Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Para aqueles que querem apagar a Praça do Império, e o Padrão dos Descobrimentos:

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Paulo Portas a desmontar e ridicularizar por completo o PRR sobre as suas fragilidades, incoerencias, omissões e tendencias

Para que serve este plano?
Para que País serve?
Que vai ficar no País depois dele?

[s)]
 
Humberto Pereira, CEO da Rows, diz que a sede da empresa ficou na Alemanha porque lá os investidores sentem-se seguros.
"Não faz sentido estar cá [em Portugal]. O sistema legislativo para as empresas muda muito e nenhum investidor quer saber. Temos a Web Summit, é bonita, mas o que os investidores querem é estabilidade. E por isso procuram empresas nos EUA, em Inglaterra ou na Alemanha, que é onde eles se sentem seguros".



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Humberto Pereira, CEO da Rows, diz que a sede da empresa ficou na Alemanha porque lá os investidores sentem-se seguros.
"Não faz sentido estar cá [em Portugal]. O sistema legislativo para as empresas muda muito e nenhum investidor quer saber. Temos a Web Summit, é bonita, mas o que os investidores querem é estabilidade. E por isso procuram empresas nos EUA, em Inglaterra ou na Alemanha, que é onde eles se sentem seguros".



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Tem muito pouco ou quase nada a ver com segurança. Tem a ver com notoriedade e marketing. É como sediar uma empresa de perfumes em França ou uma têxtil em Itália. Sediar uma tecnológica em Berlin ou até mesmo em Silicon Valley (há um negócio florescente de "venda" de apartados em Silicon Valley há vários anos) dá o mesmo tipo de elan dos perfumes de Paris ou dos fatos italianos. Se o problema fosse a falta de "segurança" não baseavam o core do negócio todo em Portugal. Berlin tem quase só as áreas de marketing e vendas. A engenharia é todo made in Portugal, ou melhor made in FEUP.
 
Tem muito pouco ou quase nada a ver com segurança. Tem a ver com notoriedade e marketing. É como sediar uma empresa de perfumes em França ou uma têxtil em Itália. Sediar uma tecnológica em Berlin ou até mesmo em Silicon Valley (há um negócio florescente de "venda" de apartados em Silicon Valley há vários anos) dá o mesmo tipo de elan dos perfumes de Paris ou dos fatos italianos. Se o problema fosse a falta de "segurança" não baseavam o core do negócio todo em Portugal. Berlin tem quase só as áreas de marketing e vendas. A engenharia é todo made in Portugal, ou melhor made in FEUP.

Além de que tentar ganhar contra o Excel é como quando a Microsoft tentou o Windows Mobile contra o iOS e Android: faltaram os users para ganhar os developers, e faltaram os developers para ganhar os users. Vai ser muito complicado ganhar massa crítica e efeito de rede suficiente para ter alguma hipótese contra o Excel.
 
Paulo Portas a desmontar e ridicularizar por completo o PRR sobre as suas fragilidades, incoerencias, omissões e tendencias

Para que serve este plano?
Para que País serve?
Que vai ficar no País depois dele?

[s)]
Fazendo um bocado de advogado do diabo...

Se o dinheiro vier a fundo perdido para as empresas poderem investir em equipamentos modernos e formação aos colaboradores, não vamos acabar como nos anos 2000, em que eram apresentadas facturas ao dobro do que as coisas tinham custado para os empresários meterem o dinheiro ao bolso?
 
Quais empresários? Os que fazem contratos com os amigos governantes e os metem nos CA passado um tempo?

Lol

Em qualquer um dos cenários é meter um controlo e supervisão.

No estado já sabemos que nunca vai existir e nunca há culpados...
 
Fazendo um bocado de advogado do diabo...

Se o dinheiro vier a fundo perdido para as empresas poderem investir em equipamentos modernos e formação aos colaboradores, não vamos acabar como nos anos 2000, em que eram apresentadas facturas ao dobro do que as coisas tinham custado para os empresários meterem o dinheiro ao bolso?

Os mecanismos de aplicação de fundos comunitários foram sendo implementados e aperfeiçoados desde há décadas. Há todo um mundo de controlos, burocracias e o diabo a quatro para controlar essas coisas. Em cada um dos países e a nível central da UE.

O que na minha opinião é de uma ineficiência atroz. Ter um organismo central a dizer "agora vamos dar dinheiro para isto, vais investir naquilo" é um bom exemplo do sistema de planeamento central socialista que se vive nesta Europa.
 
Além de que tentar ganhar contra o Excel é como quando a Microsoft tentou o Windows Mobile contra o iOS e Android: faltaram os users para ganhar os developers, e faltaram os developers para ganhar os users. Vai ser muito complicado ganhar massa crítica e efeito de rede suficiente para ter alguma hipótese contra o Excel.


Essa é a menor das preocupações deles...

A ideia é atrair investidores para fazer "inchar" a startup , quem sabe transformá-la num unicórnio.

Não interessa nada se ganha ao excel ou não. Nesta primeira fase não é um negócio informático ou técnico mas essencialmente marketeiro e financeiro.
 
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