Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

A única saída para a crise é .... TRABALHAR. Sei que há pessoas que não gostam, mas meus caros a vida é assim. Por muitas voltas que se tentem dar, não há alternativa.

Mas isso é o que uma boa parte do 1 000 000 de desempregados gostaria de fazer.

E tanto querem que a quantidade de profissionais qualificados a concorrerem a empregos indiferenciados é cada vez maior.
 
Mas isso é o que uma boa parte do 1 000 000 de desempregados gostaria de fazer.

E tanto querem que a quantidade de profissionais qualificados a concorrerem a empregos indiferenciados é cada vez maior.
Verdade, e nas autarquias isso é comum - há muitas pessoas com o ensino superior que concorrem a concursos onde apenas é exigido o 9º ano ou o 12º, conforme a categoria a que se concorre.
Sei que num concurso para a área administrativa, onde apenas exigem o 12º ano, houve uma grande quantidade de licenciados a concorrer....
 
Verdade, e nas autarquias isso é comum - há muitas pessoas com o ensino superior que concorrem a concursos onde apenas é exigido o 9º ano ou o 12º, conforme a categoria a que se concorre.
Sei que num concurso para a área administrativa, onde apenas exigem o 12º ano, houve uma grande quantidade de licenciados a concorrer....

Em certas áreas penso que vale mais ter o 12º que um curso superior.
 
Verdade, e nas autarquias isso é comum - há muitas pessoas com o ensino superior que concorrem a concursos onde apenas é exigido o 9º ano ou o 12º, conforme a categoria a que se concorre.
Sei que num concurso para a área administrativa, onde apenas exigem o 12º ano, houve uma grande quantidade de licenciados a concorrer....

A crise dá para muita coisa boa, por exemplo ter na empresa pessoas com boa formação por metade do preço.
 
Tá doida! [:)]

Os tiques de 1919 já fazem parte do ADN daquela gente.

São os tais trilhos perigosos...

Esta crise e a prepotência alemâ está a deixar à vista de todos o verdadeiro desígnio alemão!

Não é só a Alemanha que empresta dinheiro... são todos. E mesmo que a Alemanha esteja na linha da frente, nas negociações, coisa que faz sem ter sido mandatada para tal e com a conivência dos bons alunos e acólitos, só tem é de tratar os países que pedem ajuda com respeito e permitir, seria uma obrigação moral, o usufruto da sua dignidade!

Mas esta tipa é uma prepotente, tão ao gosto de uma certa facção...
 
É +/- verdade. Na Escola era matéria de estudo. Onde o enfoque era dado nas razões de fundo para este tipo de medidas.

Estamos a falar de uma grande potência saída de uma guerra brutal, onde anteriores crises de pós-guerra como vencidos, tinham levado a este estado, de dezenas de milhões de mortos. E a uma tremenda perturbação da ordem mundial.

Outra, talvez a mais importante, foi de recuperar a RFA para ser o grande agente de bloqueio das políticas expansionistas da ex-URSS para Ocidente.

Tenho evitado pronunciar-me sobre esta visão esquizofrénica de parte da sociedade portuguesa, onde se tenta comparar o incomparável.

A única saída para a crise é .... TRABALHAR. Sei que há pessoas que não gostam, mas meus caros a vida é assim. Por muitas voltas que se tentem dar, não há alternativa.

Eu acho que é comparável.

Nós estamos onde estamos porque não nos soubemos governar.

Eles estiveram onde estiveram porque pensaram que podiam conquistar o mundo.

E podiamos ficar aqui muito tempo a discutir o que é mais censurável.
 
O governo vai cair. O Governo deve se demitir e entregar o poder aos iluminados do TC.

Não vai ser bonito o que ai vem e vamos piorar bastante. Quem se poder ir embora é agora a melhor altura para o fazer.

Então, o que defendes?

O desrespeito pela Constituição, em função dos interesses do governo, é isso?

Ou a farsa do ano passado? É isso? Desrespeito ou incumprimento da Constituição... é o que parece que defendes.

Sendo verdade, que o TC cumpre a Constituição... serão, os donos da decisão, iluminados ou... cumpridores, eficientes e pessoas integras?

Já vi que a Constituição vale zero, para ti.

E, até é uma decisão que é concensual... pela grande maioria dos constitucionalistas...

Será a Constituição algo que deverá ser esquecido e ultrapassado, em função de decisões, para todos os efeitos, "ilegais"? E... quem, dentro da anarquia instalada por tal decisão, quem julgará quando e que decisões deverão passar acima da Constituição? dependerá da cor política dos governos?

Fosse um governo do PC e/ou BE... e já andariam ai a dizer que isto era uma Ditadura, que a Constituição estava a ser desrespeitada... etc. Mas isto sou a adivinhar, um exercício tão em voga aqui no tópico.

[;)]

[:D]
 
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Quando o Governo de um país não tiver dinheiro para pagar os seus salários, saúde, segurança, justiça e tudo o que faz parte da sua função, não há Constituição que funcione.
 
O governo vai cair. O Governo deve se demitir e entregar o poder aos iluminados do TC.

Não vai ser bonito o que ai vem e vamos piorar bastante. Quem se poder ir embora é agora a melhor altura para o fazer.
Não são iluminados e nem são eles que elaboram a constituição. Se a Constituição está errada mude-se e são os políticos que tem esse poder desde a primeira constituinte.

No entretanto custa assim tanto seguir regras? [:D]

Quando o Governo de um país não tiver dinheiro para pagar os seus salários, saúde, segurança, justiça e tudo o que faz parte da sua função, não há Constituição que funcione.
Repito, foram os políticos que elaboraram a constituição. É assim que o sistema democrático funciona, o governo e a assembleia elaboram as leis , os tribunais averiguam (a pedido) se as mesma estão a ser cumpridas.

Tão simples quanto isto.
 
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Custo salarial não é "crítico" em Portugal
Estudo da PricewaterhouseCoopers diz que os salários não são um entrave ao desenvolvimento.

O custo salarial não é "crítico" nem um "entrave ao desenvolvimento" do sector industrial em Portugal. Esta é uma das conclusões de um estudo da consultora PricewaterhouseCoopers sobre os desafios do sector industrial em Portugal, apresentado esta sexta-feira no Porto, numa altura em que a polémica em torno dos baixos salários tem estado na ordem do dia.

O estudo, da autoria de Hermínio Afonso, diz que o custo da mão-de-obra é dos factores menos relevantes para a indústria portuguesa, face a outros custos como o da energia ou a organização da logística. As dificuldades de licenciamento e a falta de capital são outros dois problemas que enfrentam as empresas do sector industrial. Do lado do Estado, a instabilidade fiscal e o nível de impostos são as maiores dificuldades colocadas às empresas e ao investimento. O mesmo documento diz que a inovação tem que ser desenvolvida tendo em conta o retorno que gera. Assim, segundo Hermínio Afonso, tem que se ter em conta o número de patentes registadas "senão é dinheiro gasto".

No debate sobre a indústria, Fortunato Frederico, presidente da Kyaia, do sector do calçado, sugeriu que o" Estado devolvesse parte do IRC às empresas para distribuir pelos trabalhadores". O mesmo responsável disse ainda que, "o salário mínimo é baixo mas está dentro do contexto do País". Fortunato Frederico disse ainda que "se os sindicatos nos dessem qualquer coisa, nós aumentávamos o salário mínimo".

O responsável recordou que os custos de contexto tanto afectam os trabalhadores como as empresas e lamentou que os empresários sejam sempre vistos como os "vilões".

Por seu lado, Bayão Horta, presidente da Cires afirmou que não gosta "que se fale em reindustrialização e refundação". O responsável, que já esteve na liderança da Cimpor diz que falar disso "normalmente é sinal que não se sabe o que fazer. A nossa indústria foi sempre de valor. Não há que fazer refundação nenhuma", realçou. "Quando aparece o sector do conhecimento não se acaba com agricultura e com a indústria. A Alemanha nunca teve a ambição de ser uma nação de serviços. Continua hoje a ter uma percentagem de mão-de-obra na indústria superior a 30%", adiantou Bayão Horta. "Em Portugal só aderimos a modas", lamentou o gestor.

Fonte: Negocios
 
"A única saída para a crise é .... TRABALHAR. Sei que há pessoas que não gostam, mas meus caros a vida é assim. Por muitas voltas que se tentem dar, não há alternativa."

Capaz de haver talvez aí mais de um milhão de pessoas que até gostavam...e também estou ansioso por boas soluções!
 
O Tribunal Constitucional não tem culpa no cartório, o maior culpado mora em Paris (e a caminho de um programa na RTP) e os que estavam à volta deste na altura do mandato. É neste que os Portugueses devem pedir responsabilidades pela situação actual do País.

Está aqui preto no branco:

divida_publica.jpg
grafico_da_divida_p_blica.jpg


Como a Justiça não se incumbiu de o condenar por tais actos, fica a cargo dos Portugueses (e o Governo actual) de arcar com a factura que veio para pagar.

O Tribunal Constitucional não vai pagar nem atenuar a dívida contraída anteriormente, ela vai ter de ser paga de alguma forma. Senão é a bancarrota do Estado e um destino do País ainda pior do que o actual. É tudo uma questão de contas.
 
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Repito, foram os políticos que elaboraram a constituição. É assim que o sistema democrático funciona, o governo e a assembleia elaboram as leis, os tribunais averiguam (a pedido) de as mesma estão a ser cumpridas.

Faz lembrar a história dos mandatos das autarquias. A lei está feita. Se querem colocar os Searas e os Menezes para alongar os tentáculos do polvo laranja, revoguem a lei ou alterem-na.
Mas já vamos estando habituados à sujidade rosa e laranja.
 
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Custo salarial não é "crítico" em Portugal
Estudo da PricewaterhouseCoopers diz que os salários não são um entrave ao desenvolvimento.

O custo salarial não é "crítico" nem um "entrave ao desenvolvimento" do sector industrial em Portugal. Esta é uma das conclusões de um estudo da consultora PricewaterhouseCoopers sobre os desafios do sector industrial em Portugal, apresentado esta sexta-feira no Porto, numa altura em que a polémica em torno dos baixos salários tem estado na ordem do dia.

O estudo, da autoria de Hermínio Afonso, diz que o custo da mão-de-obra é dos factores menos relevantes para a indústria portuguesa, face a outros custos como o da energia ou a organização da logística. As dificuldades de licenciamento e a falta de capital são outros dois problemas que enfrentam as empresas do sector industrial. Do lado do Estado, a instabilidade fiscal e o nível de impostos são as maiores dificuldades colocadas às empresas e ao investimento. O mesmo documento diz que a inovação tem que ser desenvolvida tendo em conta o retorno que gera. Assim, segundo Hermínio Afonso, tem que se ter em conta o número de patentes registadas "senão é dinheiro gasto".

No debate sobre a indústria, Fortunato Frederico, presidente da Kyaia, do sector do calçado, sugeriu que o" Estado devolvesse parte do IRC às empresas para distribuir pelos trabalhadores". O mesmo responsável disse ainda que, "o salário mínimo é baixo mas está dentro do contexto do País". Fortunato Frederico disse ainda que "se os sindicatos nos dessem qualquer coisa, nós aumentávamos o salário mínimo".

O responsável recordou que os custos de contexto tanto afectam os trabalhadores como as empresas e lamentou que os empresários sejam sempre vistos como os "vilões".

Por seu lado, Bayão Horta, presidente da Cires afirmou que não gosta "que se fale em reindustrialização e refundação". O responsável, que já esteve na liderança da Cimpor diz que falar disso "normalmente é sinal que não se sabe o que fazer. A nossa indústria foi sempre de valor. Não há que fazer refundação nenhuma", realçou. "Quando aparece o sector do conhecimento não se acaba com agricultura e com a indústria. A Alemanha nunca teve a ambição de ser uma nação de serviços. Continua hoje a ter uma percentagem de mão-de-obra na indústria superior a 30%", adiantou Bayão Horta. "Em Portugal só aderimos a modas", lamentou o gestor.

Fonte: Negocios

E quanto mais tempo levarem para corrigir esses aspectos, mais tempo temos que recorrer ao baixar de salários para nos tornarmos competitivos. Organizem-se e facilitem o trabalho às empresas que a coisa há-de ir ao lugar.
 
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