F1 2007 GP Brasil - Kimi Raikkonen CAMPEAO

A Ferrari vai correr com o S. Paulo no Brasil ......prenuncio ?[;)]

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Alain Prost: «Alonso deveria ter sido número um»


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Tendo em conta que já passou pela mesma situação que sucede agora com Fernando Alonso, o tetra-campeão Mundial de F1, Alain Prost é de opinião que Ron Dennis cometeu um erro ao não dar o “lugar” de primeiro piloto a Fernando Alonso este ano.

Relembrando o que passou em 1988 com um certo Senhor chamado Ayrton Senna, o francês, em declarações à Autosprint italiana, revelou que a situação na McLaren este ano «ficou fora de controlo, embora tudo tenha começado involuntariamente, pois Ron Dennis tem tendência para simpatizar, sempre, mais com um piloto do que com outro.»

«Sucedeu com o Senna, com o Hakkinen e agora com o Hamilton. Penso que Ron Dennis cometeu um erro em não estabelecer uma hierarquia de antemão, pois isso permitiria a Hamilton crescer sem pressão. Provavelmente o Alonso teria sido campeão e Hamilton estaria preparado para fazer o mesmo nos anos seguintes. Neste contexto não estranho que o Alonso tenha vindo a ficar cada vez mais agastado com a situação, e consequentemente vindo a piorar a sua relação com a equipa.»

«Apesar de ser mau para o desporto, penso que as equipas de Fórmula 1 deveriam definir bem o estatuto dos pilotos para que estas situações não sucedam, embora me pareça que o Alonso exagerou com as críticas e em muitas das suas atitudes, mas tudo começou no facto de Dennis sempre tentar convencer os seus pilotos que dentro da equipa há total equidade técnica. É algo que não é fácil de demonstrar, e há outros aspectos, humanos e psicológicos que redundam sempre em situações que não se coadunam com a propalada equidade e o problema do Alonso começou aí.», referiu Alain Prost.

(in Autosport)
 
Mercedes “liberta” Alonso

Mercedes “liberta” Alonso

"Depois de tudo o que sucedeu nos últimos meses entre Fernando Alonso e a McLaren/Mercedes, as posições extremaram-se de tal forma que, de acordo com notícias surgidas na imprensa internacional, a Mercedes poderá facilitar a saída do bicampeão em título da equipa, sem que para isso seja necessário pagar a sua cláusula de rescisão. De acordo com o “Bild”, Fernando Alonso poderá deixar a McLaren no fim desta temporada, qualquer que seja o desfecho do campeonato, sem que isso signifique que a equipa para onde transitar se veja na obrigação de desembolsar uma avultada maquia, pois pelos vistos, pelo lado da Mercedes foi concluído que este deverá ser o melhor caminho.
Em declarações à “Stern”, Norbert Haug referiu que «Se alguém demonstra claramente que não quer permanecer numa equipa, então há que lidar com essa situação, e actuar em conformidade, pois há muitas formas de se lidar com isso.», referiu.
Paralelamente, Haug negou o interesse da McLaren em Nico Rosberg, aproveitando o embalo para negar igualmente o “resgate” de Sebastian Vettel à Toro Rosso."

in Autosport
 
Nakajima estreia-se em Interlagos

Nakajima estreia-se em Interlagos

"Alex Wurz antecipou em uma corrida o termo da sua carreira como piloto de Grandes Prémios e deu, assim, a oportunidade ao japonês Kazuki Nakajima de se estrear como piloto titular da Williams-Toyota já no próximo domingo, no GP do Brasil.
Terceiro piloto da escuderia de Grove desde o início da temporada, o jovem japonês tem feito um bom trabalho tanto nos testes como nas seis ocasiões em que esteve de serviço nos treinos livres de sexta-feira, merecendo, por isso, esta chamada, numa altura em que está na lista dos potenciais candidatos ao lugar de Wurz para 2008.
Não deixa de ser curioso que o jovem Nakajima se estreie oficialmente na Fórmula 1 no Brasil, pois foi também nesse país, mas no circuito de Japacepaguá, nos arredores do Rio de Janeiro, que o seu pai, o mítico Satoru Nakajima, também efectuou a sua estreia na categoria maior do automobilismo, no inicio da temporada de 1987, ao volante dum Lotus-Honda e já com a avançada idade de 34 anos.
Ao contrário do seu pai, Kazuki Nakajima fez uma carreira bastante mais comum para quem quer chegar à F1, correndo no Japão, Estados Unidos e, desde o ano passado, na Europa, para ganhar a experiência necessária para correr desde muito cedo nos Grandes Prémios.
Teste não é decisivo
Se na Williams se insiste que este não é um teste decisivo para o futuro de Nakajima, com Frank Williams a afirmar que, «ainda é muito cedo para afirmar se ele vai ser um grande piloto ou não; mas já percebemos que tem qualidade para estar na Fórmula 1», é evidente que o jovem nipónico vai estar sob escrutínio intenso por parte dos responsáveis da equipa inglesa, que necessitam, pelo menos, de um novo piloto para 2008 e poderão mesmo necessitar de dois, se a cláusula de rescisão de Nico Rosberg for accionada pela McLaren, que procura um substituto para Alonso.
Como é natural o mais jovem dos Nakajima está bastante excitado por esta oportunidade, «que aparece mais cedo do que eu estava à espera, mas numa altura em que estou bem preparado. Ainda em Xangai fiz uma sessão de treinos, antes disso tinha testado em Jerez e agora tenho tempo para trabalhar no simulador da equipa, para aprender a pista, ao mesmo tempo que vou acelerar a minha preparação física, pois em Interlagos roda-se no sentido contrário do ponteiro dos relógios, o que é pouco comum. Gostaria muito de fazer como o meu pai, que terminou em sétimo no seu primeiro Grande Prémio, mas sei que isso vai ser difícil. Por isso se passar à segunda qualificação e terminar a corrida já me vou dar por satisfeito.»"


in Autosport
 
Álvaro Parente com oportunidade de ouro

Álvaro Parente com oportunidade de ouro

"Álvaro Parente está bem colocado para obter na World Series by Renault o terceiro título importante da sua carreira, depois dos triunfos no Campeonato da Europa de Karting, em 1998, e na Fórmula 3 Britânica, em 2005. Para isso o piloto português precisa de aproveitar o “factor casa” para se distanciar do inglês Ben Hanley, o segundo classificado do campeonato, actualmente a 15 pontos de Parente. A tarefa pode parecer mais fácil do que realmente é, pois, se é verdade que Parente vai correr perante o seu público, será também preciso não esquecer que, em toda a sua carreira, o piloto do Porto apenas correu três vezes no Estoril – em 2001 e 2002 na Fórmula 3 espanhola, e em 2005 no A1GP. Como o próprio admite, «há pistas que conheço melhor. Mas claro que é motivante correr perante o público português e espero ver muitas bandeiras de Portugal nas bancadas».
No início da época, Parente foi o único piloto que conseguiu incomodar Sebastian Vettel, entretanto saído para a Toro Rosso na Fórmula 1. Com o abandono do piloto alemão, Parente assumiu definitivamente o controlo das operações e obteve uma vitória espectacular em Spa-Francorchamps, a que se junta o triunfo noutro circuito mítico, o Mónaco. No entanto, a jornada de Magny-Cours não trouxe os resultados esperados pelo português, que entrou na pista francesa com 20 pontos de vantagem sobre Hanley e saiu com a diferença reduzida para 15. «A penalização de cinco lugares na qualificação condicionou o meu fim-de-semana, mas agora quero recuperar no Estoril. Neste campeonato, mesmo que não se ganhe, é importante marcar pontos de forma regular. Espero encontrar uma boa afinação e ser competitivo», referiu o piloto da Tech 1.
Depois de três vitórias no ano de estreia na WSR FR 3.5, o título de campeão seria mais um feito notável para um talento que passa cada vez menos despercebido a algumas equipas de Fórmula 1..."


in Autosport
 
Alain Prost: «Alonso deveria ter sido número um»


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Tendo em conta que já passou pela mesma situação que sucede agora com Fernando Alonso, o tetra-campeão Mundial de F1, Alain Prost é de opinião que Ron Dennis cometeu um erro ao não dar o “lugar” de primeiro piloto a Fernando Alonso este ano.

Relembrando o que passou em 1988 com um certo Senhor chamado Ayrton Senna, o francês, em declarações à Autosprint italiana, revelou que a situação na McLaren este ano «ficou fora de controlo, embora tudo tenha começado involuntariamente, pois Ron Dennis tem tendência para simpatizar, sempre, mais com um piloto do que com outro.»

«Sucedeu com o Senna, com o Hakkinen e agora com o Hamilton. Penso que Ron Dennis cometeu um erro em não estabelecer uma hierarquia de antemão, pois isso permitiria a Hamilton crescer sem pressão. Provavelmente o Alonso teria sido campeão e Hamilton estaria preparado para fazer o mesmo nos anos seguintes. Neste contexto não estranho que o Alonso tenha vindo a ficar cada vez mais agastado com a situação, e consequentemente vindo a piorar a sua relação com a equipa.»

«Apesar de ser mau para o desporto, penso que as equipas de Fórmula 1 deveriam definir bem o estatuto dos pilotos para que estas situações não sucedam, embora me pareça que o Alonso exagerou com as críticas e em muitas das suas atitudes, mas tudo começou no facto de Dennis sempre tentar convencer os seus pilotos que dentro da equipa há total equidade técnica. É algo que não é fácil de demonstrar, e há outros aspectos, humanos e psicológicos que redundam sempre em situações que não se coadunam com a propalada equidade e o problema do Alonso começou aí.», referiu Alain Prost.

(in Autosport)

É por isto que sempre gostei deste fulano. Disse exactamente o que eu escrevi aí umas quantas páginas atrás...
 
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