Certamente dará melhores resultados que a associação Alfa Romeo e Nissan, de onde nasceu o Arna[

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Já tinha referido, ainda no tempo que tinha o Mx5 e mesmo agora com o Mr2, que o que ficaria bem naqueles carrinhos seria um nervosinho motor italiano. Seria o melhor de dois mundos.
Parece que alguém finalmente me deu ouvidos[

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Mais a sério, compreendo que possa ser um choque demasiado grande para o sucessor do Duetto partilhar entranhas com um carro japonês.
Terão de fazer um aprofundado trabalho de diferenciação, não apenas visual, mas de carácter, pois o Duetto pode ser mítico para a Alfa Romeo, mas o Mx5 também é vital para a Mazda.
O facto de já terem referenciado diferentes motorizações é meio caminho andado.
No que toca a partilhas de entranhas, e sendo este o único caminho possiv€l, dificilmente haveria melhor escolha.
Tal como já tinha referido nos gémeos Toyota/Subaru, com este tipo de partilhas posso eu bem e estes dois novos roadsters, pelo que diz na notícia, não serão tão copy-paste como o par japonês.
Quando tinham anunciado que a Fiat estaria em conversações além da Suzuki, também com a Mazda, quanto muito preveria acordos para os futuros segmento B. Uma preocupação crescente da Mazda, dado o próximo 2 já não ter genes Ford, e a Fiat, apesar de ter apresentado uma evolução da sua plataforma B para o 500L, precisará a medio prazo de uma plataforma nova para este segmento (a do 500L cresceu em demasia para o que se espera de um segmento B). E entre Mazda e Fiat, conseguiriam as economias de escala necessárias para cobrir essas necessidades.
ALém que a Fiat pôr as mãos nas tecnologias que se agrupam sobre o nome tótó de Skyactive, seria extremamente benéfico para esta marca.
Tal como a Fiat, não se vê a Mazda a apostar grandemente em hibridos ou eléctricos (apesar de estarem previstos), nesta guerra de emissões/consumos que acontecem um pouco por todo o mundo, pelo que extrair o máximo das tecnologias "convencionais", como a Mazda está a fazer com bom efeito, poderia beneficiar de igual modo os italianos.
Dado os problemas financeiros que a Mazda de momento tem para resolver, garantir a rentabilidade do seu modelo mais emblemático, acho que foi uma jogada de mestre.
O único busilis é mesmo a produção manter-se em terras japonesas. É cada vez menos rentável para os construtores japoneses produzir lá tendo em conta o iene. O que pode afectar o preço final do par de roadsters, assim como afectou os coupes Toyota/Subaru.
Aparte isso, e caso as duas empresas se entendam, o que teremos é um par de criaturas leves, compactas e (a manter-se a "tradição") dinamicamente competentes e divertidas de se conduzir, além de razoavelmente acessiveis para este tipo de máquinas mais lúdicas.
E isso, acho que é de valorizar.