Acho que o ginásio não é terreno de engate, como muitos pintam, no ginásio que frequento não vejo nada disso.
As pessoas estão empenhadas em treinar, em seguir as aulas, etc...
humm .... o facto de treinar com empenho não significa que não se goste de um ambiente engraçado e de alguma sedução []
Realmente não há nada mais sedutor que uma gaja a cheirar mal para caralh* e a pingar suor.
Realmente não há nada mais sedutor que uma gaja a cheirar mal para caralh* e a pingar suor.
Quando andei no ginásio, isto falando num ginásio de rácio 50/50) dava mais atenção à vertente cardio e apenas fazia alguma musculação para acompanhar um colega e não havia nenhum jogo de engate entre os homens ou mulheres presentes. Apenas pessoal focado em treinar com algumas pausas para um chit-chat.
As mulheres que sentem vergonha do seu corpo por culpa de uns centímetros a mais ou gordurinhas indesejáveis podem praticar exercício físico em ginásios onde os homens estão proibidos de entrar.
Portugal tem, desde há dois anos, dezenas de ginásios espalhados pelo país onde mulheres de todas as idades praticam 30 minutos de "fitness", perdendo peso e centímetros longe dos olhares curiosos dos homens.
Perder 400 calorias em 30 minutos num espaço acolhedor e totalmente feminino é a proposta deste novo conceito, onde as mulheres se exercitam num circuito de máquinas, sempre acompanhadas por música ritmada.
O fisioterapeuta Pedro Moreira é sócio de um destes ginásios - pertencentes a uma cadeia internacional - que abriu em meados de Abril em Paço de Arcos e já conta com cerca de 100 mulheres.
"Temos mulheres dos 14 aos 70 anos, mas a média de idades mais significativa situa-se nos 30 e 40 anos", disse à Lusa Pedro Moreira.
Segundo o profissional, uma das razões que levam as mulheres a aderir a estes espaços "exclusivos do sexo feminino" é a vergonha do seu corpo e a falta de auto estima que isso lhes provoca.
"Há mulheres que não frequentam os ginásios mistos porque se sentem observadas pelos homens e, como não se sentem bem com o seu corpo, ficam envergonhadas e complexadas. Por outro lado, as mulheres que estão em forma algumas vezes são assediadas e alvo de comentários jocosos dos homens", disse Pedro Moreira.
Para o responsável pelo ginásio da cadeia Curves, um espaço partilhado só por mulheres faz com que estas se sintam "menos constrangidas, mais confiantes para partilhar experiências longe dos olhos críticos dos homens".
Nestes ginásios, os monitores, homens e mulheres, recebem instruções para "apaparicar as mulheres, motivarem-nas e levantarem- lhes a auto estima, controlando os objectivos propostos".
Por cerca de 40 euros mensais, estes ginásios oferecem "um ambiente acolhedor", "atendimento personalizado", "resultados rápidos" "exercícios para mulheres em 30 minutos - fáceis, rápidos e divertidos".
A aplicação do mesmo conceito só para homens não tinha o mesmo efeito.
"Acho que um ginásio só frequentado por homens não tinha sucesso. Nós não gostamos de estar fechados num espaço só com homens", disse a sorrir.
Helena Rodrigues é professora, tem 51 anos e desde Fevereiro que frequenta um ginásio feminino em Odivelas.
O que mais lhe agradou não foi o facto de o espaço ser só para mulheres, mas "o tipo de treino proposto, o tempo gasto (30 minutos) e o facto de se poder começar a qualquer hora".
"O circuito funciona como uma aula de grupo, mas podemos começar a treinar logo que chegamos sem haver uma hora fixa para o início", explicou à Lusa.
Esta professora de matemática confessou que já tinha experimentado ginásios ditos convencionais, mas "desistiu sempre", porque "treinava sozinha".
"Nos ginásios que frequentei, treinava sempre sozinha e aqui somos muito acompanhadas pelas monitoras, que nos incentivam", disse Helena Rodrigues, referindo que lhe agrada também o facto de os exercícios serem acompanhados por música ritmada.
"É intensivo, cansativo, mas no fim a sensação é fantástica.
Saio de lá com mais energia, mas arejada", acrescentou.
Helena Rodrigues considera este conceito "muito atractivo" porque "o incentivo faz-se através de prémios".
"Todos os meses somos medidas, pesadas e é analisado o índice de massa corporal. Já fui premiada com uma t-shirt pela assiduidade e porque cumpri os objectivos a que me propus", disse com orgulho.
Em ginásios mistos ou só para mulheres, a praticar musculação, fitness, ginástica ou dança, as portuguesas têm de mesmo de fazer exercício se querem perder a barriga e ser mais saudáveis.
Dados divulgados em 2005 referem que 65 por cento das mulheres portuguesas têm um perímetro abdominal superior a 88 centímetros, um valor de risco muito elevado para os problemas cardiovasculares.
A obesidade abdominal (definida pelo perímetro abdominal aumentado) está relacionada com o desenvolvimento de vários factores de risco tais como colesterol elevado, diabetes tipo 2, hipertensão, inflamação e trombose, que podem conduzir a doença cardiovascular (enfarte do miocárdio, Acidente Vascular Cerebral).
Nas últimas décadas, o excesso de peso tornou-se um factor preocupante nas sociedades ocidentais, levando a Organização Mundial de Saúde (OMS) a classificar a obesidade como uma das epidemias do século XXI. Em Portugal, o estilo de vida sedentário e uma alimentação hiper calórica colocou o país no grupo de risco.
Medonha. É a palavra, sem exageros, que melhor descreve a minha passagem pelo maravilhoso mundo dos ginásios femininos. Bem sei que há muitos saltos altos fãs daquilo. Embora não perceba porquê, respeito. Mas que eu literalmente abominei o conceito, lá isso abominei. E passo a explicar porquê. Certo dia decidi experimentar um destes clubes lá do bairro. Nunca gostei muito deste tipo de sítios onde há, logo à partida, exclusões de género: andámos nós a lutar contra os clubes de homens porque éramos todos iguais ainda há bem pouco tempo, não é verdade? Pouco sentido isto me faz... mas enfim. Tinha direito a uma ida grátis, portanto achei que dar o benefício da dúvida não custava nada. Munida com o fato treino de tantas jogatanas de basquetebol entre saltos altos e rasos, lá entrei no fabuloso mundo das senhoras que ginasticam em grupo.
A instrutora era simpática de mais e com uma energa digna de desenho animado. Falava pelos cotovelos para me deixar à vontade, mas aquela conversa toda - quando eu estava ali era para suar um bocado- chateava-me. Fiz a ficha com os mil dados sobre o meu corpo e deu-se o início do fim: percebi que aquilo era um circuito com mulheres ora aos pulos, ora em máquinas, todas a tentar sorrir forçadamente numa roda que ia girando de X em X minutos (lamento, mas o cérebro é seletivo e apaga memórias do género...). Nada daquilo fazia o meu género. Em miuda era a Maria-Rapaz que queria (e conseguia) fazer frente aos meninos a jogar à bola. Muitas vezes dizia à minha mãe que queria era ser como o mano mais velho, e poder andar a correr e às lutas em tronco nú. A minha mãe impediu-me e eu só lhe agradeci quando cheguei à puberdade e percebi que isto de ser mulher é que tinha piada. Mas voltando ao ginásio das senhoras.
"Olááááá Paaaaula!"... e eu achei que estava nos Apanhados
A tal instrutora continuava a rir e chamou-me para o centro daquela roda de mulheres aos saltos. Pensei que me ia explicar para que serviam as máquinas, mas não. Para meu espanto, bateu palmas três vezes e pediu a atenção de todas as outras mulheres. "Meninas, temos uma nova aluna. Digam olá à Paula!", guinchou ela sem perder o sorriso. "Olááááá Paaaaaula!", gritaram todas a uníssono. Pela minha cabeça passaram mil pensamentos, mas o que mais persistia era: "Paula Maria, sai daqui o mais depressa possível!".
Como não gosto de desistir (e convenhamos que ter umas 20 mulheres na expectativas para me verem aos saltos consegue ser incómodo), fiz o esforço e fiquei, sem saber se estava numa aula de ginástica ou numa qualquer sessão de auto-ajuda. Percebi que era capaz de ser mais a segunda opção quando vi que a instrutora media as cinturas das alunas e pesava-as, guinchando coisas como: "A não sei quantas perdeu meio centímetro. Vamos dar os parabéns à não sei quaaaaaantas!". ME-DO!
"Ah e tal, foi muito agradável..."
Saltei e saltei na esperança de ver aquela meia hora a voar, mas o relógio não colaborava. Dava o meu melhor sorriso amarelo à instrutora irritante que me piscava o olho insistentemente, como se fosse eu fosse uma participante daquele programa do pessoal que perde metade do peso em direto na TV. Ora bem, minha senhoras, eu não preciso de ajuda, preciso sim de libertar o stress e fazer um bocado pela minha saúde. Se possível sem histerismos à volta nem conversas de cabeleireiro.
Quando cheguei ao fim do suplício, encheram-me de perguntas: "Então quando é que inscreve? Temos nova aluna? Gostou? Bla bla bla, bla, bla, bla"... E eu lá respondi o meu melhor "Foi agradável", que é como quem diz: "Nunca mais cá meto os pés". E quando saí de lá só me ocoria que se calhar ainda há em mim um bocado da Maria-Rapaz dos tempos de miúda. Ou então - e convenhamos que estou mais inclinada para isto - aquele conceito é verdadeiramente redutor e deveras irritante. Uma coisa é certa: não volto a pôr os ténis num ginasio feminino nem que me paguem. Palavra de Cosme Pinto.
Respeito a tua opinião, mas é a minha é diferente, raramente uma mulher me cheira mal, acho que gosto do cheiro a fêmea. :sh)
Respeito a tua opinião, mas é a minha é diferente, raramente uma mulher me cheira mal, acho que gosto do cheiro a fêmea. :sh)
Eu acho que o nunomlopes deve ter alguma coisa contra o género feminino, depois de sugerir um "movimento masculinista" agora procura ginásios apenas para homens. A verdade é que:
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Um gajo bem os vai avisando, mas querem descobrir da maneira mais difícil [][
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Pessoal, se frenquentarem tais sítios... Gel de Banho!!! Sempre!!!
Realmente não há nada mais sedutor que uma gaja a cheirar mal para caralh* e a pingar suor. ...