Por causa de uma situação dessas na Ponte 25 de Abril, há uns 15 anos, é que passei a ''anotar'' todas as passagens que faço na VV.
Ainda estou à espera que me devolvam o dinheiro.
Este meu post devia ficar sticky. Conehço bem de perto duas situações de cobranças individas de portagens, e foram resolvidas de formas diferentes mas permanentemente.
1ª- Um carro até pouco comum com contrato de via verde desde novo (1999), sendo que os pouco mais de 30 000 km revelam o seu extremo uso, sendo que ao respetivo dono eram descontados diversos valores referentes a passagens na via verde, que nunca foram feitas pelo carro em questão.
Após se ter enviado uma digitalização do livrete da viatura e posteriormente se ter chegado à conclusão, que a matricula tinha sido colonada e os valores cintinuarem a serem debitados, procedeu-se à extinção do contrato.
2ª- Idosa proprietaria de uma scooter de 45 cm3 recebeu uma carta, de uma concessionaria da A28 para pagar scuts. Contactou-se a concessionaria da auto-estrada e informou-se que;
a) A proprietaria ja não utilizava a scooter por problemas de sáude
b) Que esta se encontrava a mais de uma centena de quilometeros de distancia
c)Como é que o responsável pelo controlo daquela via verde não era capaz de distinguir, uma scooter de uma mota?
Em resposta ao ponto c) a relações publicas da concessionaria referiu que, se fosse um carro com matrcula de mota nem se quer ligavam e nao enviavam a multa, mas como era uma mota (com matricula de uma scooter) já não consideravam estrenho.
Resolução:
Enviou-se uma digitalização dos documentos e uma fotografia da scooter em questão e referiu-se que no caso de esta situação voltar a acontecer que se contactaria um advogado, para tratar do assunto.
A relações publicas da auto-estrada referiu que, guardavam as provas/documentos enviados e que no caso de voltar acontecer que não enviariam nenhuma carta nem fariam nenhuma cobrança pois já sabiam o que se passava, e quem pertencia a dita matricula.