NMMSD
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Bom dia,
Atualmente cá em casa temos dois carros: um Clio IV de 02/17 1.5 dCI Dynamic com 140.000 kms e um C3 1.2 Puretech Shine de 06/18 com 99.000 kms.
No final deste ano irei receber carro da empresa, pelo que um deles irá ser vendido.
A questão que se coloca é qual deles manter?
Do lado do C3, o 1.2 Puretech tem muito má fama, I know, mas felizmente não tem dado qualquer problema.
Substituiu a correia na altura designada pela marca, sem problemas. Teve um episódio de consumo exagerado de óleo, mas foi à marca e nunca mais tive problemas.
Em termos de problemas desde que o compramos já precisou de substituir os sensores das rodas da frente porque deixaram de funcionar (começou a dar erro nos sensores todos) e a resistência do AC pifou duas vezes, na segunda vez a marca assumiu.
Relativamente ao Clio ele é muito económico e desde que o temos nunca deu grandes avarias, tirando os cartões do carro que se estragaram ao fim de N quedas
Ambos já substituiram a bateria um deles há um ano, o outro este ano.
Comparando um com o outro, gostamos mais do C3 em conforto, disponibilidade do motor, insonorização e por aí fora...digamos que a diferença de um ano nota-se muito até em termos de tecnologia do carro. O C3 tem sensores de chuva, luz, etc, enquanto que o Clio não tem nada disso.
Por outro lado, o Clio é super poupado, no entanto, até pelos kms que faz diariamente, cerca de 30km, acabamos por não tirar tanto partido do diesel como no passado, em que chegou a fazer mais de 100 kms/dia.
A questão que tenho é qual carro deveríamos manter e qual deveríamos vender? A diferença de kms de um e do outro é considerável.
Por outro lado, o Clio em termos do tecido dos bancos e alguns materiais interiores apresenta algum desgaste que o C3 não tem.
Temos algum receio de manter o C3 pelo valor de mercado que poderá vir a ter ou até se o motor vai lidar bem com mais uns anos de uso.
Por outro lado, dado o maior desgaste do Clio, muito possivelmente teremos de arranjar uma ou outra coisa nos próximos anos, nomeadamente o banco do condutor que me parece que tenderá a romper.
Atualmente cá em casa temos dois carros: um Clio IV de 02/17 1.5 dCI Dynamic com 140.000 kms e um C3 1.2 Puretech Shine de 06/18 com 99.000 kms.
No final deste ano irei receber carro da empresa, pelo que um deles irá ser vendido.
A questão que se coloca é qual deles manter?
Do lado do C3, o 1.2 Puretech tem muito má fama, I know, mas felizmente não tem dado qualquer problema.
Substituiu a correia na altura designada pela marca, sem problemas. Teve um episódio de consumo exagerado de óleo, mas foi à marca e nunca mais tive problemas.
Em termos de problemas desde que o compramos já precisou de substituir os sensores das rodas da frente porque deixaram de funcionar (começou a dar erro nos sensores todos) e a resistência do AC pifou duas vezes, na segunda vez a marca assumiu.
Relativamente ao Clio ele é muito económico e desde que o temos nunca deu grandes avarias, tirando os cartões do carro que se estragaram ao fim de N quedas
Ambos já substituiram a bateria um deles há um ano, o outro este ano.
Comparando um com o outro, gostamos mais do C3 em conforto, disponibilidade do motor, insonorização e por aí fora...digamos que a diferença de um ano nota-se muito até em termos de tecnologia do carro. O C3 tem sensores de chuva, luz, etc, enquanto que o Clio não tem nada disso.
Por outro lado, o Clio é super poupado, no entanto, até pelos kms que faz diariamente, cerca de 30km, acabamos por não tirar tanto partido do diesel como no passado, em que chegou a fazer mais de 100 kms/dia.
A questão que tenho é qual carro deveríamos manter e qual deveríamos vender? A diferença de kms de um e do outro é considerável.
Por outro lado, o Clio em termos do tecido dos bancos e alguns materiais interiores apresenta algum desgaste que o C3 não tem.
Temos algum receio de manter o C3 pelo valor de mercado que poderá vir a ter ou até se o motor vai lidar bem com mais uns anos de uso.
Por outro lado, dado o maior desgaste do Clio, muito possivelmente teremos de arranjar uma ou outra coisa nos próximos anos, nomeadamente o banco do condutor que me parece que tenderá a romper.