Google a meter água?

Suarez

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Por uma Internet menos onerosa e mais 'verde'
Google quer levar supercomputadores para o alto mar
Em barcos situados a 11 quilómetros da costa, a empresa poupa o custo dos impostos de propriedade e pode utilizar a energia da água para electricidade e refrigeração.
Pedro Miguel Neves

12:40 | Quarta-feira, 17 de Set de 2008



Rene Tillmann/APA companhia sediada na Califórnia já patenteou a ideia de colocar no alto mar os seus centros de dados que estão espalhados por todo o
mundo
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Depois de recentemente ter lançado um 'browser' e de estar prestes a ver no mercado o primeiro telemóvel com 'software' Google, a empresa patenteou uma tecnologia para levar os seus servidores para alto mar. A companhia que desenvolveu o motor de busca mais utilizado em todo o mundo prepara agora um projecto para instalar os seus centros de dados em barcos.

O plano, denominado 'Computer Navy', prevê que os supercomputadores recebam energia do movimento natural das ondas e sejam refrigerados com água do mar. Além disso, os barcos ficarão localizados, no mínimo, a 11 quilómetros da costa, o que permitirá à Google não pagar os impostos de propriedade dos centros de dados, que neste momento estão espalhados um pouco por todo o planeta.

Na patente, a que o jornal britânico "The Times" teve acesso, pode ler-se que "os centros de computadores estão situados num barco ou barcos, ancorados numa massa de água na qual a energia do movimento natural da água pode ser captada e depois transformada em electricidade e/ou bombeada para os sistemas de refrigeração".

O aumento da quantidade de informação a circular na Internet está a levar as empresas a pensarem em situações radicais para lidar com o custo dos centros de dados. Os grandes centros de computadores podem ter o tamanho de um campo de futebol e utilizam quantidades massivas de energia para controlar o aquecimento.

Estes 'data centers' consumiam, em 2005, 1% da electricidade mundial e as previsões apontam para que, em 2020, as emissões de carbono dos computadores que controlam a Internet ultrapassem as da aviação.

Para resolver este problema, outras empresas procuram soluções inovadoras. A Microsoft investiga construir um centro de dados no clima frio da Sibéria, enquanto a Sun Microsystems, no Japão, planeia enviar os seus computadores para uma mina de carvão abandonada e utilizar a água do solo para o arrefecimento das 'máquinas'. Com este projecto, a Sun afirma que pouparia 6,4 milhões de euros em custos anuais de electricidade.

in: http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/406638

O que vos parece esta solução?
Parece-me um bom negócio a criação destes centros eco-friendly
 
Last edited:
Parece-me muito bem, nunca mas nunca pensei que os custos fossem tão elevados e o tamanho dos "data centers" pudessem ser tão grandes.
 
Como a parte dos data centers gastarem 1% da electricidade mundial é claramente mentira, desconfio do resto do artigo.

Um data center tem que ter uma elevada taxa de disponibilidade, pelo que esta ideia é... ridícula.

E se vem uma tempestade?
 
Como a parte dos data centers gastarem 1% da electricidade mundial é claramente mentira, desconfio do resto do artigo.

Um data center tem que ter uma elevada taxa de disponibilidade, pelo que esta ideia é... ridícula.

E se vem uma tempestade?


http://www.datacenterknowledge.com/archives/2008/09/06/google-planning-offshore-data-barges/

http://www.goodcleantech.com/2008/09/google_applies_patent_for_wate.php

http://blogoscoped.com/archive/2008-09-08-n90.html

http://www.pcworld.com/businesscent...ogle_data_center_idea_that_really_floats.html


e milhares de outros mais...



Pessoalmente, acho que é das melhores ideias que assisti vindo de dentro da Google nos últimos tempos, se vocês fizessem ideia de quanto custa construir um mega data center no centro da Europa, por exemplo, percebiam porquê!
 
A noticia... Mas quando a li, pensei antes em plataformas tipo a Sealand:

sealand.jpg




Não acreditem em tudo o que lêem nas notícias, principalmente as Portuguesas, dado que em tudo, mas principalmente nesta área, limitam-se a fazer más cópias e más traduções do saiu há duas semanas em blogues da especialidade [;)][;)]
 
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