Europa, Quo Vadis?

Não desculpa, mas isso já é pedir de mais! Não esperes que alguém que não sabe a diferença entre um acento agudo e um grave saiba calcular percentagens. [:D]
O que interessa é que a cartilha cabe bem no interior do hamburger, e eles deliciam-se.

*demais
 
Vou colocar aqui um texto escrito pelos franceses durante a primeira vaga de imigração portuguesa para França:

Que dizer dos imigrantes? "São esquisitos, baixos e com bigodes e barbas. Chegam, na esmagadora maioria, homens. Elas, quando vêm, cobrem os cabelos com panos e não usam saia acima do joelho. Muitas são proibidas pelos maridos de cortarem o cabelo. Por vezes, eles ameaçam-nas com uma chapada ou um murro; elas, subservientes, baixam a cabeça e colam as mãos ao ventre. Trazem com eles uma paixão fervorosa pela religião. Usam colares com o símbolo das suas crenças e são capazes de dar mais do que têm para que o seu local de culto, na sua terra natal, tenha um relógio ou um telhado novo." (Portugueses nos bidonvilles, 1969)


Agora pensa nisto. Os tugas não eram muito diferentes dos muçulmanos há algumas décadas atrás[;)]

Sabes que esse texto é ficção cujo a parte final tem sido apagado nas suas partilhas?
pesquisa pelo original escrito em 2015 no manifesto74 por Ricardo M Santos.
 
Vou colocar aqui um texto escrito pelos franceses durante a primeira vaga de imigração portuguesa para França:

Que dizer dos imigrantes? "São esquisitos, baixos e com bigodes e barbas. Chegam, na esmagadora maioria, homens. Elas, quando vêm, cobrem os cabelos com panos e não usam saia acima do joelho. Muitas são proibidas pelos maridos de cortarem o cabelo. Por vezes, eles ameaçam-nas com uma chapada ou um murro; elas, subservientes, baixam a cabeça e colam as mãos ao ventre. Trazem com eles uma paixão fervorosa pela religião. Usam colares com o símbolo das suas crenças e são capazes de dar mais do que têm para que o seu local de culto, na sua terra natal, tenha um relógio ou um telhado novo." (Portugueses nos bidonvilles, 1969)


Agora pensa nisto. Os tugas não eram muito diferentes dos muçulmanos há algumas décadas atrás[;)]



era exatamente igual - são famosos os atentados bombistas dos Portugueses em França nos anos 60, os ataques a crianças com facas, os atropelamentos maciços em mercados de Natal, e o aumento substancial de violações e crimes contra as mulheres praticados pelos Portugueses.

também era comum partirem e pegarem fogo a tudo quando a selecção lá ia jogar.
 
Sabes que esse texto é ficção cujo a parte final tem sido apagado nas suas partilhas?
pesquisa pelo original escrito em 2015 no manifesto74 por Ricardo M Santos.

Não sei a origem desse texto, ficção dizes.
Mas esse texto parece-me uma ficção baseada em factos reais, e não é apenas uma visão de um Francês, acho que até um Português consegue identificar os traços. E a julgar por muitas noticias que partilhas no tópico do crime, parece-me que essa imagem começa a estar de novo colada à realidade por uma parte da população.
Até o bigode voltou a ser moda.
 
Por acaso é mesmo grande 'patapé' na gramática.

Não amiguinho, estás engando. Está mesmo correto.
Não sejas turbo.

De mais opõe-se a "de menos", se a expressão "de mais" puder ser substituída por "de menos" ou "a menos", a escrita está correta. Por exemplo: "Pediram de mais, mas não precisam de menos".

"Não desculpa, mas isso já é pedir de mais" porque o que eles sabem é de menos [;)]

​Boa tentativa.
 
Não amiguinho, estás engando. Está mesmo correto.
Não sejas turbo.

De mais opõe-se a "de menos", se a expressão "de mais" puder ser substituída por "de menos" ou "a menos", a escrita está correta. Por exemplo: "Pediram de mais, mas não precisam de menos".

"Não desculpa, mas isso já é pedir de mais" porque o que eles sabem é de menos [;)]

​Boa tentativa.

Tenho ideia que o verbo exige o advérbio, e a locução se usa quando há um substantivo... Mas vou deixar em aberto.

E amiguinho não, se os queres, vai fazê-los [:cool:]
 
Não sei a origem desse texto, ficção dizes.
Mas esse texto parece-me uma ficção baseada em factos reais, e não é apenas uma visão de um Francês, acho que até um Português consegue identificar os traços. E a julgar por muitas noticias que partilhas no tópico do crime, parece-me que essa imagem começa a estar de novo colada à realidade por uma parte da população.
Até o bigode voltou a ser moda.

Seja de que extremo for, sou contra falsidades manipulatorias dai referir o que referi.
 
Seja de que extremo for, sou contra falsidades manipulatorias dai referir o que referi.

Como já deves ter percebido, partilhamos essa coisa de não gostar de mentirosos e cartilheiros.

Reposta a origem do texto, o resto mantem-se, essa era a imagem (mais coisa menos coisa) que os franceses tinham dos Portugueses, pelo simples facto que essa era a imagem que os próprios Portugueses tinham e ainda muitas vezes têm, deles próprios.
 
era exatamente igual - são famosos os atentados bombistas dos Portugueses em França nos anos 60, os ataques a crianças com facas, os atropelamentos maciços em mercados de Natal, e o aumento substancial de violações e crimes contra as mulheres praticados pelos Portugueses.

também era comum partirem e pegarem fogo a tudo quando a selecção lá ia jogar.

Se a França andasse a invadir, a matar inocentes e a provocar guerras em Portugal ainda hoje como fazem nos países muçulmanos podes ter a certeza que os portugueses não seriam assim tão meigos em França...
 
Sabes que esse texto é ficção cujo a parte final tem sido apagado nas suas partilhas?
pesquisa pelo original escrito em 2015 no manifesto74 por Ricardo M Santos.

Independentemente disso, é o retrato dos emigrantes portugueses em França nos anos 60.

Não é extremismo nenhum, era a pura realidade como eram os portugueses emigrantes nos anos 60 e como eram vistos nesses países. Aliás se ainda hoje muitos são assim, tirando os panos na cabeça...
 
Last edited:
Tens de passar em certos bairros durante o dia.

Tens de ir aos centros comerciais a meio do dia ou hora de expediente.

Acaba ou diminui o tempo ou valor de subsídios e vais ver se a MO não aparece. [:p]

Ainda agora coloquei no tópico da politica, um exemplo de um País onde isso funciona

Exagero desnecessário.

Segurança Social recusa divulgar quantas famílias ciganas beneficiam de RSI

Segurança Social recusa divulgar quantas famílias ciganas beneficiam de RSI - Folha Nacional

Para André Ventura, Presidente do segundo maior partido, a ausência destes dados impede uma avaliação objetiva do sistema e poderá proteger eventuais “privilégios” que considera injustificados.


é uma chatice divulgar, porque depois percebe-se que são todas, independentemente de terem outras fontes de rendimento ou não.
 
Se a França andasse a invadir, a matar inocentes e a provocar guerras em Portugal ainda hoje como fazem nos países muçulmanos podes ter a certeza que os portugueses não seriam assim tão meigos em França...



só me dás razão, então se calhar é melhor não os deixar entrar [:D]

se calhar......
 
só me dás razão, então se calhar é melhor não os deixar entrar [:D]

se calhar......

Muitos são refugiados (é obrigação dos países ricos receber refugiados segundo as convenções assinadas há décadas) e muitos outros são migrantes que chegam de forma ilegal portanto é impossível de controlar. Depois os países de origem não os aceitam de volta como é natural e dessa forma não podem ser deportados.
 
Vou colocar aqui um texto escrito pelos franceses durante a primeira vaga de imigração portuguesa para França:

Que dizer dos imigrantes? "São esquisitos, baixos e com bigodes e barbas. Chegam, na esmagadora maioria, homens. Elas, quando vêm, cobrem os cabelos com panos e não usam saia acima do joelho. Muitas são proibidas pelos maridos de cortarem o cabelo. Por vezes, eles ameaçam-nas com uma chapada ou um murro; elas, subservientes, baixam a cabeça e colam as mãos ao ventre. Trazem com eles uma paixão fervorosa pela religião. Usam colares com o símbolo das suas crenças e são capazes de dar mais do que têm para que o seu local de culto, na sua terra natal, tenha um relógio ou um telhado novo." (Portugueses nos bidonvilles, 1969)


Agora pensa nisto. Os tugas não eram muito diferentes dos muçulmanos há algumas décadas atrás[;)]

Falam na religião mas é a mesma que a da maioria dos Franceses, logo, isso não é um sinal que deve servir de distinção.

Vejo essencialmente uma descrição de um Povo atrasado, fruto de uma educação e tradições paradas no tempo. Ainda vai havendo algum desse Portugal por aí, cada vez mais raro e escasso mas ainda há. Prova que a evolução não chega a todo o lado e ainda se sofre os défices de cultura e educação que gracearam neste País em grande parte do século XX.

Notoriamente, não se vê uma sequer palavra contra o Povo que os acolheu, não se lê nada que indique que esses Tugas fossem agressivos para os locais ou tenham tentado impôr a sua presença.

E aqui é que está a diferença, os Portugueses ambientaram-se bem, a pulso e a muito.custo, e apesar de serem ainda visto como um Povo menor, são minimamente respeitados e aceites.

Já estas últimas vagas que assolam a Europa... Nada a ver. Digam o que disserem, argumentem como quiserem. Vão sempre andar longe de cono as coisas realmente são.
 
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