PeLeve
Well-known member
O que parece é que mesmo no meio científico não há unanimidade sobre esta questão, quanto mais nós aqui: http://www.helsinki.fi/hum/ibero/xaman/articulos/2004_01/mudancas_climaticas_globais.pdf
citação:Originalmente colocada por J.R.
Mendes77
O ambiente MUDA.
As alterações climáticas são NATURAIS.
Sempre aconteceram.
E agora vimos de uma Idade do Gelo (20.000 anos ou coisa que o valha)e vamos para uma quente.
É natural.
E é de uma ARROGÂNCIA presumir que o Homem pode controlar: tempestades solares, vulcões terrestres ou a variação do eixo de rotação da dita cuja.
E já agora... poluir menos não se consegue assinando acordos ridículos.
Consegue-se...... poluindo menos.
E aí os números têm sido tão "interessantes".....estes ultimos anos.
Até amanhã.
citação:Originalmente colocada por michaelreznor
citação:Originalmente colocada por PDCouto
citação:Originalmente colocada por michaelreznor
citação:Originalmente colocada por PDCouto
O Al Gore não era o que deveria ter sido presidente e não foi apesar de ter mais votos?
então se tinha mais, porque não foi?
ld
Teve mais na totalidade do país, mas como aquilo lá é feito por vitórias em cada estado não conseguiu ganhar. Tenho ideia que foi por causa disso.
Até houve a famosa recontagem e demoraram dois meses a confirmar....
não sabia que era assim que funcionava...
isso não vai contra os princípios da democracia??
ld
citação:Originalmente colocada por Excalibur
Sobre o aquecimento global
http://www.worldviewofglobalwarming.org/
http://www.theglobaleducationproject.org/index.shtml
http://www.priceofoil.org/addicted
Mas em particular um olhar sobre este
http://www.grossinternationalhappiness.org/
A questão da velocidade tb não se tem bem a certeza.citação:Originalmente colocada por Zell
É verdade que o clima muda naturalmente mas não a esta velocidade. O problema maior pelo que tenho lido e visto nos últimos anos nem é o aumento do nível do mar.
O filme é uma apresentação para o grande público da ideia: "efeito estufa é, sem dúvida, causado pela atividade industrial, fornecendo a estes uma ferramenta no combate ao capitalismo e globalização. Baseado nisto, estes exigem restrições às emissões de gases de efeito estufa (dióxido de carbono, metano, CFC, etc.) e, conseqüentemente, restrições às atividades industriais. Porém, este ponto de vista é também defendido pelos ONGs, Painel Inter-Governamental de Mudança Climática (IPCC) e a maioria dos governos".citaçãoe qualquer forma, este assunto já foi debatido umas quantas vezes noutros tópicos do género. Acho que devíamos comentar o filme depois de o vermos.
Claro que não há unanimidade, a investigação cientifica precisa de fundos e quem paga obtém resultados diferentes dos das investigações independentes.citação:Originalmente colocada por Pé Leve
O que parece é que mesmo no meio científico não há unanimidade sobre esta questão, quanto mais nós aqui: http://www.helsinki.fi/hum/ibero/xaman/articulos/2004_01/mudancas_climaticas_globais.pdf
citação:Mendes77
AH Membro
710 Posts
Colocado - 13/09/2006 : 18:26:03
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citação:
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Originalmente colocada por J.R.
Mendes77
O ambiente MUDA.
As alterações climáticas são NATURAIS.
Sempre aconteceram.
E agora vimos de uma Idade do Gelo (20.000 anos ou coisa que o valha)e vamos para uma quente.
É natural.
E é de uma ARROGÂNCIA presumir que o Homem pode controlar: tempestades solares, vulcões terrestres ou a variação do eixo de rotação da dita cuja.
E já agora... poluir menos não se consegue assinando acordos ridículos.
Consegue-se...... poluindo menos.
E aí os números têm sido tão "interessantes".....estes ultimos anos.
Até amanhã.
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Não discuto isso!
Para ser sincero não percebo de mudanças climaticas, e ao que parece nem mesmo os cientistas chegaram a um consenso... seja como for aplaudo a iniciativa de Ex-Presidente dos EUA Al Gore pelo seu trabalho de conscientização sobre os problemas ambientais.
Até!
É naturalíssimocitação:Originalmente colocada por zenith
Concordo. Nunca ouviste falar do buraco da camada de ozono? Não é natural. O problema é esse...
citação:ECOLOGIA : 15/8/2006 Estudo feito no Reino Unido indica que aquecimento global médio superior a 3ºC anuais até 2100 poderá alterar 88% dos biomas florestais que ocupam mais de 5% da superfície da Terra.
Um novo estudo, feito por pesquisadores britânicos e cujos resultados serão publicado na próxima edição da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas), reforça o que já se sabia: as grandes florestas do mundo, e principalmente a Amazônia, serão seriamente perturbadas se o aquecimento global não for contido.
Segundo a pesquisa, assinada por Marko Scholze, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e colaboradores, um cenário extremamente grave virá à tona se a temperatura global subir mais 3ºC por ano, em média, até 2100. Os pesquisadores trabalharam modelos de vegetação e de clima com base em três aumentos: até 2º C, de 2ºC a 3ºC e mais de 3ºC.
No pior cenário, 44% dos ecossistemas que hoje são sumidouros seriam transformados em fontes de carbono. Com mais carbono na atmosfera, as conseqüências do aquecimento global serão cada vez mais potencializadas.
Dessa forma, diz o estudo, o impacto sobre a Terra, se nada for feito, estaria garantido por pelo menos mais 200 anos. Até 88% dos biomas, que ocupam juntos mais de 5% da superfície terrestre, seriam afetados. Entre eles estaria a totalidade das florestas de altas latitudes do hemisfério Norte.
Ainda no intervalo de maior aumento da temperatura, a transformação global poderia ser ainda maior. No caso dos biomas que ocupam mais de 10% do planeta, 13% dessa área seria transformada. Está nessa lista boa parte das grandes florestas tropicais do mundo. Além da região amazônica, os ecossistemas asiáticos também seriam diminuídos.
O artigo A climate-change risk analysis for world ecosystems poderá ser lido por assinantes, depois de publicado, no endereço www.pnas.org.
@ http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?action=news&did=20543
citação:Período pós-glacial pode ter durado até 1 milhão de anos
A descoberta vai de encontro ao modelo Terra Bola de Neve, que sugere uma duração entre 10 mil e 100 mil anos para o período, apesar de reforçar outros aspectos, como o de que o fenômeno afetou regiões próximas ao equador
Uma nova evidência está reforçando a idéia de que as grandes glaciações, que ocorreram entre 800 milhões e 580 milhões de anos atrás, realmente atingiram regiões equatoriais. O estudo de rochas denominadas carbonatos de capa, extraídas no local em que está hoje o estado do Mato Grosso, revelou que elas estavam em uma latitude geográfica de 22 graus à época em que foram formadas. "O que podemos afirmar é que havia gelo no cráton amazônico enquanto ele estava próximo à linha do equador", explica o geofísico Eric Font, autor de doutorado defendido pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, em novembro.
A descoberta corrobora a teoria mais aceita sobre as glaciações, denominada de Terra Bola de Neve (Snowball Earth). Nestes eventos, segundo esta tese, o globo terrestre teve a maior parte de sua cobertura revestida por gelo e neve. O modelo afirma ainda que a isso se seguiu um período extremamente quente, em que o gelo derreteu rapidamente. Os carbonatos de capa teriam se formado após o derretimento , num processo que demorou entre 10 mil e 100 mil anos, um ponto contestado por Font. "Nossos resultados indicam que isso pode ter demorado até 1 milhão de anos para se concretizar."
Em diversos continentes, sedimentos glaciais, que se formam normalmente em zonas polares, estão sobrepostos pelas rochas carbonáticas, originais de regiões tropicais, iguais as estudadas por Font. Esta aparente contradição é que dá margem ao conceito da terra recoberta por gelo.
Durante a sedimentação dos carbonatos de capa, os cristais de ferro presentes se orientam de acordo com o campo magnético terrestre, da mesma maneira que o ponteiro de uma bússola aponta sempre para o Norte. Assim, esta informação fica gravada nas rochas (o registro paleomagnético), possibilitando, a partir de amostras, determinar a posição do pólo magnético da época de sua formação e ainda derivar a latitude em que isso ocorreu.
Inversões
Os pólos magnéticos terrestres, não só podem mudar de posição, como também sofrer reversões, por razões ainda não inteiramente compreendidas. Ao longo da evolução da Terra, o planeta se caracteriza por períodos de altas freqüências de reversões (como no Mioceno, cerca de 23 milhões de anos atrás) e épocas consideradas estáveis. A equipe de Font foi a primeira a encontrar evidências destas altas freqüências de inversões magnéticas nos carbonatos de capa.
Comparando com as freqüências do período Mioceno, eles estimaram o tempo de formação dos carbonatos de capa em cerca de 100 mil a 1 milhão de anos, um período muito maior que o previsto pelo modelo da Terra Bola de Neve. "Quando publicamos o artigo, em 2003 (na revista cientifica Terra Nova), fomos muito criticados por propor esta idéia. Hoje diversos estudos confirmam os mesmos dados."
Diversidade
Segundo Font, a época da glaciação estudada (a Marinoano há 635 milhões de anos) é ainda pouco conhecida em termos de clima e paleogeografia. Sabe-se que neste momento haviam dois supercontinentes que dominavam o planeta, Gondwanas Oeste e Leste, e que se juntaram cerca de 500 milhões de anos atrás. Como os registros do pesquisador determinam o primeiro pólo paleomagnético do cráton Amazônico, agora é possível localizá-lo dentro deste contexto. "A proximidade a regiões equatoriais poderia ter influenciado a evolução da vida, como por exemplo a diversificação das espécies que caracteriza o Cambriano (por volta de 544 milhões de anos atrás)".
@ http://www.usp.br/agen/repgs/2005/pags/290.htm
citação:Originalmente colocada por ebay
A culpa da coisa do ozono e do dióxido de carbono é desse gajos que andam de TDI´s . Eliminem o Grupo VAG e outros que tais e determinem a obrigatoriedade de compra dos Prius...a nível mundial!