F1 2007 GP Brasil - Kimi Raikkonen CAMPEAO

Vinha aqui pedir para que houve-se alguma contenção no exagero das declarações!

Ao utilizador ZEN, talvez fosse melhor abrandar um pouco na cruzada Anti-Alonso, eu tb sou anti-alonso pq não simpatizo muito com ele, mas reconheço-lhe grandes capacidades! Não é necessário dedicar Todos os post's a atacar o Alonso. Este é um tópico da F1 2007 e convém comentar um pouco de tudo. A corria, quem ganhou quem perdeu, as equipas etc etc! Tem o direito a dizer o que quer do Alonso, apenas pedia alguma contenção no exagero de noticias anti-alonso.

Aos que acompanham o Zen nesta cruzada pedia as mesmas contenções.

Mas uma cruzada não é apenas com um lado. Do outro lado estão os anti-ferrari e pro-alonso. Que mesmo com várias evidencias tb não são capazes de reconhecer o que na realidade tem acontecido! Como tem sido o caso do 330i e seus companheiros.

Por isso pedia a todos alguma contenção neste tópico. E tentar manter uma conversa equilibrada sobre tudo.
 
Os EUA recebem a F1 focando a surpresa da época: Hamilton!

Andretti comenta Hamilton.

E Hamilton torna-se picante:

«Everyone is your rival, but your teammate is always the one you really want to beat," said Hamilton, who leads Alonso by eight points after Alonso's seventh-place finish Sunday. "Plus, he's the one with two championships."»

http://www.usatoday.com/sports/motor/formula1/2007-06-10-F1-history-made_N.htm?csp=34
 
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Agora a corrida de Indianapolis torna-se ainda mais interessante:

A Ferrari sabe que aquele circuito é muito diferente do de Montreal, como o demonstrou no ano passado: dificuldades no Canadá seguidas de domínio em Indianapolis. Além disso a Ferrari precisa, como no ano passado, de aproveitar este circuito, tendo como alvos naturais o 1º e 2º lugares. Raikkonen está a um passo de ter que se tornar ajudante de Massa e não um seu adversário, já que, como Mansell ao seu tempo na Ferrari, tarda em extrair de forma máxima o seu potencial na equipa. De Massa espera-se que reaja como reagiu ao erro da Malásia: que se supere e vença na prova seguinte, sabendo que o erro infantil do Canadá foi demasiado grave, e que lhe impediu o colar a Alonso na classificação geral.

Na McLaren Alonso vai ter uma das corridas mais importantes da sua vida. Como as suas reacções pós-Canadá deixam entender, o asturiano começa a ceder mentalmente, começando a duvidar de si mesmo face a um colega que provavelmente subestimou. Para Alonso é fundamental impor-se a Hamilton, para mais num circuito novidade para o inglês. Caso contrário a fragilidade decorrente da sua insólita situação de bicampeão secundarizado por um rookie pode ampliar-se. Hamilton não correu em Indianapolis, mas Alonso revela dificuldades neste circuito, como ocorreu em 2006, quando foi facilmente dominado por Fisichella.

Mas quem poderá gerar a grande surpresa em Indianapolis é mesmo a BMW. E Heidfeld, depois da solidez que tem demonstrado, pode muito bem ser a wild card do GP dos EUA, dando um golpe fatal nas aspirações de Raikkonen para 2007, já que está colado ao finlandês na classificação geral.

Venha a corrida!
 
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Pedro de La Rosa, na TV espanhola, foi claro ao afirmar que estava informado que Hamilton fizera a pole no Canadá com mais gasolina que Alonso!

Começa a levantar-se mais um problema na McLaren: foi já revelado que Alonso, por contrato, tem prioridade sobre a escolha de opções estratégicas (carga de gasolina na Qualificação, ordem de paragem nas boxes, etc...). Contudo, a McLaren, ao tempo de Hakkinen, utilizava um outro padrão que surge agora reclamado: aquele de ser o piloto melhor classificado a ter prioridade nas opções estratégicas. Na Ferrari, Todt sempre utilizava outro sistema: a prioridade de opção era para o piloto que marcasse o melhor tempo nos treinos livres.

E de acordo com o jornal inglês "Daily Mail", o contrato do "rookie" da McLaren prevê o pagamento de cerca de 15 mil euros por ponto conquistado.
 
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Alonso: 'Nunca he estado cómodo en McLaren'
ELMUNDO.ES
MADRID.- Momentos incómodos para Fernando Alonso en McLaren. El gran inicio de temporada de su compañero de equipo, Lewis Hamilton, ha sumido al español en una situación estresante y poco común, donde se discute la posición de primer piloto de un bicampeón del mundo. "Desde el primer momento no he estado cómodo del todo. Estoy en un equipo inglés, con un compañero inglés. Sabemos que todas las ayudas son para él, lo he entendido desde el principio y no me quejo", explica Alonso.

La victoria de Hamilton en el GP de Canadá ha agitado con fuerza los cimientos del 'box' de McLaren. Las críticas vertidas sobre la escudería británica y la investigación de la FIA por su actuación en Mónaco han convertido la tensión en la atmósfera a respirar continuamente. ¿Trato de favor a Hamilton? ¿Presión de la prensa británica? ¿La mala suerte de Alonso? Seguramente, todo influye.

Sin embargo, y en un momento de tanta presión, Alonso se mantiene tranquilo, dentro de lo que cabe. El piloto español, en declaraciones a 'El Larguero' de la Ser, sí reconoce que nunca se ha sentido cómodo: "Desde el primer momento no he estado cómodo del todo. Estoy con un compañero inglés, que lo está haciendo genial, en un equipo inglés, y sabemos que todas la ayudas son para él. Lo he entendido desde el primer momento, pero, bueno, no me quejo. De seis carreras he ganado dos y he hecho cuatro podios. Eso me permite tener unos puntos que me permiten luchar por el título".

La sorpresa que ha producido tener al rival más importante en la lucha por el campeonato a escasos metros, no inquieta al español. No verse en la cima es un situación normal, eventual y, en cualquier caso, reversible. "Estoy tranquilo. Estoy bien, pero sé que hay una cierta impaciencia por estar arriba otra vez y por dominar. Estoy segundo en el Mundial a ocho puntos de Hamilton. Peor estaría en Renault que están octavos o novenos, o en cualquier otro equipo. Estoy donde quería estar y tengo claras opciones de ganar el título, que es lo que queremos".

Pese a que no le da excesiva importancia, los pequeños detalles no escapan a la vista del piloto español. "Cuando acabé la carrera, me retiré un momento a hablar con mi ingeniero, atendí a la prensa y me fui al hotel. Hamilton todavía no había llegado. Es verdad que celebraron su 'pole' y su victoria con mucha energía, pero lo que tengo que hacer es concentrarme en ir más rápido que él y que los demás, hacer 'poles' y ganar carreras".

Respecto a la presión que ejerce la prensa inglesa y las desmedidas alabanzas hacia Hamilton, Alonso no pierde la mesura, incluso a pesar de que algún tabloide lo calificaba de 'Pobre Alonso'. "Me resulta totalmente indiferente. Son los mismos periodistas o periódicos que si el 'safety car', en lugar salir en la vuelta 24 hubiese salido en la 23, cuando Hamilton no tenía gasolina para dar una vuelta más y hubiera terminado más atrás, no tendrían nada que decir. La prensa española tiene más respeto que los compañeros ingleses".
 
Pedro de La Rosa, na TV espanhola, foi claro ao afirmar que estava informado que Hamilton fizera a pole no Canadá com mais gasolina que Alonso!

Começa a levantar-se mais um problema na McLaren: foi já revelado que Alonso, por contrato, tem prioridade sobre a escolha de opções estratégicas (carga de gasolina na Qualificação, ordem de paragem nas boxes, etc...). Contudo, a McLaren, ao tempo de Hakkinen, utilizava um outro padrão que surge agora reclamado: aquele de ser o piloto melhor classificado a ter prioridade nas opções estratégicas. Na Ferrari, Todt sempre utilizava outro sistema: a prioridade de opção era para o piloto que marcasse o melhor tempo nos treinos livres.

E de acordo com o jornal inglês "Daily Mail", o contrato do "rookie" da McLaren prevê o pagamento de cerca de 15 mil euros por ponto conquistado.


A.parte.a.bold.só.pode.ser.engano.
 
Volante partiu ?

r_2007-06-10T214302-4.jpg

Afinal tinha razão. Aquilo era mesmo os pés dele. Na TV era perceptível no momento quando o carro se imobilizou. Viu-se ali alguma coisa parecido com umas sapatilhas. Impressionante! :eek:
 
Mas não é!

É, na Ferrari, também chamada de Lei Todt, herança e rótulo do seu management de equipa desde os tempos da Peugeot, em rallyes e resistência.
llllllllllllllllllllllllllooooooooooooooooooollllllllllllllllllllllllllll


Numa.equipa.em.q.o.1º.piloto.tinha.a.prerrogativa.de.escolher.o.2º,.onde.o.2º.tinha.q.estar.sp.ao.serviço.do.1º.inclusivamente.cedendo-lhe.a.posição.em.pista,vens-me.dizer.q.qdo.fosse.+.rápido.nos.livres.em.q.os.tempos.não.têm.relevo.posicional.para.o.restante.fim-de-semana,o.2.º.tinha.prioridade.na.escolha.da.estratégia!!

Isto.nos.Schumacher.days.como.é.evidente.

No.minimo.risivel.
 
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Alonso denuncia tratamento preferencial a Hamilton

O espanhol Fernando Alonso, bicampeão mundial de Fórmula 1, queixou-se hoje que o seu companheiro de equipa, o britânico Lewis Hamilton, líder do campeonato, recebe um tratamento preferencial da escuderia britânica McLaren. "Desde o primeiro momento que eu não estava confortável com tudo. É uma equipa inglesa, um colega inglês. Sabes que toda a ajuda vai para esse lado. Percebi isso desde o primeiro momento e não me estou a lamentar por isso", referiu Alonso em declarações na estação de rádio “Cadena Ser”, citada pela agência “Lusa”. No último domingo, no Grande Prémio do Canadá, Hamilton conquistou a primeira vitória da carreira, depois de ter terminado no pódio as cinco primeiras corridas da sua temporada de estreia. Por seu turno, Alonso acabou a corrida no sétimo posto, depois de ter cometido alguns erros ao longo das 70 voltas ao circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, ficando a oito pontos do seu colega na classificação do mundial. "Estou tranquilo. Sou bom, embora reconheça que haja alguma impaciência pela forma como cheguei e como é esperado que eu domine. Estou onde quero estar e tenho boas hipóteses de ganhar o campeonato, que é o que eu quero", afirmou Alonso. No próximo fim-de-semana, disputa-se a sétima prova do Mundial, nos Estados Unidos, no circuito de Indianapolis.

in: http://www.ojogo.pt/Directo/NoticiaHoraModalidades_AlonsoDenuncia1206_22046.asp
 
Alonso: 'Nunca he estado cómodo en McLaren'
ELMUNDO.ES
MADRID.- Momentos incómodos para Fernando Alonso en McLaren. El gran inicio de temporada de su compañero de equipo, Lewis Hamilton, ha sumido al español en una situación estresante y poco común, donde se discute la posición de primer piloto de un bicampeón del mundo. "Desde el primer momento no he estado cómodo del todo. Estoy en un equipo inglés, con un compañero inglés. Sabemos que todas las ayudas son para él, lo he entendido desde el principio y no me quejo", explica Alonso.

La victoria de Hamilton en el GP de Canadá ha agitado con fuerza los cimientos del 'box' de McLaren. Las críticas vertidas sobre la escudería británica y la investigación de la FIA por su actuación en Mónaco han convertido la tensión en la atmósfera a respirar continuamente. ¿Trato de favor a Hamilton? ¿Presión de la prensa británica? ¿La mala suerte de Alonso? Seguramente, todo influye.

Sin embargo, y en un momento de tanta presión, Alonso se mantiene tranquilo, dentro de lo que cabe. El piloto español, en declaraciones a 'El Larguero' de la Ser, sí reconoce que nunca se ha sentido cómodo: "Desde el primer momento no he estado cómodo del todo. Estoy con un compañero inglés, que lo está haciendo genial, en un equipo inglés, y sabemos que todas la ayudas son para él. Lo he entendido desde el primer momento, pero, bueno, no me quejo. De seis carreras he ganado dos y he hecho cuatro podios. Eso me permite tener unos puntos que me permiten luchar por el título".

La sorpresa que ha producido tener al rival más importante en la lucha por el campeonato a escasos metros, no inquieta al español. No verse en la cima es un situación normal, eventual y, en cualquier caso, reversible. "Estoy tranquilo. Estoy bien, pero sé que hay una cierta impaciencia por estar arriba otra vez y por dominar. Estoy segundo en el Mundial a ocho puntos de Hamilton. Peor estaría en Renault que están octavos o novenos, o en cualquier otro equipo. Estoy donde quería estar y tengo claras opciones de ganar el título, que es lo que queremos".

Pese a que no le da excesiva importancia, los pequeños detalles no escapan a la vista del piloto español. "Cuando acabé la carrera, me retiré un momento a hablar con mi ingeniero, atendí a la prensa y me fui al hotel. Hamilton todavía no había llegado. Es verdad que celebraron su 'pole' y su victoria con mucha energía, pero lo que tengo que hacer es concentrarme en ir más rápido que él y que los demás, hacer 'poles' y ganar carreras".

Respecto a la presión que ejerce la prensa inglesa y las desmedidas alabanzas hacia Hamilton, Alonso no pierde la mesura, incluso a pesar de que algún tabloide lo calificaba de 'Pobre Alonso'. "Me resulta totalmente indiferente. Son los mismos periodistas o periódicos que si el 'safety car', en lugar salir en la vuelta 24 hubiese salido en la 23, cuando Hamilton no tenía gasolina para dar una vuelta más y hubiera terminado más atrás, no tendrían nada que decir. La prensa española tiene más respeto que los compañeros ingleses".


A mesma notícia, mas em português [;)]

Alonso diz que Hamilton é privilegiado
ESPANHOL NUNCA SE SENTIU À VONTADE NA MCLAREN

Depois de Lewis Hamilton é agora a vez de Fernando Alonso se queixar do tratamento que a McLaren lhe dispensa.

O bicampeão do Mundo afirmou à rádio espanhola "Cadena Ser" que não se sente à vontade na equipa, onde Hamilton é... privilegiado.

"Desde o primeiro momento que não se senti completamente à vontade. Tenho um colega inglês, numa equipa inglesa, que está a fazer uma época genial. Sabemos que todo o apoio da equipa e todas as ajudas são para ele. Percebi isso logo e não me queixo", revelou Alonso, que foi 7.º no Canadá, onde Hamilton se estreou a vencer no Mundial de Fórmula 1.

Quanto às celebrações efusivas dos elementos da equipa quando Hamilton consegue bons resultados, o piloto sublinha: "Nada tenho a dizer. O meu dever é concentrar-me em ganhar corridas."

Apesar de ter perdido o 1.º lugar no Mundial para o companheiro de equipa, Alonso está optimista: "Em seis corridas venci duas e consegui quatro pódios. Tenho 40 pontos que me vão servir ara lutar pelo Mundial até final."

O espanhol foi muito criticado pela comunicação social inglesa após o GP do Canadá. "Indiferente", Alonso produziu uma afirmação curiosa:

"Todos sabemos como eles são e, graças a Deus, a comunicação social espanhola tem mais respeito."

Há menos de dois anos, a caminho da conquista do primeiro campeonato, o piloto asturiano queixou-se pela primeira vez da falta de respeito da imprensa... espanhola.

in http://www.record.pt/noticia.asp?id=748032&idCanal=100
 
Alonso prefere seguir o exemplo do cavaleiro da triste figura, D. Quixote...

PicassoDonQuixotePosterp4372.jpg


E está mesmo a pôr-se a jeito para levar uma magistral ensaboadela da imprensa inglesa e não só!

Já nos anos anteriores era a mesma música quando estava em dificuldades (lembram-se do pós-GP da China?...): a responsabilidade nunca é dele! Ou é do colega de equipa, ou da equipa, ou da marca de pneus, ou das regras, ou do tempo, ou do mundo... ou de todos juntos contra ele!...

Sejamos claros: Alonso está numa posição que já conheceu em 2004, e para invertê-la foi preciso que Briatore inviabilizasse a vida a Trulli na equipa Renault.

Tanto em 2005 como em 2006, Alonso teve uma vantagem essencial: aproveitou as dificuldades dos seus oponentes na primeira parte do campeonato (em 2005 os motores de Raikkonen a explodir e em 2006 os problemas da Ferrari até ao GP dos EUA), adquirindo uma confortável vantagem pontual que o colocou numa posição psicologicamente confortável de liderança e de ter que se limitar a gerir essa vantagem significativa.

De facto nunca vimos Alonso disputar um campeonato, na pressão da corrida a corrida, durante toda a época com um adversário em proximidade pontual ou até com vantagem pontual.

E este ano está a suceder-lhe precisamente o mesmo que em 2004, quando era subjugado por Trulli na Renault, tendo mesmo admitido que Trulli era mais rápido que ele: Alonso não conseguiu a usual vantagem pontual para, tranquilamente, geri-la em seu favor e sem a pressão da necessidade absoluta, sofrendo com isso como sofria em 2004 com Trulli até Briatore começar a infernizar a vida do italiano que ousava desafiar o Briatore System.
 
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Alonso denuncia tratamento preferencial a Hamilton

O espanhol Fernando Alonso, bicampeão mundial de Fórmula 1, queixou-se hoje que o seu companheiro de equipa, o britânico Lewis Hamilton, líder do campeonato, recebe um tratamento preferencial da escuderia britânica McLaren. "Desde o primeiro momento que eu não estava confortável com tudo. É uma equipa inglesa, um colega inglês. Sabes que toda a ajuda vai para esse lado. Percebi isso desde o primeiro momento e não me estou a lamentar por isso", referiu Alonso em declarações na estação de rádio “Cadena Ser”, citada pela agência “Lusa”. No último domingo, no Grande Prémio do Canadá, Hamilton conquistou a primeira vitória da carreira, depois de ter terminado no pódio as cinco primeiras corridas da sua temporada de estreia. Por seu turno, Alonso acabou a corrida no sétimo posto, depois de ter cometido alguns erros ao longo das 70 voltas ao circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, ficando a oito pontos do seu colega na classificação do mundial. "Estou tranquilo. Sou bom, embora reconheça que haja alguma impaciência pela forma como cheguei e como é esperado que eu domine. Estou onde quero estar e tenho boas hipóteses de ganhar o campeonato, que é o que eu quero", afirmou Alonso. No próximo fim-de-semana, disputa-se a sétima prova do Mundial, nos Estados Unidos, no circuito de Indianapolis.

in: http://www.ojogo.pt/Directo/NoticiaHoraModalidades_AlonsoDenuncia1206_22046.asp
Isto é típico do Alonso.

Mas de facto começa a ser chato só ler noticias sobre o Alonso e o Hamilton...

Noticias do Ralf há?

Eu apostei que ele só fazia mais os USA e que para a Europa já não ia correr!!
 
Isto é típico do Alonso.

Mas de facto começa a ser chato só ler noticias sobre o Alonso e o Hamilton...

Noticias do Ralf há?

Eu apostei que ele só fazia mais os USA e que para a Europa já não ia correr!!


Não acredito que Ralf venha embora quando chegar à Europa.

Mas vamos ver o que acontece
 
Isto é típico do Alonso.

Mas de facto começa a ser chato só ler noticias sobre o Alonso e o Hamilton...

Noticias do Ralf há?

Eu apostei que ele só fazia mais os USA e que para a Europa já não ia correr!!

Por enquanto não há noticias, mas devem estar para breve (se tudo correr bem).

Nunca foi bom piloto e com a idade não melhora. Perdeu na BMW para o JP Montoya em todas as épocas e o JP não era piloto (segundo alguns) para a F1 e este toíno julga-se um dos 3 melhores pilotos do campeonato [8b] [8b] [8b]

Espelhos em casa??? Vergonha na cara??? Já sei: já que ninguem me gaba....
 
até parece que só existe uma equipa no campeonato...
não sabem falar de mais nada?

Vês nalguma outra equipa um rookie a dar cartas a um bicampeão do mundo?!...

Vês noutra qualquer equipa um bicampeão do mundo a queixar-se que não está confortável na equipa, e a insinuar (o contrário do quem dito!) das consequências do rookie ser inglês, e da equipa também ser inglesa?!... É este o profissionalismo e poder de encaixe deste bicampeão do mundo?!...

O que vai fazer a seguir se o padrão se mantiver: esperar que Ron Dennis faça como fez Briatore fez a Trulli na Renault em 2004, e ponha Hamilton na rua para que o rookie não continue a incomodar o bicampeão?!

Alonso não é parvo e já percebeu que Hamilton pode ser o seu team killer na F1 (pelos motivos que exporei de seguida). E para um bicampeão ter um rookie como team killer não é, convenhamos, a melhor das publicidades...

Quem esteja a par das análises técnicas feitas pela Sport-Auto, pela Auto-Hebdo ou pela F1 Racing sobre esta época 2007, sabe o que está acontecer na McLaren, e pode compreender a origem frustração de Alonso.

Desde há vários GP que os especialistas abordados por essas publicações sublinham a técnica superior de Hamilton nas zonas sinuosas(no Barhein e em Sepang foi por demais elucidativo o seu tratamento suave aos pneus).

Hamilton enrola as curvas, segundo os próprios técnicos da Bridgestone, em completa função e controlo da «arma absoluta» do F1, a saber: «a preservação dos pneus, sobretudo dos traseiros». Tal permite-lhe ser o piloto mais suave com os pneus, apesar da sua rapidez, chegando à parte final da corrida com pneus suficientes para manter um ritmo rápido, sob reserva, em caso de necessidade, evitando chegar ao fim da corrida a «rolar sobre as jantes»...

E a frustração de Alonso entronca aí mesmo, pois a Wittmarsh já chamou à atenção que ele tem que suavizar a sua pilotagem para não se ver sem pneus em fases decisivas da corrida como aconteceu na parte final do Canadá. Alonso está perfeitamente colocado para ver que Hamilton gere melhor que ele um factor tão decisivo de corrida como são os pneus. E se o colega fosse lento, Alonso até se poderia permitir ter folga para recuar em perfomance pura para se readpatar a uma pilotagem mais suave. Mas Hamilton é muito rápido e Alonso vê-se sem espaço de manobra para uma tal experiência.

Alonso já terá percebido uma outra coisa apontada pelos especialistas: a situação vai piorar ainda mais à medida que Hamilton for progredindo e quando o Controlo de Tracção for suprimido em 2008. Aí as pilotagens mais agressivas para os pneus pagarão muito caro tal brutalidade.
 
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llllllllllllllllllllllllllooooooooooooooooooollllllllllllllllllllllllllll


Numa.equipa.em.q.o.1º.piloto.tinha.a.prerrogativa.de.escolher.o.2º,.onde.o.2º.tinha.q.estar.sp.ao.serviço.do.1º.inclusivamente.cedendo-lhe.a.posição.em.pista,vens-me.dizer.q.qdo.fosse.+.rápido.nos.livres.em.q.os.tempos.não.têm.relevo.posicional.para.o.restante.fim-de-semana,o.2.º.tinha.prioridade.na.escolha.da.estratégia!!

Isto.nos.Schumacher.days.como.é.evidente.

No.minimo.risivel.

Vê a 1ª paragem nas boxes na corrida da Turquia em 2006 e reflecte sobre o que disseste...
 
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