Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

E de que forma é que colocar gratis... vai fazer com que baixem o preco dos quartos, deslocações ou etc !

Não era melhor usar esse dinheiro para resolver a sério esse problema ?
Como é que sendo gratis faz com as vagas no interior sejam ocupadas ?



não percebes !!!! Ele paga o que for preciso para ter tudo grátis !!!!!!

ou melhor..... ele não paga, porque ao mesmo tempo está-se sempre a queixar que os impostos são muito altos ! [:D]

quem vai pagar são as 10 famílias mais ricas !!!!!! [:)]apr:)
 
Claro que abolir propinas não resolve, por si só, o preço dos quartos ou das deslocações, são problemas diferentes.

Mas torna-se um erro concluir daí que as propinas não devem ser gratuitas.

Cada obstáculo ao ensino superior tem de ser tratado no seu próprio plano.

Eliminar propinas serve um objetivo distinto, garantir que ninguém fica fora do ensino superior apenas por falta de dinheiro à cabeça. É uma política de igualdade de oportunidades, não uma política de habitação.

Além disso, o que a investigação internacional mostra é que quanto menor o custo direto de entrada no ensino superior, maior a taxa de frequência, sobretudo entre estudantes de baixo rendimento.

Portugal ainda está abaixo da média europeia na percentagem de jovens licenciados e isso tem custos enormes a longo prazo em inovação, produtividade e desenvolvimento.

Quanto ao interior, a questão não é que as propinas gratuitas resolvam tudo. É que permitem que mais estudantes tenham margem financeira para considerar todas as opções, incluindo deslocar-se.

Hoje, muitas famílias descartam automaticamente universidades longe de casa por causa da soma total das despesas. Propinas gratuitas não resolvem o alojamento, mas reduzem significativamente a barreira inicial.

É importante lembrar que o investimento no ensino superior nunca é gasto é antes um retorno para o país. Países com ensino gratuito, como Alemanha, França, Noruega, Dinamarca, Finlândia ou República Checa, não são menos eficientes, são mais qualificados, mais produtivos e mais igualitários.

O Estado recupera esse investimento em mais impostos, melhores salários, menos desemprego e maior inovação.

Portanto, não é uma questão de 'ou propinas grátis ou resolver a habitação'. Precisamos de ambas. Mas a gratuitidade das propinas é uma medida de justiça e de mobilidade social que não deve ser adiada só porque existem outros problemas. Resolver um problema não impede de resolver os outros.​
 
Porra.....a malta aponta sempre pa países nordicos onde muitos serviços são " grátis "

Grátis nada, já foram previamente pagos com impostos !!!!

Aqui em PT nao nos podemos dar ao luxo de ter propinas zero.

Nas univs publicas o estado já comparticipa uma boa fatia das propinas, tem acçao social nas cantinas e etc. O que se quer mais?

Eu tambem adorava tirar curso de maquinista e de piloto grátis, e também queria mais umas boas certificaçoes de IT que fiz e vou fazer, fossem grátis, é o que é, as coisas tem de ser pagas.

Nos cursos CET nao pago os 23% IVA devido a isençao nestas formaçoes e já me doi por contente. Era o que faltava os impostos dos outros servirem pra eu pagar zero.

De facto com os milhões que os nossos pulhiticos desbaratam e deixam gamar, não podemos.
 
Claro que abolir propinas não resolve, por si só, o preço dos quartos ou das deslocações, são problemas diferentes.

Mas torna-se um erro concluir daí que as propinas não devem ser gratuitas.

Cada obstáculo ao ensino superior tem de ser tratado no seu próprio plano.

Eliminar propinas serve um objetivo distinto, garantir que ninguém fica fora do ensino superior apenas por falta de dinheiro à cabeça. É uma política de igualdade de oportunidades, não uma política de habitação.

Além disso, o que a investigação internacional mostra é que quanto menor o custo direto de entrada no ensino superior, maior a taxa de frequência, sobretudo entre estudantes de baixo rendimento.

Portugal ainda está abaixo da média europeia na percentagem de jovens licenciados e isso tem custos enormes a longo prazo em inovação, produtividade e desenvolvimento.

Quanto ao interior, a questão não é que as propinas gratuitas resolvam tudo. É que permitem que mais estudantes tenham margem financeira para considerar todas as opções, incluindo deslocar-se.

Hoje, muitas famílias descartam automaticamente universidades longe de casa por causa da soma total das despesas. Propinas gratuitas não resolvem o alojamento, mas reduzem significativamente a barreira inicial.

É importante lembrar que o investimento no ensino superior nunca é gasto é antes um retorno para o país. Países com ensino gratuito, como Alemanha, França, Noruega, Dinamarca, Finlândia ou República Checa, não são menos eficientes, são mais qualificados, mais produtivos e mais igualitários.

O Estado recupera esse investimento em mais impostos, melhores salários, menos desemprego e maior inovação.

Portanto, não é uma questão de 'ou propinas grátis ou resolver a habitação'. Precisamos de ambas. Mas a gratuitidade das propinas é uma medida de justiça e de mobilidade social que não deve ser adiada só porque existem outros problemas. Resolver um problema não impede de resolver os outros.​

Propinas gratis aumentam a desigualdade e não a igualdade, o que acontece agora é que muita gente não vai para a universidade porque simplesmente não consegue fazer face aos custos habitação e de manter o filho deslocado. Há e sempre houve apoios para a propina já agora.

Ou seja propinas gratis é subsidiar quem pode pagar a propina, e eventualmente é subsidiado por aquele que não vai para a universidade e depois paga em irs para os que foram.

A maior parte dos jovens que estão na universidade dizem que quando acabarem querem imigrar penso que ronda os 70%, por outro lado Portugal está a importar imigrantes não qualificados, os que vêm da asia nem ensino secundário têm..

Portugal numa altura de transição ou pré transição para a automação o que faz é apostar em importar massivamente mão de obra não qualificada para alimentar industria de pouco valor como o turismo de massas ou a agricultura arcaica ou os uber eats da vida, e com isso dando cabo de Portugal para os mais jovens porque aumenta os custos de vida nomeadamente habitação.

Ou seja o ensino superior em Portugal serve para formar mão de obra qualificada para exportar ao mesmo tempo que se importa mão de obra não qualificada, quem beneficia com o nosso ensino superior são outros países... os salarios em média vão descendo, os serviços vão piorando.. é um plano á Portuguesa
 
Propinas gratis aumentam a desigualdade e não a igualdade, o que acontece agora é que muita gente não vai para a universidade porque simplesmente não consegue fazer face aos custos habitação e de manter o filho deslocado. Há e sempre houve apoios para a propina já agora.

Ou seja propinas gratis é subsidiar quem pode pagar a propina, e eventualmente é subsidiado por aquele que não vai para a universidade e depois paga em irs para os que foram.

A maior parte dos jovens que estão na universidade dizem que quando acabarem querem imigrar penso que ronda os 70%, por outro lado Portugal está a importar imigrantes não qualificados, os que vêm da asia nem ensino secundário têm..

Portugal numa altura de transição ou pré transição para a automação o que faz é apostar em importar massivamente mão de obra não qualificada para alimentar industria de pouco valor como o turismo de massas ou a agricultura arcaica ou os uber eats da vida, e com isso dando cabo de Portugal para os mais jovens porque aumenta os custos de vida nomeadamente habitação.

Ou seja o ensino superior em Portugal serve para formar mão de obra qualificada para exportar ao mesmo tempo que se importa mão de obra não qualificada, quem beneficia com o nosso ensino superior são outros países... os salarios em média vão descendo, os serviços vão piorando.. é um plano á Portuguesa

Mas isso é/são problemas diferentes e o resultado do que dizes e bem, de um plano à Portuguesa.

Os jovens qualificados não ficam porque a legislação laboral não garante estabilidade, não garante salários justos e porque vivemos num país onde quem menos pode, mais paga.

As empresas pagam menos impostos do que as famílias e desta forma roubam a sociedade, também não pagam salários justos, porque o poder negocial está na mão das associações empresariais e governo. Há poucos trabalhadores sindicalizados e por essa razão, os sindicatos perdem poder negocial.

Propinas gratuitas permitem que mais gente estude, maior acesso ao elevador social do ensino superior, inclusive os filhos das famílias de menores rendimentos. Mesmo tendo em conta que há 30% que podiam pagar é preciso também ter em conta os 70%, que fazem um enorme esforço financeiro para pagar a educação própria e a dos filhos.

Mais igualitário que isto?

Desigualdade é apostar num modelo empresarial que só subsiste com salários baixos, de benefícios fiscais do estado e regras que obrigam os mais qualificados a sair do país.

Estas opções reforçam o velho adágio de que o fraco rei faz fraca a forte gente. E forte gente temos, quando lhe são dadas as oportunidades lá fora, que aqui são só para alguns.

Era já tempo de ter uma sociedade mais justa e
igualitária, onde o mérito individual dita o sucesso em vez do privilégio.
 
Mas isso é/são problemas diferentes e o resultado do que dizes e bem, de um plano à Portuguesa.

Os jovens qualificados não ficam porque a legislação laboral não garante estabilidade, não garante salários justos e porque vivemos num país onde quem menos pode, mais paga.

As empresas pagam menos impostos do que as famílias e desta forma roubam a sociedade, também não pagam salários justos, porque o poder negocial está na mão das associações empresariais e governo. Há poucos trabalhadores sindicalizados e por essa razão, os sindicatos perdem poder negocial.

Propinas gratuitas permitem que mais gente estude, maior acesso ao elevador social do ensino superior, inclusive os filhos das famílias de menores rendimentos. Mesmo tendo em conta que há 30% que podiam pagar é preciso também ter em conta os 70%, que fazem um enorme esforço financeiro para pagar a educação própria e a dos filhos.

Mais igualitário que isto?

Desigualdade é apostar num modelo empresarial que só subsiste com salários baixos, de benefícios fiscais do estado e regras que obrigam os mais qualificados a sair do país.

Estas opções reforçam o velho adágio de que o fraco rei faz fraca a forte gente. E forte gente temos, quando lhe são dadas as oportunidades lá fora, que aqui são só para alguns.

Era já tempo de ter uma sociedade mais justa e
igualitária, onde o mérito individual dita o sucesso em vez do privilégio.

O problema não é a estabilidade, o problema é haver pouca industria de qualidade que permita a criação de empregos que paguem ordenados altos e uma carga fiscal muito alta quer para as empresas quer para os trabalhadores.

Há 10-15 anos um jovem qualificado um engenheiro saia da universidade e ia ganhar 1300 euros brutos e levava 1000 para casa com 1 ano ou 2 subia para 1600 euros tinha carro e trazia para casa 1200 euros mais 4 anos a ganhar 2K brutos trazia 1500 euros, comparado com o que se ganha la fora é pouco, mas portugal tinha habitação barata e o nivel de vida era relativamente barato, então para um apartamento de 100-150 mil euros ficava com uma prestação de 300 euros, e vivia e estava em Portugal.

Actualmente o mesmo jovem ganha mais 200 euros brutos, mas os aumentos são muito comidos pelos impostos, a casa que custava 150K custa agora 300K, o supermercado aumentou para o dobro, os restaurantes igual..

Se fores para trabalhos não qualificados há uma quantidade brutal de mão de obra que entrou e isso obviamente não cria necessidade de aumentar salarios, hoje no turismo no algarve ganha-se menos dinheiro do que há 15 anos.

O turismo de massas e imigração de massas destruiu Portugal para os jovens, a culpa não é das empresas, o problema é haver poucas empresas, e fez caminhar para um portugal com serviços piores, e com mais pobreza e desigualdade.
 
(...)o problema é haver pouca industria de qualidade(...)

Eis o cerne da questão.

Existem dois problemas no tecido empresarial nacional. E decorrem os dois da mesma questão, a desigualdade.

Colocado de forma simples e em cadeia, os baixos salários, a incerteza laboral e a legislação laboral, criam desigualdade no acesso ao ensino superior ao promover uma economia de baixos salários e incerteza laboral, assim como um desincentivo à formação contínua ao longo da vida, isto por sua vez, empurra os jovens e os talentos para fora do país, estes jovens criam riqueza e excelência lá fora.

Também criam empresas que aqui não conseguem, porque Portugal é um sistema fechado semelhante às associações corporativas ou guildas medievais, com uns poucos monopólios encostados aos benefícios do Estado e onde mais ninguém consegue entrar.

Estes são os dois principais problemas.

Atrair empresas de qualidade não depende só da reduzida carga fiscal, as empresas pagam entre 12 a 16 por cento de IRC, temos portanto uma das menores cargas fiscais da Europa e não vemos nenhuma invasão de empresários tugas a regressar da diáspora ou empresas de outros países a investir em força cá.

Temos também salários extremamente baixos no contexto europeu e ainda assim não assistimos a uma renovação do tecido empresarial.

Da minha experiência neste assunto, o que vejo é o que relato acima, o protecionismo estatal e o corporativismo empresarial, redireccionam recursos financeiros do desenvolvimento e das infraestruturas que poderiam atrair investimentos e o retorno dos portugueses, para beneficiar os conhecidos, bloqueando a entrada de novas indústrias.

É a falta destes recursos, de trabalhadores qualificados e infraestruturas, que é a principal causa do afastamento do investimento externo, mas é também e principalmente a aversão ao mérito individual.

E como escrevi, todo isto decorre da desigualdade.
 
E como escrevi, todo isto decorre da desigualdade.

A desigualdade é o efeito.

Não é causa.

Se queres reduzir a desigualdade, deves actuar na causa. É o que tentam fazer os comunistas.

Eu reconheço a existência de desigualdade mas não penso que se deva acabar com ela porque a desigualdade é também um factor de motivação para aqueles que fazem a máquina funcionar.
 
É a falta destes recursos, de trabalhadores qualificados e infraestruturas, que é a principal causa do afastamento do investimento externo, mas é também e principalmente a aversão ao mérito individual.

Portugal está a exportar mão de obra qualificada não tem falta, não a consegue é reter, e cada vez a consegue reter menos porque criou um ambiente muito mais complicado para os jovens.
 
"Os jovens são hoje maioritariamente de extrema-direita. O discurso de ódio banalizou-se de tal modo que conspurcou a vida democrática. Esse é um combate em que a esquerda tem que recuperar terreno, tem que recuperar alento, tem que recuperar a capacidade de luta e de expressão política", defende ainda

(...)

O fundador do partido afastou a ideia do desaparecimento do BE, apontando as "raízes muito fortes" do partido, que "tem uma dificuldade que é igual a toda a esquerda".

"Eu acho que seria infantil se houvesse alguém na esquerda que estivesse contente. A extrema-direita é o segundo partido em Portugal, temos um fascista na Casa Branca. Se há alguém que está contente não está a ver o filme", avisou.



https://www.tsf.pt/politica/artigo/...pacidade-de-derrubar-muros-de-pureza/18025338



está todo queimado este Louçã [:D]

um professor universitário a dizer estas coisas..... que desonestidade intelectual, ainda se fosse um taberneiro, mas este gajo sabe perfeitamente o que é a extrema-direita, isto é só populismo para endrominar aqueles atrasados mentais do BE.
 
Portugal está a exportar mão de obra qualificada não tem falta, não a consegue é reter, e cada vez a consegue reter menos porque criou um ambiente muito mais complicado para os jovens.

O país não consegue reter talento porque paga mal. Tão simples assim.

Podemos andar a discutir o sexo dos anjos e andar aqui à volta da mesa que a realidade é só uma, não há razão nenhuma para os salários serem tão reduzidos sem ser a ganância.

A desigualdade social e económica resulta da concentração da riqueza produzida, em vez de uma distribuição justa, sem resolver isto primeiro, não se resolve o resto.

Olhando para lá da fronteira nacional, o que vemos é salários bastante mais elevados, em países muito semelhantes a Portugal e é isso que atrai a mão de obra qualificada nacional.

Isto é uma constante.

Uma das questões que me fazem é como se vive em Portugal com salários tão baixos como 2000€, quando lhes digo que uma grande percentagem nem chega aos 1600€, ficam ainda mais admirados.

Quando olho para a Europa e vejo ordenados de 6000€, para profissionais que aqui ganham 1200€, percebo que não há solução. Não só para os jovens, mas para todos.
 
Existem dados dos formados e indiferenciados que "exportamos" comparativamente aos que "importamos"??

Creio que o número de portugueses com curso superior que saiu de Portugal, nos últimos 5/6 anos, andará à volta dos 60 mil, pelo menos é esse o número que ouvi no início deste ano num simpósio sobre a fuga de cérebros.
 
Eleitores suíços rejeitam proposta de imposto sobre os super-ricos

Os banqueiros acompanharam a votação de perto, considerando-a um teste decisivo do interesse na redistribuição de riqueza na Suíça, visto que outros países, como a Noruega reforçaram os impostos sobre a riqueza ou debateram medidas semelhantes.​



A Suíça rejeitou neste domingo, de forma esmagadora, uma proposta de imposto de 50% sobre fortunas herdadas de 50 milhões de francos suíços ou mais, com 78% dos votos contra o plano, segundo a “Reuters”.

Os banqueiros acompanharam a votação de perto, considerando-a um teste decisivo do interesse na redistribuição de riqueza na Suíça, visto que outros países, como a Noruega reforçaram os impostos sobre a riqueza ou debateram medidas semelhantes.

A Suíça abriga algumas das cidades mais caras do mundo, e a preocupação com o custo de vida tem ganhado força na política local.

A proposta da ala jovem dos social-democratas de esquerda, ou JUSOs, visava financiar projetos para reduzir o impacto das mudanças climáticas. “Os super-ricos herdam bilhões, nós herdamos crises”, argumentavam.

Os críticos da iniciativa afirmaram que ela poderia provocar um êxodo de pessoas ricas da Suíça, reduzindo a arrecadação de impostos. O governo suíço instou os eleitores a rejeitá-la.​


https://jornaleconomico.sapo.pt/not...tam-proposta-de-imposto-sobre-os-super-ricos/



o formador hoje nem dorme [:D]

vá lá que os Suiços não são tolos, e assim vão continuar a viver num país rico durante muitos anos.
 
De facto com os milhões que os nossos pulhiticos desbaratam e deixam gamar, não podemos.

Mesmo que n\ao houvesse dinheiro mal gasto, tens 2 hipoteses, ou pagas nos impostos ou pagas directo.

Grátis é que nao vai ser.

O estado comparticipar uma grande fatia já nao chega?

Eu tambem quero tirar 2 ou 3 formaçoes grátis mas olha vou ter de pagar mais de 5 mil euros.

E é assim que tem que ser. As coisas tem de ser pagas.
 
O problema não é a estabilidade, o problema é haver pouca industria de qualidade que permita a criação de empregos que paguem ordenados altos e uma carga fiscal muito alta quer para as empresas quer para os trabalhadores.

Há 10-15 anos um jovem qualificado um engenheiro saia da universidade e ia ganhar 1300 euros brutos e levava 1000 para casa com 1 ano ou 2 subia para 1600 euros tinha carro e trazia para casa 1200 euros mais 4 anos a ganhar 2K brutos trazia 1500 euros, comparado com o que se ganha la fora é pouco, mas portugal tinha habitação barata e o nivel de vida era relativamente barato, então para um apartamento de 100-150 mil euros ficava com uma prestação de 300 euros, e vivia e estava em Portugal.

Actualmente o mesmo jovem ganha mais 200 euros brutos, mas os aumentos são muito comidos pelos impostos, a casa que custava 150K custa agora 300K, o supermercado aumentou para o dobro, os restaurantes igual..

Se fores para trabalhos não qualificados há uma quantidade brutal de mão de obra que entrou e isso obviamente não cria necessidade de aumentar salarios, hoje no turismo no algarve ganha-se menos dinheiro do que há 15 anos.

O turismo de massas e imigração de massas destruiu Portugal para os jovens, a culpa não é das empresas, o problema é haver poucas empresas, e fez caminhar para um portugal com serviços piores, e com mais pobreza e desigualdade.

Exato eu comecei a trabalhar na altura da crise com passos coelho a governar e ainda me lembro dos míticos estágios profissionais a ganhar 691,72€, entretanto cresci e do que tenho visto pelo menos na minha área os ordenados para saídos de faculdade andam entre os 1500, 1600 brutos (área metropolitana do porto), mas para quem já e é sénior subir dos 3500€ brutos já não é fácil, a área do it deve ser das poucas que escapa à indústria no geral. Eu felizmente todos os meus encargos de maior dimensão, foram todos feitos em pleno covid, onde moro um t3 passou de 150k para 360k em 5 anos
 
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