[Crime] Inspectores do SEF ameaçados e agredidos em Lisboa

CapitaoIglo

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Ameaças no aeroporto e agressões no centro de atendimento. Queixam-se de falta de protecção


Inspectores do SEF ameaçados e agredidos em Lisboa

O inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteira (SEF) que estava no Aeroporto de Lisboa nem queria acreditar quando o artista angolano Yuri da Cunha e a comitiva de meia dúzia de cidadãos daquele país tentaram entrar pela fila prioritária, habitualmente destinada a tripulações e outros funcionários ou pessoas com dificuldades motoras. Barrados à saída, dos argumentos aos insultos foram dois minutos, ao ponto de o inspector do SEF se preparar para algemar o artista angolano. Cerca de seis homens que o acompanhavam fizeram frente ao funcionário e, não só evitaram a detenção, como ainda passaram na zona prioritária. Pouco passava das cinco da manhã quando o voo de Luanda chegou, mas estavam menos funcionários do SEF que a suposta comitiva de Yuri da Cunha.

Assim, ficou por investigar a possibilidade de um crime de desobediência e de resistência e coacção sobre funcionário.

Segundo fonte do SEF, como durante a noite podem estar no aeroporto da Portela, ao todo, quatro ou cinco agentes do SEF, é praticamente impossível garantir a segurança, como aconteceu neste caso.

Recentemente, três portugueses que chegaram de Inglaterra insultaram os agentes do SEF que faziam a fiscalização. Um inspector chamou dois colegas, mas não evitou que um deles fosse mordido no braço.

Regresso em beleza Não é só no aeroporto que os inspectores do SEF correm riscos de segurança. Houve problemas nos postos de atendimento a imigrantes na Reboleira, na Amadora e nas Portas de Benfica, Lisboa, e, na passada sexta-feira, uma inspectora do SEF foi mesmo agredida por um casal no Centro Nacional de Apoio ao Imigrante (CNAI) em Lisboa.

Segundo os relatos, um casal de cabo-verdianos preparava-se para renovar o título de residência e não gostou de ser confrontado com a respectiva multa pela renovação estar fora de prazo.

Primeiro foram os insultos e quando a inspectora do SEF foi chamada, o homem manietou a funcionária enquanto a mulher a agredia. Teve de receber tratamento hospitalar, precisamente no dia em que regressou de uma baixa provocada por uma cirurgia delicada.

O casal foi detido e presente ontem a tribunal que abriu um inquérito sobre o caso. Mas, recorda um elemento do SEF, se voltar ao CNAI e pagar a multa que se recusou ao início, vê o seu título de residência renovado. Isto é, a agressão não tem qualquer consequência imediata.

Os funcionários dos centros de atendimento queixam-se ainda de que são desaconselhados ou mesmo obrigados a não usar símbolos policiais visíveis e a guardar as suas pistolas de serviço, tudo para não ferir a susceptibilidade dos imigrantes.
 
logososracismo.jpg


A solução para os problemas.
 
Agridem agentes da autoridade e passam impunes... Não havia polícia no aeroporto?
 
Se esse Sr. e a sua comitiva entraram cá, também que sair ou sendo um artista, saberá onde anda, é o SEF ir fazer a fiscalização.
Há saída para "garantir" a segurança é fazer um inspecção total, e pesquisar bem todos os recantes desse sr. [:D]

Quanto às agressões é uma profissão com risco, sendo agentes de autoridade sofrem do mesmo que os PSP/GNR, os crimes contra a integridade física destes deviam ser punidos exemplarmente.
 
E não havia nenhum elemento da PSP? Era arrear neles até ferver.

PS: esse avatar troca-me os olhos por completo.
 
Espera-se que a GALP seja privatizada o mais depressa possível, e por uma dita grande companhia petrolífera Ocidental, [:D]
 
Na minha modesta opinião só tinham a fazer uma coisa....

Agarrar neles e enfiá-los no próximo avião de volta!

May nada!

Eu quando chego a outro país também tenho de acatar as leis deles não é? Se for à America e fizer isto o melhor que me pode acontecer é isso mesmo! Enfiarem-me no próximo avião de volta!
Estão errados? Acho que não
 
Para variar....

todos os dias tenho que me chatear quando esses passageiros querem furar as filas ou ir para a fila de greenway... já para não falar nos objectos e tralha que tentam levar como bagagem de mão e não que pode ir na cabine (mas esta ultima parte é mais com a Tap).
 
Era fazer como no tópico aqui ao lado. Agridem um funcionário do estado?? Isto não é a república das bananas. Era recambiá-los para o país de origem, LOGO.

Faziam-se uns exemplos para ver se começavam a atinar.
 
Os funcionários dos centros de atendimento queixam-se ainda de que são desaconselhados ou mesmo obrigados a não usar símbolos policiais visíveis e a guardar as suas pistolas de serviço, tudo para não ferir a susceptibilidade dos imigrantes.

Uuuuh....................e quem é que foi o Zero a Esquerda que deu esse conselho?
 
Como já foi dito, era po-los num avião de volta á terra deles. Não sabem se comportar, não são bem vindos. No nosso há regras, cumpram-nas.
 
A ser verdade, obviamente que o cantor Yuri da Cunha deve ser punido por tal acto, seja por multa, prisão ou expulsão de territorio Europeu.

CapitãoIglo, não deverias ter publicado a outra versão do acontecimento e o desmentido do SEF, a negar que o tal incidente ocorreu, publicada no mesmo jornal? Para cada que cada um tire a sua conclusão
Para cada historia, existem 2 versoes. Dado que não o fizeste, olha, faço eu. Pode ser?

Link

Yuri da Cunha dá a sua versão sobre incidente


O i noticiou terça-feira uma escaramuça entre os inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a comitiva do cantor angolano Yuri da Cunha. Segundo os inspectores, o artista e alguns passageiros tinham forçado a entrada na fila prioritária do aeroporto de Lisboa à chegada de Luanda. Yuri da Cunha disse ao i que vinha acompanhado das suas avós, ambas com mais de 70 anos, e que pediu para passarem na fila destinada a funcionários, tripulação e pessoas com dificuldades motoras. O artista insistiu, dizendo que era um favor às suas avós, ao que o agente respondeu, conta, que não se deveria intrometer no seu trabalho. O artista angolano chamou "mau" ao inspector do SEF, após o que o agente lhe pediu que o acompanhasse, chamando outro colega para o auxiliar.

Vários passageiros, conta Yuri, "aproximaram-se e, solidários, ameaçaram não apresentar os passaportes e abdicar da entrada em Portugal como sinal de protesto". Segundo a versão do cantor, depois de terem voltado para uma extensa fila, "os agentes solicitaram uma conversa privada e explicaram que, àquela hora, havia poucos homens de serviço e que não poderiam facilitar a passagem das avós na fila prioritária, para evitar excessos por parte de outros passageiros". E pediram "desculpa pelo sucedido". O artista angolano acrescentou que um agente do Serviço de Migração e Estrangeiros de Angola o aconselhou a apresentar queixa, mas Yuri recusou "por considerar o incidente sanado".

Segundo a direcção do SEF, "é falso que tenha havido uma situação de desrespeito e desobediência à autoridade e que estes tenham feito frente ao funcionário ou passado na zona prioritária". Sustentam que "houve uma reacção verbal menos correcta do passageiro, que foi prontamente rectificada, tendo o mesmo, bem como a comitiva que o acompanhava, acatado a indicação do funcionário do SEF para se dirigir às filas destinadas ao controlo de passageiros". Conclui a direcção do SEF que "o controlo de fronteira foi feito dentro da normalidade".

Em comunicado, o Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF refere que "os factos relatados [no i] correspondem na íntegra aos ocorridos no Aeroporto de Lisboa". "Face à gravidade dos acontecimentos descritos na referida notícia, foi solicitada uma audiência ao ministro da Administração Interna."
 
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Para variar....

todos os dias tenho que me chatear quando esses passageiros querem furar as filas ou ir para a fila de greenway... já para não falar nos objectos e tralha que tentam levar como bagagem de mão e não que pode ir na cabine (mas esta ultima parte é mais com a Tap).

O que queres dizer com "esse passageiros"? Referes-te a Angolanos, negros ou desordeiros em geral?
Vais por no mesmo saco os milhões de passageiros negros que passaram/passam pela Portela? Ai essas generalizacões...
 
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Enfim é o habitual quem la trabalha sabe como aquilo é e entao as 5 da manha n me admira nada:(
 
Eu não sei o que aconteceu, nem vou entrar em discussões de racismo, mas ver o sindicato do SEF quase a pedir desculpa por fazer o trabalho deles[8b][8b]
 
Pode ser?

Ora essa.

Não era a primeira vez que as direcções de serviços metem o rabinho entre as pernas e encobrem factos ocorridos para não causar alarme nem ofender os coitaditos.

Quanto a mim, ele pode dizer o que entender.

Mas, sabes, essas versões fazem-me lembrar um tipo que tem a casa a arder e pede aos bombeiros para não baterem com a porta.
 
Em relação ao sucedido com a comitiva do artista, é muito estranho haver versões opostas da direcção e do sindicato do SEF.

Quanto ao casal que agrediu uma funcionária, devia não apenas ser expulso mas também proibido de regressar a Portugal.
 
Em relação ao sucedido com a comitiva do artista, é muito estranho haver versões opostas da direcção e do sindicato do SEF.

É censura.

Só que agora chama-se "politicamente correcto".

É a mesma coisa, mas dito de uma maneira mais bonita.
 
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