Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

As 60 horas fazem sentido. Aceita quem quer.
Contrato.

O regime actual limita o número de horas extras. Não é bom nem para empresas nem pra trabalhadores.
 
Se deixarem de taxar as horas extra, pode ser que o pessoal não se importe de trabalhar mais um pouco.

Mas notem que isso poderá aumentar a taxa de desemprego.
 
Ai pah mt bom, vejam na CNN o Ventura a ser entrevistado por comentadores, um deles a chamar-lhe racista e xenofobo, ai craças [:)]

vale a pena ver desde o inicio com os 2 pivots e deps a parte das perguntas dos comentadores.
 
A herança de António Costa e a su tribo

Como é que querem que haja casas baratas, serviços publicos a funcionar, SNS para todos, escolas e turmas e professores para esta avalanche de pessoas....




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Mais de 500 mil estrangeiros sem inscrição na SS... Se isto for verdade, e sabendo nós que estamos próximos do pleno emprego, para quem é que esta gente trabalha? Ou melhor, de quem é que esta gente é escrava?
Ou será que só usaram Portugal para entrar e já cá não estão?
 
60 horas são uma aberração. Ninguém é produtivo a trabalhar 12 horas por dia.

Depende do trabalho. Há trabalhos com muitos "tempos mortos". Na agricultura.
Mas não só. Na indústria pesada também situações em que o trabalho não pode ser executado ou que deve ser interrompido de x em x tempo. Para não falar das funções em regime de prontidão.

Existe também o tempo de deslocação que,em certos trabalhos gera problemas com as horas extras. Trabalhadores ficam tapados rapidamente quando passam 2 ou 3.h por dia em deslocação.

Tantos casos... Desde que ninguém seja obrigado,as empresas conseguem perfeitamente avaliar a produtividade. Se for baixa: não tem interesse.
 
Mais de 500 mil estrangeiros sem inscrição na SS... Se isto for verdade, e sabendo nós que estamos próximos do pleno emprego, para quem é que esta gente trabalha? Ou melhor, de quem é que esta gente é escrava?
Ou será que só usaram Portugal para entrar e já cá não estão?

Qual a duvida? muitos querem isto pa porta giratoria, a partir daí é FR, Alemanha, etc.
 
Mais de 500 mil estrangeiros sem inscrição na SS... Se isto for verdade, e sabendo nós que estamos próximos do pleno emprego, para quem é que esta gente trabalha? Ou melhor, de quem é que esta gente é escrava?
Ou será que só usaram Portugal para entrar e já cá não estão?

É só andar pela Grande Lisboa, e vê-los todos a ''trabalhar'', para o bronze, principalmente nesta altura, é vê-los esparramados no jardins.

Os que conseguiram entrar e sair, em bom tempo o fizeram, porque as regras nos outros países já estão a apertar.
 
Mais de 500 mil estrangeiros sem inscrição na SS... Se isto for verdade, e sabendo nós que estamos próximos do pleno emprego, para quem é que esta gente trabalha? Ou melhor, de quem é que esta gente é escrava?
Ou será que só usaram Portugal para entrar e já cá não estão?

Posso assegurar-te que a fonte é segura, e foram estes números que tirararm o Marcelo do sério
 
Acho que é bem notório que as primeiras vagas de imigração traziam mais filhos do que estas ultimas, então se tivermos a falar dos indostanicos é quase só homens.. e por isso o numero de alunos ter aumentado mais que o numero de imigrantes é duvidoso..
 
(....)
Agora, essa das 60h por semana por parte dos agricultores, li no artigo, que é em casos de falta de mao de obra.
(....)

Fazes ideia de quantas actividades agrícolas Sazonais são efectuadas ultrapassando as 60horas semanais e durante quantas semanas?

Podemos fazer isto de duas ou três formas:
- Às claras e legalizando esta prática de acordo com a sazonalidade ou a actividade.
- Como até hoje, no formato informal, e paga por debaixo da mesa.
- Recorrendo a mão de obra ilegal e em condições miseráveis

É só escolher....
 
Fazes ideia de quantas actividades agrícolas Sazonais são efectuadas ultrapassando as 60horas semanais e durante quantas semanas?

Podemos fazer isto de duas ou três formas:
- Às claras e legalizando esta prática de acordo com a sazonalidade ou a actividade.
- Como até hoje, no formato informal, e paga por debaixo da mesa.
- Recorrendo a mão de obra ilegal e em condições miseráveis

É só escolher....
A maioria nao vai "à folha", e nao é por questoes legais, é mesmo por questoes fiscais. Se mantiverem a fiscalidade leonina no IRS, o impacto vai ser reduzido.

Vivendo numa zona eminentemente agrícola, tendo ja desempenhado alguns trabalhos desses, nao vejo onde estas 60h vão ter um impacto, sem ser nas estufas/tuneis e operadores de máquinas agricolas. Nas 1as, são carne para canhão, já nas 2as, continuam "fora da folha"

Quanto à intenção das 60h, há que ter em atenção o aumento do risco de acidentes de trabalho, doenças profissionais etc. No fim as seguradoras ajudam a moderar isto na apolice de AT.
 
Isso é verdade mas não em Portugal. [;)]

A gestão pública da saúde garante que ninguém fica para trás nos momentos de crise, como vimos durante a pandemia, com hospitais e vacinas acessíveis a todos, mesmo depois dos cortes do tempo de Passos Coelho.

Nos transportes, só o sector público assegura ligações onde não há lucro, mantendo aldeias e cidades unidas e as PME a funcionar.

Quando o Estado gere infraestruturas críticas, as decisões são para proteger as pessoas, não apenas resultados financeiros e a regulação independente mantém a confiança e a segurança de todos.​

E sim, vimos isso em Portugal [;)].
 
A gestão pública da saúde garante que ninguém fica para trás nos momentos de crise, como vimos durante a pandemia, com hospitais e vacinas acessíveis a todos, mesmo depois dos cortes do tempo de Passos Coelho.

Nos transportes, só o sector público assegura ligações onde não há lucro, mantendo aldeias e cidades unidas e as PME a funcionar.

Quando o Estado gere infraestruturas críticas, as decisões são para proteger as pessoas, não apenas resultados financeiros e a regulação independente mantém a confiança e a segurança de todos.​

E sim, vimos isso em Portugal [;)].

Estás a confundir gestão ou prestação pelo Estado com regulação do Estado. Qualquer sector gerido por privados é quase por definição mais eficiente do que se for gerido pelo Estado. O interesse público é assegurado pelo regulação e não pela gestão/prestação.
 
O "patrão" português é de facto um caso de estudo.

Espero que não parem nas 60 horas semanais, porque não proibir os trabalhadores de ir a casa durante a semana?

Alias porque não prender os funcionários com correntes aos postos de trabalho?

E com jeitinho ainda se consegue baixar a idade mínima de trabalho para os 10 anos.

https://sicnoticias.pt/pais/2025-08...governo-va-mais-longe-na-lei-laboral-e184a131

Não tenho nada contra as situações em são necessárias 60 horas de trabalho semanal, em alguns sectores, desde que se pague os salários correspondentes.

Mas nestas coisas prefiro olhar para os países baixos, a horta da Europa, eles decidiram investir na inovação e na tecnologia, alimentam a Europa de hortícolas, os vencimentos no sector rondam os 4000€ líquidos, são um dos sectores que mais empregos criam e exibem uma baixa rotação laboral.

Mais, o número de trabalhadores qualificados no sector é superior ao que se passa no resto da Europa, com a maioria a possuir pelo menos, uma licenciatura, o que é condição essencial para laborar com as tecnologias envolvidas no sector.

Em Portugal é ao contrário, a maioria dos trabalhadores agrícolas não tem habilitações académicas suficientes e os empregadores ou não completaram o secundário ou fizeram licenciaturas e mestrados, em estabelecimentos conhecidos por entregar diplomas a troco de favores, contactos ou dinheiro.

Sobre a facilidade em despedir que os empresários dizem ser essencial, isso é apenas o reflexo da qualidade reduzida destes empregadores, da sua escassa literacia académica, dos fracos conhecimentos técnicos e económicos e em alguns caso, um claro diagnostico de sociopatia e psicopatia que prefere afundar o barco se não tiverem o controlo absoluto, do que deixar desenvolver.
 
Estás a confundir gestão ou prestação pelo Estado com regulação do Estado. Qualquer sector gerido por privados é quase por definição mais eficiente do que se for gerido pelo Estado. O interesse público é assegurado pelo regulação e não pela gestão/prestação.

Pelo contrário caro Montecristo81, infraestruturas críticas como a saúde e os transportes são pilares essenciais da nossa sociedade e da segurança nacional; por isso, devem estar sob o controlo do sector público.

Só assim garantimos que o acesso é universal, as prioridades são o bem-estar e não o lucro e a fiscalização e regulação continuam a ser feitas com transparência e responsabilidade por organismos estatais.

O público protege o interesse de todos, privatizar é arriscar perder esse compromisso com o futuro.
 
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