada, sao decerto muitos mais , uns 50x mais, a taxa de M assim desce para 1 por cento ou menos. Para o ano vamos analisar os numeros.
 
III, as tabelas ficam todas desformatadas no fórum. Podes fazer printscreen para imagens e inseri-las nesse formato?
 
eu vejo-as bem formatadas, mas farei isso

avançando, os casos dos navios cruzeiros parecem-me particularmente interessantes para compreender a epidemia, são os unicos casos em que toda a população foi testada e seguida
a população desses navios é bastante mais idosa que a população de qualquer país

naqueles navios o contágio terá sido feito principalmente através do pessoal que trabalhava no/s restaurantes dos navios:

[h=1]Food service workers were main carriers of coronavirus on Diamond Princess[/h]
e os casos dos navios indicam que a taxa de mortalidade deste virus andará pelos 0,5%

[h=1]Cruise ship outbreak helps pin down how deadly the new coronavirus is[/h]
[h=2]Outcomes suggest that, in the real world, about 0.5 percent of COVID-19 infections in China end in death

By Tina Hesman Saey

Exactly how deadly COVID-19 is remains up in the air. Limited testing and undetected cases — people with no symptoms or ones so mild they don’t seek medical attention — make it hard to pin down how many are infected. And that number is crucial for calculating the ratio of people who may die from COVID-19.
Enter the Diamond Princess cruise ship. Quarantined at sea off Japan after a passenger tested positive for SARS-CoV-2, the ship became a natural data lab where nearly everyone was tested and few cases of infection were missed.
Infections and deaths onboard suggest that the disease’s true fatality ratio in China is about 0.5 percent, though that number may vary from place to place, researchers report March 9 in a paper posted at MedRxiv.org.
That 0.5 percent is far less than the 3.4 percent of confirmed cases that end in death cited by the World Health Organization, but troubling nonetheless. The WHO’s number has come under fire because the true number of people infected with the virus worldwide is not known.

“How worried should we be?” says Timothy Russell, an epidemiologist at the London School of Hygiene and Tropical Medicine who does mathematical modeling of disease outbreaks. “Well, it’s more severe than the flu.” Flu — which annually kills hundreds of thousands worldwide — has an estimated 0.1 percent fatality rate.


As of February 20, tests of most of the 3,711 people aboard the Diamond Princess confirmed that 634, or 17 percent, had the virus; 328 of them did not have symptoms at the time of diagnosis. Of those with symptoms, the fatality ratio was 1.9 percent, Russell and colleagues calculate. Of all infected, that ratio was 0.91 percent. Those 70 and older were most vulnerable, with an overall fatality ratio of about 7.3 percent.
Extrapolating those numbers to China, the team estimates that 1.1 percent of symptomatic cases there turned deadly. Considering asymptomatic cases drops that ratio to about 0.5 percent in China, the team calculates.
These ratios depend on available health care and public health measures, Russell cautions. And there are still uncertainties in the data, he notes. For example, some patients initially counted as asymptomatic may later develop symptoms, or even die. So the true fatality rate may be somewhat higher, “0.6 or 0.7 [percent], but it’s still a good ratio.”
[/h]
servem também para estimar a proporçao de infetados que não tem sintomas:

[h=2]Estimating the asymptomatic proportion of coronavirus disease 2019 (COVID-19) cases on board the Diamond Princess cruise ship, Yokohama, Japan, 2020
icons_separator.png
[/h]
 
Last edited:
o M207 colocou no outro tópico alguns dados que pelo que tenho lido estão correctos:

Foi atribuido a um medico Dr. Quique Caubet, médico en Vall d'Hebron, mas segundo o mundiario.com o medico desmentiu e parece que apenas partilhou o que lhe tinham enviado..

“A ver, amigos, voy a intentar explicaros la situación que tenemos con esta pandemia. La información que os voy a transmitir la tengo a través de compañeros médicos que tengo en toda España, que llevan alarmando de esto desde hace semanas y por tener acceso a información científica.

Yo no quiero alarmar a nadie, todos somos adultos y cada uno decidirá qué hacer, pero no puedo dejar que mis amigos tomen decisiones con respecto a un tema tan importante sabiendo que no poseen toda la información.

¿Por que el COVID-19 es enormemente peligroso? Lo que determina el peligro de un agente infeccioso es la combinación de 3 factores: el vector de contagio, la morbilidad y la mortalidad. El COVID-19 tiene un vector de contagio entre 1,5 y 2,5, es decir, 3 veces superior a la gripe. Lo cual implica que su propagación es geométrica: 1-2-4-8-16-32-64-128-256... pero lo peor de todo es que, a diferencia de la gripe y del SARS, que fue la última epidemia por coronavirus de 2003, éste se contagia también durante las dos semanas de incubación, antes de tener incluso síntomas.

En cuanto a la morbi-mortalidad, es la siguiente. Hay que tener una cosa clara: TODOS VAMOS A INFECTARNOS POR EL COVID-19 en los próximos tres meses.

Ahora bien, de cada 1000 personas, 900 lo pasarán asintomaticamente, incluidos niños y jóvenes. 100 mostrarán síntomas. De esos 100, 80 lo pasarán como una gripe muy jodida: tos seca, dolor de cabeza y muscular, es decir, dos o tres semanas en casa más malo que un perro. De 20 que quedan, 15 desarrollarán una neumonía bilateral con dificultad para respirar, que requerirá ingreso hospitalario para administrar broncodilatadores, corticoides y oxígeno. Los 5 restantes desarrollarán una fibrosis pulmonar que exigirá inmediato ingreso en la UCI con respiración asistida. De esos 5, 3 morirán. Y los dos que se salven presentarán secuelas que obligará posiblemente a trasplante de pulmón.

Estas son las cifras que se manejan actualmente en la comunidad científica occidental, ya que los datos en China han sido peores, pero porque su sanidad no está tan preparada. Visto así no parece tan grave, ¿verdad? El problema es que, a diferencia de la gripe, ante la cual una parte de la población se vacuna y además ataca progresivamente a lo largo de 5 meses al año, está infección es una oleada (Ver Italia) De forma que en dos-tres meses se van a producir todos los contagios. Así que ya tenemos los datos para hacer las cuentas.

De los 40 millones de españoles, solo 4 millones van a tener síntomas. De los que 3.200.000 la pasarán como una gripe mala en casa. 600.000 necesitarán ingreso hospitalario con oxígeno. Y 200.000 necesitarán UCI.

El problema es que en España existen, entre el sistema sanitario público y el privado, solo 200.000 camas hospitalarias y 3.800 camas de UCI. ¿Veis el problema? El auténtico problema no es la enfermedad en sí, a pesar de que tiene una morbimortalidad importante, sino que, debido a sus características epidemiologicas, viene en una oleada infectando a toda una población que no tiene inmunidad previa en cuestión de 2-3 meses, COLAPSANDO EL SISTEMA SANITARIO...!!!!

Eso significa que cuando las camas hospitalarias y las UCI estén llenas habrá que aplicar lo que se conoce como Medicina de Guerra, es decir, cuando por cada cama que se quede libre haya 7 personas esperando, los profesionales tendrán que decidir, a quién atienden y a quién mandan a su casa diciéndoles que les mandarán un médico y una bombona de oxígeno, que no llegará nunca porque también se habrán acabado.

Esa decisión se tomará en función de la edad y el estado general. Es decir, se escogerá a los más jóvenes, que tendrán más posibilidades de sobrevivir. Esto sin contar el resto de patologías graves y urgentes: infartos, Ictus, accidentes de tráfico, etc. todo esto sin camas y sin UCI.

Esto parece una película de ciencia ficción, pero esto está pasando AHORA MISMO en el norte de Italia. País que hace dos semanas estaba como nosotros ahora, que no se nos olvide.

La sanidad madrileña está ya colapsada. Están diciendo a la población que si presentan síntomas que no vayan a los hospitales ni a los centros de salud ni llamen al 112, sino que llamen al 900 102 112. Hay personas que llevan toda la mañana llamando y no consiguen que les cojan el teléfono.

Se espera que, al ritmo que se está propagando, la Sanidad Española colapse a primeros de abril. Esta es la situación. ¿Qué hacer entonces? Esto es una lotería, es difícil que te toque, pero mientras más papeletas compres, más posibilidades tienes. Por tanto, lo que hay que hacer es NO COMPRAR PAPELETAS. Es decir, durante las próximas semanas salir exclusivamente a trabajar y a comprar al supermercado cuando sea necesario. No comer fuera, no ir a ninguna reunión de gente, no utilizar transporte público. Van a ser sólo unas semanas.

Os estaréis preguntando: ¿si todos lo vamos a coger, para qué aislarse tanto? Pues veréis, el que una persona sufra la enfermedad asintomáticamente, como una gripe o necesite ingreso hospitalario, depende fundamentalmente de la edad y del estado inmunológico del paciente, pero también de un concepto que se llama “carga viral”, es decir, la cantidad de millones de virus que han entrado en nuestro organismo en el momento del contagio. Mientras mayor sea esa carga viral, más daño puede hacer el virus a nuestros pulmones mientras nuestras defensas se organizan y fabrican los anticuerpos para defenderse.

Obviamente no es lo mismo besar a un contagiado, respirar directamente gotitas de pflügge de un infectado o tocar un objeto donde han caído esas gotitas hace 3 horas y luego tocarnos la cara. Por tanto, vamos a intentar que, cuando nos contagiemos, la carga viral sea la menor posible.

Por eso es por lo que se recomienda no acudir a reuniones de gente ni lugares públicos. Elena, hija, sé que me estás leyendo. No quiero que te alarmes en exceso. En tu caso, tu juventud hace que, lo más probable, es que la pases asintomáticamente, pero recuerda lo de la “carga viral”: procura evitar transporte público, reuniones, comidas fuera, etc. durante las próximas semanas.

Siento la paliza que os he dado, espero estar equivocado y que las cosas se contengan a partir de ahora que se están implantando medidas de mitigación y aislamiento social, pero yo ya me he quedado tranquilo porque os he contado la verdad de la situación que no se dice tan claramente en ningún medio de comunicación, solo en los foros especializados.

Ahora, cada uno que se cuide y haga lo que estime oportuno.

¡¡¡Buena suerte, que la necesitamos!!!”






 
já agora o problema de conciliar a atividade economica/social com a contenção da pandemia é muito dificil

em se aliviando as restrições a pandemia volta a crescer em força, foi o que ocorreu com a gripe espanhola (1918-1920)

Spanish_flu
Spanish_flu
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death-chart.jpg
 
Mesmo a parte estatística e matemática, por muito interessante que seja, serve apenas como indicador e não é 100% fiável, nem lá perto!

Os modelos são o que são, tal como os algoritmos e os dados que estão a ser trabalhados.

Há demasiadas variáveis que não conseguimos controlar e olho para os números, sejam eles quais forem, sempre com uma certa desconfiança...

Não escrevo isto para denegrir o teu trabalho e o de muitos outros. Apenas para que percebam que, por mais científico que seja, é indicativo e ponto final!
 
a melhor maneira de ver quantos infectados há é atraves do numero de pessoas nas unidades de cuidados intensivos (UCI)

não depende de testarem mais ou menos pessoas, quem precisa vai para aí, pelo para já, mais tarde provavelmente não vai haver lugar para todos

hoje estavel 41 pessoas em UCI, como apenas 5 em mil precisam de UCI então temos podemos concluir que há cerca de 1 semana atrás (tempo que demora desde a infeção até precisarem das UCI) havia ~41*200~8 mil infectados

na altura haviam 245 casos detetados, ou seja ~30 vezes menos

a manter-se a proporção entre casos detetados e casos reais teriamos agora cerca de 50 mil casos

mas há razões para que a proporção tenha vindo a aumentar porque tem sido testada uma parte menor das pessoas potencialmente infectadas

neste momento estamos seguramente acima dos 50 mil infectados, a aproximar-mo-nos rapidamente dos 100 mil infectados,

1 em cada 100 pessoas em portugal
 
cometi um erro devia ter somado o numero de mortes ao numero de doentes nas uci

somando dá 70 pessoas o que implica que tenhamos cerca de 100 mil infectados neste momento em portugal

aos que teriamos de retirar o numero de pessoas já curadas, mas nesta fase ainda não são relevantes
 
já agora vendo a taxa de crescimento atual, dentro de uma semana serão cerca de 500 mil

dentro de uma semana precisaremos mais de 250 lugares nas UCI

dentro de 2 semanas serão perto 2 milhões

dentro de 2 semanas precisaremos de mais de 2 mil lugares nas UCI

dentro de 3 semanas, quando a ministra diz que será o pico da epidemia, serão mais de 4 milhões

dentro de 3 semanas será preciso lugar nas UCI para mais de dez mil pessoas, mesmo contando com um abrandamento da progressão da epidemia

dentro de 4 semanas será preciso lugar nas UCI para mais de 20 mil pessoas

isto se as medidas até agora tomadas não abrandarem a progressão da epidemia


estamos a menos de 2 semanas do caos no sistema hospitalar
 
Last edited:
estás a contar com os recuperados que demoram no mínimo duas semanas?

vão começar a sair bastantes para a semana
 
estou, mas como a progressão da epidemia é exponencial nesta fase da epidemia o numero dos que saem é muito menor que o numero dos novos infectados
 
mas vão sair cada vez mais. os óbitos também contam como casos fechados.

ontem houve 37 casos encerrados, 14 recuperados e 23 mortes.
 
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