Estupefacção!!!!

Estado
Não está aberto a mais respostas.

cravo e canela

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Ainda o "caso Esmeralda", senhor Sargento (vá lá, façamos continência...) e senhor carpinteiro (pai biológico).

Será que os "populares" que se deslocaram ao tribunal, na semana passada, para defenderem o novo herói nacional Sr. Sargento (admira-me não estar na lista dos 10 Grandes Portugueses!!!) e insultarem o Sr. Carpinteiro (gatuno, vai trabalhar malandro!) não têm vergonha???

Deviam! Tenham vergonha.
 
A opinião pública foi formada com base em dois factos:

1 - antes da mãe biológica entregar a filha para adopção (um documento sem valor legal, daí os pais adoptivos não terem direito sobre a menor), pediu auxílio ao pai da miúda para a alimentar, e este foi negado porque ele tinha dúvidas quanto à paternidade;

2 - o casal que a adoptou nunca quis saber do ADN, sempre acarinhou a criança desde o primeiro momento.

Já agora uma pergunta: porque é que um user inscrito desde 18/1 e que nunca tinha postado nada, a 1ª vez que diz alguma coisa é para tomar partido com tanta indignação? Simpatia por uma das partes?
 
citação:Originalmente colocada por RAD

A opinião pública foi formada com base em dois factos:

1 - antes da mãe biológica entregar a filha para adopção (um documento sem valor legal, daí os pais adoptivos não terem direito sobre a menor), pediu auxílio ao pai da miúda para a alimentar, e este foi negado porque ele tinha dúvidas quanto à paternidade;

2 - o casal que a adoptou nunca quis saber do ADN, sempre acarinhou a criança desde o primeiro momento.

Já agora uma pergunta: porque é que um user inscrito desde 18/1 e que nunca tinha postado nada, a 1ª vez que diz alguma coisa é para tomar partido com tanta indignação? Simpatia por uma das partes?
 
lol

acho muita piada... quer dizer o pai nunca quis saber da filha... e agora lembra-se e vai tira-la à família que a recebeu e a única que ela tem?

Se se arrependeu podia pedir para a conhecer e manter contacto com ela, mas qualquer pessoa com bom senso sabe que os VERDADEIROS pais da menina são efectivamente os pais adoptivos.

Porque fazer filhos é muito fácil... cuidar deles é é ser Pai ou Mãe!
 
citação:Originalmente colocada por RAD

A opinião pública foi formada com base em dois factos:

1 - antes da mãe biológica entregar a filha para adopção (um documento sem valor legal, daí os pais adoptivos não terem direito sobre a menor), pediu auxílio ao pai da miúda para a alimentar, e este foi negado porque ele tinha dúvidas quanto à paternidade;

2 - o casal que a adoptou nunca quis saber do ADN, sempre acarinhou a criança desde o primeiro momento.

Já agora uma pergunta: porque é que um user inscrito desde 18/1 e que nunca tinha postado nada, a 1ª vez que diz alguma coisa é para tomar partido com tanta indignação? Simpatia por uma das partes?

Não tenho simpatia por nenhuma das partes. Mas antes de formar a minha opinião quis estar bem informada. E descobri mais do que os dois factos em que a opinião pública se formou.

1- a mãe biológica não deu a filha para adopção (isso implica um procedimento legal), limitou-se a dar, oferecer a bebé a uma senhora e esta senhora deu a bebé ao casal.

2- O casal nunca adoptou a criança. Tentaram bastante tempo depois de terem a criança, e, mal aconselhados, basearam a adopção num documento sem valor jurídico.

Entretanto é preciso que se diga que o pai biológico da criança contestou a paternidade da mesma, baseando a sua dúvida no contexto de vida da mãe biológica, mas prestou declarações escritas nas quais deixou claro que assumiria a paternidade se fosse de facto o progenitor. Confirmada a paternidade, o pai biológico perfilhou a criança a 24 de Fevereiro de 2003, tinha a bebé 1 ano.
Há 2 anos e meio uma decisão do tribunal concedeu o poder paternal ao pai biológico e ordenou ao casal a entrega da criança. A bebé teria então 2 anos e meio.

Muito mais haveria a dizer mas tudo se resume a isto: o casal ama a bebé como filha deles que realmente é, porque são os únicos a quem a criança ama e reconhece como tal. Não acho que se deva retirar a criança dos pais com quem está e entregar ao pai biológico, que ela nunca viu nem sabe que existe. Há que pôr os interesses da criança em primeiríssimo lugar.
Mas crucificar em praça pública, como vi nas notícias na semana passada, um homem que se limitou a esperar pelos teste de paternidade e pela decisão do tribunal, e classificá-lo como "ladrão", "gatuno", "malandro", etc., é incompreensível e inqualificável.
 
citação:Originalmente colocada por cravo e canela

Ainda o "caso Esmeralda", senhor Sargento (vá lá, façamos continência...) e senhor carpinteiro (pai biológico).

Será que os "populares" que se deslocaram ao tribunal, na semana passada, para defenderem o novo herói nacional Sr. Sargento (admira-me não estar na lista dos 10 Grandes Portugueses!!!) e insultarem o Sr. Carpinteiro (gatuno, vai trabalhar malandro!) não têm vergonha???

Deviam! Tenham vergonha.

E tu, não tens vergonha?

Vai trabalhar malandro!
 
citação:Originalmente colocada por cravo e canela

citação:Originalmente colocada por RAD

A opinião pública foi formada com base em dois factos:

1 - antes da mãe biológica entregar a filha para adopção (um documento sem valor legal, daí os pais adoptivos não terem direito sobre a menor), pediu auxílio ao pai da miúda para a alimentar, e este foi negado porque ele tinha dúvidas quanto à paternidade;

2 - o casal que a adoptou nunca quis saber do ADN, sempre acarinhou a criança desde o primeiro momento.

Já agora uma pergunta: porque é que um user inscrito desde 18/1 e que nunca tinha postado nada, a 1ª vez que diz alguma coisa é para tomar partido com tanta indignação? Simpatia por uma das partes?

Não tenho simpatia por nenhuma das partes. Mas antes de formar a minha opinião quis estar bem informada. E descobri mais do que os dois factos em que a opinião pública se formou.

1- a mãe biológica não deu a filha para adopção (isso implica um procedimento legal), limitou-se a dar, oferecer a bebé a uma senhora e esta senhora deu a bebé ao casal.

2- O casal nunca adoptou a criança. Tentaram bastante tempo depois de terem a criança, e, mal aconselhados, basearam a adopção num documento sem valor jurídico.

Entretanto é preciso que se diga que o pai biológico da criança contestou a paternidade da mesma, baseando a sua dúvida no contexto de vida da mãe biológica, mas prestou declarações escritas nas quais deixou claro que assumiria a paternidade se fosse de facto o progenitor. Confirmada a paternidade, o pai biológico perfilhou a criança a 24 de Fevereiro de 2003, tinha a bebé 1 ano.
Há 2 anos e meio uma decisão do tribunal concedeu o poder paternal ao pai biológico e ordenou ao casal a entrega da criança. A bebé teria então 2 anos e meio.

Muito mais haveria a dizer mas tudo se resume a isto: o casal ama a bebé como filha deles que realmente é, porque são os únicos a quem a criança ama e reconhece como tal. Não acho que se deva retirar a criança dos pais com quem está e entregar ao pai biológico, que ela nunca viu nem sabe que existe. Há que pôr os interesses da criança em primeiríssimo lugar.
Mas crucificar em praça pública, como vi nas notícias na semana passada, um homem que se limitou a esperar pelos teste de paternidade e pela decisão do tribunal, e classificá-lo como "ladrão", "gatuno", "malandro", etc., é incompreensível e inqualificável.

Concordo contigo e além disso o caso que está em tribunal nem sequer é a Tutela da criança mas sim o crime de sequestro que o Sr. Sargento cometeu. Infelizmente usaram a criança como meio para atingir um fim.
 
citação:Originalmente colocada por McDriver

citação:Originalmente colocada por cravo e canela

Ainda o "caso Esmeralda", senhor Sargento (vá lá, façamos continência...) e senhor carpinteiro (pai biológico).

Será que os "populares" que se deslocaram ao tribunal, na semana passada, para defenderem o novo herói nacional Sr. Sargento (admira-me não estar na lista dos 10 Grandes Portugueses!!!) e insultarem o Sr. Carpinteiro (gatuno, vai trabalhar malandro!) não têm vergonha???

Deviam! Tenham vergonha.

E tu, não tens vergonha?

Vai trabalhar malandro!

malandrA se faz favor. ;)
obrigada!!!
 
citação:Originalmente colocada por cravo e canela

Ainda o "caso Esmeralda", senhor Sargento (vá lá, façamos continência...) e senhor carpinteiro (pai biológico).

Será que os "populares" que se deslocaram ao tribunal, na semana passada, para defenderem o novo herói nacional Sr. Sargento (admira-me não estar na lista dos 10 Grandes Portugueses!!!) e insultarem o Sr. Carpinteiro (gatuno, vai trabalhar malandro!) não têm vergonha???

Deviam! Tenham vergonha.

então? queimou?
 
Então se eu quiser adoptar uma criança basta mantê-la sob a minha educação até aos cinco anos (raptada, sequestrada, oferecida, comprada) que depois, pelo superior interesse da criança, já ninguém ma tira?


[8][8][8][8][8][8][8][8][8][8]


Existem leis neste país. Se querem viver aqui é bom que as cumpram.

E a lei mais antiga de todas que se aplica a este processo é a da paternidade natural. É do senso comum aceitar que os filhos pertencem aos pais biológicos. Já é uma aceitação de há séculos.

Imaginem se cada criança tivesse de ter um processo em tribunal para decidir o seu futuro. Era lindo...[8]
 
Então o pai biológico NEGOU a cedência monetária para ajuda da criança por negar a paternidade, agora que lhe cheira a dinheiro, já é pai da mesma?
 
O pai biológico só quer é €€€€€, mais nada..

Não quis saber dela, tinha duvidas e só quando foi chamado passado um bom tempo e acompanhado pela GNR foi fazer os testes..
Ai confirmou que era pai, e pensou logo em ganhar uns trocos..

Venha quem vier, ninguem me tira isso da ideia.. viu dinheiro fácil.. com jeitinho e o outro sendo militar, podia escorrer uns bons trocos..
 
citação:Originalmente colocada por cravo e canela

citação:Originalmente colocada por RAD

A opinião pública foi formada com base em dois factos:

1 - antes da mãe biológica entregar a filha para adopção (um documento sem valor legal, daí os pais adoptivos não terem direito sobre a menor), pediu auxílio ao pai da miúda para a alimentar, e este foi negado porque ele tinha dúvidas quanto à paternidade;

2 - o casal que a adoptou nunca quis saber do ADN, sempre acarinhou a criança desde o primeiro momento.

Já agora uma pergunta: porque é que um user inscrito desde 18/1 e que nunca tinha postado nada, a 1ª vez que diz alguma coisa é para tomar partido com tanta indignação? Simpatia por uma das partes?

Não tenho simpatia por nenhuma das partes. Mas antes de formar a minha opinião quis estar bem informada. E descobri mais do que os dois factos em que a opinião pública se formou.

1- a mãe biológica não deu a filha para adopção (isso implica um procedimento legal), limitou-se a dar, oferecer a bebé a uma senhora e esta senhora deu a bebé ao casal.

2- O casal nunca adoptou a criança. Tentaram bastante tempo depois de terem a criança, e, mal aconselhados, basearam a adopção num documento sem valor jurídico.

Entretanto é preciso que se diga que o pai biológico da criança contestou a paternidade da mesma, baseando a sua dúvida no contexto de vida da mãe biológica, mas prestou declarações escritas nas quais deixou claro que assumiria a paternidade se fosse de facto o progenitor. Confirmada a paternidade, o pai biológico perfilhou a criança a 24 de Fevereiro de 2003, tinha a bebé 1 ano.
Há 2 anos e meio uma decisão do tribunal concedeu o poder paternal ao pai biológico e ordenou ao casal a entrega da criança. A bebé teria então 2 anos e meio.

Muito mais haveria a dizer mas tudo se resume a isto: o casal ama a bebé como filha deles que realmente é, porque são os únicos a quem a criança ama e reconhece como tal. Não acho que se deva retirar a criança dos pais com quem está e entregar ao pai biológico, que ela nunca viu nem sabe que existe. Há que pôr os interesses da criança em primeiríssimo lugar.
Mas crucificar em praça pública, como vi nas notícias na semana passada, um homem que se limitou a esperar pelos teste de paternidade e pela decisão do tribunal, e classificá-lo como "ladrão", "gatuno", "malandro", etc., é incompreensível e inqualificável.
Ora aqui está um post mais moderado :)

Quanto ao que eu escrevi - «antes da mãe biológica entregar a filha para adopção (um documento sem valor legal» -, a adopção deve ser lida entre aspas, mas de qualquer forma já tinha referido que a forma como a mãe biológica e o casal resolveram o caso não tem valor jurídico nenhum, mesmo que as intenções fossem as melhores.

Claro que os populares se excedem sempre. De qualquer forma, o pai biológico não «se limitou a esperar pelos teste de paternidade e pela decisão do tribunal»! Um homem a quem uma mulher pede auxílio para alimentar uma criança com semanas que pode ser sua, tem a obrigação moral de, ou pela possibilidade (na altura em aberto) de existir consanguinidade, ou no mínimo por humanidade, não lhe fechar a porta na cara. Com que cara esse homem vai olhar um dia para a filha a quem recusou alimento? «Desculpa filha, duvidei que fosse teu pai»? Isto é de ser humano?
 
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