É com cada nome! Nomes engraçados de localidades

Uma vez vi um BI de alguém que tinha nascido numa aldeia chamada, Ovelha Sentada e Aliviada, só que não me lembro muito bem onde ficava tenho ideia que era para tras os montes.
 
Cuidado o BASTARDO tem controlo de velocidade

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O que vale é em Itália ...

[:D]
 
Senhora da Morte, localidade do concelho de Viana do Castelo

Rabo de Ovelha, localidade do concelho de Carrazeda de Ansiães

Vaca Gorda, localidade do concelho de Silves

Cabeça de Boi, localidade do concelho de Ansião

Lisboinha de Além, localidade do concelho de Ansião

Escabralhado, localidade do concelho de Sabugal

Quinta do c@br@o, localidade do concelho de Fundão

Rio c@br@o, localidade do concelho de Arcos de Valdevez

Mal Lavada, localidade do concelho de Odemira
 
Última edição:
Temos ainda Anus

Em França ( a vila é cruzada por 3 estradas por isso a indicação C3 e D130 são só duas das 3 possiveis )

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Mas também existe na Indónesia e nas Filipinas
 
Quinta do Petisco, localidade do concelho de Vimioso

Aldeia dos Gagos, localidade do concelho de Ferreira do Zêzere

Casal dos Coxos, localidade do concelho de Sobral de Monte Agraço
 
Bar » Arroz Doce
Horário: Segunda a Sábado das 18h às 2h
Tipo de clientes: Todo o tipo de pessoas
Tipo de música: -
Bebida mais pedida: Pontapé na C0n@[:cool:] , Cerveja
Comida: -
TV: Sim
Cartão: -
Vigilância: Não
Contacto: 21 346 26 01
Morada: Rua da Atalaia, 1200 Lisboa
 
Bar » Arroz Doce
Horário: Segunda a Sábado das 18h às 2h
Tipo de clientes: Todo o tipo de pessoas
Tipo de música: -
Bebida mais pedida: Pontapé na C0n@[:cool:] , Cerveja
Comida: -
TV: Sim
Cartão: -
Vigilância: Não
Contacto: 21 346 26 01
Morada: Rua da Atalaia, 1200 Lisboa

Oh pá isto perdeu o "Elan" desde que foi remodelado no inicio da decada de 90.

Dantes sim, pedir o dito Pontapé e a avózinha gritar para o balcão ... "Saiem 4 na "Snaita" ...

Bons tempos ... [:D]
 
Oh pá isto perdeu o "Elan" desde que foi remodelado no inicio da decada de 90.

Dantes sim, pedir o dito Pontapé e a avózinha gritar para o balcão ... "Saiem 4 na "Snaita" ...

Bons tempos ... [:D]

Fora o resto das preciosidades que lá se bebiam, a maior parte delas nem sabia o que levavam mas só pelo gozo de mandar umas bojardas, bebia quase o cardápio todo [;)]
 
Fora o resto das preciosidades que lá se bebiam, a maior parte delas nem sabia o que levavam mas só pelo gozo de mandar umas bojardas, bebia quase o cardápio todo [;)]

Oh oh, mas o ambiente e o decor eram um must, eram uma autentica preciosidade que se perdeu [8b], a máquina de perfumes na parede, o balcão as preteleiras, etc, etc.

Hoje já se vêem executar cafés novos com aquela traça.

Mas as mistelas eram imperdiveis, então as conversas e bojardas de morrer a rir.
[;)]
 
Diz-me onde moras...

Diz-me onde moras...

Recebi este texto e decidi partilhar.
Adoro as crónicas deste senhor.

"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo. Há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide. Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide. Nunca mais ninguém o viu.

Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia! Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide. Um palácio com
sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas
águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço. Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre
imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada,
Agualva-Cacém, Abuxarda, Alfornelos, Murtosa, Angeja, Ranholas? ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola. Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...) Ao ler os nomes de alguns sítios ? Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na CEE.

De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses. Imagine-se o impacte de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar. Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho).
E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).

É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro? Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda. Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas? É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa.

Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir. Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do bairro). É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and GoAway...").

Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido.(...) Não há limites. Há até um lugar chamado ******, no concelho de Ponte de Lima.
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo Não Sei, A Mousse é Caseira, ou Vai Mais um Rissól.(...) Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do "Bogadouro"¹, (Amarante), depois de ter parado parafazer um chi-chi em Alçaperna (Lousã).



¹ - Bogadouro é o Mogadouro quando se está constipado!!!"

(Miguel Esteves Cardoso)
 
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