Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Isto nem sequer é preciso estar a inventar a roda. Sabendo que os certificados de aforro fizeram aumentar a dívida pública e que há um banco público a remunerar depósitos em valores baixos, invalidando o papel de um banco público de fazer concorrência e regular o mercado, sabemos que podiam existir mais incentivos às poupanças das famílias.

Aumentar os ordenados sem incentivos à poupança é inviável.

Depois precisamos de gente honesta, empresas, empresários, políticos que promovem a corrupção e a fuga de capital e finalmente de urgentes subidas de vencimentos para valores justos. Algo impossível com os níveis de corrupção no país.

políticos que promovem a corrupção e a fuga de capital​ , isso já temos muitos [:)]
 
Isto nem sequer é preciso estar a inventar a roda. Sabendo que os certificados de aforro fizeram aumentar a dívida pública e que há um banco público a remunerar depósitos em valores baixos, invalidando o papel de um banco público de fazer concorrência e regular o mercado, sabemos que podiam existir mais incentivos às poupanças das famílias.

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Como e possível continuar a realizar afirmação sem nexo.
Os certificados de aforro não fazem aumentar a dívida pública, é exactamente o oposto.
É preciso urgentemente disciplinas de educação financeira mas escolas.
 
Isto nem sequer é preciso estar a inventar a roda. Sabendo que os certificados de aforro fizeram aumentar a dívida pública e que há um banco público a remunerar depósitos em valores baixos, invalidando o papel de um banco público de fazer concorrência e regular o mercado, sabemos que podiam existir mais incentivos às poupanças das famílias.

Aumentar os ordenados sem incentivos à poupança é inviável.

Depois precisamos de gente honesta, empresas, empresários, políticos que promovem a corrupção e a fuga de capital e finalmente de urgentes subidas de vencimentos para valores justos. Algo impossível com os níveis de corrupção no país.

Quem regula os mercados são os Bancos Centrais não são os Bancos Públicos. [:)]
 
Já estou a imaginar o comentário do Marcelo: " é preciso apurar tudo o que aconteceu neste caso da CGD perdoar dívidas e aprender com o que aconteceu. "

E não se esqueçam "neste momento, o que interessa mais é a estabilidade governativa "

Repitam todos 10x, amanhã temos mais[:D]
 
Retornaram os bons velhos tempos.[:)]

Chegamos todos à conclusão que ganhamos mal. Concensual.

O formador diz que se os nossos salários tivessem sido aumentados progressivamente desde 2008 até agora então agora teríamos o mesmo nível de salários da Europa.
Nada mais nada menos que uma lapalissada em todo o seu esplendor.

Resultado saltam-lhe todos em cima.[:D][:D]

Na realidade a subida ligeira dos salários devia ter começado pela década de 90 do século passado que hoje estaríamos bem melhor.

Havendo formas mais correctas de medir o desenvolvimento dos países, continua-se a utilizar o pib como referencial.

Utilizando esse referencial, sabemos que a corrupção leva cerca de 25% a riqueza produzida em Portugal, a fuga ao fisco leva quase outro tanto e a transferência de capital para paraísos fiscais e branqueamento atinge valores recorde em Portugal.

Portanto usar o pib para medir o desempenho do país e depois usar esse valor como desculpa para pagar muito abaixo dos vencimentos europeus, não é só imoral, é uma farsa, é crime e é gozar com quem trabalha.

Não temos cadeias para tanto ladrão.
 
Em Portugal existe também uma condição única a nível europeu, as empresas em vez de liderarem oferecendo salários mais elevados e progressões normais na carreira com modelos de mentoring e planeamento da carreira, pelo contrário, raras são as que são capazes de fazer retenção de talento e pagam pior para funções similares ao sector público.

No estado, ainda que tenha um tecido laboral composto principalmente por licenciados, mestres e doutores, os vencimentos são medíocres, as carreiras não avançam e os vencimentos estão também estagnados.

Não conheço nenhum país desenvolvido, em que o sector público é o sector privado conspirem de forma ativa e em conjunto, para a minar o bem estar das pessoas e procurem de maneira tão intensa prejudicar o futuro.
 
Todos percebemos quando os bancos concertam valores nos juros dos depósitos a prazo e o que isso é.

O que não percebemos é, para que serve um banco público que não gera concorrência, regulando desta forma e que ainda perdoa dívidas aos mais ricos.

Essa do deputado do PS não é o primeiro caso e nem deve ser o último.

Mas só para alguns.
 
Neste ponto importa salientar que deve existir uma apreciável percentagem de portugueses com ordenados declarados bastante inferiores ao que na realidade recebem. E também muita economia paralela de biscates sem recibo.

Já o fiz, e não censuro quem o faça.

Nessa fase, precisava mesmo de um rendimento extra, e se fosse para o estado me levar grande parte, não valia a pena o esforço de trabalhar 80h por semana. Se calhar compensava mais ir chorar por subsídios à porta da SS.
 
Lindo

Car los
Pe rei ra

No outro dia levou sova do blanco. Hoje sabemos isto

Este, que não era querido do Costa, queimou se. Está tudo a queimar se. Menos o chamuscas.
 
Tantos reguladores e tantas comissões cheias de incompetentes e no fim o roubo legalizado segue impune:


Banca portuguesa “poupa” 1.200 milhões em juros nos depósitos ao pagar menos que Zona Euro

Em comparação com os bancos da Zona Euro, os bancos nacionais pagam menos 86% pelos depósitos das famílias e menos 70% pelos depósitos das empresas.

Se os bancos portugueses pagassem o mesmo que a banca da Zona Euro nos depósitos, as famílias e empresas portuguesas receberiam mais 1.200 milhões de euros pelas suas poupanças do que recebem atualmente, de acordo com os cálculos do ECO com base nas estatísticas do Banco Central Europeu (BCE).

Embora as remunerações estejam a subir nos últimos meses, os depósitos portugueses continuam a ser dos menos rentáveis na região da moeda única.

Ainda na semana passada, apesar de ter reconhecido esta evolução positiva, o governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, considerou no Parlamento – que está a levar a cabo um conjunto de audições com responsáveis sobre o desfasamento dos juros dos depósitos e dos empréstimos – que o esforço realizado pela banca portuguesa ainda é “insuficiente” até ao momento.

O valor de 1.200 milhões de euros foi calculado com base na diferença das taxas de juro médias praticadas pelos bancos portugueses em relação aos bancos da Zona Euro no stock de depósitos de particulares e empresas em fevereiro. Importa sublinhar que tanto as taxas de juro médias como o volume de depósitos flutuam todos os meses, pelo que a “poupança” dos bancos portugueses varia mensalmente.

Famílias com 90 mil milhões a renderem 0%
Em relação aos depósitos para particulares, caso as poupanças das famílias fossem remuneradas à taxa de juro média da Zona Euro, os depósitos de cerca de 180 mil milhões de euros estariam a render 1,11 mil milhões em juros (por ano e em termos brutos) e não apenas 155 milhões às taxas praticadas pelas instituições portuguesas, que conseguem assim “poupar” cerca de 960 milhões de euros.

Isto significa que, em termos médios, por cada 100 euros de juros que os bancos da Zona Euro pagam em juros nos depósitos dos particulares, os bancos portugueses pagam apenas 13,9 euros.

Na prática, a banca nacional paga, em média, menos 86% pelas poupanças das famílias do que o que estão a pagar os bancos da Zona Euro – o que ajuda a explicar por que razão há uma corrida para os Certificados de Aforro.

As famílias têm atualmente 89,7 mil milhões de euros em depósitos à ordem que nada rendem. Caso este aforro fosse remunerado à taxa média de 0,12% praticada pelos bancos da Zona Euro, as famílias receberiam cerca de 107 milhões em juros.

Nos depósitos a prazo até dois anos, que agregavam em fevereiro cerca de 81,9 mil milhões, se fossem remunerados à taxa média de 1,07% da Zona Euro, as famílias teriam direito a 875,8 milhões de juros – em vez dos 130,9 milhões que resultam da aplicação de uma taxa média de 0,16%.

Já nos depósitos a prazo a mais de dois anos, que acumulam poupanças de 7,6 mil milhões de euros, a diferença de juros permite uma poupança de 106,8 milhões aos bancos nacionais.

Empresas têm 80% dos depósitos à ordem
Quanto às empresas, com os depósitos a ascenderem a mais de 60 mil milhões de euros em fevereiro, os menores juros que as instituições nacionais pagam em relação à Zona Euro significam poupanças de 277,4 milhões de euros para os cofres dos bancos.

Por cada 100 euros de juros que a banca europeia paga às empresas, os bancos nacionais apenas dão 30 euros, em termos médios. Isto significa que, atualmente, a banca nacional paga, em média, menos 70% do que a média da banca da Zona Euro pelas poupanças das empresas.

Grande parte das poupanças (80%) está aplicada em depósitos à ordem que estão a render 10 milhões de euros em juros a uma taxa média de 0,02%. Se rendessem 0,31% (taxa média da Zona Euro), as empresas receberiam 158,3 milhões de euros em juros.

Nos depósitos a prazo até dois anos, que ascendiam em fevereiro a 12,1 mil milhões de euros, o diferencial de juros dá uma “poupança” de 127 milhões aos bancos.

Já os 200 milhões aplicados em poupanças com prazos superiores a dois anos rendem juros de 1,48 milhões, mas estariam a render mais do dobro (3,4 milhões) com as taxas médias praticadas na Zona Euro.

https://eco.sapo.pt/2023/04/14/banca...-que-zona-euro
 
Os mexilhões tugas deviam ser chamados de "os fornicados". São roubados de todas as maneiras e feitios e ninguém os defende.

Temos governo e bancos a encher os bolsos como nunca, à pala da subida dos juros e da inflação.
 
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