exércitos privados

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como o mundo vai muito para além da epidemia

nas últimas décadas tem crescidos os exércitos privados

agora parece que irão crescer mais um bocado

EUA começam a privatizar a sua força militar em África


Enquanto o plano da Casa Branca de retirar grande parte dos sete mil efectivos do continente é alvo de críticas até entre os republicanos no Congresso, a empresa que contratou um vice-chefe de gabinete de Trump ganhou um contrato de 249 milhões de dólares com o Africom.

Numa altura em que no Senado dos Estados Unidos há vozes bipartidárias que criticam a anunciada pretensão da Administração norte-americana de retirar a maioria das suas forças do continente africano, e o secretário da Defesa, Mark Esper, garante que nenhuma decisão foi ainda tomada, o Pentágono prossegue a privatização de algumas das actividades do Africom – Comando dos Estados Unidos para África


A CACI International, processada em 2004, junto com a Titan, pela suspeita do seu envolvimento em torturas nos interrogatórios na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, conseguiu agora um contrato de seis anos com a Africom, através da sua subsidiária Wexford Group International, no valor de 249 milhões de dólares (223,5 milhões de euros).

Segundo a empresa, a CACI vai estar a cargo de missões especializadas de alto nível para a Africom, os seus comandos e parceiros, com especialistas estacionados no quartel-general do comando na Alemanha e no terreno em África para planear e executar operações de contingência, crise e de manutenção da paz.

Apesar de a CACI trabalhar essencialmente para o governo dos EUA, este é o primeiro contrato da empresa com o comando de África e é também o primeiro grande negócio com o Estado que concretiza desde a chegada do vice-chefe de Gabinete de Donald Trump à empresa em Fevereiro.

Daniel Walsh estava na Casa Branca desde a tomada de posse de Trump, com quem mantinha uma relação cordial, com acesso directo à Sala Oval, onde ia a despacho regularmente, até ser contratado pela CACI International em Novembro.

Na altura, o Presidente não se poupou nos elogios. “Dan Walsh é um fantástico membro da equipa e serviu a Casa Branca e a minha Administração com o maior profissionalismo e honra”, afirmou Trump ao Washington Post. “Aceitou um grande emprego no sector privado, como quase todas as pessoas da minha equipa que tiveram experiência na Casa Branca fizeram,” acrescentou.

É o primeiro emprego de Walsh no sector privado depois de 24 anos na Guarda Costeira e três anos na Administração Trump, onde organizava as visitas do chefe de Estado ao estrangeiro e dirigia a casa militar, estabelecendo a ponte entre a Casa Branca e as Forças Armadas.

A CACI contratou-o para dirigir a estratégia de expansão dos seus negócios na defesa e na segurança interna ou, nas palavras da própria empresa, para “liderar os esforços para melhorar o posicionamento da CACI no mercado de segurança nacional e liderança de pensamento, trazer informação e conhecimentos em assuntos importantes da indústria e ajudar a aprofundar e expandir o relacionamento com clientes-chave”.

Com este contrato, a CACI passa a ser um dos parceiros preferenciais da Africom que já usa empresas privadas para planear exercícios conjuntos (Cubi Defense Applications e Valiant Global Defense Services) e para pilotar os drones de espionagem (Aevex Aerospace) estacionados na sua base de Agadez, no Níger.

A entrega de determinadas áreas do comando africano a privados, dá ideia de que a Administração Trump está mesmo empenhada em retirar grande parte das suas forças de África, redireccionando os seus esforços para a região da Ásia-Pacífico, onde os EUA acreditam que necessitam de maior presença para travar as ambições de China e Rússia.

O Pentágono defende que nada está decidido e que a nova política de defesa se encontra em fase de estudo. Em Janeiro, o porta-voz do Departamento de Defesa, Jonathan Hoffman, referiu ao Washington Post que Mark Esper analisou as missões e atribuições de todos os nove comandos regionais norte-americanos e se preparava para conversar com os aliados e parceiros dos EUA para ver se podiam assumir mais responsabilidades.

No entanto, a vontade expressa pela Administração está a gerar muitas críticas no Congresso e até a mobilizar uma frente bipartidária contra a intenção de diminuir a presença norte-americana em África.

Ainda este mês, o senador republicano James Inhofe afirmava que em vez de pensar em reduzir a presença em África, os EUA deviam era aumentá-la. “O verdadeiro ‘dimensionamento correcto’ das forças americanas em África deve resultar num aumento de pessoas e de apoio e não numa diminuição”, refere o senador no seu site.

Ainda este mês, o senador republicano James Inhofe afirmava que em vez de pensar em reduzir a presença em África, os EUA deviam era aumentá-la. “O verdadeiro ‘dimensionamento correcto’ das forças americanas em África deve resultar num aumento de pessoas e de apoio e não numa diminuição”, refere o senador no seu site.

Inhofe referia que, na reunião anual do comité das Forças Armadas do Senado, em Janeiro, “muitos senadores de ambos os lados falaram e colocaram questões que ressalvam a importância” da “presença em África” dos EUA, uma grande mudança em relação ao que se passava há dez anos, quando apenas um punhado de senadores defendiam a criação da Africom.


o artigo foca-se em aspectos secundários

o crescente poder de exercitos privados é preocupante

se há área que deve ser pública é esta
 
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quando vires um exercito privado a fazer um golpe de estado e a tomar o poder num país vais dizer-me se é enchimento de chouriços
 
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quando vires um exercito privado a fazer um golpe de estado e a tomar o poder num país vais dizer-me se é enchimento de chouriços

Editaste o post por seres mais adulto que eu? [:D]

Devias era editar o post inicial para escreveres corretamente "foca-se" e não "focasse" [:p]
 
quando vires um exercito privado a fazer um golpe de estado e a tomar o poder num país vais dizer-me se é enchimento de chouriços

Um exército privado como o nome indica é privado e constituido essencialmente ou por pessoal com formação militar e pessoal que nunca conseguiu ser militar, bem equipados/armados e bem pagos.... para serem bem pagos e sendo privado querendo maximizar os lucros apoiam grupos com poder económico elevado.

Por alguma razão os EUA querem abandonar África com as suas tropas oficiais...entregam essa parte aos privados e eles que queimem as pestanas e efetivos por lá...

Mas qual é o teu problema com os exércitos privados dos outros?

Os senadores falam em aumentar a presença lá porque não são eles que batem lá com os costados...os EUA têm forças por quase todo o mundo...mas existem zonas que não interessam nem ao menino jesus...e é essa a intenção, reduzir a desmotivação das forças americanas nessas regiões, entregando essa capacidade a privados, a médio prazo fica mais barato. porque em caso de perdas de vidas humanas, não são militares americanos...
 
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sempre houve mercenários. Em França a legião estrangeira sempre funcionou assim.

exércitos de mercenários / exércitos privados ou subcontratados são usados em operações noutros países, não são usados para defesa nacional.

o perigo que colocaste aí não existe.
 
sempre houve mercenários. Em França a legião estrangeira sempre funcionou assim.

exércitos de mercenários / exércitos privados ou subcontratados são usados em operações noutros países, não são usados para defesa nacional.

o perigo que colocaste aí não existe.

Pode acontecer...em África/Ásia...onde existam interesses económicos fortes e quem detenha o poder não queira partilhar/abdicar.

Nos anos 80 os EUA usavam o Exército oficial para essas invasões...agora não fica bem...o A. Noriega que o diga....
 
mas a legião estrangeira está integrada nas forças armadas francesas, é diferente

quanto ao perigo dos exercitos privados é estudar a história do antigo imperio romano ou doutros paises

basta a oportunidade e um calculo de custo/beneficio para a existencia de exercitos privados poderosos poder ser muito perigosa
 
sempre houve mercenários. Em França a legião estrangeira sempre funcionou assim.

exércitos de mercenários / exércitos privados ou subcontratados são usados em operações noutros países, não são usados para defesa nacional.

o perigo que colocaste aí não existe.

Até a igreja católica sempre teve exércitos privados. As Cruzadas e os Templários tinham muitos não-clérigos nas suas hostes (ou clérigos só no papel).
 
funcionavam como uma especie de exercito comum da cristandade e eram ideologicamente muito motivados

exercitos privados poderosos movidos apenas pelo dinheiro podem tomar o poder em varios paises
 
funcionavam como uma especie de exercito comum da cristandade e eram ideologicamente muito motivados

exercitos privados poderosos movidos apenas pelo dinheiro podem tomar o poder em varios paises

depende dos paises

depende das valencias economicas dos paises

depende da vontade de quem os contrata

depende da comunidade internacional olhar para o lado ou intervir

saindo da teologia...

onde vislumbras isso a suceder em breve?

isto no campo hipotético claro.
 
funcionavam como uma especie de exercito comum da cristandade e eram ideologicamente muito motivados

exercitos privados poderosos movidos apenas pelo dinheiro podem tomar o poder em varios paises

Ideologicamente mais ou menos... Não é à toa que os Templários inventaram as bases da banca moderna.
 
Isto dos exercitos privados já há muitos anos que existe.

Mesmo os próprios estados (caso até dos EUA) os usam, quando querem ter representatividade em certos locais, sem no entanto e aos olhos do mundo lá estarem...

E se existirem baixas, nunca serão soldados regulares... mas sim tão só, pessoas pertencentes a essas "empresas".
 
A título de exemplo e como referido no vídeo a seguir...

Em 1991 existia 1 mercenário para 100 soldados americanos

Em 2003 existia 10 mercenários para 100 soldados americanos

Em 2009 existia 140 mercenários para 100 soldados americanos...


 
na guerra não há inocentes, não há bons ou maus, só há a lei do mais forte

exército privado ou público é igual, tem o mesmo propósito
 
a única diferença entre o exército público e o privado é que o público defende um regime que pode ser democrático ou não
o privado defende quem lhe paga

vai dar tudo ao mesmo
 
A título de exemplo e como referido no vídeo a seguir...

Em 1991 existia 1 mercenário para 100 soldados americanos

Em 2003 existia 10 mercenários para 100 soldados americanos

Em 2009 existia 140 mercenários para 100 soldados americanos...




é isto, mas ninguém percebe os perigos disto?
 
Imaginam o grupo PSA a querer que as pessoas andem cada vez mais a pé?

Imaginam a coca-cola a querer que as pessoas bebam aguinha, que é mais saudável ?

Imaginam a ….

Imaginam uma "empresa de guerras" a querer que haja menos guerras? Pois … se os deixarem ganhar músculo, vai ser bonito ...
 
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