Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Pois....contribuintes que devem ao fisco, prémios para quem os caçar !

Medicos e enfermeiros a enriquecer à conta do SNS, " não há recursos para ter investigaçao mais rapida ".

Pronto ok, poupem-me a análise barata e comparaçao digna de café de esquina com cadeiras de plastico de uma marca de refrigerante.

Mas epah, algo vai mt mal quando se vai descobrindo estas coisas num país com um SNS tão debilitado.

Algum user disse " ponta do iceberg " pelos vistos começa a ter razão...
 
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[:cool:]

Estar melhor preparado tudo OK.

Agora que desse melhor Almirante? Pah isto é daquelas comparaçoes baratas que qq um pode fazer, uma vez que nunca se vai saber porque nunca vai acontecer o Cotrim algum dia ser almirante.
Bem evitável por parte do RR.
 
Pois....contribuintes que devem ao fisco, prémios para quem os caçar !

Medicos e enfermeiros a enriquecer à conta do SNS, " não há recursos para ter investigaçao mais rapida ".

Pronto ok, poupem-me a análise barata e comparaçao digna de café de esquina com cadeiras de plastico de uma marca de refrigerante.

Mas epah, algo vai mt mal quando se vai descobrindo estas coisas num país com um SNS tão debilitado.

Algum user disse " ponta do iceberg " pelos vistos começa a ter razão...

Também me parece que o que vem a público será a ponta do iceberg. O SNS está a saque e é ver quem consegue sacar mais ao estado (a todos nós). Outrora a imagem que os médicos emanavam era de integridade e honestidade, hoje em dia....

Por isso é que eu já disse noutro tópico, chegados a este ponto, num quadro social democrata ou socialista, este SNS está condenado e não tem salvação.
 
Nem de propósito pra celebrar em grande o dia da fascistada e da reacção!

Tráfico humano: dez militares da GNR e um agente da PSP detidos por forçarem migrantes à escravatura

Henrique Machado | Daniela Rodrigues , AM - notícia atualizada com o comunicado da PJ às 9:45
Há 2h e 18min

0 seconds of 1 minute, 48 secondsVolume 90%
Há ainda seis civis detidos por vários crimes violentos contra pessoas


Dez militares da GNR e um agente da PSP foram detidos e alvo de buscas em casa e nos postos de trabalho, esta terça-feira, assim como seis civis que foram alvo da mesma operação da Polícia Judiciária por uma série de crimes violentos relacionados com a exploração e o escravizar pela força, através de um clima de terror a que sujeitam as comunidades de migrantes indostânicos que trabalham em propriedades agrícolas da zona de Beja, apurou a CNN Portugal.

A Unidade de Contraterrorismo teve apoio de elementos de outras áreas da PJ, com cerca de duas centenas de inspetores no terreno - e o epicentro da operação é a freguesia de Cabeça Gorda, nas propriedades onde as vítimas são exploradas em trabalhos forçados de sol a sol, com a supervisão e sob coação e ameaça da autoridade dos militares da GNR envolvidos na rede de exploração de imigração ilegal.

Os elementos desta força de segurança, nas horas vagas, funcionam como capatazes no terreno de uma associação criminosa, que é, de resto, um dos crimes pelos quais estão indiciados. Também respondem por tráfico de seres humanos, auxílio à imigração ilegal ou fraude fiscal e branqueamento de capitais - pela forma como ocultam os elevados proveitos ilícitos, e não declarados, do trabalho escravo a que sujeitam as vítimas.

Os migrantes, indocumentados e chantageados, sob ameaça de deportação para os seus países por parte dos militares da GNR, vivem em condições sub-humanas, com escassos rendimentos e sob vigilância policial para que a rede retire a máxima rentabilidade do seu trabalho forçado nos campos agrícolas.

Em comunicado, a PJ adianta que as buscas decorreram em Beja, Portalegre, Figueira da Foz e Porto, e que em "causa está uma organização criminosa que controlava centenas de trabalhadores estrangeiros, a maioria em situação irregular em Portugal".

"Através de empresas de trabalho temporário, criadas para o efeito, aproveitava-se da vulnerabilidade dos mesmos, explorando-os, cobrando alojamentos e alimentação e mantendo-os sob coação através de ameaças, havendo mesmo vários episódios de ofensas à integridade física", lê-se na nota.

Segundo a PJ, os detidos são "suspeitos de facilitarem a ação do grupo criminoso".

Ao que a CNN Portugal apurou, foram detidos oito guardas, um sargento que estava a comandar o posto de Matosinhos e um oficial. Quanto ao agente da PSP, estava de baixa há um ano.

As cerca de duas dezenas de detidos, entre militares e civis, serão presentes pelo Ministério Público a tribunal e arriscam ficar em prisão preventiva.

Fângio, como é que vai o teu exército industrial de reserva? Tás mais competitivo, com mais umas remessas de cabeças de gado hindustânico?
E também já tens GNRs na guarda pretoriana da tua herdade?
 
Quando para não trabalhares e teres RSI por exemplo tens que estar inscrito no centro de emprego os valores ficam inquinados.
Ainda assim os valores do desemprego têm estado completamente estabilizados nos últimos anos, mesmo com o crescimento do emprego quase exponencial. Ou seja a economia criou muitos empregos, centenas de milhares e o impacto no desemprego foi quase nulo.
Parece-me um claro indicador de proximidade do pleno emprego. A economia absorveu praticamente toda a gente que pretendia realmente trabalhar.

Com essa absorção toda e as centenas de milhares de empregos criados como é que então a economia só cresceu menos de 1,5% ao ano, nos ultimos anos?... [:D]

Ó Two não os melindres com essas perguntas.​
 
R
Nem de propósito pra celebrar em grande o dia da fascistada e da reacção!

Tráfico humano: dez militares da GNR e um agente da PSP detidos por forçarem migrantes à escravatura

Henrique Machado | Daniela Rodrigues , AM - notícia atualizada com o comunicado da PJ às 9:45
Há 2h e 18min

0 seconds of 1 minute, 48 secondsVolume 90%
Há ainda seis civis detidos por vários crimes violentos contra pessoas


Dez militares da GNR e um agente da PSP foram detidos e alvo de buscas em casa e nos postos de trabalho, esta terça-feira, assim como seis civis que foram alvo da mesma operação da Polícia Judiciária por uma série de crimes violentos relacionados com a exploração e o escravizar pela força, através de um clima de terror a que sujeitam as comunidades de migrantes indostânicos que trabalham em propriedades agrícolas da zona de Beja, apurou a CNN Portugal.

A Unidade de Contraterrorismo teve apoio de elementos de outras áreas da PJ, com cerca de duas centenas de inspetores no terreno - e o epicentro da operação é a freguesia de Cabeça Gorda, nas propriedades onde as vítimas são exploradas em trabalhos forçados de sol a sol, com a supervisão e sob coação e ameaça da autoridade dos militares da GNR envolvidos na rede de exploração de imigração ilegal.

Os elementos desta força de segurança, nas horas vagas, funcionam como capatazes no terreno de uma associação criminosa, que é, de resto, um dos crimes pelos quais estão indiciados. Também respondem por tráfico de seres humanos, auxílio à imigração ilegal ou fraude fiscal e branqueamento de capitais - pela forma como ocultam os elevados proveitos ilícitos, e não declarados, do trabalho escravo a que sujeitam as vítimas.

Os migrantes, indocumentados e chantageados, sob ameaça de deportação para os seus países por parte dos militares da GNR, vivem em condições sub-humanas, com escassos rendimentos e sob vigilância policial para que a rede retire a máxima rentabilidade do seu trabalho forçado nos campos agrícolas.

Em comunicado, a PJ adianta que as buscas decorreram em Beja, Portalegre, Figueira da Foz e Porto, e que em "causa está uma organização criminosa que controlava centenas de trabalhadores estrangeiros, a maioria em situação irregular em Portugal".

"Através de empresas de trabalho temporário, criadas para o efeito, aproveitava-se da vulnerabilidade dos mesmos, explorando-os, cobrando alojamentos e alimentação e mantendo-os sob coação através de ameaças, havendo mesmo vários episódios de ofensas à integridade física", lê-se na nota.

Segundo a PJ, os detidos são "suspeitos de facilitarem a ação do grupo criminoso".

Ao que a CNN Portugal apurou, foram detidos oito guardas, um sargento que estava a comandar o posto de Matosinhos e um oficial. Quanto ao agente da PSP, estava de baixa há um ano.

As cerca de duas dezenas de detidos, entre militares e civis, serão presentes pelo Ministério Público a tribunal e arriscam ficar em prisão preventiva.

Fângio, como é que vai o teu exército industrial de reserva? Tás mais competitivo, com mais umas remessas de cabeças de gado hindustânico?
E também já tens GNRs na guarda pretoriana da tua herdade?


De que te queixas? Foi no regime da abrilada pá!
 
Se o "saque" fosse só no SNS .... estávamos nós muito bem !

Não consumas propaganda politica de redes sociais, não leias pasquins, não frequentar tabernas em vias de extinção, vê só telejornal das 8, e talvez comeces a ver um país modernaço, e por favor não ir a Sintra em hora de ponta turística, [:)]
 
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