Eduardo209
Well-known member
Por muita desinformação e propaganda, a realidade no terreno não se altera.
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Querias citar alguma coisa em particular ou foi só um desabafo?
Por muita desinformação e propaganda, a realidade no terreno não se altera.
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Isso tem passado diariamente nas televisões...
Todos os países do mundo, incluindo Portugal, estão nesta corrida. Em Portugal há a conhecida tekever com fábrica na Ucrânia e muitas empresas mais pequenas.
A má notícia é que são tecnologias relativamente baratas. E mesmo os robôs com autonomia ( sem necessidade de controlo remoto) são algo que eu posso fazer em casa com microcontroladores e programação IA dos mesmos. Por exemplo os Arduino de nova geração (agora da Qualcomm) de linha profissional já têm processadores optimizados para operações com bibliotecas IA a preços bastante baixos.
Não desfazendo do mérito ucraniano em matéria de assemblagem e programação de novos robôs e sistema de controlo em curtos espaço de tempo, qualquer inovação nesse campo acaba por ser facilmente copiada em pouco tempo. Portanto, a vantagem competitiva é de curta dura.
Outro aspecto não menos relevante é que não sabemos exactamente o que os russos estão a desenvolver de novo.. Até porque não passa nas notícias.
Isso tem passado diariamente nas televisões...
Todos os países do mundo, incluindo Portugal, estão nesta corrida. Em Portugal há a conhecida tekever com fábrica na Ucrânia e muitas empresas mais pequenas.
A má notícia é que são tecnologias relativamente baratas. E mesmo os robôs com autonomia ( sem necessidade de controlo remoto) são algo que eu posso fazer em casa com microcontroladores e programação IA dos mesmos. Por exemplo os Arduino de nova geração (agora da Qualcomm) de linha profissional já têm processadores optimizados para operações com bibliotecas IA a preços bastante baixos.
Não desfazendo do mérito ucraniano em matéria de assemblagem e programação de novos robôs e sistema de controlo em curtos espaço de tempo, qualquer inovação nesse campo acaba por ser facilmente copiada em pouco tempo. Portanto, a vantagem competitiva é de curta dura.
Outro aspecto não menos relevante é que não sabemos exactamente o que os russos estão a desenvolver de novo.. Até porque não passa nas notícias.
Há mais num drone que um Arduino. E já que falaste em Russos, nunca ouvi uma vitória destas da parte deles. Até tiveram de ir comprar Shaheds ao Irão.
Há aqui pessoal que, segundo as suas belas, poéticas e heroicas teorias do teclado, se estivessem à porrada com um gajo na rua com aproximadamente os mesmos "skills" de pugilismo que eles, lutavam com eles até à morte em vez de tentarem ser razoáveis e chegar a um acordo antes que aparecessem males maiores.
Como sempre, postura só possível de quem não sai de trás do teclado e não faz puto de ideia do que é a vida real lá fora.
Ele está a dizer que os ucranianos poderão ter de ceder, e será uma decisão deles.
O que eu leio aqui (de certa gente) é: os ucranianos têm de ceder e devemos cortar-lhes o financiamento para eles não terem outra escolha.
Uma pequena diferença.
Será que, nesta guerra, ainda vamos assistir a uma verdadeira "batalha de máquinas" entre os dois lados? Refiiro-me a ir bem mais longe que drones comandados por IA e afins...
E, se vier a acontecer, com humanóides e tudo, será que eles se vão "revoltar" contra os criadores?
Algum pessoal confunde o seu querer e a sua vontade com aquilo que querem obrigar os ucranianos a fazer. Para eles é tudo o mesmo.
E repara que nunca têm ideias para o lado russo que é o agressor!! Para o lado russo está tudo bem, só a Ucrania é que tem que fazer cedências e diplomacia para acabar a guerra, quando do outro lado a vontade é zero.
Quem deixa evidente que não faz puto ideia Diria que depois de 4 anos de guerra já não há paciência.
Os ucranianos estão a desenvolver a sua indústria militar interna e cada vez menos a depender de terceiros em termos de tecnologia e materiais e os 90k milhões serviram para isto.
Para quem esteve desatento, os tipos conseguiram fazer conquista de território usando exclusivamente meios robóticos com 0 baixas.
Se também estiveram atentos na semana passada, os discursos de dissidência no seio russo vieram em catadupa e o líder do PC de lá referiu-se até a um novo 1917 a caminho - isto era malta que apoiava o Putin incondicionalmente.
Posto isto, referendos e cedências eram desistir da maratona a 100m do fim.
Há o que eles quiserem comprar no mercado de componentes.
Mas entendo que para o grande público, uma impressora 3D a imprimir cascos de drones, cenas de jovens a fazer projectos em computador, vídeos de drones com reconhecimento facial e armazéns cheios de peças pode impressionar.
E em relação aos humanoides manhosos do post seguinte, nenhum país, nem os a EUA superam a China. Não vai ser de certeza a Rússia com a sua propaganda básica para camponeses que vai fazer alguma diferença neste mercado.
Um humanoide decente custa menos de 50 mil euros. E a China já vende versões militares.
É só comprar na loja e programar.
Continuo com a percepção, que muita informação relevante é condicionada, aquilo está ao nível de uma frente lamacenta franco-alemã de 14.
Quem aqui vem aqui é para debater a guerra não é para levar com as tuas reflexões morais, paixões e frustrações.
Mesma mensagem para os outros indignados de sofá.
Há o que eles quiserem comprar no mercado de componentes.
Mas entendo que para o grande público, uma impressora 3D a imprimir cascos de drones, cenas de jovens a fazer projectos em computador, vídeos de drones com reconhecimento facial e armazéns cheios de peças pode impressionar.
E em relação aos humanoides manhosos do post seguinte, nenhum país, nem os a EUA superam a China. Não vai ser de certeza a Rússia com a sua propaganda básica para camponeses que vai fazer alguma diferença neste mercado.
Um humanoide decente custa menos de 50 mil euros. E a China já vende versões militares.
É só comprar na loja e programar.
Isso só possível em determinada situação, que é de conflito, porque a questão é a economia civil e o normal estado do país, o país não é viável neste momento, uma fuga de milhões de pessoas, quer para a Alemanha, Polónia, Báltico e mesmo pasme-se para a Hungria, para referir só os próximos, um verdadeiro desnatamento do país.
E isto é latente desde a guerra de (alguma), baixa intensidade de 2014 provocada pela milicia armada no leste nas províncias russófonas, e a questão actual, é que esse espaço físico, do território ucraniano continua sobre controle dessa mesma milicia, que corresponde á Crimeira e ao leste ucraniano, tacitamente é isto que a diplomacia reconhece como sendo quase irrealista de se modificar a curto prazo.