MerryBerry
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Estamos perante um génio, portanto.
A noticia: Homens devem poder recusar paternidade - Sociedade - PUBLICO.PT
A noticia: Homens devem poder recusar paternidade - Sociedade - PUBLICO.PT
Com o aumento dos Mestrados, os temas começam a ser dificeis de diferenciar... este conseguiu aparecer no Público []
Teoricamente até pode ser uma discussão interessante e mesmo na prática, muitos só tem mesmo o nome do pai no BI, que de resto, nunca o viram.
A lei portuguesa devia reconhecer aos homens o direito de recusar a paternidade de um filho nascido contra a sua vontade. A tese está contida na investigação
A igualdade na decisão de procriar, defendida por Jorge Martins Ribeiro, no âmbito do mestrado em Direitos Humanos na Universidade do Minho.
Na óptica do investigador, é uma questão de igualdade. "Do mesmo modo que a mulher tem o direito legalmente reconhecido de abortar ou não abortar, perante uma gravidez não planeada, o homem deve poder decidir se quer ou não ser pai", sustenta.
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Concordo. As mulheres agarram-se muito ao factor biológico (serem elas a carregar o filho) para reservarem para si todo o direito de decidir se a criança nasce ou não, não me parece muito justo num panorama de igualdade de direitos (mas claro que as feministas não costumam querer igualdade).
Da mesma forma que uma mulher pode decidir abortar ou não, o pai também pode querer ou não um filho e se não quiser não deve ser porque a mulher o quer à força toda que será obrigado a assumir a paternidade.
Sim porque na altura de o fazer também quis participar, não foi o homem que fez o filho sozinho (excluem-se obviamente os casos de violação).
Mas esse pai (pai? []) mesmo ausente tem de ter responsabilidades monetárias com o filho.
O problema aqui, do meu ponto de vista, não são os direitos da mãe ou do pai, são os direitos da criança.
O problema aqui, do meu ponto de vista, não são os direitos da mãe ou do pai, são os direitos da criança.
Já pensaste em como isso torna as mulheres (e os possiveis filhos) descartáveis? Era a desresponsabilização total e absoluta.
E ao contrário não? A lei actual desresponsabiliza completamente a mulher e dá-lhe todo o poder de decisão, se não quiser o filho aborta, se quiser tanto faz o pai querer ou não que tem que se chegar à frente na mesma. Como já disse o filho é feito pelos dois, não faz sentido depois só um ter voto na matéria.Já pensaste em como isso torna as mulheres (e os possiveis filhos) descartáveis? Era a responsabilização total e absoluta.
No artigo fala-se em "determinação da paternidade" e diz que "Investigador defende fim das averiguações oficiosas de paternidade impostas pelo Estado", portanto trata-se mesmo do ressurgimento da figura do pai incógnito. [Faz sentido, se o objetivo é a igualdade de sexos, mas decerto as mulheres nunca deixam isso passar, então como davam o tâo famoso "golpe da barriga" para ficarem com um pensão no minimo até aos 18anos por conta de terem tido a criança.
O facto do Pai não assumir responsabilidades após o nascimento é diferente de Pai incognito, o primeiro está registado, o segundo é como se nunca tivesse existido o que é errado.