Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Esta ideia de que o setor privado é sempre mais eficiente é um mito conveniente, mas enganador e afastado da realidade.

Eficiência não é cortar custos, é garantir qualidade, acesso e continuidade. As empresas privadas visam apenas o lucro (e bem) e não o bem-estar coletivo, isso pode pôr em risco serviços essenciais, quando o retorno financeiro entra em choque com o interesse público.
Infraestruturas críticas como energia, água, transportes, saúde, segurança pública e educação são demasiado importantes para serem entregues apenas à lógica do mercado.

Quando estão no setor público, estão sob controle democrático, com objetivos sociais que promovem o interesse dos cidadãos.

Quando estão nas mãos de privados, o risco é claro, o lucro passa a valer mais do que as pessoas.
 
Esta ideia de que o setor privado é sempre mais eficiente é um mito conveniente, mas enganador e afastado da realidade.

Eficiência não é cortar custos, é garantir qualidade, acesso e continuidade. As empresas privadas visam apenas o lucro (e bem) e não o bem-estar coletivo, isso pode pôr em risco serviços essenciais, quando o retorno financeiro entra em choque com o interesse público.
Infraestruturas críticas como energia, água, transportes, saúde, segurança pública e educação são demasiado importantes para serem entregues apenas à lógica do mercado.

Quando estão no setor público, estão sob controle democrático, com objetivos sociais que promovem o interesse dos cidadãos.

Quando estão nas mãos de privados, o risco é claro, o lucro passa a valer mais do que as pessoas.

O sectro privado não é sempre mais eficiente do que o Publico, mas na generalidade é de longe mais eficiente do que o Publico. Não percebo onde está a dúvida.
Nem poderia ser de outra forma. O Publico quando vais à falência há alguém que paga. No caso do privado a gestão não pode ser a mesma.
 
Esta ideia de que o setor privado é sempre mais eficiente é um mito conveniente, mas enganador e afastado da realidade.

Eficiência não é cortar custos, é garantir qualidade, acesso e continuidade. As empresas privadas visam apenas o lucro (e bem) e não o bem-estar coletivo, isso pode pôr em risco serviços essenciais, quando o retorno financeiro entra em choque com o interesse público.
Infraestruturas críticas como energia, água, transportes, saúde, segurança pública e educação são demasiado importantes para serem entregues apenas à lógica do mercado.

Quando estão no setor público, estão sob controle democrático, com objetivos sociais que promovem o interesse dos cidadãos.

Quando estão nas mãos de privados, o risco é claro, o lucro passa a valer mais do que as pessoas.

É mais descontrolo democrático. Funcionam mal e porcamente!
 
Há pessoal que vem cá para evangelizar.

Ao início era com as taxas efectivas de tributação. 70% dos posts era sobre isso.


Depois modera-se.

Depois vem as férias e voltou à evangelização.
 
Esta ideia de que o setor privado é sempre mais eficiente é um mito conveniente, mas enganador e afastado da realidade.

Eficiência não é cortar custos, é garantir qualidade, acesso e continuidade. As empresas privadas visam apenas o lucro (e bem) e não o bem-estar coletivo, isso pode pôr em risco serviços essenciais, quando o retorno financeiro entra em choque com o interesse público.
Infraestruturas críticas como energia, água, transportes, saúde, segurança pública e educação são demasiado importantes para serem entregues apenas à lógica do mercado.

Quando estão no setor público, estão sob controle democrático, com objetivos sociais que promovem o interesse dos cidadãos.

Quando estão nas mãos de privados, o risco é claro, o lucro passa a valer mais do que as pessoas.

Enganas-se. É precisamente o objetivo da prossecução do lucro que vai garantir a maior eficiência e transparência aos processos.
Se o Estado for capaz de estabelecer regras claras, com os incentivos e os meios de avaliação certos, optar por prestadores privados garante o melhor dos dois mundos. Ou dito de outro modo, quando a selecção e contratação do prestador privado é verdadeiramente isenta e independente, asseguras a maior eficiência dos privados. Mas não se fica por aí. Também asseguras mais transparência e melhor avaliação. Um privado que não cumpra com qualidade o que conratou pode sempre ser substituido por outro. Se o serviço for prestado pelo Estado, por muito ineficiente que seja, eterniza-se.
 
passamos dos hospitais, para as escolas e, na season certa, os famigerados incêndios.

Não pachorra para estes orgãos de CS , autênticos vampiros que estupidificam as mentes dos TUGAS. é que mete nojo, um autentico loop de "noticias" em todos os canais

Por um lado é bom, deixaram de haver urgências fechadas!
 
Por um lado é bom, deixaram de haver urgências fechadas!

Não deixou de haver urgências fechadas nas notícias. Simplesmente foram relegadas para o minuto 31 dos telejornais, após uma dúzia de reportagens em direto dos incêndios que acrescentam zero de informação. Chega a dar nauseas aquela gente de microfone em punho a tentar falar com D. Maria e o Sr. Manuel e captar a sua aflição perante a perspetiva de perda de uma vida de trabalho. [8b]
 
Já agora por falar nos noticiários morbidos de constante emissão junto aos fogos, já viram quantas pessoas isso agarra à TV?

Queriam o quê, que à hora de jantar estivesse a dar no telejornal um programa de literacia financeira? devem pensar, devem [:D]
 
O "patrão" português é de facto um caso de estudo.

Espero que não parem nas 60 horas semanais, porque não proibir os trabalhadores de ir a casa durante a semana?

Alias porque não prender os funcionários com correntes aos postos de trabalho?

E com jeitinho ainda se consegue baixar a idade mínima de trabalho para os 10 anos.

https://sicnoticias.pt/pais/2025-08...governo-va-mais-longe-na-lei-laboral-e184a131

E mais imigrantes, que esses aceitam tudo. [:p]
 
O "patrão" português é de facto um caso de estudo.

Espero que não parem nas 60 horas semanais, porque não proibir os trabalhadores de ir a casa durante a semana?

Alias porque não prender os funcionários com correntes aos postos de trabalho?

E com jeitinho ainda se consegue baixar a idade mínima de trabalho para os 10 anos.

https://sicnoticias.pt/pais/2025-08...governo-va-mais-longe-na-lei-laboral-e184a131



Minha sugestão:

Lê melhor o documento proposto e abre essa mente, não este panfleto enviesado e impregnado de ideologia marxista da XIC, antes de emitires juizos generalistas

Os despedimentos por inadaptação obviamente que têm que ser descomplicados, porque apesar de a lei já o prever, é quase impossivel concretizá-lo.

Os despedimentos sempre que justificados devem ser legalizados, e todos os créditos do trabalhador, liquidados sem impostos

As indeminizações (dias pagos por cada ano de trabalho efectivado) por anos de trabalho são uma aberração que só existe nesta choldra.

Os subsidios de férias e de natal devem ser integrados na remuneração mensal.

O aumento de horas em sectores criticos ou por ausencia de mão-de-obra, já acontece com médicos, enfermeiros, policias, seguranças etc etc, qundo justamente remunerados, a decisão é entre quem contrata e que é contratado.

A negociação dos horários de trabalho, folgas e férias, deve ser flexibilizada a um acordo entre empregado e empregador. Nenhum empregado permanece num emprego se não tiver uma palavra a dizer sobre estas 3 matérias.

Deixem o estado sair da frente da economia e do funcionamento do País. Só tem servido para o castrar e tolher o seu desenvolvimento
 
Obviamente que os despedimentos, nos devidos contextos, tem de ser facilitados.

Agora, essa das 60h por semana por parte dos agricultores, li no artigo, que é em casos de falta de mao de obra.

Pah, convinha que cada hora extra fosse paga a peso de ouro, e depois cada trabalhador logo decide se quer ou nao.

Se por um lado temos leis ridiculas que protegem em demasia o trabalhador ao ponto dos inuteis e preguiçosos efectivos ser um pesadelo para os despedir, por outro tambem temos muito patraozeco que aproveita tudo e mais alguma coisa pa explorar quem conseguir, e é preciso mexer na lei com cuidado...
 
O "patrão" português é de facto um caso de estudo.

Espero que não parem nas 60 horas semanais, porque não proibir os trabalhadores de ir a casa durante a semana?

Alias porque não prender os funcionários com correntes aos postos de trabalho?

E com jeitinho ainda se consegue baixar a idade mínima de trabalho para os 10 anos.

https://sicnoticias.pt/pais/2025-08...governo-va-mais-longe-na-lei-laboral-e184a131

Muito português mantém uma faceta de negreiro. Se puder explorar o próximo não hesita.

Por isso adoram a imigração miserável.
 
A herança de António Costa e a su tribo

Como é que querem que haja casas baratas, serviços publicos a funcionar, SNS para todos, escolas e turmas e professores para esta avalanche de pessoas....




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