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Ver o pessoal a chegar ao summit e ser arrastado num vendaval de taxistas vs Ubers também vai ser engraçado!
Lisboa tem melhores condicoes logísticas que Dublin, nao tenho dúvidas disso. Já há muito tempo que Lisboa tem vindo a apostar neste tipo de eventos, esta é mais uma vitória.
E já agora, quando se fala no dinheiro que custou a Expo 98 temos também de olhar para o dinheiro que as infraestruturas que foram construídas trazem, este é um bom exemplo disso. Lisboa nunca conseguiria atrair um evento desta magnitude se a oferta fosse a antiga FIL.
Vejo pessoas a colocarem as infraestruturas da Expo 98 no mesmo saco dos estádios do Euro 2004...não têm a mínima noção.
Esta conferência chama a atenção para Portugal no jogo tecnológico mundial, não só pelas empresas participantes mas também pela imprensa que faz a cobertura (BBC, Financial Times, New York Times, Forbes, Fox News, etc).
Líder do Web Summit publica emails que explicam saída do evento de Dublin
Paddy Cosgrave publicou vários emails trocados com as autoridades irlandesas. Neles podem ler-se vários pedidos do líder do Web Summit no sentido de se solucionarem quatro questões para que o evento continuasse em Dublin.
A 23 de Setembro, por volta das 9 horas da manhã, foi anunciado que o Web Summit, a partir do próximo ano, irá realizar-se em Lisboa. Na capital nacional, a notícia foi bem acolhida. Paulo Portas, vice-primeiro-ministro de Portugal, disse, na altura, que "ter Lisboa no foco internacional dos media durante uma semana, não tem um valor calculável. Espera-se, numa estimativa conservadora, mais de dois mil jornalistas e representantes de media internacionais".
Porém, em Dublin, o clima era o oposto. O primeiro-ministro Enda Kenny admitiu na altura a sua "desilusão" pela partida e reconheceu que o evento tinha sido "muito bom para a Irlanda e a sua reputação nos últimos anos".
Esta quinta-feira, 15 de Outubro, Paddy Cosgrave (na foto), presidente-executivo da Web Summit, publicou mais de 30 páginas com emails, trocados entre o próprio e as autoridades irlandesas. O tema é a realização do evento precisamente a partir do próximo ano. Na rede social Twitter, Cosgrave diz que quem quer saber o porquê de o evento deixar de se realizar na capital irlandesa pode ler os documentos.
O primeiro email de Paddy Cosgrave que é apresentado tem a data de 21 de Agosto e é endereçado a Nick Reddy, secretário do chefe de governo irlandês. Com o documento seguia um anexo com as "visões gerais e concisas" das propostas de outros países. O líder deste evento apontava mesmo que "a nossa preferência absoluta é ficar na Irlanda". E enumerava alguns problemas que surgiam já desde 2013: custos dos hotéis e do wi-fi e infra-estruturas.
Três dias depois surge um novo mail de Paddy Cosgrave para Nick Reddy. Desta vez, no "assunto", além das palavras Web Summit estava também a palavra "urgente". "Estamos determinados em que a Web Summit resulte em Dublin em 2015 e em 2016. Queremos que a Web Summit continue em Dublin no futuro. Mas em 2016 o Web Summit vai ser muito grande para decorrer em Dublin sem uma coordenação com o Estado e as suas várias agências. Não recebemos resposta desde a semana passada. Acreditamos que é essencial manter a comunicação aberta e constante e estamos disponível para uma chamada ou encontro", escreve assim Cosgrave no início do email.
O terceiro documento é uma resposta curta, no dia 24 de Agosto, de Nick Reddy, dizendo que recebeu os emails e que voltaram a falar. O presidente executivo do evento agradece.
A 1 de Setembro um novo email. De Cosgrave para Reddy. "Sem um plano básico para o Web Summit de 2016, o Web Summit vai ser obrigado a sair de Dublin nas próximas semanas. Não queremos um cêntimo, queremos apenas um plano para os transportes públicos, gestão do fluxo de tráfego, wi-fi e hotéis", escreve o líder do evento. Questões estas referidas frequentemente por Paddy Cosgrave nos seus emails.
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Lisboa daqui a uns anos será a San Francisco Europeia. Tem condições geográficas, climatéricas, sociais, sócio-económicas únicas dentro do contexto Europeu. Talvez apenas Barcelona lhe consiga fazer frente.
Portugal, a California da Europa.
Há quanto tempo é que eu já ouvi isso?
Newsflash! Não vai acontecer com estes políticos que insistimos em eleger!
Google compra portuguesa Digisfera
A Google comprou a empresa portuguesa de fotografia e informática Digisfera. A Digisfera é uma empresa familiar criada pelo fotógrafo António Cabral e pelo seu filho Manuel Cabral, mestre em engenharia de redes de comunicação. O valor do negócio não foi tornado público.
A Digisfera, criada há cinco anos, desenvolveu projectos ligados à fotografia em 360 graus. Entre os projectos realizados pela empresa contam-se uma fotografia panorâmica do estádio do Maracanã, durante o mundial de futebol do Brasil, a tomada de posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, Rússia, e um roteiro digital de Lisboa.
Esta transação é confirmado pela própria Digisfera na sua página na internet.
Web Summit em Lisboa gera interesse "sem precedentes"
A partir do próximo ano, realiza-se em Lisboa um dos encontros mais importantes do mundo na área do empreendedorismo. O anúncio foi feito há mais de um mês e já há milhares de interessados em participar.
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Google: "Lisboa é perfeita para as start-ups"
Para o director-geral da Google Portugal a realização do Web Summit em Portugal torna Lisboa numa cidade mais atractiva para as start-ups e, como efeito secundário, para as gigantes tecnológicas mundiais.
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