Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

É o momento:

"parabéns, ficaste em último, mas recebes uma medalha de participação"

[:D]


Claro que é o momento. Não fica no "quadro de honra" e muito menos no "contingente do poder"! Serviu, isso sim, para uma chamada de atenção (...) que, é claro, será esquecida (ou não fôssemos portugueses...), mas não agora... [;)]
 
eu vejo também a ilusão de que o capital (pelo menos a maioria) seria reinvestido para gerar mais capital...

com os empresários portugueses será...

pequenos empresários - comprar jipes
médios empresários - comprar mansões com piscina
grandes empresários - mandar o guito para offshores

tem que se mudar a mentalidade de todos... do empresário ao operário. na minha opinião isso faz-se de cima para baixo.

o que vês em Portugal? é os grandes empresários a correrem 95% dos funcionários com o ordenado mínimo e más condições de trabalho tipo Sonaes e JM deste rectângulo à beira mar plantado... ou como o gajo da Padaria Portuguesa que se autointitula como um grande empreendedor e empresário e que tem o desplante de vir à TV dizer que os funcionários têm de trabalhar fora de horas sem receber horas extras... e por aí fora.

Mudem a mentalidade dos empresários portugueses de forma a que estes valorizem o maior ativo das suas empresas, que é o capital humano, e talvez então o capitalismo funcione em Portugal.

Até lá a classe operária vai sempre sentir necessidade de se proteger e votar maioritariamente nos partidos (que se dizem) socialistas.

Antigamente (antes de eu ser nascido) vias que grandes empresários portugueses faziam pela proteção social dos seus trabalhadores. Por exemplo o grupo CUF que construiu as clínicas para proteção dos trabalhadores... hoje em dia o operário português é visto apenas como mão de obra barata e descartável.

Sem dúvida. Bons empresários e que não pensem apenas no próprio umbigo são raros.
 
eu vejo também a ilusão de que o capital (pelo menos a maioria) seria reinvestido para gerar mais capital...

com os empresários portugueses será...

pequenos empresários - comprar jipes
médios empresários - comprar mansões com piscina
grandes empresários - mandar o guito para offshores

tem que se mudar a mentalidade de todos... do empresário ao operário. na minha opinião isso faz-se de cima para baixo.

o que vês em Portugal? é os grandes empresários a correrem 95% dos funcionários com o ordenado mínimo e más condições de trabalho tipo Sonaes e JM deste rectângulo à beira mar plantado... ou como o gajo da Padaria Portuguesa que se autointitula como um grande empreendedor e empresário e que tem o desplante de vir à TV dizer que os funcionários têm de trabalhar fora de horas sem receber horas extras... e por aí fora.

Mudem a mentalidade dos empresários portugueses de forma a que estes valorizem o maior ativo das suas empresas, que é o capital humano, e talvez então o capitalismo funcione em Portugal.

Até lá a classe operária vai sempre sentir necessidade de se proteger e votar maioritariamente nos partidos (que se dizem) socialistas.

Antigamente (antes de eu ser nascido) vias que grandes empresários portugueses faziam pela proteção social dos seus trabalhadores. Por exemplo o grupo CUF que construiu as clínicas para proteção dos trabalhadores... hoje em dia o operário português é visto apenas como mão de obra barata e descartável.

Isso é o mesmo que as galinhas pagarem a uma raposa para proteger o galinheiro. [:D]

Dá ilusão de segurança, mas ainda ficam pior do que estavam.

A questão de produzir mais riqueza, permite também maior actividade económica, seja a comprar jipes ou a construir mansões. Terão de existir muitas empresas e pessoas para fornecer esses bens de consumo aos empresários. E isso será sempre melhor do que uma empresa de telhas de zinco para fornecer telhados a barracas. Mesmo indirectamente, e só a investir em mansões, cria pujança nesse mercado, e prefiro ver um país cheio de mansões do que telhas de zinco.
 
Inteligência política também designada por apego ao tacho.[:D]

Eu já tinha dito neste tópico que estava indeciso entre o il e o chega. Com esta palhaçada dos Açores, neste momento viro para o il.
O país deve estar a frente dos partidos. Falem dos acordos que não foram respeitados, mas a mim ninguém me convence que isto não foi apenas porque o PSD disse que não fazia acordos com o chega para as legislativas.
Se houvesse responsabilidade e seriedade, pedia para não dar apoio aos Açores apenas após as legislativas. Mostrava que era um homem de palavra. Mostrava que o PSD tinha 2 caras, uma para o continente e outra para os Açores.
Assim apenas passou ideia que à primeira dificuldade faz birra e que não é de confiança.
 
Era bom que o problema fosse do PS e do Sócrates e não um problema cultural dos últimos.... SÉCULOS!!! :sh)

FEWDEcIXwA8OCRd

Este é o verdadeiro problema, os Portugueses. (que têm o que merecem)
E esse gráfico não conta metade da história, esses 52% que têm o secundário, uma parte significativa tem o diploma apenas, não têm as competências que deveriam ter, nem para lá caminham, porque nas novas oportunidades só ofereciam diplomas, não ofereciam competências.
Até o raio dos maiores de 23 anos entrarem por concurso próprio para a universidade adultera qualquer estatística sobre ensino superior, pessoas sem as competências básicas de um secundário, cursos de 3 anos que melhor ou pior há sempre uns quantos que lá vão pagando as propinas e os exames de recurso e lá conseguem fazer as cadeiras ao final de algumas tentativas, salvo excepções, muitos são licenciados que apenas são analfabetos funcionais com canudo (e alguns chegam a ministros), não há cultura de exigência.

Este sábado via o programa do César Mourão na Sic (Terra Nossa), eu sei que ele procura a gente mais cómica, mas não conseguiu falar com ninguém a quem não se fizesse um diagnóstico de pelo menos um ligeiro atraso cognitivo, desde GNR a empresários. E este é o país real, cheio de gente com limitações sérias, coisas básicas, sem cultura, sem mundo (e não é preciso literalmente viajar para saber como funcionam outros países), sem amor próprio, sem patriotismo (excepto no futebol), sem ambições, com prioridades completamente trocadas (especificamente o futebol) e que passam esta forma de ser de geração em geração.

Mudarmos em janeiro para um governo maioritário de uma IL não mudaria isto ao final de 4 anos, que não hajam ilusões, devemos levar um atraso civilizacional de uma Alemanha de pelo menos 50 anos.
Mas temos de começar por algum lado.
 
Eu aconselho a irem ver os números da escolaridade dos filhos dos portugueses em França.

É tenebrosa a imobilidade social e de como não conseguiram em números signficativos alterar o seu papel na sociedade francesa face aos seus pais.

Estudam inclusive menos que os árabes e, sobretudo, muito menos que os filhos de emigrantes de outros países do sul da Europa que emigraram massivamente também para lá (Espanha, Itália, Grécia...) nos anos 60 e 70.

Mas claro que aqui só passam as notícias do vereador filho de portugueses da mairie de je-ne-sais-quoi-sur-marne e o quão o emigrante português é valorizado em França.

Temos este discurso tontinho e de ilusão sobre o estado das coisas, onde estamos e o que somos. E, sobretudo, para onde vamos.

Eu sou de uma daquelas aldeias do interior que no verão quadruplica (ou mais [:D]) a população.

A maior parte dos emigrantes saíram nos anos 80 e alguns até nos anos 90 e os filhos sao +/- da minha idade (trintas). Realmente das dezenas de famílias que "conheço", contam-se pelos dedos os que teem formação superior: a maior parte começou a trabalhar quando terminou o secundário e depois há alguns que seguiram cursos técnicos.

Mesmo dentro da minha família, que é suficientemente grande para quase ter significância estatística ([:)]), há um contraste enorme entre os que saíram e os ficaram: nenhum dos meus primos em Franca/Suíça tem formação superior, ao contrário dos que ficaram em Portugal. Este tipo de emigração foi mesmo só para juntar dinheiro e voltar um dia a Portugal e parece que os filhos herdaram a mesma mentalidade, daí os estudos serem encarados como uma perda de tempo/dinheiro, que obviamente nao o sao.

Confirmo também o segundo ponto: trabalhei ~ 1 ano com a Renault e tinham imensos engenheiros marroquinos e argelinos, portugueses nunca encontrei...
 
Joacine a dizer umas verdades, o Rui Tavares é um dos maiores nojentos da politica nacional, no fundo é um André ventura mas com menos talento, mas a essência é a mesma, só que com uma sonsice de outro planeta, sempre a procura do tacho, segundo o que a Joacine tinha dito há uns tempos contratou artistas para as campanhas nem sequer lhes pagou..

https://twitter.com/KatarMoreira/status/1461609119807385600

Críticas vindas da Joacine, são elogios.
 
Este é o verdadeiro problema, os Portugueses. (que têm o que merecem)
E esse gráfico não conta metade da história, esses 52% que têm o secundário, uma parte significativa tem o diploma apenas, não têm as competências que deveriam ter, nem para lá caminham, porque nas novas oportunidades só ofereciam diplomas, não ofereciam competências.
Até o raio dos maiores de 23 anos entrarem por concurso próprio para a universidade adultera qualquer estatística sobre ensino superior, pessoas sem as competências básicas de um secundário, cursos de 3 anos que melhor ou pior há sempre uns quantos que lá vão pagando as propinas e os exames de recurso e lá conseguem fazer as cadeiras ao final de algumas tentativas, salvo excepções, muitos são licenciados que apenas são analfabetos funcionais com canudo (e alguns chegam a ministros), não há cultura de exigência.

Este sábado via o programa do César Mourão na Sic (Terra Nossa), eu sei que ele procura a gente mais cómica, mas não conseguiu falar com ninguém a quem não se fizesse um diagnóstico de pelo menos um ligeiro atraso cognitivo, desde GNR a empresários. E este é o país real, cheio de gente com limitações sérias, coisas básicas, sem cultura, sem mundo (e não é preciso literalmente viajar para saber como funcionam outros países), sem amor próprio, sem patriotismo (excepto no futebol), sem ambições, com prioridades completamente trocadas (especificamente o futebol) e que passam esta forma de ser de geração em geração.

Mudarmos em janeiro para um governo maioritário de uma IL não mudaria isto ao final de 4 anos, que não hajam ilusões, devemos levar um atraso civilizacional de uma Alemanha de pelo menos 50 anos.
Mas temos de começar por algum lado.

A escola tem um problema sério, e que não é facil de resolver, a falta de exigência é gritante os miúdos saem da escola basicamente sem saber os basicos de Matemática/física/Português e sem disciplina. Como se resolve não sei bem, até porque cada vez menos há tambem professores.

Quem tem dinheiro não tem grande problema coloca o filho em colégios ou paga explicações, quem não tem e cada vez são mais basicamente vai ver os seus filhos com uma educação que lhes serve para ir para as obras e fazer limpezas.
 
Eu já tinha dito neste tópico que estava indeciso entre o il e o chega. Com esta palhaçada dos Açores, neste momento viro para o il.
O país deve estar a frente dos partidos. Falem dos acordos que não foram respeitados, mas a mim ninguém me convence que isto não foi apenas porque o PSD disse que não fazia acordos com o chega para as legislativas.
Se houvesse responsabilidade e seriedade, pedia para não dar apoio aos Açores apenas após as legislativas. Mostrava que era um homem de palavra. Mostrava que o PSD tinha 2 caras, uma para o continente e outra para os Açores.
Assim apenas passou ideia que à primeira dificuldade faz birra e que não é de confiança.

A situação dos Açores tem explicação. Vejam este vídeo com atenção principalmente a partir dos 00:45

Passa um ano e o outro partido não cumpre com o que prometeu (combate à corrupção, combate ao excesso de subsídio-dependência, diminuir as gorduras do estado) e o que fazer? Esperar mais um ano? Quem é que está a falhar com quem?

O CHEGA não vai ser muleta de nenhum partido, quando formar governo vai ser para fazer as alterações necessárias que o país precisa com urgência e pelas quais os eleitores votaram nesse partido.

Tendo em conta isso então se há partidos que não se querem coligar com o CHEGA pode ser interpretado como esses partidos não quererem alterar nada, querem deixar tudo como está e durante uns anos será mais do mesmo.

Portugal não aguenta mais uns anos com algumas coisas na mesma e outras com tendência a piorar bastante.

 
A única ilusão que vejo nesse tipo de discurso é a ideia de que, basta ter menos impostos para haver crescimento económico.

Não basta ter menos impostos. É preciso simplificar e desburocratizar. É preciso promover na sociedade Portuguesa uma cultura de inovação, risco e empreendedorismo.

Bolas, nós não somos menos inteligentes ou trabalhadores que os outros. Só precisamos de uma mudança de mentalidade.



Descomplica! [;)]

No dia em que a classe politica do teu País entender que menos impostos é mais recursos disponiveis na economia, tudo o resto vem por acréscimo.
 
A escola tem um problema sério, e que não é facil de resolver, a falta de exigência é gritante os miúdos saem da escola basicamente sem saber os basicos de Matemática/física/Português e sem disciplina. Como se resolve não sei bem, até porque cada vez menos há tambem professores.

Quem tem dinheiro não tem grande problema coloca o filho em colégios ou paga explicações, quem não tem e cada vez são mais basicamente vai ver os seus filhos com uma educação que lhes serve para ir para as obras e fazer limpezas.

já comentei aqui.. que em 2020 tive contato com 1 recem-licenciado de gestão/economia de uma universidade de Lisboa, que NUNCA usou o Excel .....
 
Voltar
Superior