carlosfst
New member
Boas!
No Campo Grande, em Lisboa, está a ser contruido um ginasio do Go Fit. Quando abriram as inscrições, em Outubro de 2016, estava previsto que o mesmo entrasse em funcionamento, em Janeiro deste ano.
Na altura, a minha namorada inscreveu-se, e pagou a primeira mensalidade no valor de 39,90€ (As primeiras inscrições foram oferecidas). Passou-se Janeiro, e nada de ginásio. Foi comunicado aos inscritos, por email, que o mesmo estaria em funcionamento no mes seguinte, portanto, Fevereiro. A dia 21, foi novamente adiado e agora o prazo passou para o inicio de Março.
A desculpa é sempre a mesma: Por motivos alheios e devido às obras da CML no CG. Certo também, é que facilmente se constata que o próprio edifício do ginásio, continua em obras, exteriores e interiores.
Está lá o dinheiro empatado há 5 meses, e entretanto, já se aderiu a outro ginásio. Sei que quem já lá foi pedir o dinheiro de volta, foi obviamente enrolado com pedidos de desculpas e prontamente se recusam a devolver as quantias. Frequentar o Go Fit dos Olivais não é alternativa pois exigem que seja paga nova inscrição e respectivas mensalidades. Ridiculo.
Pois bem, a lei do consumidor não preve nenhum destes casos? Ou seja, quero o dinheiro de volta pois não foi cumprido o prazo de abertura, nem tão pouco oferecida qualquer compensação por parte do grupo. O contrato de inscrição, refere apenas os termos para rescisão do contrato com antecedência.
Pagou-se a primeira mensalidade mas até à data não se usufruiu do serviço no tempo acordado, nem tão pouco dão uma data concreta para a abertura. "Meados" como eles referem... Não devolvem o dinheiro, não se pré dispoem para compensar o cliente e a anulaçao do contrato tem que ser comunicada conforme foi assinado.
Vale a pena recorrer à DECO, ou aos outros orgaos por eles mencionados no contrato para resolução de conflitos? Ou há efetivamente alguma proteção da lei que me está a escapar? A mesma só fala em prazos de arrependimento, ou rescisao de contrato com justa causa por nao cumprimento do acordado.
Quero lá ir, mais a Maria, com as coisas preto no branco, pois já sei que me vão dar a missa do costume, mas parece-me algo vago o que está escrito, para este caso em concreto.
Agradecido!
No Campo Grande, em Lisboa, está a ser contruido um ginasio do Go Fit. Quando abriram as inscrições, em Outubro de 2016, estava previsto que o mesmo entrasse em funcionamento, em Janeiro deste ano.
Na altura, a minha namorada inscreveu-se, e pagou a primeira mensalidade no valor de 39,90€ (As primeiras inscrições foram oferecidas). Passou-se Janeiro, e nada de ginásio. Foi comunicado aos inscritos, por email, que o mesmo estaria em funcionamento no mes seguinte, portanto, Fevereiro. A dia 21, foi novamente adiado e agora o prazo passou para o inicio de Março.
A desculpa é sempre a mesma: Por motivos alheios e devido às obras da CML no CG. Certo também, é que facilmente se constata que o próprio edifício do ginásio, continua em obras, exteriores e interiores.
Está lá o dinheiro empatado há 5 meses, e entretanto, já se aderiu a outro ginásio. Sei que quem já lá foi pedir o dinheiro de volta, foi obviamente enrolado com pedidos de desculpas e prontamente se recusam a devolver as quantias. Frequentar o Go Fit dos Olivais não é alternativa pois exigem que seja paga nova inscrição e respectivas mensalidades. Ridiculo.
Pois bem, a lei do consumidor não preve nenhum destes casos? Ou seja, quero o dinheiro de volta pois não foi cumprido o prazo de abertura, nem tão pouco oferecida qualquer compensação por parte do grupo. O contrato de inscrição, refere apenas os termos para rescisão do contrato com antecedência.
Pagou-se a primeira mensalidade mas até à data não se usufruiu do serviço no tempo acordado, nem tão pouco dão uma data concreta para a abertura. "Meados" como eles referem... Não devolvem o dinheiro, não se pré dispoem para compensar o cliente e a anulaçao do contrato tem que ser comunicada conforme foi assinado.
Vale a pena recorrer à DECO, ou aos outros orgaos por eles mencionados no contrato para resolução de conflitos? Ou há efetivamente alguma proteção da lei que me está a escapar? A mesma só fala em prazos de arrependimento, ou rescisao de contrato com justa causa por nao cumprimento do acordado.
Quero lá ir, mais a Maria, com as coisas preto no branco, pois já sei que me vão dar a missa do costume, mas parece-me algo vago o que está escrito, para este caso em concreto.
Agradecido!