Livros - O que andam a ler?

Relendo "O desastre no ensino da matemática: como recuperar o tempo perdido", vários autores, coordenado por Nuno Crato. Aconselho principalmente a quem tem pequenos na idade escolar!

pedro
 
Este é forte - e muito bom. [;)]

Esses e outros livros (clássicos na sua maioria) 4,90€ na worten, Continente e Modelo.

Além da Peste comprei "o Processo" de Kafka, e "O retrato de Dorian Gray"
de Oscar Wilde. Mas há lá mais, agora lembro-me de sensibilidade e bom senso, a pérola, o jogador, o estrangeiro, depois clássicos juvenis: Gulliver, a ilha do tesouro e mais. Bons livros, a bom preço e de boa qualidade.
 
Estas Férias li o Senhor das Moscas do Hemingway. Pensei que era outra coisa mas Gostei.
Recomendo a malta mais nova.

Os próximos são Cem Anos de Solidão do Gabriel
e A Condição Humana do Andre Malraux

Boa sorte... ainda o lá tenho, nem a meio cheguei. Qualquer dia, com paciência volto a ele.
 
"A Ferver" de Bill Buford.

Livro sobre a experiência de um ano de um amador (o autor) na cozinha de um dos mais famosos restaurantes de NY, o Babbo.
 
Estou a ler " Este país não é para velhos" de Corman Mccarthy.
Não vi o filme ainda. Até agora estou a gostar, o próximo dele será sem dúvida o meridiano de sangue, dizem que é a sua obra prima.
 
Não será Freakonomics? Não encontro nada no google com esse titulo.

Por acaso tenho o Freakonomics em "equipa à seguir". Actualmente leio o "You" sobre saúde e bem-estar em que um dos autores é o Dr. Oz da Oprah.

Não, o Freakonomics também já li e está guardado para a posteridade, o Mcnomics pode ser encontrado aqui: Webboom. Custa cerca de 12 euros, e eu por acaso até gosto de livros de gestão "light".Basicamente o autor(professor universitário) vai trabalhar para restaurantes de fast food, e analisar o modo de funcionar dos mesmos e a receita para o seu sucesso.

Já agora deixo aqui o que está no webboom:


O que acontece quando um distinto professor de Gestão resolve trabalhar num restaurante de fast food? Aprende verdades poderosas sobre o que faz a grandeza de um negócio... Era uma vez um professor universitário que foi trabalhar para o McDonald's... E o que descobriu foi esclarecedor. Jerry Newman, um docente universitário que dá aulas de Gestão há quase trinta anos, trabalhou camuflado como funcionário no McDonald's e no Burger King. Newman descobriu que as cadeias de fast food são os tubos de ensaio ideais para uma pesquisa de gestão: um grande volume de negócios, uma pressão constante e elevada, grandes taxas de rotatividade e uma hierarquia perfeitamente definida. Visite os bastidores do mundo da fast food com Newman e veja o que acontece durante um dia comum no «McEmprego»:
- como os restaurantes são geridos (para o melhor e para o pior);
- como os gerentes compensam os bons funcionários (acredite-se ou não, premeiam-nos com horários mais longos... e funciona!);
- como a motivação resulta directamente da postura do gerente;
- e como alguns ajustes simples ao seu estilo de gestão poderão transformar e dinamizar o seu ambiente de trabalho.

Críticas de imprensa
«Um dos melhores livros de 2007.»
Wall Street Journal «Um dos livros de gestão mais originais de sempre... McNomics oferece lições fundamentais e, acima de tudo, práticas aos gestores de todos os segmentos de negócio.»
Wall Street Journal
 
Última edição:
Tenho vindo a descobrir os livros do Pepetela.

Comecei com o Haka (achei a leitura um pouco difícil no início). Depois passei à "Gloriosa família" (fabuloso, conta a história de uma família de comerciantes (sobretudo) de escravos, do ponto de vista de um (escravo)).

Depois veio o fantástico "Jaime Bunda, agente secreto" e agora estou a terminar o "Predadores".

Adoro as expressões africanas aplicadas nos livros e a forma como muitos diálogos são descritos. Muito bom, mesmo. Recomendo vivamente!
 
Os livros que vou começar a ler:



Mil Amarras Me Prendem à Vida
[SIZE=-1](Con)Viver com a doença[/SIZE]
[SIZE=-1]Silvia Bonino[/SIZE]

Um testemunho corajoso e, ao mesmo tempo, uma reflexão cientificamente rigorosa sobre a doença crónica e as contradições, individuais e sociais, do nosso estilo de vida, sobre os planos que uma pessoa doente consegue, ou não, concretizar nos tempos e da forma desejados. Um olhar sobre as recidivas, o sofrimento, o cansaço, mas também sobre o árduo caminho que a pessoa doente precisa percorrer para aceitar falar de si própria e da sua doença com sinceridade e, ao mesmo tempo, com algum distanciamento. Um livro que procura fundir os conhecimentos teóricos com a experiência pessoal, a ciência com o testemunho, a única forma de analisar verdadeiramente a doença nos seus infinitos aspectos, aqueles que só o doente conhece, e de ir, ao mesmo tempo, muito além da experiência pessoal e irrepetível. Mil amarras que podem ser correntes que limitam o caminho e impedem o desenvolvimento, mas muito mais frequentemente são cordas robustas que nos mantêm ancorados ao mundo e que escalamos para crescer. É neste emaranhado de amarras que nos ligam aos outros, à cultura e à natureza que se desenrola a vida de cada um de nós.



Diz-me: Porque Estás Tão Triste?
[SIZE=-1]Depressão, isolamento e o significado da doença[/SIZE]
[SIZE=-1]David A. Karp[/SIZE]

[SIZE=-1]A depressão é hoje considerada um “mal du siécle” ou uma forma de “disconnection” nas palavras de Karp, o autor deste livro, situação a que não é de forma alguma alheia esta nossa estranha forma de viver, neste final de século. Digamos que ela é gerada em função de uma falta de esperança, ou pela desintegração de valores previamente existentes. E tudo isto é tremendamente subjectivo, não deixando por isso mesmo de ser colectivo também. É colectivo, quando uma classe como a minha se encontra cada vez mais afectada pelo problema – os psiquiatras e os psicólogos disso dão conta – é colectivo, quando o país já não o pode ignorar – é colectivo, quando o problema diz respeito a todo um planeta. Por isso, não podemos mais esconder a cabeça e fingir que não nos diz respeito, que nada disso nos poderá jamais atingir, ou aos que nos são mais próximos.[/SIZE]
[SIZE=-1]Para poder falar de depressão, para lhe fazer face, para lutar contra ela, é preciso que tenhamos sido agentes activos no processo, ou que o tenhamos partilhado, profundamente, com outros. É preciso ainda, que nos sobre a vontade para transpor o muro que cresce entre nós e os outros, e para isso é preciso querer “saber”.[/SIZE]
[SIZE=-1]A depressão não começa no dia em que o doente perde o controlo da situação, e os familiares se dão finalmente conta, que vão ser forçados a intervir. O processo começa muito antes, regra geral poderemos falar de anos que se reportam, com não rara frequência, à infância/adolescência, da pessoa visada. Mas o processo, como já foi dito atrás, não exibindo sinais exteriores visíveis, pode permanecer em estado latente por muito tempo. Tempo demais![/SIZE]
[SIZE=-1]O livro de David A. Karp estende-se por domínios que vão desde a Sociologia, à Medicina, Psicologia e Educação, e sendo de primordial importância para os profissionais, docentes e estudantes das áreas científicas mencionadas, não deixa, contudo, de ser acessível ao leitor comum.[/SIZE]
 
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Comecei hoje:


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Zig Zag - Agente Duplo Eddie Chapman

Eddie Chapman tornou-se num dos mais populares agentes duplos a operar durante a Segunda Guerra Mundial. Durante três anos, este agente secreto britânico arriscou a sua vida num perigoso jogo duplo para ajudar os Aliados a vencer a guerra.

O MI5 chamava-o de Zig Zag e considerava-o um dos seus melhores agentes. O Abwehr – o serviço inteligente alemão – intitulava-o Fritzchen e considerava-o um dos seus agentes mais confiáveis.

Uma história real e fascinante que o autor, jornalista, investigou com a ajuda da viúva, Betty. Tendo acesso exclusivo aos ficheiros privados do espião, Booth fez a biografia do agente duplo que espiou o Reich e trabalhou para os serviços secretos britânicos como Agente Zig Zag.
 
Só para avisar o pessoal leitor, que a revista sábado iniciou de novo a venda de livros com a revista por mais 1 euro. (O 1º da semana passada é grátis penso que era "o amante" de marguerite duras, o próximo é "o pêndulo de foucault" de Umberto Eco.
 
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