Governo introduz portagens em três Scut

Ex-assesor do Governo vende chips para SCUT

Pedro Bento passou do gabinete do secretário de Estado Paulo Campos para a empresa pública que gere o sistema de portagens nas autoestradas. E já este ano transitou para a empresa fornecedora dos mecanismos de pagamento nas SCUT.

in Expresso
 
Ex-assesor do Governo vende chips para SCUT

Pedro Bento passou do gabinete do secretário de Estado Paulo Campos para a empresa pública que gere o sistema de portagens nas autoestradas. E já este ano transitou para a empresa fornecedora dos mecanismos de pagamento nas SCUT.

in Expresso


Tudo normal:sh)

Tinha de haver algum motivo para rejeitarem a Via Verde em troca de um sistema novo.
 
Epa, vocês...
Então se o homem mudou tanto de empresas é porque é muito válido profissionalmente. É muito requisitado pelas empresas. :sh)
PP2 [:p]
 
Ex-assesor do Governo vende chips para SCUT

Pedro Bento passou do gabinete do secretário de Estado Paulo Campos para a empresa pública que gere o sistema de portagens nas autoestradas. E já este ano transitou para a empresa fornecedora dos mecanismos de pagamento nas SCUT.

in Expresso

Infelizmente não me surpreende.
 
Em quais queres colocar portagens:
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Sabes ler? Eu não quero colocar portagens. Referi um aspecto tecnico, que não é só o comprimento do tabuleiro que conta.


Em Coimbra tens pontes que foram construidas em leito seco, no Douro é impossivel "fechar" a àgua para construir uma ponte, entendes ou queres um desenho?
 
Pois não, não fazia sentido. Com essas políticas destruiu-se a rede viária regional e o resultado está à vista. As regiões populosas (veja-se o Ave, o Vale do Sousa) estão um caos e a qualidade de vida das pessoas ressente-se terrivelmente. Infelizmente, isto vai continuar, porque mudar casas de sítio é algo que é impossível.

Não se destruiu rede regional nenhuma com as vias rápidas a rede regional só melhorou, não estou a ver onde é que isso prejudica as populações.
 
Última edição:
Sabes ler? Eu não quero colocar portagens. Referi um aspecto técnico, que não é só o comprimento do tabuleiro que conta.


Em Coimbra tens pontes que foram construídas em leito seco, no Douro é impossível "fechar" a água para construir uma ponte, entendes ou queres um desenho?

Caro,
Não existe apenas mais esse aspecto técnico... existem centenas ou milhares se quiseres envergar por essa analogia, mas não contes comigo para isso. Apenas fiz a comparação mais linear que podia ser realizada.
 
Acho que é ridículo o pagamento na ponte 25 de Abril, mas se entrares nessa, então os lisboetas bem podem pagar mais do que o norte, comparando o nível de vida.

E relativamente a suportar custos, nem vale a pena falar...
Mas em que dados socio-económicos é que te baseias para concluíres que o nível de vida de Lisboa é maior que o do Norte? :confused:
 
Epá esses valores já não representam a realidade, mas dá para ter uma ideia...

Considerando o número de empresas que entretanto fecharam ... Quimonda e por aí fora... nem falo nos têxteis...
 
Mas em que dados socio-económicos é que te baseias para concluíres que o nível de vida de Lisboa é maior que o do Norte? :confused:


O problema do Norte em relação a ordenados é que no Norte existe uma mentalidade de competitividade laboral, então existem muitos pequenos empreiteiros, trabalhadores por conta própria, e para ganharem os trabalhos por vezes fazem preços baixissimos.

Por exemplo trabalhem numa empresa que tinha fabrica em Rio de Mouro e outra em Matosinhos, depois delegações por todo o pais, os funcionários ganhavam igual conforme a sua categoria profissional quer fosse em Faro ou em Matosinhos, mas o que desiquilibrava era que em Matosinhos existiam trabalhadores independentes a quem se dava trabalho todo o ano, mas que de vez em quanto pedia-se orçamentos e quando se pedia orçamentos faziam sempre preços baixissimos, em Rio de Mouro ninguém ia nessa conversa, ou o patrão pagava à hora o que fosse ou então não trabalhavam.
 
O problema do Norte em relação a ordenados é que no Norte existe uma mentalidade de competitividade laboral, então existem muitos pequenos empreiteiros, trabalhadores por conta própria, e para ganharem os trabalhos por vezes fazem preços baixissimos.

Por exemplo trabalhem numa empresa que tinha fabrica em Rio de Mouro e outra em Matosinhos, depois delegações por todo o pais, os funcionários ganhavam igual conforme a sua categoria profissional quer fosse em Faro ou em Matosinhos, mas o que desiquilibrava era que em Matosinhos existiam trabalhadores independentes a quem se dava trabalho todo o ano, mas que de vez em quanto pedia-se orçamentos e quando se pedia orçamentos faziam sempre preços baixissimos, em Rio de Mouro ninguém ia nessa conversa, ou o patrão pagava à hora o que fosse ou então não trabalhavam.

Ou então porque boa parte dos serviços/administrativos estão em Lisboa.
As grandes empresas têm sempre escritórios em Lisboa e muitas delas mudam mesmo a sede.
As multi-nacionais instalam-se... em Lisboa
Como capital, há sempre melhores condições... mas isso é em qualquer país do mundo:sh)
etc, etc

Tudo o resto aumenta o preço, é um círculo vicioso.
Por algum motivo Lisboa está no TOP Europeu de vencimentos/qualidade de vida e o resto do país está na cauda. E de certeza que não é por as pessoas do resto do país serem estúpidas.:sh)
 
Ponte Sta Clara em Coimbra, à cerca de 60 anos com "Casas" de Portagens de ambos os lados.


Ver anexo 78734


Mostra-me uma ponte em Coimbra do século XXI com portagens:sh)

Nem por eu ter mostrado 3 pontes no Douro que não têm pilares na água:sh)
E de qualquer maneira TU falaste em altura dos pilares, caso não te lembres.:sh)
Já pensaste porque a primeira ponte no Douro foi feita quase 100 anos antes que a primeira em Lisboa?:sh)
 
Reforço aqui a ideia que já tenho dito varias vezes de que sou completamente contra as portagens e que estas deveriam ser suportadas pelo imposto unico de circulação pago por todos os os proprietarios de veiculos, pois nunca se sabe quando iremos necessitar de uma autoestrada tal como os que descontam para o SNsaude nunca sabem quando vão necessitar dum medico ou hospital.

No entanto e como parece que vamos todos pacificamente aceitar mais portagens, sou completamente contra em algumas AEs (também chamadas SCUTs) os habitantes dessas zonas ficarem isentos.

Como ouvi o luis pedro nunes dizer, se assim for, então lá vão mais uma vez os lisboetas (ou habitantes em lisboa) pagarem mais portagens quando tiverem que deslocar à guarda e suportar os custos dessas AEs.

Eu digo mais, se adoptarem essa regra então em lisboa deveriamos ficar isentos de pagamento, pelo menos da A5 A16 e CREL, e já agora também das pontes. Não ficam todas dentro da região que habitamos?
 
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