Não, não dá para comparar porque eu dei o exemplo do nosso Presidente que promoveu, em tempos, que deixássemos de produzir a troco de dinheiro. Ninguém obrigou ninguém a deixar de produzir, os meus avós sempre produziram.
Falar mal do tio antónio?!
E lá se foi a imagem que tinha de ti, de "tia"...sei lá, tá a ver?!
Aí é que te enganas, dá para comparar diretamente. Pegando no exemplo da Coca-Cola: A Coca-Cola estava proibida em Portugal para proteger a "Canada Dry" que era cá produzida. []
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Compreendo-te melhor do que mossas imaginar, mas só da opinião que a solução/compensação não está em teorias protecionistas.Não, não dá para comparar porque eu dei o exemplo do nosso Presidente que promoveu, em tempos, que deixássemos de produzir a troco de dinheiro. Ninguém obrigou ninguém a deixar de produzir, os meus avós sempre produziram.
Uma coisa é obrigar, outra é orientar e orientar mal.
O Salazar foi um ditador, eu não estou a colocar esta hipótese em pratos de ditadura. O Cavaco podia ter promovido o contrário, produzirmos mais, fazer uma lavagem cerebral e obrigar as pessoas a consumir mais o que é nosso, e não o fez. Talvez se o tivesse feito, eu não seria tão dependente de coca-cola, visto que quase cresci a beber coca-cola. Talvez a minha educação fosse diferente e bebe-se mais Snapi.
Já lá vão tantos anos...E muito bem protegida, diga-se de passagem, que as garrafas
de Canada Dry eram bem mais bonitas que as da Coca-Cola.
E as da Laranjina C idem.
Depois ainda tinhas a Carbo Sidral, Fruto Real, Pirolito (e os
famosos berlindes), etc.
E acho que, na altura. tudo isso era saudável...
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Provavelmente porque... era produzido cá!!!
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Então filho, é não BÉÉÉÉM chamar-me de tia sem nunca me teres posto a vista em cima. Mas vá, acho que deves ser das pessoas com melhor impressão tem de mim. [] Vê lá a impressão das outras....
Compreendo-te melhor do que mossas imaginar, mas só da opinião que a solução/compensação não está em teorias protecionistas.
De resto até o Vasco Gonçalves defendia a batalha da produção. []
De resto as teorias protecionistas não são exclusivas das ditaduras. Em 1985 já tínhamos democracia há 10 anos e ainda existiam cotas, por exemplo, nos automóveis importados. Porque existiam cotas haviam cá bastantes fábricas de automóveis e de outros bens.
A única coisa que pergunto é se estão dispostos a voltar a esses tempos? []
De facto.
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A única coisa que pergunto é se estão dispostos a voltar a esses tempos? []
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De facto, eu nunca meti também a vista em ti mas és meio tarado, acho que nunca conseguiste ter uma conversa decente comigo sem ajavardar. []
Nem dá para voltar porque estamos na UE e isso implica muita coisa, mas o povo é que podia começar a ter mais peso em tudo, afinal somos mais. Daí eu ter falado na abertura, irmos ao supermercados e só comprar o que é nacional. Que achas? E depois passávamos todo era fominha! []
Agora já vamos tarde demais, caros amigos. Aguentem-se.
Fonte do ministério de Cristas garante que a agricultura foi o único sector da economia que cresceu em 2011. O Valor Acrescentado Bruto da agricultura registou um crescimento de 2,4% e o das indústrias transformadoras 0,4%.
Portugal foi o 5º pais da União Europeia com maior rentabilidade no sector agrícola, por trabalhador, em 2012. Dados hoje revelados pelo Eurostat indicam que o rendimento na agricultura cresce 9,3%.
Compreendo, mas não estou a ver a opção por produtos nacionais (em especial no caso de refrigerantes e similares) como podendo ser um opção espontânea. [Se forem quotas legisladas pelo Governo, os outros países
para onde exportamos, e as marcas visadas pelas quotas,
podem queixar-se e fazer boicotes aos nossos produtos.
Se forem os cidadãos a tomarem a iniciativa de não comprar
produtos que não contribuam para a nossa economia, não podem
fazer nada. É o mesmo que fazem os Alemães (povo).
Isso é numa democracia utópica em que todos os cidadãos têm igual poder, direitos e responsabilidades."Quota" é uma figura de estilo.
A questão é que o país é teu, o gangue não.
Portanto, a tua responsabilidade perante o país é igual à dos
outros na mesma medida. Todos temos quotas iguais no país.
Pelo que a responsabilidade, dever, obrigação, direito, etc. é na
mesma medida para todos. É isso que significa democracia.
Isso é numa democracia utópica em que todos os cidadãos têm igual poder, direitos e responsabilidades.
A nossa democracia não funciona assim.
Já vi que pensas como aqueles empresários que declaram
falência da empresa mas não vendem o Ferrari.
cá eu vou continuar a beber tinto.