Educação Sexual

perguntas e respostas 4

perguntas e respostas 4

  1. Do ponto de vista fisiológico em que consiste a resposta sexual?A resposta sexual inicia-se com uma afluência de sangue, com o aumento da tensão muscular e do ritmo respiratório. Termina com a descarga de toda essa tensão através do orgasmo. Ao contrário do que se pensou durante muito tempo, a resposta sexual é muito semelhante na mulher e no homem.
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    Quais as fases da resposta sexual?
    Em relação a este aspecto interessa saber que estas fases são apenas um esquema e que a vivência da sexualidade implica respostas tão variadas como são as próprias pessoas entre si. Como esquema serve só como informação, mas nunca como modelo a cumprir, pois cada pessoa deve construir a sua própria maneira de expressar a sexualidade. Investigações feitas permitem-nos distinguir quatro fases na resposta sexual: Fases de excitação: iniciam-se as sensações eróticas estimuladas de diferentes maneiras de acordo com as preferências individuais. Fisiologicamente há uma afluência de sangue e um aumento do ritmo a respiração e tensão muscular. A nível dos órgãos genitais, no homem o pénis endurece e aumenta de volume e na mulher os grandes lábios e o clitóris aumentam de volume e a vagina humedece-se; Fases de planalto: continua o processo da excitação e intensificam-se as mudanças fisiológicas já iniciadas; Fases do orgasmo: há uma descarga da tensão sexual acumulada e sentimos intensas sensações de prazer. No homem, o orgasmo coincide habitualmente com a ejaculação; Fases da resolução: experimentamos uma sensação de calma e de bem-estar. No homem há então um período de tempo durante o qual não tem possibilidade de erecção. A mulher pode ter outros orgasmos se a estimulação continuar.
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    Atingir o orgasmo é tão importante como dizem?
    A cultura oriental encara a relação sexual no ocidente como uma espécie de montanha: tudo é orientado para se alcançar o cimo. No entanto, a sua perspectiva é de que a relação sexual também pode ser um vale: duas pessoas que se encontram, se acariciam e se sentem bem juntas. Nem sempre apetece atingir o orgasmo à maneira ocidental. Às vezes apetece trocar mais carícias, descobrir o corpo da outra pessoas, comunicar com ela. O que acontece é que durante muito tempo, e às vezes ainda hoje, a relação sexual aparece identificada com reprodução. Nesse sentido foi dada muita importância ao coito e ao respectivo orgasmo, sobretudo ao masculino, porque é mais visível, encarando-o como o cimo da montanha. Na terra existem montanhas, mas também vales...Tudo pode dar prazer e cada experiência é diferente das outras e igualmente agradável.
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    O orgasmo e o coito são a mesma coisa?
    Não. O coito é a introdução do pénis dentro da vagina. O orgasmo corresponde ao momento da libertação da tensão sexual e produz uma intensa sensação de prazer.Pode-se atingir o orgasmo no coito, na masturbação ou noutras maneiras de expressarmos a nossa sexualidade.

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    O que são doenças sexualmente transmissíveis?
    É um conjunto de doenças infecciosas, que se transmitem através das relações sexuais.
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    As doenças de transmissão sexual são sempre graves?
    As doenças de transmissão sexual são quase sempre graves, aliás como qualquer infecção, se não se tratam a tempo. Algumas delas são até bastante graves, como é por exemplo o caso da SIDA, para a qual não existe cura até ao momento. É importante sabermos quais são os primeiros sintomas de algumas dessas doenças para serem detectadas logo que apareçam. A sífilis manifesta-se no principio por uma pequena ferida situada nos órgãos genitais ou na mucosa da boca. Não é dolorosa e desaparece por si, sem que, no entanto, a doenças esteja curada. Ao fim de umas semanas aparece então uma mancha cor-de-rosa alaranjada. A gonorreia manifesta-se por uma infecção dolorosa e purulenta (com pus) na uretra do homem e na vagina da mulher. O herpes manifesta-se através de feridas nos órgãos sexuais ou à volta destes. Estas feridas podem ser muito dolorosas com a sensação de ardor. Por vezes o herpes é acompanhado de febre. A SIDA, síndroma de imunodeficiência adquirida, é a designação para várias doenças que anulam ou modificam a defesa imunológica da pessoa, isto é, ao contrair uma ou mais dessas doenças o organismo perde a capacidade de recuperação. A SIDA desenvolve-se através da infecção do vírus HIV, através do contacto sexual, sanguíneo e mãe/feto.
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  1. Como proteger-se contra as doenças transmitidas sexualmente?Uma maneira muito eficaz de nos protegermos contra as doenças sexualmente transmissíveis é através do uso do preservativo devendo, para aumentar a sua eficácia, usá-lo durante toda a relação. É muito importante ir a uma consulta sempre que apareça uma doença de pele, sobretudo se esta se situa na zona genital ou na boca. Um corrimento anormal na mulher, uma secreção amarelada no pénis ou uma sensação dolorosa ao urinar são alguns dos sintomas. Há que perder o medo de ir à consulta de ginecologia ou de doenças de transmissão sexual...é tão normal como ir a outra consulta qualquer. As doenças de transmissão sexual podem tratar-se com facilidade se formos rapidamente a uma consulta médica. Não devemos nunca tomar medicamentos por conta própria ou por conselho de pessoas amigas, isto é, não devemos nunca recorrer à automedicação.
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    O que é a contracepção?
    O nosso comportamento sexual como já vimos atrás, não tem directamente a ver com a reprodução. Como tal, quando um homem e uma mulher desejam ter relações coitais, nem sempre querem gerar crianças. Neste caso, utilizam-se processos, os chamados métodos contraceptivos, que vão impedir uma gravidez indesejada interferindo nos mecanismos que a originam.
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    Quais os métodos contraceptivos mais habituais e seguros?Pílulas ou Anovolatórios:
    Hormonas que impedem a ovulação: é preciso ser receitado e ter vigilância médica; é muito seguro. Dispositivo intra-uterino (DIU) ou Esterilet: Pequeno dispositivo que se introduz no útero, para impedir a concepção. Tem que ser colocado por pessoal especializado e é preciso vigilância médica; é muito seguro. Preservativo ou Condom (Camisa de Vénus): Contraceptivo em latex que se coloca no pénis, impedindo a entrada do esperma na vagina. Quando usado correctamente é altamente eficaz, devendo ser colocado no início da relação e retirado logo após a ejaculação. O preservativo é o método contraceptivo mais eficaz na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis A sua eficácia aumenta se for usado conjuntamente com um espermicida. O preservativo pode ser adquirido em qualquer farmácia ou supermercado. Preservativo Feminino (FEMIDOM): É constituído por uma membrana fina e flexível, pré-lubrificado e destina-se a ser colocado no interior da vagina. Mede 17 cm de diâmetro e 8 cm de comprimento, possuindo um anel interior que facilita a sua colocação dentro da vagina e um anel exterior que fica a cobrir a área labial. ode ser colocado antes da relação sexual e não necessita de ser retirado logo após o acto. É um método contraceptivo bastante eficaz, funcionando também como método preventivo das doenças sexualmente transmissíveis (incluindo o vírus HIV/SIDA). Diafragma: Uma espécie de tampa larga, de borracha flexível, que se coloca no interior da vagina, cobrindo o orifício do colo do útero e impedindo a entrada de espermatozóides. Tem que se utilizar sempre com cremes espermicidas para aumentar a sua eficácia. É preciso aprender a colocá-lo. É de segurança elevada. Espermicidas (Cremes, Espermicidas, Cones, etc.): São substâncias que impedem os espermatozóides de actuar. Dado o seu fraco índice de segurança, aconselhamos a que sejam utilizados com outro método (preservativo ou diafragma). Existem outros métodos, mas são pouco ou nada seguros: Coito interrompido ou "cuidado" – retirar o pénis da vagina antes da ejaculação. Método muito pouco seguro. Abstinência periódica, temperatura, calendário e muco – trata-se de determinar o dia da ovulação e, a partir daí, determinar quais os dias em que se pode engravidar. É um método muito pouco seguro.Duche vaginalconsiste na limpeza da vagina para eliminar o esperma depois de uma relação coital. Método nada seguro.

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    O que se deve ter em conta quando se escolhe um método contraceptivo?
    Não há nenhum método ideal e aplicável a toda a gente. Em cada caso, há que ter em conta vários factores como a idade, a situação pessoal, o estado de saúde, a frequência das relações sexuais, a atitude do casal, etc. É absolutamente necessário ir a uma consulta de planeamento familiar ou de ginecologia, antes de escolher um método contraceptivo. O preservativo é o único método que não requer a ida a uma consulta.
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    O aborto é um método contraceptivo?
    Não. O aborto não é um método contraceptivo; é a interrupção voluntária da gravidez e somente poderá como um último recurso, face a uma situação de emergência.
    No nosso país, o aborto está legalizado só em alguns casos (ver quais).
    É preciso evitar o aborto e a única maneira de o fazer é utilizar um método contraceptivo seguro e não prejudicial.
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A sexualidade humana II

A sexualidade humana II

1 – órgãos genitais masculinos externosO escroto: bolsa de pele rugosa, muito sensível e que, a partir da puberdade está coberta de pêlos. A sua função é proteger os testículos. O pénis: tem uma forma cilíndrica e tamanho variável. Na sua extremidade existe uma zona mais volumosa que se chama glande. O pénis tem uma estrutura interna que poderíamos comparar a uma esponja muito porosa. Quando há excitação sexual, o sangue aflui em grande quantidade às zonas genitais. É então que esta estrutura esponjosa se enche de sangue e o pénis aumenta de volume, tornando-se duro. Quando isto acontece, dizemos que o pénis está erecto. Em relação ao tamanho do pénis existem muitas ideias falsas que provocam angústias desnecessárias. Há pessoas que pensam que quanto maior é o pénis mais prazer se sente. Isto não é verdade fundamentalmente por duas razões: Quando estão em erecção as diferenças entre os pénis tendem a desaparecer, os grandes e os pequenos ficam praticamente do mesmo tamanho; No coito a vagina adapta-se aos vários tamanhos porque tem uma estrutura flexível.
Não existe portanto, relação entre o tamanho do pénis e o prazer que sentimos. Não nos devemos preocupar minimamente com este aspecto. O prepúcio: pele fina e elástica que cobre a glande. Se a retirarmos, a glande fica a descoberto. Quando a pele do prepúcio é demasiado grande ou pouco elástica, a glande não pode sair completamente. Isto pode dificultar a erecção e a ejaculação. Chama-se fimose a esta situação. A fimose pode ser solucionada com uma intervenção cirúrgica simples: a circuncisão. O pénis circuncisado e o que não está parecem diferentes, mas a única diferença reside no seu aspecto. O freio: ligação que une o prepúcio à glande. Se esta ligação for muito curta, pode igualmente dificultar a erecção. Uma intervenção cirúrgica simples pode solucionar o problema.
2 – órgãos genitais masculinos externos Os testículos: glândulas sexuais masculinas. Produzem os espermatozóides e a hormona sexual masculina, a testosterona. A hipofíse é a glândula que controla e regula o funcionamento dos testículos. São formados por um conjunto de tubos pequeníssimos que se juntam nos edipimos. A partir da puberdade, os testículos começam a fabricar os espermatozóides e este processo continua ao longo da vida. Os espermatozóides são células reprodutoras masculinas. Inicialmente são maiores mas com o seu amadurecimento perdem a camada de gordura que os envolve e cresce-lhes uma cauda, o que lhes possibilitará uma maior mobilidade. O espermatozóide maduro é formado por uma cabeça, um corpo intermédio e uma cauda. Os espermatozóides podem chegar a viver três dias no interior do aparelho genital feminino. Os edipimos: estruturas com formato de vírgulas situadas sobre os testículos. São formados pela reunião dos pequenos tubos testiculares. No seu interior acabam de amadurecer os espermatozóides. Os canais deferentes: saem de cada edipimo, sobem, comunicam com as vesículas seminais, entram na próstata e, no seu interior, desembocam na uretra. à medida que os espermatozóides amadurecem, sobem pelos canais deferentes e instalam-se nas vesículas seminais. As vesículas seminais: pequenos sacos que contêm os espermatozóides maduros. Estão situados debaixo da bexiga. Fabricam um líquido viscoso que protege os espermatozóides, os alimenta e facilita a sua deslocação. Este líquido é formado por substâncias alimentares (glucoses, etc.) e chama-se líquido seminal. Os espermatozóides não se podem alimentar por si mesmos, pois perderam a capa de gordura que os envolvia. Precisam, por isso, de uma alimentação externa. A próstata: estrutura única situada perto das vesículas seminais e por baixo da bexiga. No interior da próstata, os canais deferentes desembocam na uretra. A próstata produz também um líquido que protege, alimenta e facilita a mobilidade dos espermatozóides. Chama-se líquido prostático. O conjunto formado pelo líquido seminal e prostático e pelos espermatozóides constitui o sémen ou esperma, líquido branco e espesso que sai durante a ejaculação através da uretra. As glândulas de Cowper: são duas pequenas glândulas situadas por baixo da próstata. Segregam um pouco de líquido que limpa a uretra, neutralizando os resíduos da urina. Esta emissão de líquido produz-se antes da ejaculação, e pode conter espermatozóides vivos. Isto quer dizer que, mesmo que o coito seja interrompido antes da ejaculação (coito interrompido ou cuidado) também é possível que se produza uma gravidez. Portanto, se utilizarmos o preservativo como método contraceptivo, devemos usá-lo desde o princípio da erecção. A uretra: canal por onde passam o sémen e a urina. O seu funcionamento é regulado por um pequeno músculo que impede a saída dos dois líquidos ao mesmo tempo. A parte final da uretra é um pouco mais larga e chama-se meato urinário. Através da uretra sai o esperma, é a ejaculação. A ejaculação tem lugar no momento do orgasmo. Também durante o sono podemos ter uma ejaculação relacionada normalmente com um sonho erótico. Chama-se então polução nocturna. A frequência das poluções nocturnas é muito variável e depende de muitos factores. Não nos devemos preocupar com isso, pois não tem qualquer importância.
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Sexualidade Humana II (cont.)

Sexualidade Humana II (cont.)

3 – órgãos genitais femininos externos
Se utilizarmos um espelho vemos a vulva, que é um conjunto dos vários órgãos. Na vulva podemos distinguir: O monte de vénus: camada de gordura situada sobre o púbis. A partir da puberdade esta camada protectora cobre-se de pêlos; Os grandes lábios: duas pregas de pele com pêlos que cobrem os restantes órgãos; O clitóris: pequeno órgão saliente no ponto onde se unem, na parte de cima, os pequenos lábios. Fica praticamente tapado pelos grandes lábios e a sua estrutura é formada por um tecido esponjoso muito sensível à estimulação sexual. A sua extremidade está coberta por um capuz. O clitóris é um dos órgãos receptores e transmissores da estimulação sexual na mulher. É muito sensível; O orifício vaginal: entrada da vagina; O hímen: membrana muito fina e elástica que cobre parcialmente a entrada da vagina. Essa abertura, de tamanho variável, permite a saída da menstruação e também, normalmente, a introdução de tampões. Durante muito tempo deu-se uma grande importância ao hímen relacionando-o com o conceito de virgindade. Queria ter–se a certeza que a rapariga chegava virgem ao casamento e o hímen intacto era o "selo de garantia". Ser virgem significa que uma rapariga ou uma mulher não tiveram relações sexuais coitais e, por isso, não houve "rotura" do hímen. Falar de rotura dá uma ideia falsa pois, na verdade o hímen é uma membrana fina e flexível que apenas cobre parcialmente a entrada da vagina. A prática de desportos pode fazer diminuir a superfície desta membrana, ou seja, "romper" o hímen. Por razões culturais, a virgindade foi sendo sobrevalorizada como se fosse um dos valores mais importantes numa rapariga. Ainda hoje as pressões sociais se fazem sentir de maneiras diferentes em relação aos comportamentos sexuais femininos e masculinos, encorajando os homens a terem um papel activo, a tomarem iniciativas, a fazerem experiências reprimindo de várias formas todos estes comportamentos quando assumidos pelas mulheres. Isto acontece praticamente em todas as áreas com relevo especial para a sexualidade e, muito concretamente, para a virgindade. De facto, os rapazes sentem-se valorizados através das suas experiências sexuais e as raparigas, pelo contrário, sentem-se desvalorizadas e culpabilizadas.
4 – órgãos genitais femininos externos Os ovários: glândulas sexuais femininas que produzem os óvulos e as Hormonas sexuais femininas: estrogéneos e progesterona. A superfície dos ovários está coberta por cavidades chamadas folículos. Cada folículo produz um óvulo. O óvulo é uma célula reprodutora feminina. É muito maior que o espermatozóide e movimenta-se com dificuldade. O óvulo tem capacidade reprodutora durante as vinte e quatro horas seguintes à sua saída do ovário. Ao contrário do rapaz, a rapariga quando nasce dispõe já de todas as suas células reprodutoras em número muito superior ao que poderá utilizar ao longo de toda a sua vida fértil. Até à puberdade, essas células permanecerão imaturas. Na puberdade iniciar-se-á o processo de ovulação. O desencadeamento da ovulação é determinado por hormonas produzidas pela hipófise. Desde a primeira menstruação (menarca) até à última menstruação (menopausa), de quatro em quatro semanas aproximadamente um folículo de um ovário aumentará de tamanho, rompe-se e sai um óvulo que amadurece em poucas horas. Este processo tem lugar alternadamente num e noutro ovário, ou seja, um mês trabalha o ovário direito e no mês seguinte trabalha o ovário esquerdo. As Trompas de Falópio: dois canais compridos e estreitos que captam os óvulos quando saem do ovário e os conduzem ao útero. O óvulo saído do folículo é aspirado pela trompa de Falópio correspondente. Permanece aí um curto período durante o qual, se encontrar um espermatozóide, origina um ovo que se instala no útero. O útero ou matriz: estrutura muscular que constitui uma cavidade revestida por uma mucosa, o endométrio que aumenta de volume no momento da ovulação por influência do corpo amarelo. Após romper-se o folículo e sair o óvulo, forma-se o chamado corpo amarelo. O corpo amarelo segrega uma hormona, progesterona, que faz com que a parede mucosa do útero, endométrio, aumente de volume preparando-se para receber o ovo. Desde o momento em que se produz a ovulação existem duas possibilidades: se se produzir a fecundação, o ovo aninha-se na parede do útero e vai desenvolver-se uma gravidez. Neste caso, não diminui a produção de hormonas ováricas; se não se produzir fecundação: diminui a produção de hormonas ováricas e como consequência sai para o exterior parte da mucosa do útero, juntamente com o óvulo e um pouco de sangue. Esta saída chama-se menstruação ou período e tem a duração de três a cincoou mais. A menstruação tem sido envolvida em muitos mitos. Tem-se dito que quando está menstruada a mulher não pode ter relações sexuais, não pode tomar banho... Tudo isso é falso. A menstruação não tem que alterar o ritmo de vida habitual, pois é um fenómeno completamente normal. Às vezes pode produzir-nos alguns incómodos passageiros. Se persistirem esses incómodos devemos ir a uma consulta de ginecologia. Para medirmos o ciclo menstrual contamos desde o primeiro que há uma saída de sangue até ao último dia antes da menstruação seguinte. A duração do ciclo é diferente para cada mulher e muitas vezes mesmo para cada ciclo da mesma mulher. O colo do útero: canal que une o útero à vagina. Por acção de uma hormona, o estrogéneo, o colo do útero durante a ovulação produz um líquido viscoso que favorece a progressão dos espermatozóides para as trompas de Falópio. O colo do útero tem uma grande capacidade de dilatação que é regulada a nível hormonal e se manifesta no momento do parto, pois a criança ao nascer tem de passar através dele. A vagina: canal flexível de tamanho variável que vai do colo do útero até ao exterior. Normalmente as paredes da vagina estão juntas. Quando se produz excitação sexual, as paredes da vagina separam-se um pouco e produzem um líquido. A lubrificação vaginal é um fenómeno muitas vezes involuntário que tem lugar como resposta a estímulos que em dado momento são capazes de nos excitar sexualmente. A vagina, tal como o colo do útero tem uma grande capacidade de dilatação, pois permite a passagem da criança no momento do parto.



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Planeamento Familiar I

Planeamento Familiar I

  1. Sexualidade e reprodução têm o mesmo significado? Não, são conceitos diferentes. A sexualidade é uma parte integrante da nossa personalidade que se desenvolve ao longo de toda a nossa vida. A sexualidade é uma fonte de comunicação e de prazer, uma forma de expressar a afectividade, uma maneira de cada pessoa descobrir a si mesma e à outra. A sexualidade pode ter uma função reprodutiva mas apenas quando livre e responsavelmente o desejarmos. É preciso, portanto, diferenciar sexualidade e reprodução e saber o que queremos e em que momento o queremos, assumindo a responsabilidade que essas decisões comportam. Relacionarmo-nos, comunicarmos, trocar afecto e prazer é importante e maravilhoso. Ter uma criança também o é. Mas desejamos tê-la? E quando? Temos condições económicas? E disponibilidade afectiva? O que desejamos e quando? Estas são algumas das questões em que vale a pena pensar e reflectir.
  2. O que significa planear os nascimentos? Planear os nascimentos significa poder decidir livremente o número de filhos e o momento em que queremos tê-los. Mas como as crianças necessitam de afecto, de segurança e de condições favoráveis, elas devem ser desejadas e fruto de uma decisão livre e responsável. O planeamento dos nascimentos constitui, pois, um factor muito importante para uma melhoria da qualidade de vida. Por este motivo é necessário que, cada vez mais, o planeamento familiar esteja ao alcance de todas as pessoas.
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Planeamento Familiar II

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  1. O que é a contracepção? A contracepção é uma forma de evitar a gravidez, pois interfere nas fases dos processos que a originam. É importante saber que entre os casais que têm relações coitais de forma regular e não utilizam nenhum método contraceptivo existem 80% de possibilidades durante o ano de ocorrer uma gravidez. Assim, quando uma gravidez não é desejada é importante conhecer todos os métodos contraceptivos existentes, bem como as respectivas vantagens e inconvenientes. O desejável é que cada pessoa utilize o método contraceptivo mais adequado ao seu caso. Para isso deve-se recorrer ao centro de saúde, a uma consulta de Planeamento Familiar ou a Centros de Atendimento para Jovens.
  2. Com que idade deve começar o uso dos contraceptivos? Não podemos falar de uma idade determinada, da mesma maneira que também não existe uma idade para o início das relações coitais. O que devemos saber é que uma única relação coital pode produzir uma gravidez se não utilizarmos nenhum método contraceptivo. Portanto, é necessário usar uma contracepção segura desde a primeira relação coital, a não ser que desejemos ter uma criança. No entanto, existem muitos factores a ter em conta para decidir qual o método contraceptivo mais adequado. A frequência das relações coitais e a idade são alguns dos factores que é necessário ter em conta.
  3. O que significa a expressão "relações sexuais"? Quando se fala de relações sexuais pensa-se quase sempre no coito. Esta identificação está relacionada com uma perspectiva que identifica relação sexual com reprodução. Neste sentido foi dada muita importância ao coito, introdução do pénis na vagina, por ser um meio que possibilita a reprodução. Embora essa identificação muitas vezes já não esteja presente persiste ainda esta perspectiva. Como já sabemos a sexualidade implica-nos na totalidade e não só numa parte do nosso corpo. A relação sexual é assim, o encontro de pessoas inteiras, com todas as partes do seu corpo, toda a sua afectividade, todas as suas fantasias, expectativas e desejos. Não é apenas o contacto entre zonas genitais, nem uma maneira de dominar outras pessoas, nem uma mera utilização do corpo. A relação sexual é sim uma fonte de prazer, de afectividade, de comunicação e de bem estar para a própria pessoa e para as outras com quem estabelece laços. Devemos pois encará-la num sentido amplo, valorizando igualmente as diversas maneiras de nos relacionarmos. Portanto, o coito é apenas uma das maneiras de expressar a sexualidade, não sendo nem mais nem menos importante do que qualquer outra. Tudo pode dar prazer e cada experiência é diferente das outras e igualmente agradável.
  4. Qual o melhor contraceptivo? Não existe nenhum método contraceptivo perfeito. Todos têm as suas vantagens e inconvenientes. Poderíamos dizer que o melhor método é aquele que melhor responde às necessidades de cada pessoa, em determinada fase da sua vida. Como já comentámos, é preciso ter em conta factores, tais como a idade, a situação pessoal, o estado de saúde, a frequência das relações coitais, a atitude do casal, etc. Os métodos contraceptivos mais vulgares são: a pílula, o dispositivo intra-uterino (d.i.u), o preservativo, o diafragma. Com estes dois últimos é necessário combinar substâncias espermicidas.
    [*]O que é necessário saber sobre a pílula? A pílula contém hormonas parecidas com as que circulam no sangue da mulher e são elas que vão actuar impedindo a ovulação e, por isso, a gravidez. É o método contraceptivo mais eficaz. Se se tomar correctamente é quase impossível produzir-se uma gravidez. É imprescindível a consulta médica e ginecológica para poder prevenir as contra-indicações, os possíveis efeitos secundários e escolher o tipo de pílula mais adequado.
    [*]O que há que ter em conta quando se toma a pílula? É importante ter em conta o seguinte: Toma-se uma pílula diária aproximadamente à mesma hora; Durante a semana de intervalo, entre uma embalagem e outra, persiste a protecção contra a gravidez. Durante o primeiro mês, às vezes é aconselhável utilizar outro método contraceptivo. A menstruação que se apresenta durante a semana de descanso costuma ter uma intensidade e duração menores. Se nos esquecermos de tomar a pílula, devemos tomá-la até às 12 horas após o esquecimento. Se não se fizer assim, é necessário durante esse mês até ao início da próxima embalagem utilizar outro método contraceptivo. Os vómitos, as diarreias intensas ou determinados medicamentos (por exemplo alguns antibióticos) podem diminuir a eficácia da pílula.
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  1. O que é o dispositivo intra-uterino (D.I.U.)? O DIU é um pequeno aparelho que se coloca na cavidade uterina da mulher com a finalidade de evitar a gravidez. Existem diferentes tipos de DIU e a sua duração é variável. O DIU é um método muito eficaz, apesar da sua segurança não ser absoluta. É imprescindível a consulta ginecológica para a sua colocação e para a sua extracção. Somente um técnico especializado pode dizer se é possível a sua colocação e qual o tipo mais adequado.
  2. Que outros factores é preciso ter em conta com o DIU? Devemos ter em conta o seguinte: A colocação e extracção do DIU faz-se normalmente durante a menstruação; não é difícil e não requer anestesia; a maior parte das vezes também não requer analgésicos. Normalmente a menstruação é mais abundante.
  3. O que devemos saber sobre o preservativo? O preservativo é uma bolsa de borracha que impede que os espermatozóides penetrem na vagina. É recomendável combinar o preservativo com espermicidas para aumentar a sua eficácia. Podem adquirir-se em qualquer farmácia sem receita médica, em supermercados, bares e discotecas. É um método de fácil utilização e se o usarmos correctamente é altamente eficaz.
  4. Como se deve utilizar o preservativo? Devemos ter em conta o seguinte: O preservativo deve ser colocado no início da erecção. Se não tiver um reservatório na sua extremidade, é conveniente colocá-lo, deixando um espaço na ponta para que aí se possa depositar o esperma. O pénis deve ser retirado da vagina ainda erecto, segurando o preservativo pela base, de modo a que o esperma não saia. O preservativo utiliza-se apenas uma vez; deve ser deitado no lixo depois de utilizado e não no W.C. pois não é biodegradável.
  5. Preservativo Feminino (Femidom) É constituído por uma membrana fina e flexível, pré-lubrificado nas duas faces e destina-se a ser colocado no interior da vagina. Mede 17 cm de diâmetro e 8 cm de comprimento, possuindo um anel interior que facilita a sua colocação dentro da vagina e um anel exterior que fica a cobrir a área labial. Pode ser colocado antes da relação sexual e não necessita de ser retirado logo após o acto. É um método contraceptivo bastante eficaz, funcionando também como método preventivo das doenças sexualmente transmissíveis (incluindo o vírus HIV/SIDA).
  6. O que é o Diafragma? É uma espécie de tampa de borracha com um anel elástico à volta. Coloca-se facilmente cobrindo o orifício do colo do útero. Impede que os espermatozóides possam encontrar-se com o óvulo. A utilização do diafragma requer o uso combinado de um espermicida para aumentar a sua eficácia. Existem diafragmas de vários tamanhos, sendo necessária a ajuda de pessoal especializado para aprender a colocá-lo e para determinar qual o tamanho do diafragma que convém utilizar.
  7. O que há que ter em conta quando se utiliza o diafragma? O diafragma utiliza-se da seguinte maneira: É necessário colocá-lo uns dez minutos antes da relação coital. Só deve ser retirado após 8 horas para evitar que um espermatozóide possa vir a fecundar o óvulo. Se houver relações coitais seguidas deverá colocar-se mais espermicida sem retirar o diafragma.
  8. O que são os espermicidas? São substâncias químicas que destroem os espermatozóides. Existem diversos tipos. Os mais habituais são os óvulos, os cremes e as espumas. A sua eficácia é limitada. É um método que serve somente para reforçar a acção de outros: diafragma e preservativo. Aplicam-se no interior da vagina dez minutos antes do coito. Se se repetir o coito também se deverá repetir a sua aplicação. Voltamos a lembrar que os espermicidas por si só não protegem adequadamente.
  9. Existem outros métodos contraceptivos? Sim, mas a sua eficácia é limitada: são a abstinência periódica e o coito interrompido. Os métodos de abstinência periódica consistem em não ter relações coitais durante os dias férteis da mulher; para isso, deve ter-se em conta o momento da ovulação e a capacidade de vida do óvulo e do espermatozóide.
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Planeamento Familiar IV

Planeamento Familiar IV

Existem duas variantes: O método Ogino-Knauss ou o método do calendário – consiste em determinar o dia provável da ovulação (logo, os possíveis dias férteis e não férteis) a partir da observação do calendário, relacionando-o com o ciclo menstrual. O método das temperaturas ou térmico – consiste em determinar os dias férteis e os dias seguros a partir da observação da temperatura basal. Ao longo do ciclo a temperatura varia aumentando ligeiramente na ovulação. Método Billings ou muco – o muco cervical (secreção do colo uterino) altera-se ao longo do ciclo. A sua rigorosa observação permite determinar os dias seguros e os dias férteis. Na altura da ovulação o muco torna-se mais espesso e abundante. Método Sinto-Térmico resulta da observação conjunta da temperatura basal, do muco, do calendário e eventuais sintomas que ocorram na altura da ovulação. Estes métodos oferecem pouca eficácia como métodos contraceptivos; no entanto, podem utilizar-se no sentido inverso para favorecer a gravidez. O coito interrompido consiste em retirar o pénis da vagina antes da ejaculação. Não é um método contraceptivo, mas sim uma prática muito pouco segura que, além de poder dar origem a uma gravidez, provoca ansiedade em ambos os parceiros podendo também ser causa de futuros distúrbios psicossexuais. Recordemos também que, antes da ejaculação se produz uma pequena emissão de líquido proveniente das glândulas de Cowper, não perceptível por nenhum dos parceiros, mas que, no entanto, pode conter espermatozóides.
Porque é que há pessoas que utilizam outros processos que não mencionamos aqui? Porque existe pouca informação sobre este tema. Os métodos que vamos referir agora não são métodos contraceptivos, mas processos que se têm utilizado erradamente como contraceptivos e que não evitam a gravidez: O período de aleitamento, pois durante este período pode ter início a ovulação. O coito vulgar que consiste em ejacular sobre a vulva sem introduzir o pénis na vagina. Este processo é inficaz pois uma parte do esperma pode penetrar na vagina. A lavagem vaginal depois de uma relação coital, pois os espermatozóides deslocam-se com grande rapidez, podendo fecundar um óvulo. Além disso, este sistema altera o meio natural da vagina.
O que é a contracepção do dia seguinte? É uma preparação hormonal que se pode injectar ou tomar em comprimidos até ao máximo de 72 horas após uma relação coital, em que não foi utilizada contracepção. Não é um método contraceptivo, mas apenas um processo a utilizar somente em circunstâncias excepcionais. Assim, por falha de ou inexistência de um contraceptivo exterior (rotura do preservativo ou do diafragma) pode-se ir dentro de 24 horas seguintes a um centro de saúde ou um centro de atendimento para jovens onde se pode ainda solucionar o problema.
O que é a esterilização? É um método contraceptivo permanente. No homem trata-se de uma operação muito simples, chamada vasectomia. Consiste em seccionar os canais deferentes. A ejaculação continuará a produzir-se mas a partir desse momento já não conterá espermatozóides. Na mulher trata-se de uma operação um pouco mais complexa. Chama-se laqueação de trompas. Consiste em obstruir ou seccionar as Trompas de Falópio. Desta maneira impede-se que o óvulo se encontre com os espermatozóides. O ciclo menstrual não se altera. Do ponto de vista cirúrgico a esterilização oferece um baixo nível de risco. A esterilização não afecta o comportamento sexual. Podem ocorrer problemas psicológicos se não existir uma informação correcta ou se a decisão não tiver sido bem assumida. Por conseguinte, a esterilização requer uma decisão meditada e madura de não querer ter filhos, a partir dessa data.
O aborto é um método contraceptivo? Não, o aborto não é um método contraceptivo; é uma interrupção de uma gravidez não desejada, resultante da ausência de planeamento familiar. O aborto pode ser espontâneo ou provocado. Neste caso representa o último recurso face a uma gravidez não desejada. A não existência de contracepção ou a sua ineficácia estão na origem desta situação. Quando realizado sem garantias sanitárias, representa um gravíssimo risco para a vida da mulher. No nosso país o aborto está legalizado só em alguns casosLei 6/84, de 11. 05. 84: Quando é o único meio de evitar perigo de morte ou de grave, irreversível ou duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física e psíquica da mulher grávida. Neste caso poderá ser realizado nas 12 semanas de gravidez; Quando existem seguros motivos para prever que a criança irá sofrer de uma grave doença ou malformação, incuráveis. Neste caso poderá ser realizado nas primeiras 16 semanas de gravidez. Quando a gravidez resultar de violação. Neste caso poderá ser realizado nas 12 primeiras semanas de gravidez. É preciso evitar o aborto e a única maneira de o fazer é utilizar um método contraceptivo seguro e adequado.
O que são e como se utilizam as consultas de planeamento familiar? No nosso país só a partir de 1976 apareceram as consultas de Planeamento Familiar que existe nos Centros de Saúde e nos Hospitais Centrais. Nesses centros dão-se informações sobre os vários métodos contraceptivos e orientações para a sua utilização correcta. Estão abertos ao rapaz, à rapariga ou ao casal, porque o planeamento é uma responsabilidade a ser partilhada. O acesso a estas consultas foi recentemente reaberto às raparigas e aos rapazes qualquer que seja a sua idade.
www.apf.pt
 
olha lá já tinhas mais respeito não?:mad:

Não acho que tenha faltado ao respeito a ninguém. Não falei para ninguém em especial.

Curioso é teres focado a tua observação no conteúdo lexical utilizado, em vez de comentares a ideia por mim introduzida...

Afinal de contas se uma adolescente fizer felacio, pode-se considerar ter perdido a virgindade ou não? Eu já tenho a minha opinião...[:cool:] [:p]
 
(Bitch mode on)

Alguém precisa de educação sexual agora? Para quê? Já vem aí o aborto...

(Bitch mode off)
O objectivo da educação sexual é contribuir, ainda que parcialmente, para uma vivência mais informada, mais gratificante, mais autónoma e mais responsável da sexualidade.
 
Última edição:
Não acho que tenha faltado ao respeito a ninguém. Não falei para ninguém em especial.

Curioso é teres focado a tua observação no conteúdo lexical utilizado, em vez de comentares a ideia por mim introduzida...

Afinal de contas se uma adolescente fizer felacio, pode-se considerar ter perdido a virgindade ou não? Eu já tenho a minha opinião...[:cool:] [:p]
olha não te armes em espertinho porque sabes tão bem quanto eu que não foi dessa forma que colocaste a questão. E para tipos como tu que se armam naquilo que não são eu nem sequer me dou ao trabalho de explicar. Queres saber a resposta à tua pergunta pesquisa!!!
 
olha não te armes em espertinho porque sabes tão bem quanto eu que não foi dessa forma que colocaste a questão. E para tipos como tu que se armam naquilo que não são eu nem sequer me dou ao trabalho de explicar. Queres saber a resposta à tua pergunta pesquisa!!!

Olha olha! Está toda irritada...vamos ter lá calma ó Drª.[:cool:]

Digamos que, em relação à pergunta, eu tenho a minha opinião mais que fundamentada. Gostava era de tomar conhecimento da opinião da Drª, que tão sabiamente trouxe este tema aqui ao fórum.

Em relação ao armar naquilo que não sou....mas afinal sou o quê???[:cool:][:p]
 
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