Departamentos automóveis que deviam existir

- Departamento para tornar automóveis indiscretos tão discretos quanto o dono desejasse.

Por exemplo deve haver quem compre Bmw's 550i em vez de M5 só por causa das 4 ponteiras na traseira no último modelo que aqui falo... de certeza que há pessoas com dinheiro que não gostam de dar nas vistas pelos mais variados motivos.

Eu seria um dos que compraria um Bmw 550i mesmo tendo dinheiro para um Bmw M5 correspondente por, mero preconceito meu, achar que carros indiscretos só faz sentido em desportivos focados tipo coupes.

-Departamento para tornar carros antigos mais actuais tanto quanto o carro permitisse e o dono quisesse.

Por exemplo instalar airbags, caixa automática ou sequencial, cruise control, cruise control adaptativo... ou mesmo, com muito dinheiro e se a fisica permitisse (será que permite) tornar um carro mais resistente a acidentes.

- Departamento para modificar caracteristicas de raiz de automóveis.

Por exemplo a mim o Mercedes A45 AMG cativava-me bem mais com tracção traseira e um motor 2.0 atmosférico muito rotativo na casa dos 250cv...

Ele até já tem o túnel traseiro porque é tracção integral por isso pelo menos na primeira parte, em teoria, não haveria problemas...

O motor seria de certeza mais leve mas para compensar, se fosse possivel, aumentava-se a cilindrada e construia-se com materiais mais pesados por exemplo.

Eu sei que há quem faça isso mas para isso é preciso estar dentro do mundo do tuning e ainda por cima, que eu saiba, não há qualquer garantia.

-Departamento para escolher extras em carros usados.

Este parece óbvio não é?

Porque é que a troco dum custo razoável para todos quem tem um carro com uns anos ou mesmo compra um usado não há-de também ter direito a configurá-lo como quer dentro de certos limites?

Têm mais ideias?
 
Porque é que a troco dum custo razoável para todos [...]

Está respondido porque é que esses serviços não existem: o custo não é razoável.

Exemplo: é muito mais caro instalar um Ar Condicionado num carro que não o traga de origem do que trocar de carro por um modelo igual já com ar condicionado.
 
Mas tu achas que as marcas são a Santa Casa da Misericórdia?

Se não dá lucro para a marca, não interessa. E mesmo que existisse teria preços proibitivos.

Tópico completamente non-sense.
 
Está respondido porque é que esses serviços não existem: o custo não é razoável.

Exemplo: é muito mais caro instalar um Ar Condicionado num carro que não o traga de origem do que trocar de carro por um modelo igual já com ar condicionado.
Isso até deve ser das coisas mais simples e baratas...

Mas tu achas que as marcas são a Santa Casa da Misericórdia?

Se não dá lucro para a marca, não interessa. E mesmo que existisse teria preços proibitivos.

Tópico completamente non-sense.
Podia ter alto custo e existir.

Edit: estes serviços dariam lucro da mesma forma de dão lucro carros absurdamente caros que mal vendem: pelo ganho conseguido na imagem de marca.

A instalação de extras em carros usados podia perfeitamente ter um custo razoável, não acho que seja uma operação por ai além.
 
Última edição:
Isso até deve ser das coisas mais simples e baratas...


Podia ter alto custo e existir.

Edit: estes serviços dariam lucro da mesma forma de dão lucro carros absurdamente caros que mal vendem: pelo ganho conseguido na imagem de marca.

A instalação de extras em carros usados podia perfeitamente ter um custo razoável, não acho que seja uma operação por ai além.


E ter um cliente de 3 em 3 anos.
Quem ia gastar 2000 euros pa montar um AC num carro antigo cujo o valor comercial se iria manter em 500 euros?
 
mas este tópico de encher chouriços ainda aqui anda???...

Quem é que te elegeu para o departamente de qualidade do AHO?[:D]

Quanto ao tópico, e sobre a primeira ideia que é a menos descabida, penso que um departamento desses só seria possível na Alemanha para a BMW por exemplo. E mesmo teriam de se diversificar imenso. O mais provável é acabarem a fazer versões ainda mais desportivas do M5 para se manterem rentáveis e isso era uma coisa que não ficava bem à M Division.

Criação de carros únicos só se for em divisões como McLaren MSO, Jaguar Land Rover SVO, Ferrari, Aston Martin Works (restauro) enfim, só para bolsos de alta capacidade.

Enfim, eu sonho mais com "oficinas" independentes e absolutamente perfeccionistas como a Singer. Essas sim são de bater palmas.apr:)
 
E ter um cliente de 3 em 3 anos.
Quem ia gastar 2000 euros pa montar um AC num carro antigo cujo o valor comercial se iria manter em 500 euros?
Repara uma coisa que não me lembrei quando te respondi a esse post, alguém que o poderia fazer podia ser alguém que não tenha intenção de vender o carro.

Se o custo não fosse muito e mesmo que não rentabilizasse na hora de vender eu se tivesse um chaço desses que não tivesse possibilidade de vender tão cedo (venderia sempre porque um carro desses tem pouca segurança) fazia-o na boa porque o ar condidicionado é um equipamento essencial num carro na minha opinião.


Quem é que te elegeu para o departamente de qualidade do AHO?[:D]

Quanto ao tópico, e sobre a primeira ideia que é a menos descabida, penso que um departamento desses só seria possível na Alemanha para a BMW por exemplo. E mesmo teriam de se diversificar imenso. O mais provável é acabarem a fazer versões ainda mais desportivas do M5 para se manterem rentáveis e isso era uma coisa que não ficava bem à M Division.

Criação de carros únicos só se for em divisões como McLaren MSO, Jaguar Land Rover SVO, Ferrari, Aston Martin Works (restauro) enfim, só para bolsos de alta capacidade.

Enfim, eu sonho mais com "oficinas" independentes e absolutamente perfeccionistas como a Singer. Essas sim são de bater palmas.apr:)
A menos descabida talvez seja a primeira e a última.

As outras são ideias fora da bolha mas não descabidas porque swaps por exemplo já se fazem há muito tempo, mas sem garantia.

Edit: um dos motivos para alguém querer tornar um carro tão discreto quanto possivel é afastar possiveis picões...
 
Última edição:
O problema de grande parte das coisas que referes seriam os custos absurdos associados a todos eles. Até porque os exemplos que referes, maior parte deles, obrigam a enormes trabalhos de reengenharia do automóvel.
Mesmo a "simples" instalação de um AC num automóvel que nunca foi projectado para o ter, por exemplo, um pequeno carro utilitário familiar da década de 70 ou 80, facilmente o simples se complicaria, pois poderias não ter espaço no compartimento do motor para instalá-lo e um upgrade ao sistema elétrico do carro poderia estar na ordem do dia. E quando entramos em questões de electrónica, como cruise-control e afins...

Basicamente o que referes é para quem tem bolsos fundos e não tem problemas em gastar.
A não ser que seja um entusiasta que ou ele saiba o que está a fazer, ou tenha uma equipa residente de mecânicos e engenheiros que trabalhe gratuitamente.


partindo a coisa...


- Departamento para tornar automóveis indiscretos tão discretos quanto o dono desejasse.


Por exemplo deve haver quem compre Bmw's 550i em vez de M5 só por causa das 4 ponteiras na traseira no último modelo que aqui falo... de certeza que há pessoas com dinheiro que não gostam de dar nas vistas pelos mais variados motivos.


Eu seria um dos que compraria um Bmw 550i mesmo tendo dinheiro para um Bmw M5 correspondente por, mero preconceito meu, achar que carros indiscretos só faz sentido em desportivos focados tipo coupes.


Algumas marcas premium já têm esse tipo de serviços. A BMW Individual, por exemplo, para manter as coisas num plano razoavelmente acessível. No geral os exemplos que conhecemos são precisamente no campo oposto, porque é ótima publicidade, mas praticamente tudo o que cliente deseja é possível.


No exemplo descrito, onde o show-off do M5 não é apenas para ... show-off, fazer alterações estéticas, imaginemos, trocar pára-choques por outros semelhantes aos dos série 5 normais poderia trazer problemas no plano aerodinâmico e térmico. Perto de 600cv precisa de mesmo muito ar para funcionar.
Ou seja, coisas mais discretas poderiam ser difíceis de aplicar numa criatura com os pulmões de um M5 ou outras criaturas do género.


-Departamento para tornar carros antigos mais actuais tanto quanto o carro permitisse e o dono quisesse.


Por exemplo instalar airbags, caixa automática ou sequencial, cruise control, cruise control adaptativo... ou mesmo, com muito dinheiro e se a fisica permitisse (será que permite) tornar um carro mais resistente a acidentes.

Maior parte das coisas que referes são reengenharia pura e dura e os custos seriam exorbitantes.
Mais vale concorrer ao Overhaulin ou algo assim do género.
Sempres podes entrar no mundo do restomod, que é um fenómeno que continua a crescer.
Levado a um extremo tens empresas como a Singer e os seus 911. Mesmo com menores níveis de intervenção do que a Singer, os custos são simplesmente arrasadores.

Em vez de alterar seriamente o carro para comportar algumas coisas que dizes ou até melhorar a sua segurança passiva, mais vale arranjares as entranhas (chassis, parte elétrica e electrónica) de um automóvel que tenha tudo o que desejas, e colocares-lhe uma nova carroçaria por cima.
Como exemplos tens o Nissan Juke GT-R ou, melhor integrado no que referes, o Oldsmobile Toronado do Jay Leno, que sacrificou 2 Corvettes para criar um Toronado de 1000cv.

Nesta altura do campeonato já existem empresas que têm kits, seja suspensão e travões ou até direcções assistidas, para aplicar em clássicos que tornam o seu uso regular mais fácil, e mesmo assim vais gastar uns valentes milhares de dólares.






- Departamento para modificar caracteristicas de raiz de automóveis.


Por exemplo a mim o Mercedes A45 AMG cativava-me bem mais com tracção traseira e um motor 2.0 atmosférico muito rotativo na casa dos 250cv...


Ele até já tem o túnel traseiro porque é tracção integral por isso pelo menos na primeira parte, em teoria, não haveria problemas...


O motor seria de certeza mais leve mas para compensar, se fosse possivel, aumentava-se a cilindrada e construia-se com materiais mais pesados por exemplo.


Eu sei que há quem faça isso mas para isso é preciso estar dentro do mundo do tuning e ainda por cima, que eu saiba, não há qualquer garantia.


Para quê construir um motor com materiais mais pesados? O objectivo é sempre tirar peso. Reduzir o peso das peças móveis faz maravilhas pelo seu funcionamento. Menos inércia, mais apto para rotações, ainda para cima usando o exemplo que dás de 2 litros NA com 250cv, o que automaticamente coloca-nos num cenário de 8000 rpm.
Aumentar cilindrada já existem kits para um sem número de motores, mas mesmo assim, tens obrigatoriamente de abrir o motor, desmontá-lo e colocar as novas peças. €€€€ é só somar.

Colocar um carro com motor transversal dianteiro (arquitectura que obriga obrigatoriamente a ser FWD), como RWD, não que não seja possível, mas se veres como eles enviam a potência para o eixo de trás para ficar com AWD, verificas que é uma complicação enorme. No classe A, então, onde tudo está integrado com a caixa de dupla embraiagem, aposto que não seria tão simples assim como cortar uns semi-eixos.
Mais vale fazer como a Rover fez com o 75, na versão V8, e alterar seriamente a frente da plataforma para mudar o posicionamento do motor de transversal para longitudinal. Neste caso, felizmente a plataforma já trazia um túnel, que contribuia para a excelente rigidez estrutural do 75.


-Departamento para escolher extras em carros usados.


Este parece óbvio não é?


Porque é que a troco dum custo razoável para todos quem tem um carro com uns anos ou mesmo compra um usado não há-de também ter direito a configurá-lo como quer dentro de certos limites?


Têm mais ideias?


Em muitos carros relativamente recentes é possível.
Existem peças em stock, existe quem faça instalação.
Mas existem extras e extras... Alguns deles podem implicar desmontar grande parte do interior. Por isso é que muitos deles vêm de fábrica, colocados quando o carro ainda não é bem um carro, na linha de produção.

Para isso funcionar realmente bem, e manter custos contidos, os construtores teriam de alterar a forma como construiam ou projectavam os seus automóveis. De modo a que fosse possível, adaptar equipamentos extra de modo fácil e com custos baixos. Teoricamente algo do género plug-and-play.
E para mais, nesta era digital, onde deveria ser razoavelmente simples fazer um upgrade a algo como o sistema de infotainment.
Vejo muitos carros razoavelmente recentes que ao terem sistemas proprietários, desenvolvidos exclusivamente para uma determinada gama de modelos, deixam de ser actualizados após substituição por nova geração, não existindo compatibilidade com sistemas posteriores. Maior parte do sistema pode ficar obsoleto, e não é rentável, e nem deve haver pessoal capaz de colocar as mãos nesse tipo de coisas.

Como exemplo, a McLaren, para manter os F1 a funcionar, precisa de manter vivos hardware e sistemas de diagnóstico dos anos 90. Problemas de legado mais fáceis de gerir numa companhia pequena, mas tarefa herculeana senão impossível quando escalamos para uma Mercedes ou BMW. O série 7 F01, o primeiro com o i-drive? Como será daqui a duas décadas, com um possível estatuto de clássico? Quem lhe pega?

É preciso criar sistemas à prova de futuro. Criar standards globais que permitam desenvolvimentos e actualizações independentes destes sistemas poderia ser um caminho a seguir... Ou talvez no futuro, haja quem o faça e obrigue a instalar novo hardware/software a custos moderados. Mas já tou a divagar.
 
Departamento para arrancar filtros de partículas, na porta ao lado do stand.

[h=1]Condutores tiram filtros de partículas dos carros. Inspeção não deteta[/h]http://www.dn.pt/sociedade/interior/condutores-tiram-filtros-de-particulas-dos-carros-inspecao-nao-deteta-5373337.html

E também departamento premium da DACIA.
 
O problema de grande parte das coisas que referes seriam os custos absurdos associados a todos eles. Até porque os exemplos que referes, maior parte deles, obrigam a enormes trabalhos de reengenharia do automóvel.
Mesmo a "simples" instalação de um AC num automóvel que nunca foi projectado para o ter, por exemplo, um pequeno carro utilitário familiar da década de 70 ou 80, facilmente o simples se complicaria, pois poderias não ter espaço no compartimento do motor para instalá-lo e um upgrade ao sistema elétrico do carro poderia estar na ordem do dia. E quando entramos em questões de electrónica, como cruise-control e afins...
Na questão do AC tens razão mas por exemplo um cruise control é assim tão dificil de instalar?
Basicamente o que referes é para quem tem bolsos fundos e não tem problemas em gastar.
A não ser que seja um entusiasta que ou ele saiba o que está a fazer, ou tenha uma equipa residente de mecânicos e engenheiros que trabalhe gratuitamente.


partindo a coisa...





Algumas marcas premium já têm esse tipo de serviços. A BMW Individual, por exemplo, para manter as coisas num plano razoavelmente acessível. No geral os exemplos que conhecemos são precisamente no campo oposto, porque é ótima publicidade, mas praticamente tudo o que cliente deseja é possível.


No exemplo descrito, onde o show-off do M5 não é apenas para ... show-off, fazer alterações estéticas, imaginemos, trocar pára-choques por outros semelhantes aos dos série 5 normais poderia trazer problemas no plano aerodinâmico e térmico. Perto de 600cv precisa de mesmo muito ar para funcionar.
Ou seja, coisas mais discretas poderiam ser difíceis de aplicar numa criatura com os pulmões de um M5 ou outras criaturas do género.
Refiro-me só ao para choques traseiro que não tem impacto no capitulo térmico.

No capitulo aerodinâmico também não há-de ter muito, repara que um 550i por exemplo passa na boa os 250 se for deslimitado.




Maior parte das coisas que referes são reengenharia pura e dura e os custos seriam exorbitantes.
Mais vale concorrer ao Overhaulin ou algo assim do género.
Sempres podes entrar no mundo do restomod, que é um fenómeno que continua a crescer.
Levado a um extremo tens empresas como a Singer e os seus 911. Mesmo com menores níveis de intervenção do que a Singer, os custos são simplesmente arrasadores.

Em vez de alterar seriamente o carro para comportar algumas coisas que dizes ou até melhorar a sua segurança passiva, mais vale arranjares as entranhas (chassis, parte elétrica e electrónica) de um automóvel que tenha tudo o que desejas, e colocares-lhe uma nova carroçaria por cima.
Como exemplos tens o Nissan Juke GT-R ou, melhor integrado no que referes, o Oldsmobile Toronado do Jay Leno, que sacrificou 2 Corvettes para criar um Toronado de 1000cv.

Nesta altura do campeonato já existem empresas que têm kits, seja suspensão e travões ou até direcções assistidas, para aplicar em clássicos que tornam o seu uso regular mais fácil, e mesmo assim vais gastar uns valentes milhares de dólares.


Para quê construir um motor com materiais mais pesados? O objectivo é sempre tirar peso. Reduzir o peso das peças móveis faz maravilhas pelo seu funcionamento. Menos inércia, mais apto para rotações, ainda para cima usando o exemplo que dás de 2 litros NA com 250cv, o que automaticamente coloca-nos num cenário de 8000 rpm.
Aumentar cilindrada já existem kits para um sem número de motores, mas mesmo assim, tens obrigatoriamente de abrir o motor, desmontá-lo e colocar as novas peças. €€€€ é só somar.
O objectivo dos materiais mais pesados seria equilibrar o peso entre frente e traseira compensando o facto do motor atmosférico ser mais leve que o turbinado.


Colocar um carro com motor transversal dianteiro (arquitectura que obriga obrigatoriamente a ser FWD), como RWD, não que não seja possível, mas se veres como eles enviam a potência para o eixo de trás para ficar com AWD, verificas que é uma complicação enorme. No classe A, então, onde tudo está integrado com a caixa de dupla embraiagem, aposto que não seria tão simples assim como cortar uns semi-eixos.
Mais vale fazer como a Rover fez com o 75, na versão V8, e alterar seriamente a frente da plataforma para mudar o posicionamento do motor de transversal para longitudinal. Neste caso, felizmente a plataforma já trazia um túnel, que contribuia para a excelente rigidez estrutural do 75.





Em muitos carros relativamente recentes é possível.
Existem peças em stock, existe quem faça instalação.
Mas existem extras e extras... Alguns deles podem implicar desmontar grande parte do interior. Por isso é que muitos deles vêm de fábrica, colocados quando o carro ainda não é bem um carro, na linha de produção.

Para isso funcionar realmente bem, e manter custos contidos, os construtores teriam de alterar a forma como construiam ou projectavam os seus automóveis. De modo a que fosse possível, adaptar equipamentos extra de modo fácil e com custos baixos. Teoricamente algo do género plug-and-play.
E para mais, nesta era digital, onde deveria ser razoavelmente simples fazer um upgrade a algo como o sistema de infotainment.
Vejo muitos carros razoavelmente recentes que ao terem sistemas proprietários, desenvolvidos exclusivamente para uma determinada gama de modelos, deixam de ser actualizados após substituição por nova geração, não existindo compatibilidade com sistemas posteriores. Maior parte do sistema pode ficar obsoleto, e não é rentável, e nem deve haver pessoal capaz de colocar as mãos nesse tipo de coisas.

Como exemplo, a McLaren, para manter os F1 a funcionar, precisa de manter vivos hardware e sistemas de diagnóstico dos anos 90. Problemas de legado mais fáceis de gerir numa companhia pequena, mas tarefa herculeana senão impossível quando escalamos para uma Mercedes ou BMW. O série 7 F01, o primeiro com o i-drive? Como será daqui a duas décadas, com um possível estatuto de clássico? Quem lhe pega?

É preciso criar sistemas à prova de futuro. Criar standards globais que permitam desenvolvimentos e actualizações independentes destes sistemas poderia ser um caminho a seguir... Ou talvez no futuro, haja quem o faça e obrigue a instalar novo hardware/software a custos moderados. Mas já tou a divagar.
Respondido. :)
 

já deu para perceber que abriste um tópico, e percebes zero do assunto, logo é andar a perder tempo com isto, porque como já foi dito na esmagadora maioria das opções nem sequer é possível ou mesmo que possível o montante despendido nem sequer compensa, e isso nem é preciso ser nenhum expert na matéria...
 
já deu para perceber que abriste um tópico, e percebes zero do assunto, logo é andar a perder tempo com isto, porque como já foi dito na esmagadora maioria das opções nem sequer é possível ou mesmo que possível o montante despendido nem sequer compensa, e isso nem é preciso ser nenhum expert na matéria...
Deves tu perceber mais... lol
 
Penso que segundos as regra da economia de escala, criar veículos muito personalizados desde a produção, pode ser dispendioso e demorado.
 
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