Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Para isso, mais vale ficar quieto, desmantelar e vender aos bocados. E quem vier a seguir que arranje os recursos e os forme com o mindset "privado".

Privatizar assim não resolve nada.


Isso, destruir valor e recursos, e aumentar a despesa social.... [:D]

Julgo que te estás a esquecer que a TAP foi privatizada, e os recursos humanos e o seu histórico (nomeadamente pilotos e tripulações) não meteram qualquer receio aos dois privados....

Repara, no fima da linha os trabalhdores (no geral) sejam de que plataforma forem, querem é manter os seus postos de trabalho. Privatizar ,no médio prazo será perfeitamente entranhado por todos.

Como foi com todas as empresas publicas que foram sendo privatizadas nos ultimos 50 anos.
 
vá lá que ao menos flutuam.

já não foi mau.

"A Transtejo comprou um navio completo e nove navios incompletos, sem poderem funcionar, porque não estavam dotados de baterias necessárias para o efeito. O mesmo seria, com as devidas adaptações, comprar um automóvel sem motor, uma moto sem rodas ou uma bicicleta sem pedais, reservando-se para um procedimento posterior a sua aquisição", considerou o TdC.

Compra de navios elétricos sem baterias: administração da Transtejo/Soflusa pede demissão após relatório do Tribunal de Contas - Expresso
 
Balsas, para transporte fluvial de passageiros no rio Tejo?

Sem comentário maior.
O problema é que quem toma decisões a este nível são pessoas sem qualquer tipo de conhecimento seja em que área for.

Não passam de nomeados políticos.

Brincam com milhões de euros e amanhã está lá outro nomeado para brincar mais um bocadinho.

Foi o que se viu nos governos do PS e temo que seja exactamente o mesmo com este.

E o próximo que vier irá fazer o mesmo.
 
O problema é que quem toma decisões a este nível são pessoas sem qualquer tipo de conhecimento seja em que área for.

Não passam de nomeados políticos.

Brincam com milhões de euros e amanhã está lá outro nomeado para brincar mais um bocadinho.

Foi o que se viu nos governos do PS e temo que seja exactamente o mesmo com este.

E o próximo que vier irá fazer o mesmo.

Tens razão. Mas é porque são medíocres.

Eu quando vou comprar uma maquina de lavar não percebo nada de maquinas de lavar, mas informo-me previamente. Eles podem sempre contratar alguém para os assessorar. A questão é que decidem pelo envelope maior e são penalizados com outro tacho qualquer.
 
Isso, destruir valor e recursos, e aumentar a despesa social.... [:D]

Julgo que te estás a esquecer que a TAP foi privatizada, e os recursos humanos e o seu histórico (nomeadamente pilotos e tripulações) não meteram qualquer receio aos dois privados....

Repara, no fima da linha os trabalhdores (no geral) sejam de que plataforma forem, querem é manter os seus postos de trabalho. Privatizar ,no médio prazo será perfeitamente entranhado por todos.

Como foi com todas as empresas publicas que foram sendo privatizadas nos ultimos 50 anos.

Percebo quando dizes que se perde valore no desmantelamento mas estás a esquecer os custos enterrados e ocultos de uma organização muito antiga e obsoleta e cheia de vícios. Nesse tipo de organização, existem poderes ocultos e interesses que não são detectados em sede de auditoria prévia (antes de a privatização) e depois levam a grandes disputas legais após a privatização. Se mantemos a matriz, necessariamente mantemos uma parte significativa dos vícios. Estou a falar de pessoas e redes entre ela. Por mim é preferível desmantelar do que privatizar.


Neste caso da CP conheço razoavelmente bem, sou defensor do transporte ferroviário mas não sou a favor da privatização. Acho que o sector deve ser mais liberalizado mas de forma justa e transparente. Entregar a CP (neste caso, a gestão) a privados só numa condição: leilão sem restrições.

Preço base e qualquer investidor pode entrar. Não há esquemas.

Mas não é assim que funciona.

Primeiro fazem uma pré qualificação para selecionar os amigos do PS e do PSD que pagam o fee por fora e mais uns estrangeiros indicados por Bruxelas que montam uns escritórios cá antes da privatização e contratam entedaos dos políticos (pardieiro). A informação é omitida do público em geral e no fim entregam a empresa com condições lesivas para o estado e sob a cobertura de um contrato confidencial.

Isso, no meu lexico, é uma manifestação de oligarquismo. Entregas activos do estado a grupos restritos que ficam ainda mais ricos.
Simulado mas é.

Não tem muito a ver com capitalismo liberal.

Estamos a ser enganados.
 
O tema era CP comboios. Não concordo com a privatização. Se é para dar à exploração dos privados sou a favor da alienação dos activos. Estado "fuera" totalmente.

Se me disserem que não é possível porque não é lucrativo então é porque não é negocio. Se não é negócio, então não percebo para que querem lá meter privados.

Mas não é negócio porque! Portugal não é diferente de Espanha por exemplo onde a ferrovia também é operada por privados.
A questão prende-se apenas na questão ideológica, mais socialista com a detenção dos meios pelo público ou mais liberal com o mercado concorrencial. E o que me pareceu é que usaste o argumento de que ninguém iria querer a CP porque os colaboradores estão cheios de vícios e com mindset de FP, que é um não assunto. As greves são residuais no sector privado, isto é apenas pragmatismo, as pessoas fazem greves de 15 dias e param tudo, como é o caso da CP ou dos profs muto recentemente, apenas por um único motivo, porque podem.
No dia que uma CP privada tivesse 15 dias os comboios parados fazia um despedimento coletivo por perdas financeiras e as greves terminavam durante uns anos. É que não haveriam contribuintes para cobrir as perdas com os seus impostos.
 
Uma das poucas coisas que eram motivo de orgulho da Portugal está a ir pelo cano.
Cada vez mais é pratica comum e a caminhar para a normalização das urgências obstetras fechadas
https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/mortalidade-infantil-sobe-20-em-ano-de-urgencias-fechadas

Este é só e simplesmente uma das maiores calamidades em Portugal. É que as pessoas esquecem-se que "vão" para velhas...
E andam todos manipulados a discutir se quem deu os tiros no autocarro é português ou imigrante como se isso fosse a emergência nacional.
 
No Público de hoje:

“(…) Rodrigo Queiroz e Melo, director executivo da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), deu uma longa entrevista ao PÚBLICO que deveria ser de leitura obrigatória (…).

A percentagem de alunos que estão no ensino secundário privado já atinge os 25% em Portugal. (…)

É verdade que, nesse bolo dos 25%, há contratos de associação e escolas profissionais.

Mas mesmo retirando essas escolas, ainda ficamos com “17% ou 18% dos alunos” a pagar para estudar.

Diz o director executivo da AEEP: “A generalidade dos países civilizados tem 2%, 3%, 4%, 5% dos alunos a pagar. Ninguém tem o que nós temos.

E as consequências disso não estão apenas na desigualdade do ensino.

Estão na criação de uma bolha de “segregação social”.

“O que isto significa é que aqueles que dão mais valor à educação estão a crescer juntos e a ser educados juntos, do 1.º ano ao 12.º, conhecem-se, namoram, vão casar-se, construir empresas juntos, network… Isto é uma bolha.

“Repare, uma bolha de 2% ou 3% acontece em todos os países, é indiferente. Uma bolha de 17%? É uma loucura em termos sociais.” (…)
Há colégios que não nasceram “só para educar uma elite”, e desejam uma escola mais diversa.

(…) O know-how de que dispõem fica fechado na bolha dos privilegiados e não se estende àqueles que no país mais necessitam desse conhecimento.
Este é o tipo de assunto que merecia estar a ser discutido na campanha eleitoral.

Não se vê nada. (…)

A direita vive com medo da própria sombra e do poder da Fenprof.

A esquerda enche a boca com a escola pública, mas é a grande responsável pelo seu declínio. (…)


Os alunos do ensino público estão há anos a ficar para trás, enquanto sucessivos governos proclamam o seu amor à escola pública. (…)
Mudem.

Arrisquem.

Façam alguma coisa.”


https://www.publico.pt/2025/05/12/opiniao/opiniao/entrevista-ler-aprender-mudar-ensino-pais-2132770​




o País que diz que tem uma educação pública espectacular mas que na verdade é uma mrd e quem tem dinheiro vai ao privado (tal como na saúde).

o terrorismo sindical destrói qualquer qualidade nos serviços públicos.
 
o País que diz que tem uma educação pública espectacular mas que na verdade é uma mrd e quem tem dinheiro vai ao privado (tal como na saúde).

o terrorismo sindical destrói qualquer qualidade nos serviços públicos.

Aqui concordo em tudo.
E no colégio, não há greves! E com os mesmos anos de serviço recebem menos que os colegas do público.
 
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