Lavar as mãos (correctamente), também reduz infecções nos hospitais...

não só eram inúteis ( dada a má utilização) como potencialmente causadores de resistência bacteriana aos agentes bactericidas ( dependendo do agente), formando estirpes com maior potencial infeccioso...

A higiene é sem duvida alguma uma das grandes conquistas da humanidade, um factor importantíssimo na longevidade cada vez maior que atingimos...

...no entanto não posso deixar de dizer que a condição ideal não é a desinfecção ou a esterilidade do meio:

Num organismo saudável, existem mecanismos mais do que suficientes para debelar potenciais infecções de agentes normais, e que sempre existiram, muitos até há mais tempo que nós...só quando o potencial de patogeneicidade é elevado é que são necessárias medidas externas( antibióticos...)

A exposição a agentes patogénicos ou agentes infecciosos é saudável, mantem o nosso sistema imunitário em alerta, e literalmente ensina ao sistema imunitário quais os agentes a combater, quando combater, em que extensão combater, quais os inofensivos, mantendo esta informação ao longo de toda a vida da pessoa...

O ultra proteccionismo que afecta cada vez maior quantidade de crianças em todo o mundo leva a que seja cada vez mais tardia a exposição benigna a estes agentes, levando a que o sistema imunitário ainda imaturo devido á falta de contacto com estes agentes apesar da idade avançada do individuo, reaja de forma mais violenta, provocando doenças que resultaram em parte de cuidados de higiene "excessivos"

É saudável em larga medida, e faz parte do crescimento/aprendizagem das crianças tocar em coisas, levar as mãos a boca, comer areia/terra...

Como em tudo moderação é a palavra chave...nada de extremismos quer de uma parte quer de outra

Ok[;)]
 
Detergente da louça com desinfectante

Detergente da louça com desinfectante

[s)]
não só eram inúteis ( dada a má utilização) como potencialmente causadores de resistência bacteriana aos agentes bactericidas ( dependendo do agente), formando estirpes com maior potencial infeccioso...

A higiene é sem duvida alguma uma das grandes conquistas da humanidade, um factor importantíssimo na longevidade cada vez maior que atingimos...

...no entanto não posso deixar de dizer que a condição ideal não é a desinfecção ou a esterilidade do meio:

Num organismo saudável, existem mecanismos mais do que suficientes para debelar potenciais infecções de agentes normais, e que sempre existiram, muitos até há mais tempo que nós...só quando o potencial de patogeneicidade é elevado é que são necessárias medidas externas( antibióticos...)

A exposição a agentes patogénicos ou agentes infecciosos é saudável, mantem o nosso sistema imunitário em alerta, e literalmente ensina ao sistema imunitário quais os agentes a combater, quando combater, em que extensão combater, quais os inofensivos, mantendo esta informação ao longo de toda a vida da pessoa...

O ultra proteccionismo que afecta cada vez maior quantidade de crianças em todo o mundo leva a que seja cada vez mais tardia a exposição benigna a estes agentes, levando a que o sistema imunitário ainda imaturo devido á falta de contacto com estes agentes apesar da idade avançada do individuo, reaja de forma mais violenta, provocando doenças que resultaram em parte de cuidados de higiene "excessivos"

É saudável em larga medida, e faz parte do crescimento/aprendizagem das crianças tocar em coisas, levar as mãos a boca, comer areia/terra...

Como em tudo moderação é a palavra chave...nada de extremismos quer de uma parte quer de outra

São também estas as razões, que fazem com que se deva colocar de lado os detergentes da louça com desinfectante .
 
Estará aqui parte da explicação para que tantos doentes acabem por morrer nos hospitais vítimas de infecções que não levavam com eles quando entraram?

Será possível que se morra nos estabelecimentos hospitalares por simples falta de hábitos de higiene, ou, por outro lado, não é esta a causa para as mortais infecções bacterianas e a respectiva causa é de outra natureza?

Há mesmo maus hábitos de higiene! Muitas vezes a equipa de limpeza não tem formação suficiente e então é um degredo, em vez de desinfectar, matam as bactérias mais fracas e criam um "caldinho" de bactérias multi-resistentes que espalham por todo o estabelecimento de saúde. Os profissionais, muitos usam calçado especial, outros nem por isso. As pessoas podem entrar com o seu calçado que trazem do exterior e espalham mais uma vez bactérias. Também os utentes trazem as suas bactérias, muitas vezes vêm doentes devido a uma bactéria. Depois todo o ser humano falha e por vezes um médico ou enfermeiro pode trazer uma bactéria, já que têm acesso aos locais previlegiados. Ou seja, o hospital é um zoo de bactérias. Se não houver uma equipa especializada em microbiologia, que faça constantemente recolha de amostras dentro do hospital e analise, é difícil que não continuem a morrer pessoas com infecções. Segundo uma professora de microbiologia, na inglaterra e outros países dá-se muita importância a estes factores e têm estes profissionais a trabalhar só nesta área: higiene! Imaginem, eles podem no final de uma limpeza verificar se existem bactérias. Caso o resultado seja positivo é possível identificar falhas nos procedimentos e tomar medidas para melhorar a qualidade. Este trabalho é barato e muito simples de se fazer. Actualmente temos informação e meios mais que suficientes para reduzir estas infecções a números insignificantes. Não se consegue porque é preciso criar novos hábitos e seguir de uma forma muito escrupulosa os protocolos. Depois é preciso gastar dinheiro (que se vai recuperar muito mais) empregando mais profissionais, dando formações e neste Portugal que só pensa a curto prazo... Não se pode facilitar!
O exemplo do HSJ é muito bom porque nos demonstra como a falta de hábitos de higiene tirou tantas vidas nestes anos todos. Se calhar algum familiar vosso já morreu com uma infecção multirresistente! Pois bem revoltem-se com os responsáveis!
 
por acaso comecei a fazer aquilo de fechar a torneira com o toalhete de papel por mim mesmo porque como as pessoas vinham da casa d banho com as mãos "sujas" iam abrir a torneira, eu depois de lavar as mãos ia fechar e ia contaminar as mão de novo...

afinal sempre estou correcto:D

Eu também faço isso! Mas já me chamaram maniaco por fazê-lo!![:)]
 
Lisboa
18-09-2007 12:30

D. Estefânia premiado por reduzir taxa de infecção

O Hospital Dona Estefânia recebeu o I Prémio Merck Serono de Gestão da Qualidade em Saúde por ter reduzido em 60% a taxa de infecções provocada pela utilização de cateteres em recém-nascidos.

O prémio, atribuído pela primeira vez em Portugal pela empresa de Biotecnologia Merck Serono, visa incentivar a implementação de medidas de gestão da qualidade, que levem a uma melhoria nos cuidados de saúde portugueses.

Em entrevista à Lusa, a chefe da equipa da Unidade de cuidados intensivos neonatais, Micaela Serelha, destacou a importância do prémio por ser atribuído numa área que a sua equipa "sempre privilegiou, que é o controle de infecção".

"Este não é um prémio científico, mas sim sobre a melhoria da qualidade dos serviços existenciais. É uma área que nós sempre privilegiámos que é o controle de infecção. É um assunto muito preocupante a infecção hospitalar, a que é adquirida durante o internamento", acrescentou.

Segundo Micaela Serelha, as medidas que a sua equipa implementou e que permitiram baixar a taxa de infecção em 60% resultam do "impedimento dos pais pegarem ao colo o recém-nascido com cateter, mesmo que esteja clinicamente estável, da desinfecção das conexões com álcool antes e depois de manipuladas, os tubos e as torneiras colocadas fora das incubadoras, da introdução de uma nova torneira ao sistema para o acesso imediato à administração de medicamentos, além do uso de luvas cirúrgicas".

A unidade de cuidados intensivos é uma unidade médico-cirúrgica que funciona desde 1983 no Hospital Dona Estefânia e que regista, em média, entre 25 a 30% de recém-nascidos sujeitos a grandes cirurgias neonata, com estadias muito prolongadas, onde são submetidos a procedimentos evasivos com cateterismo nervoso central por períodos de longa duração.

De acordo com os dados do Hospital foi possível passar de uma taxa de infecção de 15,5% em 1999 para 5,8% em 2006, o equivalente a uma redução de 60%

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=219375
 
Como somos poliglotas fica em Chinês e em Português

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Pena este não estar em Português.

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