Humanidade suicida?

SEMILHA

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Ontem dava por mim a pensar que muito além das catástrofes ambientais tão faladas... aquecimento global... etc etc...e os muito falados cenários apocalipticos derivados de cenários naturais, relacionados com o nosso planeta ou o universo, o ser humano tem uma inclinação suicida.

Sem estar a ver muitos filmes...mas já repararam em menos de 80 anos já estivemos perto de várias guerras nucleares que provavelmente teriam acabado com grande parte da humanidade?

Acredito não estar a ser fatalista...mas entre o fim da II Grande Guerra...e o mais recente clima de tensão...Russia / Otan...o tamanho das "pilinhas" é medido em stock de armas nucleares...e isso não é algo agradável.

Trago a baila este tema pq fico a pensar que falam de previsões de aquecimento global nos próximos 100 anos...e isto e aquilo...e a este ritmo...em 100 anos (ou muito menos) teremos uma III Grande Guerra que acredito será definitiva...

P.S: E eu nem falei das ameaças do Estado Islamico e a quantidade de grupos terroristas e afins...
 
"Não sei com que armas a III Guerra Mundial será lutada. Mas a IV Guerra Mundial será lutada com paus e pedras."

Albert Einstein
 
A minha opinião é completamente diversa da tua.

Acho que nunca houve um fase tão boa na história da humanidade como do fim da 2ª guerra para cá.
 
Eu não vivi a guerra fria...pelo menos o seu auge...mas acredito que voltaremos para lá...e não falo apenas desta questão ucraniana.
 
Wat8.jpg
 
os russos não vão fazer nenhum ataque nuclear, isto é apenas guerra fria/real politics.

quanto aos terroristas, é muito complicado a um grupo terrorista efectuar um ataque nuclear... MESMO que alguma vez tivessem acesso a uma bomba, esta não se leva debaixo da roupa nem numa mala de avião, muito menos mantê-la estável e em segurança num acampamento no meio do deserto....
 
Armas nucleares são tão século XX.

Os únicos países ainda com interesse em bombas nucleares são aqueles que estão atrasados umas centenas de anos, e felizmente esses ou não as têm de todo, ou têm poucas e não têm como as utilizar, ou se as utilizarem lá se vai o seu único Às, as nações que têm o verdadeiro poder bélico finalmente vão atrás deles a sério e ficam reduzidos a desertos e crateras em três tempos.
 
Armas nucleares são tão século XX.

Os únicos países ainda com interesse em bombas nucleares são aqueles que estão atrasados umas centenas de anos, e felizmente esses ou não as têm de todo, ou têm poucas e não têm como as utilizar, ou se as utilizarem lá se vai o seu único Às, as nações que têm o verdadeiro poder bélico finalmente vão atrás deles a sério e ficam reduzidos a desertos e crateras em três tempos.


As armas nucleares nucleares são a única garantia que um país tem de não ser invadido/pilhado por inimigos com mais

aviões/tanques/tropas etc.

Ao contrário do que dizes, todos os países desenvolvidos que são de facto independentes têm armas nucleares... Depois há os países de segunda e terceira linha - como portugal - que andam a reboque das grandes potências - e que não estão autorizados a ter um exército digno desse nome, quanto mais armas nucleares.
 
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Eu só digo que oxalá esteja enganado.. mas acredito que a humanidade é que dará cabo de si e não qualquer fenómeno ambiental....se for nuclear...quimico...não sei.......mas o que entendo é que os mesmos erros do passado são repetidos uma e outra vez...
 
As armas nucleares nucleares são a única garantia que um país tem de não ser invadido/pilhado por inimigos com mais

aviões/tanques/tropas etc.

Ao contrário do que dizes, todos os países desenvolvidos que são de facto independentes têm armas nucleares... Depois há os países de segunda e terceira linha - como portugal - que andam a reboque das grandes potências - e que não estão autorizados a ter um exército digno desse nome, quanto mais armas nucleares.

o Iraque foi invadido exatamente por alegadamente ter armas de destruição maciça. Essas armas são cartas fortes, mas longe de darem vantagem em ganhar o jogo.

quanto a Portugal, penso que não tem armas como a atômica, porque o custo seria demasiado elevado para o pais. Não há infra-estruturas nem know how. Mesmo tendo a ajuda de aliados, o custo seria muito elevado. Em todo o caso, não há grande necessidade. Neste caso é como as piscinas. O que interessa é ter um amigo rico que suporte todas as despesas e que deixe usar quando necessário.
 
o Iraque foi invadido exatamente por alegadamente ter armas de destruição maciça. Essas armas são cartas fortes, mas longe de darem vantagem em ganhar o jogo.

Eu estava a falar de um país com verdadeiro poder nuclear ou seja bombas nucleares e mísseis de médio ou longo alcance.

A partir do momento em que um país tem este poder deixa de ser visto como uma presa fácil pelas potências mundiais como a China, Rússia e EUA.

Estar na NATO tem vantagens para Portugal na medida em que não precisamos de ter um exército próprio mas a qualquer momento podemos ser envolvidos em guerras que não nos dizem respeito nem dariam benefícios em caso de vitória...
 
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As armas nucleares nucleares são a única garantia que um país tem de não ser invadido/pilhado por inimigos com mais

aviões/tanques/tropas etc.

Ao contrário do que dizes, todos os países desenvolvidos que são de facto independentes têm armas nucleares... Depois há os países de segunda e terceira linha - como portugal - que andam a reboque das grandes potências - e que não estão autorizados a ter um exército digno desse nome, quanto mais armas nucleares.
As grandes potências nucleares - EUA e agora Rússia - já há muito que abandonaram a corrida às armas nucleares e começaram com o desarmamento. Ambos estes países têm muito menos armas nucleares em stock do que tinham há umas décadas atrás, e a tendência é para se irem livrando delas. Invés disso têm investido imenso noutros tipos de armamento, em bombas convencionais guiadas, em aviões invisíveis, drones, etc.

Armas nucleares não são tão úteis quanto isso na prática. É força bruta a mais, causam demasiados danos colaterais. Cada vez mais os países desenvolvidos apostam em ataques cirúrgicos, quando há um procurado refugiado numa vila qualquer, eles querem rebentar com a casa onde ele está, ou idealmente até entrar lá e matá-lo só a ele ou capturá-lo, não querem reduzir a vila toda a cinzas.
 
catástrofes ambientais tão faladas... aquecimento global... etc etc...

Mas qual aquecimento global? Anda cá ao norte dizer essa treta. Aqui na aldeia onde vivo não há verão há 3 anos, Julho e Agosto é sempre um frio do car*****, as plantações foram todas com os porcos e já se estão a criar eslagmites no teto da minha Adega. De uns anos para cá está cada vez mais frio, daqui a 20 ou 30 anos esta ***** vai estar pior que o Nepal. Antes fosse aquecimento global, pelo menos apareciam por cá umas brasileiras em fio dental para nadar na praia fluvial que no verão fica sempre às moscas.
 
Eu estava a falar de um país com verdadeiro poder nuclear ou seja bombas nucleares e mísseis de médio ou longo alcance.

A partir do momento em que um país tem este poder deixa de ser visto como uma presa fácil pelas potências mundiais como a China, Rússia e EUA.

Estar na NATO tem vantagens para Portugal na medida em que não precisamos de ter um exército próprio mas a qualquer momento podemos ser envolvidos em guerras que não nos dizem respeito nem dariam benefícios em caso de vitória...
Até esse poder ser comprovado, ninguém sabe se existe ou não. Há países que dizem que têm e podem não ter e vice versa.
 
Existe um risco sério da humanidade enfrentar dentro de décadas enormes desafios.
O aquecimento global é um dos menores. Ao contrário do que alguns tentam negar por razões ideológicas o efeito de estufa que provoca o aquecimento global é inegável, mas a gravidade das consequências desse aquecimento global é muito discutível. O planeta já passou por periodos mais quentes e mais frios, o periodo de adaptação é razoavelmente longo por isso o aquecimento global irá quase de certeza ocorrer, mas os prejuizos daí decorrentes têm sido exagerados.

Há outros problemas mais sérios e mais graves e há riscos inegáveis que podem fazer prejudicar seriamente a terra e o homem.
Um dos mais evidentes é a escassez de recursos. Por exemplo, a dependencia dos combustiveis fosseis. Até agora só gastamos um pequena parte do que foi produzido até agora na terra, mas o ritmo a que os estamos a gastar é insustentavel a longo prazo.
Isto não significa apenas que podemos correr o risco de deixar de andar de carro e passaremos a andar de comboio e bicicleta. A agricultura depende desses combustiveis. Se eles desaparecessem hoje a produção alimentar cairia para 1/3 do que é hoje e consequentemente grande da população humana morreria simplesmente de fome.

Há o risco de uma guerra nuclear e as consequencias desta guerra são bastante conhecidas.

há uma dependencia muito grande da internet e esta é muito vulnerável, muito frágil. Para explicar essa dependencia, muita da distribuição de produtos depende da net, muita da administração publica e privada, as comunicações, telefones e telemoveis, bancos, aliás todo o sistema bancario. Uma falha global da provocaria uma crise economica sem precedentes e o caos da administração, na gestão economica, no sistema bancario, etc. E a net é muito, mas muito frágil.

Há o problema da perda de eficacia dos antibioticos e do risco de regresso ao tempo em que uma simples infeção alimentar ou pulmunar tinha boas probabilidades de matar alguem.

Há o risco da criação me laboratorio de doenças muito perigosas.

Há outros riscos.

O problema mesmo é que a sociedade tornou-se extremamente complexa e os mecanismos para gerir essa complexidade não acompanharam esse aumento de complexidade. Ainda temos tempo para os criar, mas não podemos realmente estar completamente sossegados sobre isso.

Em particular nas próximas décadas acho que teremos de começar a enfrentar o problema do fim de alguns recursos naturais. Isso obrigará à criação de organismos de gestão desses recursos a nível mundial.
 
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