"Sócrates cometeu «erro de palmatória»
2006/12/11 | 18:38
Salário Mínimo: Menezes acusa primeiro-ministro de «nivelar por baixo»
Luís Filipe Menezes acusou hoje José Sócrates de ter cometido «um erro de palmatória» ao definir uma meta de 500 euros para o Salário Mínimo Nacional em 2011, considerando que isso dá aos trabalhadores «expectativas baixíssimas».
Segundo a agência Lusa, para o autarca de Gaia, Sócrates «cometeu um erro de palmatória com aquele pseudo-pacto que define o Salário Mínimo Nacional nos 500 euros em 2011. Está a colocar em si definitivamente o rótulo de primeiro-ministro não do rendimento mínimo garantido mas do crescimento mínimo garantido».
«O PSD pelos vistos concordou. Completamente errado. Discordo em absoluto. Não quero fazer demagogia e dizer que o salário mínimo pode ser de mil euros da qui a cinco anos, mas quero acreditar que pode ser substancialmente superior a 500 euros», disse.
Menezes, que em 2005, no congresso social-democrata de Pombal, disputou a liderança do PSD com Marques Mendes, considerou que «dizer a centenas de milhares de portugueses, com cinco anos, de antecedência, que o máximo a que podem aspirar é chegar a 500 euros por mês é fazer com que saiam de casa no dia seguinte com pouca vontade de trabalhar».
«É nivelar por baixo o que deviam ser as energias nacionais. Bastaria que Portugal crescesse seis ou sete por cento ao ano, como acontece com a Eslovénia ou os países bálticos. O que se está a dizer com este sinal é que vamos viver muitos anos nesta vil tristeza», afirmou.
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2006/12/11 | 18:38
Salário Mínimo: Menezes acusa primeiro-ministro de «nivelar por baixo»
Luís Filipe Menezes acusou hoje José Sócrates de ter cometido «um erro de palmatória» ao definir uma meta de 500 euros para o Salário Mínimo Nacional em 2011, considerando que isso dá aos trabalhadores «expectativas baixíssimas».
Segundo a agência Lusa, para o autarca de Gaia, Sócrates «cometeu um erro de palmatória com aquele pseudo-pacto que define o Salário Mínimo Nacional nos 500 euros em 2011. Está a colocar em si definitivamente o rótulo de primeiro-ministro não do rendimento mínimo garantido mas do crescimento mínimo garantido».
«O PSD pelos vistos concordou. Completamente errado. Discordo em absoluto. Não quero fazer demagogia e dizer que o salário mínimo pode ser de mil euros da qui a cinco anos, mas quero acreditar que pode ser substancialmente superior a 500 euros», disse.
Menezes, que em 2005, no congresso social-democrata de Pombal, disputou a liderança do PSD com Marques Mendes, considerou que «dizer a centenas de milhares de portugueses, com cinco anos, de antecedência, que o máximo a que podem aspirar é chegar a 500 euros por mês é fazer com que saiam de casa no dia seguinte com pouca vontade de trabalhar».
«É nivelar por baixo o que deviam ser as energias nacionais. Bastaria que Portugal crescesse seis ou sete por cento ao ano, como acontece com a Eslovénia ou os países bálticos. O que se está a dizer com este sinal é que vamos viver muitos anos nesta vil tristeza», afirmou.
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