Fechar SCUTS faz parte do plano do PSD?

citação:Originalmente colocada por jcpr

citação:Originalmente colocada por worldvision

mas quais ligações ferraviárias? mas alguém pensa numa politica de transportes ferroviários para o país.

comboios para este pessoal são os suburbanos em lisboa e alfas pendulares na linha do norte para imitar tgv's e que demoram menos 10 minutos que o intercidades normal.

Diz-me honestamente...

preferias ter uma IP5 a matar várias dezenas de pessoas todos os anos do que ter uma AXX que vai permitir muito menos mortos??

queres que te conte como é a viagem pela estrada velha de Viseu a Mangualde e são só 15 Km?

Ou a viagem Mangualde - Fornos de Algodres?
Ou Fornos de Algodres - Celorico da Beira?

É que devem estar a pensar que é uma estrada tipo a Nacional Nr.1. Aquilo é uma autêntica estrada municipal.

Queriam fazer a auto-estrada faziam-na ao lado do IP5 e aí metiam as portagens que quisessem.
 
citação:Originalmente colocada por pmct

Eu não sendo apoiante do MM sou a favor do fim das SCUTS

Fosse a A25 paralela ao IP5 e aí era eu o primeiro a dizer que também concordava que a A25 tivesse portagens.
 
citação:Originalmente colocada por worldvision

citação:Originalmente colocada por jcpr

citação:Originalmente colocada por worldvision

mas quais ligações ferraviárias? mas alguém pensa numa politica de transportes ferroviários para o país.

comboios para este pessoal são os suburbanos em lisboa e alfas pendulares na linha do norte para imitar tgv's e que demoram menos 10 minutos que o intercidades normal.

Diz-me honestamente...

preferias ter uma IP5 a matar várias dezenas de pessoas todos os anos do que ter uma AXX que vai permitir muito menos mortos??

queres que te conte como é a viagem pela estrada velha de Viseu a Mangualde e são só 15 Km?

Ou a viagem Mangualde - Fornos de Algodres?
Ou Fornos de Algodres - Celorico da Beira?

É que devem estar a pensar que é uma estrada tipo a Nacional Nr.1. Aquilo é uma autêntica estrada municipal.

Queriam fazer a auto-estrada faziam-na ao lado do IP5 e aí metiam as portagens que quisessem.

Faço esses trajectos bastantes vezes. Alias, sou da zona. E sinto as dificuldades, quem nao as sente, facilmente se pronuncia.

Como por exemplo, um dos pontos fortes no Douro, o vinho, que tirando a recente a24, nao tinha estradas que satisfizessem a sua exportaçao devidamente[:p]
 
citação:Originalmente colocada por worldvision

citação:Originalmente colocada por pmct

Eu não sendo apoiante do MM sou a favor do fim das SCUTS

Fosse a A25 paralela ao IP5 e aí era eu o primeiro a dizer que também concordava que a A25 tivesse portagens.
Exactamente, mas a A25, esta a ser construida "sobre" o IP5, em alguns sitios ate aproveita as duas vias de sentidos opostos para criar uma unica via de 2 faixas.

;)
 
citação:Originalmente colocada por worldvision

citação:Originalmente colocada por jcpr

citação:Originalmente colocada por worldvision

mas quais ligações ferraviárias? mas alguém pensa numa politica de transportes ferroviários para o país.

comboios para este pessoal são os suburbanos em lisboa e alfas pendulares na linha do norte para imitar tgv's e que demoram menos 10 minutos que o intercidades normal.

Diz-me honestamente...

preferias ter uma IP5 a matar várias dezenas de pessoas todos os anos do que ter uma AXX que vai permitir muito menos mortos??

queres que te conte como é a viagem pela estrada velha de Viseu a Mangualde e são só 15 Km?

Ou a viagem Mangualde - Fornos de Algodres?
Ou Fornos de Algodres - Celorico da Beira?

É que devem estar a pensar que é uma estrada tipo a Nacional Nr.1. Aquilo é uma autêntica estrada municipal.

Queriam fazer a auto-estrada faziam-na ao lado do IP5 e aí metiam as portagens que quisessem.

Eu conheço muito bem a estrada entre viseu e castro daire e é um perigo.

Mas o IP5 era uma autentica estrada da morte. Muito, muito perigosa. Nas partes onde já é AE, a melhoria foi abismal.

Não achas que seria melhor agarrar nos tais 700.000.000 ou 1.500.000.000 de euros e criar condições para fixar empresas aí?
 
citação:Originalmente colocada por Nuno_Cabral

citação:Originalmente colocada por worldvision

mas quais ligações ferraviárias? mas alguém pensa numa politica de transportes ferroviários para o país.

comboios para este pessoal são os suburbanos em lisboa e alfas pendulares na linha do norte para imitar tgv's e que demoram menos 10 minutos que o intercidades normal.

Se o Estado em vez de enveredar pelo caminho de colocar TGV de Lisboa - Porto, e remodernizasse a linha, para os comboios rapidos, que afinal so iriam demorar menos 15 minutos, salvo erro. Pouparia dinheiro.

E isso, e tambem os 5 mil passageiros diarios para Madrid, que nao sei onde os foram buscar. Bem, ou usam o Aviao, ou o Comboio. Com a OTA e o TGV, nao acredito que prefiram viajar em TGV em deterimento do Aviao.

Este sim, e daqueles investimentos que me parece, pelo pais vizinho ter, nos tambem temos que ter, mas parecem esquecidos que nao temos possibilidades de o ter. Apostava mais na OTA, e no comboio rapido, Lisboa-Porto.

isto dos comboios é ridiculo.
Cabe na cabeça de alguém que o eixo Vila Real, Lamego e Viseu não tenha comboio?
 
Não acordem para a vida que não vale a pena[}:)][}:)].


A factura do Estado com as Scut (auto-estradas sem custos para os utilizadores) vai disparar a partir de 2007. Até este ano, os encargos do Estado com as rendas destas concessões têm estado abaixo dos valores previstos no Orçamento do Estado. Embora não existam ainda números actualizados, tudo indica que a factura pública vai disparar a partir de 2007 para valores próximos dos 600 milhões de euros. O Orçamento para 2006 previa para o próximo ano um encargo de 698,7 milhões de euros . O custo anual para o Estado ficaria perto dos 700 milhões de euros até 2023.

Em 2006, o Estado previa pagar às concessionárias em regime Scut 278,5 milhões de euros. Mas, de acordo com os dados actualizados fornecidos pela Estradas de Portugal (EP) ao DN, as rendas às Scut deverão ficar nos 205 milhões de euros este ano, ou seja, menos 26,4% que o valor estimado. Com este valor, o encargo total do Estado com as rendas irá atingir no final do ano 529,7 milhões de euros, incluindo os pagamentos de 325 milhões de euros efectuados até 2005. Isto significa que o custo até agora assumido pelo Estado com as Scut está ainda longe dos valores anuais mais elevados previstos neste regime e que se situam nos 700 milhões de euros.

Esta situação, que permitiu ao Estado "poupar" nos encargos com as rendas, tem-se repetido em anos anteriores, sendo a principal explicação o atraso na conclusão e a entrada em operação das novas vias, por causa de expropriações ou questões ambientais. As rendas às concessionárias, que substituem as portagens, são calculadas com base em bandas de tráfego, e os encargos do Estado só começam a ser significativos quando há muitos troços em operação. Segundo dados da EP, das sete concessões apenas duas já estão operacionais, a Scut do Algarve (Via do Infante) e a da Beira Interior (A23). Este ano entram em funcionamento troços da Scut Costa da Prata. Nas outras, as rendas são ainda pouco relevantes, abaixo dos dez milhões de euros.

O Governo está a concluir o novo modelo de financiamento das infra-estruturas rodoviárias, que deverá apresentar uma solução financeira para as Scut que desonere o esforço do Estado nos próximos anos. A introdução de portagens pelo menos nas Scut com vias alternativas e onde o rendimento iguala ou supera a média nacional está em cima da mesa, mas não é claro que o Governo assuma esta decisão política difícil na actual legislatura. Até porque as portagens serão apenas uma das peças do sistema de financiamento. Segundo dados avançados no Parlamento pelo ministro e secretário de Estado das Obras Públicas, Mário Lino e Paulo Campos, o modelo de portagens do anterior Executivo, com excepções para tráfego local, só permitia assegurar 10% do financiamento com as Scut até 2009. A percentagem subia para 30% até 2015.
http://dn.sapo.pt/2006/09/19/economia/encargos_scut_aceleram_a_partir_2007.html
 
O Douro não ia deixar de ter uma via para exportar convenientemente o vinho. Apenas ia ser paga.
 
citação:Originalmente colocada por worldvision

citação:Originalmente colocada por jcpr

citação:Originalmente colocada por worldvision

mas quais ligações ferraviárias? mas alguém pensa numa politica de transportes ferroviários para o país.

comboios para este pessoal são os suburbanos em lisboa e alfas pendulares na linha do norte para imitar tgv's e que demoram menos 10 minutos que o intercidades normal.

Diz-me honestamente...

preferias ter uma IP5 a matar várias dezenas de pessoas todos os anos do que ter uma AXX que vai permitir muito menos mortos??

queres que te conte como é a viagem pela estrada velha de Viseu a Mangualde e são só 15 Km?

Ou a viagem Mangualde - Fornos de Algodres?
Ou Fornos de Algodres - Celorico da Beira?

É que devem estar a pensar que é uma estrada tipo a Nacional Nr.1. Aquilo é uma autêntica estrada municipal.

Queriam fazer a auto-estrada faziam-na ao lado do IP5 e aí metiam as portagens que quisessem.

Exacto, não havendo uma alternativa viável, não é justo porem portagens e "obrigar" as pessoas a circularem na AE. A chamada estrada da beira nao é claramente alternativa a NADA. E quanto ao interior "fazer pagar o litoral", não vamos por aí. O investimento público em zonas como Lisboa e Porto é muito muito maior ao de regioes como Guarda Covilhã, na sua devida porporção claro......
 
citação:Originalmente colocada por jcpr

O Douro não ia deixar de ter uma via para exportar convenientemente o vinho. Apenas ia ser paga.

Mas iamos pagar as SCUTs duas vezes? Com portagens e através do IA e do combustivel.[xx(]
 
Oh André... OS teus estudos são de levar as lagrimas.. Não sejas ridiculo.. O que é que prova o que tu ai disseste? NADA.. ZERO...

Além do mais, eu não disse em ponto algum do meu texto, que as SCUTS era essenciais para o desenvolvimento, ou o que quer que seja.. Eu apenas disse que a conversa de que o litoral financia o interior, é isso mesmo, conversas.. E da treta.. Porque todos os grandes investimentos têm sido feitos no litoral, excepto as SCUTS.. E se não querem misturas nas contas, então que me devolvam imediatamente os impostos que pago todos os anos para alimentar luxos que eu não tenho acesso como a CP ou a Carris..

E depois, eu nem sequer disse que não seria preciso introduzir as portagens, eu apenas disse que o Estado não faria mais do que a sua obrigação se disponibilizasse uma rede de estradas decente. Porque há que ver as coisas como elas são, nós já somos um dos paises da Europa com mais auto-estradas pagas e somos um dos mais pequenos.. Só nós é que temos dificuldades orçamentais? E os 1500 milhões de euros não seriam muito se as contas estivessem equilibradas.. É claro que como estão provavelmente serão insuportaveis.. Agora, eu pessoalmente gostaria que o Estado cortasse onde deve cortar primeiro em vez de fazer como fez o MArques Mendes, e por politiquice, como fazes tu, que é simplesmente embarcar numa luta ideologica anti-SCUT, não interessa com que fundamento.


E depois, elefante branco porque? Porque te interessa para as tuas argumentações? Porque o teu partido manda dizer isso? Não venhas cá com essas verdades inventadas por ti, porque não cola.. O unico estudo que eu conheço sobre o impacto das SCUTS diz o contrario, se cnheces outro que confirme as "tuas verdades" indica-o ai, se não, poupa-nos dessa conversa..
 
onde houver alternativas estou de acordo com a passagem a portagem.

alternativas quer dizer, existirem as estradas que antes exisitiam.

como o IP5 desapareceu não existe alternativa. O IP5 não é alternativa à A25, porque o IP5 não existe.
 
citação:Originalmente colocada por jcpr



Não são os utilizadores do metro quem vai pagar esse investimento?

Não... Os utilizadores do metro, e dos comboios, nem sequer pagam os custos de exploração.. Muito menos os investimentos que é preciso fazer para construir as linhas..
 
citação:Originalmente colocada por mundano

Oh André... OS teus estudos são de levar as lagrimas.. Não sejas ridiculo.. O que é que prova o que tu ai disseste? NADA.. ZERO...

Além do mais, eu não disse em ponto algum do meu texto, que as SCUTS era essenciais para o desenvolvimento, ou o que quer que seja.. Eu apenas disse que a conversa de que o litoral financia o interior, é isso mesmo, conversas.. E da treta.. Porque todos os grandes investimentos têm sido feitos no litoral, excepto as SCUTS.. E se não querem misturas nas contas, então que me devolvam imediatamente os impostos que pago todos os anos para alimentar luxos que eu não tenho acesso como a CP ou a Carris..

E depois, eu nem sequer disse que não seria preciso introduzir as portagens, eu apenas disse que o Estado não faria mais do que a sua obrigação se disponibilizasse uma rede de estradas decente. Porque há que ver as coisas como elas são, nós já somos um dos paises da Europa com mais auto-estradas pagas e somos um dos mais pequenos.. Só nós é que temos dificuldades orçamentais? E os 1500 milhões de euros não seriam muito se as contas estivessem equilibradas.. É claro que como estão provavelmente serão insuportaveis.. Agora, eu pessoalmente gostaria que o Estado cortasse onde deve cortar primeiro em vez de fazer como fez o MArques Mendes, e por politiquice, como fazes tu, que é simplesmente embarcar numa luta ideologica anti-SCUT, não interessa com que fundamento.


E depois, elefante branco porque? Porque te interessa para as tuas argumentações? Porque o teu partido manda dizer isso? Não venhas cá com essas verdades inventadas por ti, porque não cola.. O unico estudo que eu conheço sobre o impacto das SCUTS diz o contrario, se cnheces outro que confirme as "tuas verdades" indica-o ai, se não, poupa-nos dessa conversa..

André, demagogia nunca levou nenhum país para a frente.... [xx(]
 
nunca percebi porque é que os investimentos se fazem junto ao litoral.

porque é que a auto-europa não ficou na guarda? Estava perto da fronteira com Espanha. Os camiões que transportam os carros para os levar para a Europa faziam menos Kms.
A não ser que sejam todos despachados de barco.

OK, não havia gente que chegasse. Vinham pessoas dos outros lados do país. Fixavam-se. Apareciam novas empresas, etc, etc.

A Citroen em Mangualde quanto eu era miudo despachava os carros por comboio. Agora é por camião.
 
citação:Originalmente colocada por Nuno_Cabral


Como por exemplo, um dos pontos fortes no Douro, o vinho, que tirando a recente a24, nao tinha estradas que satisfizessem a sua exportaçao devidamente[:p]


Ainda não tem.. A A24 liga o Douro a Viseu ou a Vila Real.. Mas o vinho do Porto vai precisamente para o Porto..

O caminho que o vinho segue, é aquele que eu faço todas as semanas, pela Serra do Marão, por estrada nacional.. Os menos de 30 KM's em linha recta que separam Lamego de Amarante rendem 65 kms de estradas cheias de curvas..
 
citação:Originalmente colocada por mundano

citação:Originalmente colocada por Nuno_Cabral


Como por exemplo, um dos pontos fortes no Douro, o vinho, que tirando a recente a24, nao tinha estradas que satisfizessem a sua exportaçao devidamente[:p]


Ainda não tem.. A A24 liga o Douro a Viseu ou a Vila Real.. Mas o vinho do Porto vai precisamente para o Porto..

O caminho que o vinho segue, é aquele que eu faço todas as semanas, pela Serra do Marão, por estrada nacional.. Os menos de 30 KM's em linha recta que separam Lamego de Amarante rendem 65 kms de estradas cheias de curvas..

A A24 ja vai un km mais a frente de vila real.
Sim, grande parte para o Porto. Mas muito do vinho das quintas, esta a ser exportado para paises como a Belgica, Luxemburgo, Italia. [:p]

Sim, sao 105km da Regua ate ao Porto, mas primeiro que chegues a Amarante[xx(]
Va, ainda se come umas bifanas jeitosas no alto do cavalinho. LOL[}:)]
 
citação:Originalmente colocada por Nuno_Cabral

citação:Originalmente colocada por jcpr

O Douro não ia deixar de ter uma via para exportar convenientemente o vinho. Apenas ia ser paga.

Mas iamos pagar as SCUTs duas vezes? Com portagens e através do IA e do combustivel.[xx(]

O IA e o ISP não servem para pagar portagens.

Para dizer com franqueza, ninguém sabe muito bem para que é que eles servem.

Além de que todos pagamos IA e ISP. Então esse argumento também deveria ser usado para abolir as portagens em todo o país.

O problema é que o país está aflito e não é altura para gastarmos ainda mais dinheiro.
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

Não acordem para a vida que não vale a pena[}:)][}:)].


A factura do Estado com as Scut (auto-estradas sem custos para os utilizadores) vai disparar a partir de 2007. Até este ano, os encargos do Estado com as rendas destas concessões têm estado abaixo dos valores previstos no Orçamento do Estado. Embora não existam ainda números actualizados, tudo indica que a factura pública vai disparar a partir de 2007 para valores próximos dos 600 milhões de euros. O Orçamento para 2006 previa para o próximo ano um encargo de 698,7 milhões de euros . O custo anual para o Estado ficaria perto dos 700 milhões de euros até 2023.

Em 2006, o Estado previa pagar às concessionárias em regime Scut 278,5 milhões de euros. Mas, de acordo com os dados actualizados fornecidos pela Estradas de Portugal (EP) ao DN, as rendas às Scut deverão ficar nos 205 milhões de euros este ano, ou seja, menos 26,4% que o valor estimado. Com este valor, o encargo total do Estado com as rendas irá atingir no final do ano 529,7 milhões de euros, incluindo os pagamentos de 325 milhões de euros efectuados até 2005. Isto significa que o custo até agora assumido pelo Estado com as Scut está ainda longe dos valores anuais mais elevados previstos neste regime e que se situam nos 700 milhões de euros.

Esta situação, que permitiu ao Estado "poupar" nos encargos com as rendas, tem-se repetido em anos anteriores, sendo a principal explicação o atraso na conclusão e a entrada em operação das novas vias, por causa de expropriações ou questões ambientais. As rendas às concessionárias, que substituem as portagens, são calculadas com base em bandas de tráfego, e os encargos do Estado só começam a ser significativos quando há muitos troços em operação. Segundo dados da EP, das sete concessões apenas duas já estão operacionais, a Scut do Algarve (Via do Infante) e a da Beira Interior (A23). Este ano entram em funcionamento troços da Scut Costa da Prata. Nas outras, as rendas são ainda pouco relevantes, abaixo dos dez milhões de euros.

O Governo está a concluir o novo modelo de financiamento das infra-estruturas rodoviárias, que deverá apresentar uma solução financeira para as Scut que desonere o esforço do Estado nos próximos anos. A introdução de portagens pelo menos nas Scut com vias alternativas e onde o rendimento iguala ou supera a média nacional está em cima da mesa, mas não é claro que o Governo assuma esta decisão política difícil na actual legislatura. Até porque as portagens serão apenas uma das peças do sistema de financiamento. Segundo dados avançados no Parlamento pelo ministro e secretário de Estado das Obras Públicas, Mário Lino e Paulo Campos, o modelo de portagens do anterior Executivo, com excepções para tráfego local, só permitia assegurar 10% do financiamento com as Scut até 2009. A percentagem subia para 30% até 2015.
http://dn.sapo.pt/2006/09/19/economia/encargos_scut_aceleram_a_partir_2007.html


Afinal os estudos do André são uma grande mentira... Ele apresenta despesa que é o dobro da realidade...

E eu volto a dizer.. 700 milhões de euros são mais do que suportaveis, haja vontade politica de cortar as despesas onde realmente devem começar por cortar..

E depois, a questão das portagens, acaba por ser uma falsa questão, porque tal como o texto indica e muito bem, apenas 30% da despesa no maximo seria paga pelas portagens. E em muitos sitios, nem estou sequer a perceber onde iriam montar as portagens..

Mas espero por mais um brilhante estudofeito pelo amigo André.. Com base numa fotografia e na imaginação dele.. [}:)]
 
citação:Originalmente colocada por Nuno_Cabral


Va, ainda se come umas bifanas jeitosas no alto do cavalinho. LOL[}:)]


Hehe.. Bem verdade.. O que eu curto mais é a gaja a pedir para a cozinha:

"São duas Bifáááááááánas.."

[}:)][}:)]
 
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