As mais recentes notícias da F1:
Williams com várias actualizações aerodinâmicas em Montreal
Na preparação para as altas velocidades do circuito do Canadá, a Williams passou três dias a testar em Monza. A equipa testou compostos pneumáticos, peças aerodinâmicas e material para os travões, tendo também trabalhado no desenvolvimento da caixa de velocidades e da suspensão. A Williams comparou também setups para a corrida do próximo fim-de-semana. Um trio de pilotos completou mais de 2500 quilómetros na pista italiana, e espera que o resultado do trabalho seja uma significativa actualização do FW28, já em Montreal.
"Temos um upgrade completo para o carro no Canadá, a nível de asa frontal e traseira, apêndices de asa, nariz e difusor. Todas as actualizações foram experimentadas, e sairam com sucesso dos testes em Monza", confirmou o director técnico da WilliamsF1, Sam Michael. "A estratégia em Montreal é sempre interessante, e este ano não será excepção."
"Montreal é um circuito de pouco apoio aerodinâmico, ainda menos agora com os V8, e é feito de longas rectas, muitas curvas lentas e algumas chicanes", acrescentou. "Existem dois ou três bons pontos de ultrapassagem em cada volta, o que torna sempre interessantes as corridas neste circuito. Tradicionalmente duro para os travões e arrefecimentos, a folga vai alargar-se um pouco esta época, devido às reduções no nível de potência, e ao aumento na aderência dos pneus, comparativamente à temporada passada."
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Ferrari: Duas corridas muito duras para o motor
As próximas duas corridas dis****das no continente americano, são altamente exigentes para os motores. Paolo Martinelli, o responsável pelos motores da Ferrari fala-nos acerca desta questão e dos preparativos da Ferrari para estas corridas. De referir que tanto Schumacher como Massa iniciarão o GP do Canadá com motores novos.
"Em termos de stress para o motor, Montreal é bastante duro visto que há frequentes acelerações e uma recta bastante longa", disse Martinelli. "E com Indianapolis logo a seguir, tal significa que temos duas corridas bastante duras, uma a seguir à outra. Neste terço do campeonato, serão possivelmente o par de corridas mais duro para o motor."
"Empenhámo-nos muito na preparação para estes dois Gp's, com simulação no dinamómetro e testes em pista, em Le Castellet, na semana passada - um teste em grande, que envolveu os pilotos de corrida e de testes, e dois carros. Fizemos uma série longa de voltas para simular, da forma mais próxima possível, o comportamento do motor nas corridas do Canadá e de Indianapolis."
Ainda assim, há pouco a fazer para preservar a durabilidade dos motores ao longo destes dois fins-de-semana. "Normalmente podemos tentar e proteger os motores em termos de rotações e temperatura, durante os treinos livres de Sexta e Sábado de manhã", disse Martinelli. "Enquanto trabalhamos no set-up do carro, as últimas 200 a 300 rotações não são significativas. Mas em qualificação e na corrida não podemos proteger o motor a não ser que estejamos na liderança com uma boa margem, algo que não vimos ninguém a usufruir esta época."
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Webber optimista para o circuito do Canadá
Bahrain e Imola foram dois Grandes Prémios em que Mark Webber alcançou um ponto, esta temporada. Agora, Webber acredita que o circuito de Montreal é feito à medida do seu carro.
Webber comentou sobre a corrida que se aproxima: "Normalmente, Montreal é uma pista muito rigída com os travões, e foi por isso que testámos em Monza, na semana passada. É também um circuito que pede um bom motor, e isso deve ser um factor positivo para nós. Precisamos, certamente, de ambos os Williams nos pontos."
"O circuito requere um conjunto aerodinâmico completamente diferente dos usados na primeira parte da temporada, o que significa um nível aerodinâmico baixo/médio, para ajudar na velocidade máxima. Também significa que talvez consigamos ver uma pequena mudança na prestação de algumas equipas, visto esta ser uma oportunidade para se encontrar andamento. Tenho esperança que apareça uma oportunidade de melhorar a nossa prestação na direcção adequada."
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BMW atenta aos travões no Canadá
O director técnico da BMW, Willy Rampf, acredita que os travões deverão ser a principal preocupação das equipas, agora que se aproxima o fim-de-semana do Grande Prémio do Canadá. Os travões serão particularmente solicitados no início e no final do circuito Gilles Villeneuve, em Montreal.
"Tradicionalmente, a principal característica do circuito de corrida de Montreal, tem sido a elevada exigência ao nível de travões", disse Rampf. "Em alguns pontos, a situação não será tão crítica em 2006, pois as velocidades de ponta diminuiram, devido à mudança para os V8. No entanto, o circuito Gilles Villeneuve mantém-se como o mais duro teste de resistência para os travões. É necessário um arrefecimento altamente eficiente, e um uso criterioso dos travões por parte dos pilotos."
"A nível aerodinâmico, o circuito requere um nível de apoio médio", explicou. "Levando isso em consideração, já testámos um pacote aerodinâmico, que inclui uma nova asa da frente e uma nova asa traseira, no circuito de Paul Ricard. Após o Grande Prémio de Inglaterra, em Monza, completámos os testes iniciados no sul de França. Está provado que, devido à menor potência dos V8, conduzir com apoio aerodinâmico máximo descresceu em 2006."
As asas serão certamente de natureza flexível, semelhantes às que a Ferrari usa, e que foram declaradas legais. Estes recentes desenvolvimentos saídos do túnel de vento de Hinwil, podem ter sido o principal factor na excelente performance demonstrada em Silverstone.
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Mclaren encorajada com os últimos testes
Após do GP da Grã-Bretanha, a Mclaren, tal como mais algumas equipas, esteve no circuito francês de Le Castellet em preparação dos GP's do Canadá e E.U.A. A equipa testou na versão mais longa da pista, que mais se assemelha ao que as equipas irão encontrar do outro lado do oceano.
"Completámos três dias de testes bem produtivos em Paul Ricard, onde continuámos a nossa preparação para o GP do Canadá e dos E.U.A.", disse o chefe da equipa Martin Whitmarsh. "Visto que ambas as pistas têm características semelhantes, mais concretamente, longas rectas e zonas de fortes travagens, temos trabalhado na aerodinâmica, no set-up e nos travões."
"A adaptabilidade do circuito de Paul Ricard permitiu-nos simular as condições das duas corridas da América do Norte, e os testes de aerodinâmica incluíram as configurações das asas para os eventos em causa. Além disso, a equipa de testes completou a selecção de pneus para Indianapolis com a Michelin, pois os pneus para o Canadá já foram confirmados no último teste em Paul Ricard, em Maio."
A equipa completou 2.600 km durante os três dias de testes.
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Alonso no ataque
Fernando Alonso venceu as três últimas corridas do campeonato de Fórmula 1, e procura já a quarta vitória consecutiva, em Montreal, no próximo fim-de-semana. Mas o piloto espanhol sabe que as vitórias não vão ser fáceis de conseguir. Alonso acredita que a fiabilidade da Ferrari vai estar presente em todas as corridas.
Alonso tem actualmente uma vantagem de 23 pontos para o seu principal adversário, mas não vai ser isso que o vai relaxar. "A época ainda nem vai a meio, e a Ferrari é um forte rival. No ano passado, lutámos contra equipas que tinham problemas de fiabilidade, mas isso não aconteceu com a Ferrari. Eles vão lá estar em cada corrida, e vão ser também muito fortes no Canadá. Portanto, continuamos ao ataque, com muita agressividade, a optimizar o carro e a tentar levá-lo ao limite. Esta é a nossa única abordagem, para esta época."
O Grande Prémio do Canadá nunca viu Alonso no topo do pódio. Assim, o espanhol tem um objectivo claro para esta corrida: "No início da época, o Canadá estava na minha lista de "corridas por vencer". Lá, nunca terminei no pódio, e esse era um dos meus objectivos para 2006. Portanto, vou puxar ao máximo para conseguir um bom resultado."
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Heidfeld: BMW vai dar-se bem no Canadá
Nick Heidfeld acredita que o carro da BMW é particularmente bom em circuitos com grandes rectas de alta velocidade, e por esse motivo, está confiante para a corrida do Canadá.
Heidfeld é fã de Montreal, e das suas longas rectas
"Neste momento, acreditamos que o nosso carro é particularmente bom em rectas rápidas", disse o alemão. "A prova deste facto será dada quando chegarmos a Montreal."
"Para mim, Montreal e Melbourne são os Grandes Prémios onde mais gosto de ir", acrescentou. "Esta é uma das últimas pistas de alta velocidade que ainda temos. Existem longas rectas, com curvas relativamente lentas, e chicanes entre elas. Gosto especialmente da segunda chicane."
"A partir do momento em que já foi depositada borracha suficiente na pista, para fornecer a aderência certa e garantir que o carro funciona bem, aproveitam-se bastante os correctores aqui", continou Heidfeld. "Mas aquela curva tem também alguma inclinação, e na sua saída, fica-se muito perto da parede."
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Estão todas as equipas esperançadas em bons resultados. Algumas não vão conseguir entrar no avião sequer..