Lavar as mãos (correctamente), também reduz infecções nos hospitais...

Também tenho o costume de depois de usar a casa de banho pública e lavar as mãos,fechar a torneira com o toalhete, mas faço também outra coisa... O mesmo toalhete é usado para abrir a porta qdo saio da mesma.
E deito-o no caixote do lixo, cá fora.
Paranóias???
Quem me garante que toda a gente que usou a casa de banho, as lavou ao sair?;)

X2

tanta vez que vejo ppl a sair do urinol, abrir a porta e sair . sem lavar as mãos
 
Por vezes a gente encontra casas de banho onde a probabilidade de ficar pior do que quando entrámos é elevada.

E neste caso, as inspecções às casas de banho públicas deveriam ser uma constante.

Assim como os hábitos de alguns utilizadores ...
 
Também tenho o costume de depois de usar a casa de banho pública e lavar as mãos,fechar a torneira com o toalhete, mas faço também outra coisa... O mesmo toalhete é usado para abrir a porta qdo saio da mesma.
E deito-o no caixote do lixo, cá fora.
Paranóias???
Quem me garante que toda a gente que usou a casa de banho, as lavou ao sair?;)


Eu tenho o habito de lavar as mãos, antes de usar a casa de banho publica... é um hábito que ganhei, por causa do herpes. E também que os germes e tal não estão só na casa de banho, mas também na escada rolante onde se encostaram, na mostra onde tocaram, etc etc... Ao sair da casa de banho também tenho o hábito de abrir a porta pelo sitio menos óbvio( logo menos usado )
 
Operação "mãos limpas" eliminou 30% das infecções

Afinal, ter as mãos desinfectadas pode fazer a diferença com uma simples operação "mãos limpas", o Hospital de S. João (HSJ), no Porto, conseguiu reduzir as infecções hospitalares de 19% em 2005 para 12,5% este ano.

E para isso bastou-lhe avançar com uma medida já aplicada em várias unidades pelo mundo fora. Colocou dispensadores de solução alcoólica desinfectante ao pé de cada cama e deu formação aos funcionários. Tudo por um preço que, este ano, rondará os 37 mil euros. Uma ninharia quando comparado, por exemplo, com o gasto em medicamentos da unidade - 71 milhões de euros por ano, num orçamento total de 294 milhões.

A ideia nasceu bem antes de a reconhecida falta de tacto do ministro da Saúde ter provocado uma das maiores polémicas do seu reinado à frente da pasta. Corria o mês de Junho de 2005 e Correia de Campos não encontrou melhor forma de assinalar a tomada de posse da Administração do HSJ do que - aproveitando os números de infecções hospitalares avançados pelo presidente da unidade como justificação para pedir obras urgentes - afirmar que isso era porque "há muitas mãos que não são lavadas".

Processos disciplinares

Na altura, criticaram-lhe a brusquidão dos termos e alertaram para o estado decrépito do HSJ, que não oferecia sequer condições para uma higienização correcta. E o facto é que todos pareciam estar certos. Se a campanha de sensibilização para os cuidados a ter com higienização já arrancara na unidade, o verdadeiro passo só foi dado no ano passado, com a instalação da tal solução alcoólica com que os profissionais desinfectam as mãos entre cada doente. E veio a par com a formação de todos os funcionários e a ameaça de processos disciplinares a quem não cumprisse as normas.

"Não houve nenhum e espero que não haja!", graceja o actual presidente do Conselho de Administração do HSJ, António Ferreira. "E foi bom a comunicação social pegar nisso, porque trouxe para a agenda do hospital a questão das infecções nosocomiais". Na altura em que o ministro cometeu a gafe, a taxa de prevalência era ali o dobro da média nacional, então nos 9,9%.

E se as mãos limpas não bastam para eliminar as infecções hospitalares, ajudam bastante. De acordo com o Programa Nacional de Prevenção e Controlo das Infecções Relacionadas com os Cuidados de Saúde, da Direcção-Geral da Saúde, 30% a 40% dos casos são transmitidos pelas mãos dos profissionais de saúde. E, segundo um estudo promovido pela Organização Mundial da Saúde na Suíça, o uso generalizado de solução desinfectante reduziu para menos de metade, em quatro anos, os casos de infecção provocados por uma única bactéria resistente aos antibióticos.

A resistência das bactérias aos antibióticos é, na verdade, a maior responsável por infecções hospitalares o uso generalizado desses fármacos em meio hospitalar acaba por tornar as bactérias impermeáveis.
O trabalho na área do medicamento foi, por isso, outra das lutas travadas no HSJ que contribuiu para o progresso. Instituiu-se o uso variado de medicamentos e impôs-se critérios "muito rígidos de dispensa de antibióticos de largo espectro", reservando-os ao tratamento de bactérias multiresistentes.

O terceiro passo foi arrancar com a modernização de um hospital com 48 anos de idade e, hoje, duas caras. Uma realidade dupla (ver texto ao lado) cujo fim António Ferreira promete para daqui a dois anos e 70 milhões de euros de investimento.

Em http://jn.sapo.pt/2007/08/13/primeiro_plano/operacao_maos_limpas_eliminou_30_inf.html
 
Lavar as mãos elimina infecções nos hospitais

Lavar as mãos elimina infecções nos hospitais

http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20070813lavarasmaoseliminainfeccoes.htm
Estará aqui parte da explicação para que tantos doentes acabem por morrer nos hospitais vítimas de infecções que não levavam com eles quando entraram?

Será possível que se morra nos estabelecimentos hospitalares por simples falta de hábitos de higiene, ou, por outro lado, não é esta a causa para as mortais infecções bacterianas e a respectiva causa é de outra natureza?
 
bom post

Desde há uns tempos ando a desenvolver uma mini paranóia sobre casas de banho públicas, não é o ir, mas sim o sair e pensar em tocar naquela maçaneta... enfim, se der para usar o pé para abrir porreiro, se não tenho que usar papel. É que há wc's públicos que simplesmente não têm explicação. O último que me lembro de ter usado foi nos ferrys de setúbal para troia, intratável e é da administração pública (Administração do Porto de Setúbal).
 
bom post

Desde há uns tempos ando a desenvolver uma mini paranóia sobre casas de banho públicas, não é o ir, mas sim o sair e pensar em tocar naquela maçaneta... enfim, se der para usar o pé para abrir porreiro, se não tenho que usar papel. É que há wc's públicos que simplesmente não têm explicação. O último que me lembro de ter usado foi nos ferrys de setúbal para troia, intratável e é da administração pública (Administração do Porto de Setúbal).
Nem mais, "cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém"! [:cool:]

Só uma adenda, os barcos que fazem o transporte de passageiros e automóveis entre Setúbal e Tróia são, penso, de exploração de uma empresa privada, embora, claro, a fiscalização do Porto de Setúbal tenha obrigação de existir! [;)]
 
Nem mais, "cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém"! [:cool:]

Só uma adenda, os barcos que fazem o transporte de passageiros e automóveis entre Setúbal e Tróia são, penso, de exploração de uma empresa privada, embora, claro, a fiscalização do Porto de Setúbal tenha obrigação de existir! [;)]

OT: eram até essa empresa falir, deixar de pagar ordenados, gasóleo etc e a APS ter pegado naquilo depois dos barcos terem estado parados durante uns tempos. Em Setembro arranca o novo porto em Troia com os novos Ferrys, supostamente mais rápidos e já com dedinho da Sonae - quem quiser comprar um T1 no Troia Resort vão rápido consta que rondam os 250.000€ e devem estar a sair como pão quente [:D] [:D]

Sou habitué da zona os sogros têm casa na Comporta [;)]
 
OT: eram até essa empresa falir, deixar de pagar ordenados, gasóleo etc e a APS ter pegado naquilo depois dos barcos terem estado parados durante uns tempos. Em Setembro arranca o novo porto em Troia com os novos Ferrys, supostamente mais rápidos e já com dedinho da Sonae - quem quiser comprar um T1 no Troia Resort vão rápido consta que rondam os 250.000€ e devem estar a sair como pão quente [:D] [:D]

Sou habitué da zona os sogros têm casa na Comporta [;)]
Desconhecia essa última evolução. Obrigado pelo esclarecimento! [;)]
 
Nunca é demais salientar a importancia da lavagem das mãos e correctamente.

Recordo uma "polémica" de há uns anos sobre os sabonetes com bactericida e de os especialistas dizerem que eram totalmente inúteis pq não permaneciam nas mão tempo suficiente para serem eficazes.

não só eram inúteis ( dada a má utilização) como potencialmente causadores de resistência bacteriana aos agentes bactericidas ( dependendo do agente), formando estirpes com maior potencial infeccioso...

A higiene é sem duvida alguma uma das grandes conquistas da humanidade, um factor importantíssimo na longevidade cada vez maior que atingimos...

...no entanto não posso deixar de dizer que a condição ideal não é a desinfecção ou a esterilidade do meio:

Num organismo saudável, existem mecanismos mais do que suficientes para debelar potenciais infecções de agentes normais, e que sempre existiram, muitos até há mais tempo que nós...só quando o potencial de patogeneicidade é elevado é que são necessárias medidas externas( antibióticos...)

A exposição a agentes patogénicos ou agentes infecciosos é saudável, mantem o nosso sistema imunitário em alerta, e literalmente ensina ao sistema imunitário quais os agentes a combater, quando combater, em que extensão combater, quais os inofensivos, mantendo esta informação ao longo de toda a vida da pessoa...

O ultra proteccionismo que afecta cada vez maior quantidade de crianças em todo o mundo leva a que seja cada vez mais tardia a exposição benigna a estes agentes, levando a que o sistema imunitário ainda imaturo devido á falta de contacto com estes agentes apesar da idade avançada do individuo, reaja de forma mais violenta, provocando doenças que resultaram em parte de cuidados de higiene "excessivos"

É saudável em larga medida, e faz parte do crescimento/aprendizagem das crianças tocar em coisas, levar as mãos a boca, comer areia/terra...

Como em tudo moderação é a palavra chave...nada de extremismos quer de uma parte quer de outra
 
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