Grupo B Memórias

Há quem defenda que o Delta S4 desenvolvia uma potência similar a essa. Supostamente é a unica forma de explicar os menos de 3s dos 0-100km/h em terra

O S4, a meu ver, era o carro mais avançado do Grupo B. Usava compressor e turbo, logo tinha potência sempre disponível em qualquer regime.
Aliás, existe a história conhecida, de que um S4 foi guiado em 86, no Estoril. E o tempo que ele fez, chegava para se qualificar em sexto no GP de F1 desse ano.
 
tambem apareceu esta coisa estranha. [:D]

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Protótipo com estudo apurado ao nível aerodinâmico, estrutural, mecânico e com uso de material exótico um laboratório móvel que colocava a F1 em apuro mediático e técnico.

Benzina (Super/AGIP, o odor segundo consta era embriagante).
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Audi Quattro RS 002
(...)

"A Audi encontrava-se num encruzilhada, em 1986. Após o sucesso inicial do Audi Quattro, nos primeiros anos do Grupo B, a concorrência tinha evoluído e apresentado protótipos com motores centrais bastante potentes, tracção integral permanente mais eficaz e tecnologias muito mais avançadas, aplicadas às estruturas das viaturas.

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A Audi tentou contrabalançar esta vantagem natural dos seus adversários com um Audi Sport Quattro E2, superior em tudo aos anteriores Audi Quattro, mas que era também bastante complicado e difícil de dominar. Mesmo assim, a Audi não conseguiu ganhar vantagem…foi então que dentro da Audi começaram a surgir divergências. Embora muitos dos seus engenheiros principais, tal como Roland Gumpert (criador do famoso Gumpert Apolo e director da equipa Audi na época), insistissem já desde 1983 na aposta num veículo com motor central, Ferdinand Piech (presidente da Audi nesse ano) teimava em apostar no motor dianteiro pois tal permitiria manter uma ligação entre os carros de estrada e de competição, factor crucial para o marketing da Audi.

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O principal problema do motor dianteiro passava pelo peso excessivo no respectivo eixo, que não era notado nas curvas e rectas de alta velocidade, mas que devido à subviragem excessiva, tornava as curvas de baixa velocidade bastante difíceis de serem abordadas. Desta forma, embora o Audi Sport Quattro E2 fosse um possível “remendo” a um problema estrutural, a solução final teria que passar por uma mudança do motor para o centro da viatura. Visto que havia pouco apoio por parte da administração da firma de Ingolstadt, os engenheiros resolveram apostar neste conceito, através de projectos ultra-secretos criados para o futuro Grupo S, dos quais muitos poucos tinham conhecimento, inclusive na própria Audi! Este secretismo levou à criação de 3 projectos independentes, dos quais saíram 3 protótipos totalmente diferentes…

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O primeiro protótipo partiu da equipa liderada por Ronald Gumpert, o qual consistiu em utilizar um Audi Quattro, ao qual foi removido o motor dianteiro e se colocou o motor central. Para que todo o projecto fosse testado em absoluto secretismo, a viatura foi levada várias vezes para Desna, perto de Zlin, na Checoslováquia, aonde os recursos necessários para os testes estariam disponíveis.Para que não houvessem suspeitos sobre o envio da viatura, o nome de código utilizado para o envio era “Kenya Test”. Esta viatura foi testada lado a lado com o Audi Sport Quattro E2, logo em 1985, o que confirma que os engenheiros estavam cientes que só com esta solução seria possível atingir bons resultados.

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A única diferença exterior deste Audi Quattro “especial” consistia na existência de entradas de ar laterais, na parte traseira da viatura. Estas entradas eram utilizadas para refrigeração e admissão do ar para o motor central. Após alguns testes preliminares, efectuados para acertos básicos da viatura, Walter Röhrl foi chamado para testar o Quattro “especial”. Este teste iria ser realizado em Salzburgo, na Áustria, mas após terem sido descobertos pela imprensa, todo o staff foi enviado para a Baviera, na Alemanha, aonde foi escolhida uma estrada local.

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Röhrl ficou impressionado com a viatura, referindo que era tão ou mais rápida que o Audi Sport Quattro E2 que utilizava no Campeonato Mundial de Ralis, além de ter uma estabilidade nas curvas lentas e rápidas que não era possível nas viaturas anteriores. No entanto, este Audi Quattro com motor central teve uma vida muito “curta”…um fotografo captou a viatura e publicou a foto numa revista austríaca.

Ferdinand Piech ficou furioso com o desrespeito pelas suas ordens, visto que a Audi Sport estava em risco de encerramento por parte da VW, o que levou ao imediato desmantelamento deste Audi. No entanto, este não foi o único Audi com motor central, bem pelo contrário…

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De facto, além deste Audi inicial, houveram mais dois Audi com motores centrais, sabendo-se que um deles, que nunca foi descoberto, foi construído em Neckarsulm, numa outra fábrica da Audi, enquanto o outro, de seu nome Audi Quattro RS 002, foi descoberto por mero acaso, nos hangares em Ingolstadt. Esta viatura tem o mesmo motor de 5 cilindros turbo comprimido, utilizado no Audi Sport Quattro E2, mas com uma potência anunciada de 1000cv! Esta potência teria que ser reduzida para 300cv e a cilindrada do motor para 1200cc, tal como era previsto pelos regulamentos do Grupo S.

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O RS 002 tem também um chassis tubular, a carroçaria feita em fibra de vidro e fibra de carbono e a tracção integral permanente característica de todos os Audi Quattro. A aerodinâmica do carro é outro dos pontos de destaque, assemelhando-se em tudo a um Sport-Protótipo da época! Esta filosofia radical contrastava com todos os projectos realizados até então, mostrando uma elevada preocupação com a carga aerodinâmica conseguida pela carroçaria da viatura.

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O Audi Quattro RS 002 nunca foi testado, sendo os 12kms registados no odómetro a prova disso. Este exemplar, após a sua descoberta nos hangares da Audi, teve várias viagens e sofreu algumas alterações. Esteve exposto entre 1999 e 2000 no Museu Técnico de Sinsheim, na Alemanha, onde estava presente no seu estado original.

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Após a abertura do Mobile Museum de Ingolstadt, em Dezembro de 2000, a Audi recuperou o Audi Quattro RS 002, instalando-lhe jantes próprias para Rali, renovando-lhe a pintura original e colando-lhe alguns autocolantes específicos. É neste local que ainda se encontra em exposição, para deleite de todos os fãs da Audi. É lamentável que o protótipo nunca tenha sido testado e utilizado, visto que tinha imenso potencial e poderia ter dominado o Campeonato Mundial de Ralis…no entanto, tudo são meras suposições do que poderia ter sido o panorama do Grupo S, uma categoria que tinha tudo para ser interessante."

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http://www.direita3.pt/dossiers/bizarros/audi-quattro-rs-002/
 
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1982 Lancia Rally 037 Martini Racing

Vejam bem a perspectiva da fotografia e a potência do carro em marcha, um míssil.
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Il y a 30 ans, la PEUGEOT 205 T16 remportait son premier Championnat du Monde des Rallyes en Finlande

30 years ago, the PEUGEOT 205 T16 won its first World Rally Championship in Finland
 

Ari Vatanen con el Citroën ZX RallyRaid

"Muchos pilotos que vieron nacer el Mundial de rallyes y compitieron con los monstruos de la categoría leyenda de la especialidad, dieron el paso a probar la dureza del desierto y a conocer el viejo continente más allá de lo que podían haber probado en el Rally Safari, un aperitivo a lo que puede dar de sí un Rally Dakar.

Dentro de este grupo de pilotos destaca el finlandés Ari Vatanen, el experto en África, es el hombre record en la categoría de coches en el Dakar, con más de una docena de participaciones.

Ari Vatanen, que reaparecía después de su accidente en Argentina en 1985 y que debutaba en una prueba de este tipo en 1987 a los mandos del Peugeot 205 Grand Raid, no daba opción a sus rivales dejando a su más inmediato perseguidor a más de una hora y cuarto y al tercero a más de 4 horas.


Markku Alen

Ya en 1989 y con un coche más específico para esta prueba como era el Peugeot 405 T16 GR comenzó su racha de victorias, tres en concreto, pero esta edición no la gano sin una cierta polémica, el quipo Peugeot que en aquella época contaba con un presupuesto de más de 100.000.000 de dólares llega a las últimas etapas con sus dos coches en cabeza y mucha diferencia sobre el resto de clasificados.
Ante una disputa interna entre Vatanen e Ickx, el Raid se decide con una moneda de diez francos a cara y cruz, saliendo ganador el finlandés, que había estado como líder en la mayoría de la prueba.

Después de la victoria en 1991, ya con el Citroën. Vatanen acaba su periplo Dakariano en 2005 como piloto oficial de Volkswagen, siendo el piloto con más victorias de etapa en la historia del Dakar, con 50 etapas vencidas.


Bruno Saby

Bruno Saby
, otro piloto de la era Gr.B, quien consiguió la victoria en el Rally de Córcega donde Henry Toivonen falleció tras un trágico accidente, ha sido otro piloto unido al Rally Dakar. Ostentando una victoria en 1993 y tres pódium en la cita africana, casi siempre ligado a la marca japonesa Mitsubishi.

El sueco Björn Waldegard, quien vió nacer el Campeonato del Mundo de Rallyes en 1973 también participó en diversas ocasiones el Rally Dakar. En 1990 corrió con el equipo Peugeot finalizando segundo por detrás de su compañero Ari Vatanen, con otro 405 T16 GR.

Otros pilotos más de aquella época de los ochenta tuvieron el sueño llegar a las orillas del Lago Rosa, Timo Salonen participó esporádicamente, siendo en 1995, oficial de Citroën el quinto clasificado.

Y Markku Alen vencedor de la “FIA Cup for rally drivers” en 1978 con el Fiat 131 Abarth, ha corrido varias veces el Dakar, siendo por primera vez en 2005 en la categoría de camiones con un Iveco y ya en coches en 2007 con la marca Isuzu, teniendo de compañero de equipo a otro piloto de rallyes Albert Llovera, quien en 2014 participará con un buggy preparado por Nasser Al Attiyah.

Incluso Guy Fréquelin, antes de ser nombrado Jefe de equipo de Citroën, quedó cuarto con un Peugeot 405 en el Dakar de 1989." Em http://www.autohebdosport.es/club-de-motor/2014/01/14/los-rallymen-del-rallye-dakar-14/
 

"A Juha Kankkunen sería difícil calificarle dentro de una categoría del Mundial de Rallyes, ya que el tetracampeón ha estado en activo durante más de quince años. Juha compitió en dos ediciones del Dakar, muy separadas, en 1988 y 2005 a los mandos de un VW Touareg.

En la edición de 1988, dentro del equipo Peugeot dirigido por Jean Todt, consiguió la victoria con el 205 Grand Raid, ayudado por un hecho insólito en el rally. Cuando se disputaba la etapa entre Timbuktu y Bamaco, Ari Vatanen compañero de equipo de Juha terminaba la etapa como primero de la general, quien acudía como de costumbre al parque cerrado para dejar su Peugeot 405 Turbo 16.

Al levantarse al día siguiente para continuar con el Dakar y dirigirse al parque cerrado a por su coche, se llevó una sorpresa mayúscula: le habían robado el vehículo. El Peugeot fue sustraído durante la noche con la intención de pedir un rescate por él.


Ese mismo día encontraron el coche sin combustible en las cercanías del parque cerrado. Vatanen acudió a la salida de la etapa, pero con dos horas de retraso, lo que lo descalificó de la misma y posteriormente del rally. Dando la victoria del Dakar 1988 a su compañero Juha Kankkunen.

Carlos Sainz
, el primer español en conseguir la victoria en el Mundial de Rallyes y bicampeón del Mundo. También ha sido atraído por el encanto de esta dura prueba. Comenzando su andadura dakariana en 2007 y destacando por su ritmo, conquistando gran número de victorias de etapa.

Sainz y el resto del Dakar llega a América en 2009. El español se encuentra peleando por la victoria de la prueba junto a su copiloto Michel Perin, pero este interpreta mal el roadbook, y es ahí donde acaban las opciones de victoria, en el fondo de una rambla, eso sí con 6 victorias de etapa a una empatar del record de la categoría.


Colin McRae

Ya en 2010, siendo una de las pruebas más disputadas y apasionantes del raid, Carlos consiguió la primera victoria española de coches en el Dakar, tras un mano a mano durante toda la prueba con su compañero de equipo Nasser Al Attiyah, llegaron separados por la menor diferencia de la historia del Dakar, dos minutos y doce segundos.

En 2011 acaba tercero de la clasificación general, consiguiendo siete victorias de etapa, más de la mitad de las disputadas, siendo este el último año de VW en esta competición. En 2014, Sainz volverá a repetir con un buggy, esta vez fabricado por SMG.
Una de las leyendas de los rallyes Colin McRae, el excéntrico piloto escoces, vencedor de un Campeonato del Mundo de Rallyes también probo suerte en el raid africano tras su retirada. Dentro del equipo Nissan debuta en 2004, venciendo varias etapas acaba en vigésima posición.


Bruno Saby

Su segunda y última participación al año siguiente se saldó con un abandono, tras un aparatoso accidente que le dejo fuera de la carrera. Su hermano Alister McRae, disputara la edición 2014 del Dakar, con un vehículo diseñado por Colin, denominado Enduro MC-4, con el que ya disputó este raid en 2012.

El carismático y espectacular piloto francés, Jean Ragnotti, disputó dos ediciones, en 1980 en los inicios del raid africano, cuando esta prueba era más una aventura que una competición, pilotando un Volkswagen Iltis acabo en novena plaza. Ya en 1986 tras el volante de un Range Rover consiguió la decimonovena posición, en la edición que perdía la vida el padre del Dakar, Thierry Sabine, el aventurero que dio forma a esta prueba tan exigente.

Otros pilotos que han coqueteado con las dunas del Dakar han sido Kenneth Eriksson, quien consiguió 6 victorias de rallyes en el WRC, piloto para Mitsubishi en 1991, llegando cuarto a la meta del Lago Rosa.

O Freddy Loix en 2006 y 2007 y el piloto francés Simon Jean Joseph, ambos participando con bugyes. Massimo Biasion muy ligado al Dakar después de su retirada en los rallyes, está disputando la prueba actualmente, en 2014 pilotara de nuevo el Iveco Trakker Evolution 2, dentro del equipo capitaneado por Jan de Rooy"Em http://www.autohebdosport.es/club-d...allymen-del-dakar-la-epoca-de-los-grupo-b-24/
 
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Os 1.4 de cc com turbo de circuito na década de 80 da Lancia eram soberbos, tanto em mecânica apresentada como em imagem da industria automóvel, em termo de pilotos eram o topo da F1 e Rallye, nada de simulador de condução, pura mecânica no alcatrão com querosene a queimar.
 
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