Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

É no público? É que no privado isso não existe e o que existe nas contratos coletivos de trabalho não é propriamente progressão de carreira! É como digo, nem tanto ao mar nem tanto à terra, quem se vai de facto embora porque não concorda com a (falta) de progressão está a ser maduro. Há empresas com largas centenas de colaboradores em PT onde a média de idade não deve passar dos 35 anos. Há dissabores, há, mas quando a empresa está bem organizada (onde se inclui os planos de carreira) há uma tendencia a que as coisas sejam levadas a bom porto.
Mas a questão também, é, existe um plano de carreira.
Ok.

Mas de hoje para amanhã o mercado pode levar um abanão, a empresa pode ficar comprometida, as coisas nem sempre são como planeadas e as pessoas têm que lidar com isso.

Nos SIMS é que a carreira é garantidamente de subida contínua.
 
Chamem o inem, o Rui Rocha atropelou o Neves.
Mas a ideologia do Rocha é a mesma do Montenegro e do CDS: capitalismo neoliberal. Liberdade absoluta para o capitalista enriquecer. A IL é uma especie de CDS sem padraria. E assim não se defende os interesses dos capitalistas.
Sim.

Sem qualquer margem de dúvidas. Mas o pior acho que é maturidade para o mercado de trabalho.
São bebés adultos autênticos sem noção de hierarquias e organização.

É muito difícil gerir novos licenciados sem fazer papel de pai ou de mãe... Chega a ser surreal.
Não há noção de hierarquia que resista ao sentimento generalizado de que o topo é ocupado por crápulas. E o chega deu um contributo enorme pra isso.
 
Sim.

Sem qualquer margem de dúvidas. Mas o pior acho que é maturidade para o mercado de trabalho.
São bebés adultos autênticos sem noção de hierarquias e organização.

É muito difícil gerir novos licenciados sem fazer papel de pai ou de mãe... Chega a ser surreal.
Não há noção de hierarquia que resista ao sentimento generalizado de que o topo é ocupado por crápulas. E o chega deu um contributo enorme pra isso.
 
É no público? É que no privado isso não existe e o que existe nas contratos coletivos de trabalho não é propriamente progressão de carreira! É como digo, nem tanto ao mar nem tanto à terra, quem se vai de facto embora porque não concorda com a (falta) de progressão está a ser maduro. Há empresas com largas centenas de colaboradores em PT onde a média de idade não deve passar dos 35 anos. Há dissabores, há, mas quando a empresa está bem organizada (onde se inclui os planos de carreira) há uma tendencia a que as coisas sejam levadas a bom porto.

O que eu disse foi que a empresa é obrigada a ter as categorias bem definidas com respectiva range salarial ( mais recentemente obrigatório) as quais constam dos recibos de vencimento.

Com a nova lei da transparência, até existe uma % que serve para aferir por exemplo existe discriminação salarial entre sexos.

O jovem referido no exemplo trabalha numa empresa privada com quase 3000 que tem, obviamente, um plano de progressão e consta do contrato dele a categoria em que está inserido. Até aqui tudo normal.

O ciclo de avaliação usado para progressão não lhe convém.
Ora o primeiro ciclo de avaliação será em janeiro. Receberá avaliação de 2026. A primeira. Nessa avaliação receberá uma pontuação, serão definidas por exemplo necessidades de formação, etc

Mas nos planos dele, em Janeiro já deveria ser CEO.🤷.

É uma caricatura. Quem percebeu: percebeu.
 
Certo Pastis, o Miguel Gonçalves em 2012 perguntou a um universitário da geração à rasca:

" o que queres fazer quando acabares o curso de gestão ? "

E ele " quero gerir uma empresa ".


Fácil. Recém canudo = gerir empresa, logo assim.
 
Já agora estou uma beca impressionado com isso do " plano de progressão ".

Nunca liguei a isso , e muito menos desde que estou numa multi nacional que dá valor a quem trabalha bem. Há avaliações e tudo mais, e o que me interessa é trabalhar bem para ter bons resultados....não é, certamente, olhar para o " plano de voo ".
 
Já agora estou uma beca impressionado com isso do " plano de progressão ".

Nunca liguei a isso , e muito menos desde que estou numa multi nacional que dá valor a quem trabalha bem. Há avaliações e tudo mais, e o que me interessa é trabalhar bem para ter bons resultados....não é, certamente, olhar para o " plano de voo ".

O segredo não é trabalhar bem. É ter os outros a trabalhar bem para ti.🤣 Portanto se tiveres que aprender uma coisa hoje. Aprende essa camarada💪
 
O segredo não é trabalhar bem. É ter os outros a trabalhar bem para ti.🤣 Portanto se tiveres que aprender uma coisa hoje. Aprende essa camarada💪
Os outros no meu caso são automações, mas alguém tem de as criar. Olha só a minha sorte.

Há lá malta que sem duvida é à base de bla bla bla, mas eu gosto de ser o tipo " da regie " em vez de estar no palco cheio de fãs em frente.
 
Os outros no meu caso são automações, mas alguém tem de as criar. Olha só a minha sorte.

Há lá malta que sem duvida é à base de bla bla bla, mas eu gosto de ser o tipo " da regie " em vez de estar no palco cheio de fãs em frente.

Isso até ao dia que uma automação ficar no teu lugar 😱🤣

Elas "andem" aí
 
O que eu disse foi que a empresa é obrigada a ter as categorias bem definidas com respectiva range salarial ( mais recentemente obrigatório) as quais constam dos recibos de vencimento.

Com a nova lei da transparência, até existe uma % que serve para aferir por exemplo existe discriminação salarial entre sexos.

O jovem referido no exemplo trabalha numa empresa privada com quase 3000 que tem, obviamente, um plano de progressão e consta do contrato dele a categoria em que está inserido. Até aqui tudo normal.

O ciclo de avaliação usado para progressão não lhe convém.
Ora o primeiro ciclo de avaliação será em janeiro. Receberá avaliação de 2026. A primeira. Nessa avaliação receberá uma pontuação, serão definidas por exemplo necessidades de formação, etc

Mas nos planos dele, em Janeiro já deveria ser CEO.🤷.

É uma caricatura. Quem percebeu: percebeu.
"Tem" de ter internamente, na lei não tem de ter nada a não ser o que for acordado em contrato coletivo de trabalho.
Nessa situação específica do jovem que está a ameaçar sair porque não vislumbra progressão é simples, se ele sair porque não concorda com a política da empresa está a ser crescido, se ele se ficar pelas bocas está a ser infantil. Que penso que é o contrário da ideia que estavas a tentar passar, eu pelo menos entendi que se ele sair está a ser infantil.
 
Mas a questão também, é, existe um plano de carreira.
Ok.

Mas de hoje para amanhã o mercado pode levar um abanão, a empresa pode ficar comprometida, as coisas nem sempre são como planeadas e as pessoas têm que lidar com isso.

Nos SIMS é que a carreira é garantidamente de subida contínua.
Obviamente, se uma empresa falir toda a gente é promovida para o desemprego. Mas quando uma empresa cresce, existe ou deveria existir uma política de progressão, que pode passar por vários quadrantes, salário, benefícios, responsabilidades, posição interna nos intervalos de progressão, etc etc.
Nas empresas que dependem do know How dos colaboradores e este know how é "caro" para desenvolver, isto é levado muito a sério, caso contrário os concorrentes evam-lhes os colaboradores.
Noutro tipo de empresas onde substituir é barato, provavelmente é a politica do maior tempo possível ao menor salário possível.
 
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Já agora estou uma beca impressionado com isso do " plano de progressão ".

Nunca liguei a isso , e muito menos desde que estou numa multi nacional que dá valor a quem trabalha bem. Há avaliações e tudo mais, e o que me interessa é trabalhar bem para ter bons resultados....não é, certamente, olhar para o " plano de voo ".
Não sei como é na tua empresa, que tipo de avaliação tens! Deves ter uns KPI's e da avaliação deve resultar alterações no teu "job grade" (se o tiveres) que pode aumentar e daí resultar coisas como uma faixa salarial maior, determinado nível de responsabilidade, possibilidade de concorrer a determinadas posições etc etc. Se é uma multinacional a sério, deveria ser assim.

E sim, dever trabalhar bem, ou seja, atingir os teus KPI's. É que podes pensar que estás a trabalhar bem e não estares a trabalhar de acordo com o que está definido para ti.
 
"Tem" de ter internamente, na lei não tem de ter nada a não ser o que for acordado em contrato coletivo de trabalho.

Estava a falar da transparência em relação à Directiva (UE) 2023/970

A empresa em questão está preparada para a nova directiva e tem as categorias todas definidas há muito tempo.

Por acaso, quando escrevi, pensava que já tinha sido transposta em agosto para a legislação nacional mas já vi que não foi ainda.

Deve estar para breve.
 
Não sei como é na tua empresa, que tipo de avaliação tens! Deves ter uns KPI's e da avaliação deve resultar alterações no teu "job grade" (se o tiveres) que pode aumentar e daí resultar coisas como uma faixa salarial maior, determinado nível de responsabilidade, possibilidade de concorrer a determinadas posições etc etc. Se é uma multinacional a sério, deveria ser assim.

E sim, dever trabalhar bem, ou seja, atingir os teus KPI's. É que podes pensar que estás a trabalhar bem e não estares a trabalhar de acordo com o que está definido para ti.
Ah ok, se é isso sim, então tem esse " mapa de progressão " . Eu tava a pensar que era outra coisa.

Tenho avaliações 2x por ano e em algumas delas já resultou aumento salarial, correspondendo ao que descreves.
 
Afinal há progressões de carreira..

Em todas as empresas que trabalhei fora de Portugal, há progressões de escalão e salarial, sustentadas na antiguidade, na avaliação e em resultado desta, no mérito.

E os saltos de vencimentos são sempre substanciais, com os menores a começar nos 900€.

Em Portugal no privado são raras as empresas que fazem progressões de carreira e são mais raras ainda as que fazem aumentos acima dos 600€ numa subida por antiguidade, avaliação e mérito.

No estado a situação ainda é pior com subidas de escalão a representar 25€ que acaba dissolvido no imposto. Mas o tuga gosta de se fazer de parvo...
 
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