Livros - O que andam a ler?

Continuando na saga de José Rodrigues dos Santos, li o Codex 632.

Ver anexo 76643



Sobre o tipo de escrita e linguagem não vou acrescentar muito mais ao que já disse na análise das duas obras precedentes. Escrita muito fluída, corrente veloz que puxa o leitor com facilidade e só o deixa descansar quando os olhos se encontram demasiado fatigados e anseiam por repouso. Mais uma vez, observa-se uma ampla pesquisa histórica e consequente enriquecimento cultural por parte do leitor. Como já disse, são livros com substância.

Em comparação com A filha do Capitão, não o acho tão rico, tão enternecedor por vezes mas é mais aventureiro e talvez um pouco pop-star. Mas não lhe retira o mérito. Aconselho sem reservas. [;)]


Foi o primeiro livro dele que li,e, apesar de ter gostado ,achei a escrita dele um pouco "verde"...
 
Eu estou completamente viciado neste:

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Com base aqui nas vossas opiniões muito positivas em relação a este livro, comprei os 2 volumes, a ver se me agrada também [:p]
 
Eu já estou a ler o segundo volume..Damn! Já não me viciava tanto num livro desde o "A Gloriosa Família" do Pepetela.

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Até fico chateado porque a viagem de metro dura tão pouco tempo (cerca de 25-30 minutos)...
 
Eu que tenho resistido à "febre JRS", não resisti a passar uma 2ª vez na Feira do Livro e trazer "A Filha do Capitão" com 20% de desconto. Confesso que a tua review também me deixou curioso e influiu na compra.[;)]

Por norma tendo resistir ao que é muito aclamado com algum receio de que a avaliação seja sobrevalorizada. Mas no caso do JRS acabei por ir ler um livro para perceber o porquê de tanto falatório. Não são livros extraordinários mas são bons, honestos e lêem-se bem.
 
FIÓDOR DOSTOIEVSKI - "O Jogador"

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Este foi o primeiro livro que li do mítico escritor Russo Fiódor Dostoievski, um livro pequeno para começar (e já tenho aqui "Crime e Castigo" para ler em breve). Em "O Jogador" Dostoievski escreve uma obra quase auto-biográfica pois ele próprio foi em vida um jogador inveterado, viciado na roleta em particular.

A acção do livro passa-se em Wiesbaden (cidade alemã que conheço extremamente bem e berço do jogo na Europa), onde Dostoievski viveu e que no livro aparece referida como "Roletensburg". Conta-nos a história de Alexei Ivanovich e a duelo que trava com o jogo e com um amor não cprrespondido. A história é até extremamente simples mas Dostoievski elabora de forma sublime uma trama que de forma algo subtil, e frequentemente bem humorada, aborda o jogo compulsivo, a rendição dos sentimentos aos interesses financeiros, as diferenças culturais entre franceses, alemães e russos, sendo que os dilemas mentais do jogador na hora da aposta conseguem absorver o leitor por completo. Tudo isto em menos de 200 páginas vertiginosas, "O Jogador" recomenda-se como ritual iniciático ao lendário escrito russo.
 
FIÓDOR DOSTOIEVSKI - "O Jogador"

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Este foi o primeiro livro que li do mítico escritor Russo Fiódor Dostoievski, um livro pequeno para começar (e já tenho aqui "Crime e Castigo" para ler em breve). Em "O Jogador" Dostoievski escreve uma obra quase auto-biográfica pois ele próprio foi em vida um jogador inveterado, viciado na roleta em particular.

A acção do livro passa-se em Wiesbaden (cidade alemã que conheço extremamente bem e berço do jogo na Europa), onde Dostoievski viveu e que no livro aparece referida como "Roletensburg". Conta-nos a história de Alexei Ivanovich e a duelo que trava com o jogo e com um amor não cprrespondido. A história é até extremamente simples mas Dostoievski elabora de forma sublime uma trama que de forma algo subtil, e frequentemente bem humorada, aborda o jogo compulsivo, a rendição dos sentimentos aos interesses financeiros, as diferenças culturais entre franceses, alemães e russos, sendo que os dilemas mentais do jogador na hora da aposta conseguem absorver o leitor por completo. Tudo isto em menos de 200 páginas vertiginosas, "O Jogador" recomenda-se como ritual iniciático ao lendário escrito russo.
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Já li, que horror [:D]
Até tem algum interesse um gajo russo que é viciado na Roleta Russa e tal, mas não foi dos melhores que li até hoje.
 
FIÓDOR DOSTOIEVSKI - "O Jogador"

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Este foi o primeiro livro que li do mítico escritor Russo Fiódor Dostoievski, um livro pequeno para começar (e já tenho aqui "Crime e Castigo" para ler em breve). Em "O Jogador" Dostoievski escreve uma obra quase auto-biográfica pois ele próprio foi em vida um jogador inveterado, viciado na roleta em particular.

A acção do livro passa-se em Wiesbaden (cidade alemã que conheço extremamente bem e berço do jogo na Europa), onde Dostoievski viveu e que no livro aparece referida como "Roletensburg". Conta-nos a história de Alexei Ivanovich e a duelo que trava com o jogo e com um amor não cprrespondido. A história é até extremamente simples mas Dostoievski elabora de forma sublime uma trama que de forma algo subtil, e frequentemente bem humorada, aborda o jogo compulsivo, a rendição dos sentimentos aos interesses financeiros, as diferenças culturais entre franceses, alemães e russos, sendo que os dilemas mentais do jogador na hora da aposta conseguem absorver o leitor por completo. Tudo isto em menos de 200 páginas vertiginosas, "O Jogador" recomenda-se como ritual iniciático ao lendário escrito russo.
Acho que foi o primeiro livro que li russo, por assim dizer. Gostei bastante. A escrita é de facto viciante e envolvente.[;)]
 
FIÓDOR DOSTOIEVSKI - "O Jogador"

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Este foi o primeiro livro que li do mítico escritor Russo Fiódor Dostoievski, um livro pequeno para começar (e já tenho aqui "Crime e Castigo" para ler em breve). Em "O Jogador" Dostoievski escreve uma obra quase auto-biográfica pois ele próprio foi em vida um jogador inveterado, viciado na roleta em particular.

A acção do livro passa-se em Wiesbaden (cidade alemã que conheço extremamente bem e berço do jogo na Europa), onde Dostoievski viveu e que no livro aparece referida como "Roletensburg". Conta-nos a história de Alexei Ivanovich e a duelo que trava com o jogo e com um amor não cprrespondido. A história é até extremamente simples mas Dostoievski elabora de forma sublime uma trama que de forma algo subtil, e frequentemente bem humorada, aborda o jogo compulsivo, a rendição dos sentimentos aos interesses financeiros, as diferenças culturais entre franceses, alemães e russos, sendo que os dilemas mentais do jogador na hora da aposta conseguem absorver o leitor por completo. Tudo isto em menos de 200 páginas vertiginosas, "O Jogador" recomenda-se como ritual iniciático ao lendário escrito russo.

Há "n" tempo que ando para experimentar a ler um livro de Dostoievski, sendo que O Jogador por ser mais pequeno parecia a alternativa mais fácil. Mas como o tempo é limitado e me meti na saga JRS... Mas está na lista dos livros a ler.
 
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Já li, que horror [:D]
Até tem algum interesse um gajo russo que é viciado na Roleta Russa e tal, mas não foi dos melhores que li até hoje.

Acho que foi o primeiro livro que li russo, por assim dizer. Gostei bastante. A escrita é de facto viciante e envolvente.[;)]

Opiniões diferentes sendo que a verdade estará algures no meio. Também não achei nenhuma obra-prima, é um bom livro simplesmente.[;)]
 
Eu acho "O Jogador" um livro extraordinário.

De momento estou a ler algo muito diferente: A Lâmpada de Aladino, de Luis Sepúlveda, um conjunto de contos.
 
Terminei "Os Pilares da Terra"

Ontem fiz uma viagem de Alfa Pendular para Lisboa e regresso ao Porto, e deu para ler quase 2/3 do segundo volume. Hoje li os últimos capítulos.

O livro é simplesmente espectacular!

apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)
 
Eu acho "O Jogador" um livro extraordinário.

De momento estou a ler algo muito diferente: A Lâmpada de Aladino, de Luis Sepúlveda, um conjunto de contos.

Extraordinário não é, senão não haveria adjectivos para classificar Crime e Castigo, esse sim, obra-prima.



Agora vou começar a História do cerco de Lisboa do Saramago.
 
Foi o primeiro livro dele que li,e, apesar de ter gostado ,achei a escrita dele um pouco "verde"...

Li os 3 primeiros livros publicados - A ilha das trevas, A filha do capitão e Codex 632 - e acho que se nota uma evolução do 1º para o 2º, e é uma evolução positiva mas depois no Codex regride um pouco, acaba ser um pouco mais estranho. Há muita descrição e mistério durante a maior parte do livro e depois nos últimos capítulos a história desenrola-se num instante. Fica uma sensação de bipolarismo. [:D]

Eu acho que ele (JRS) não sabe escrever.

Acho que é um bocado exagerado dizer que não sabe escrever. Não é uma obra-prima (qualquer um dos livros que li dele) mas acho que é bom.

Claro que depende sempre do nível de exigência e gostos pessoais de cada um.
 
HENRY MILLER - "Plexus"

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Segundo livro da trilogia "Rosa-Crucificação", "Plexus", à semelhança do primeiro volume da trilogia -"Sexus" - é uma viagem autobiográfica à vida de Henry Miller, suas amizades e relações, retrato de um homem que escolheu viver à margem, renegando o trabalho "nine to five", muitas vezes passando fome, pedindo aqui e ali, com alguns pequenos biscates pelo meio, nunca muito sérios ou duradouros. Um homem que sonhava, e conseguiu, ser um dia um grande escritor.

Se "Sexus" abordava o lado mais sentimental de Miller, o desfazer do seu primeiro casamento e o começo da sua relação com Mona, a sua dedicada segunda mulher (quase mãe dele na forma como o tratava, a bem da verdade), "Plexus" por sua vez aborda mais as incontáveis ligações sociais de Miller, desde companheiros desta forma de vida quase "beat" (e Jack Kerouac é para aqui chamado, pois eu vejo em Miller um Kerouac erudito) a pintores, intelectuais, drogados, ladrões, escritores, toda uma panóplia de singulares personagens passaram pela vida de Henry Miller, ajudando-o na sua busca pelo conhecimento metafísico e pela compreensão do seu papel na sociedade.

"Plexus" é assim a continuação de "Sexus" (sem um décimo do sexo explícito que "Sexus" continha) e a ante-câmara de "Nexus", terceiro volume a editar em breve pela ASA, nesta belíssima trilogia apresentada numa encadernação de boa qualidade, que dá prazer desfolhar. Ficamos à espera do terceiro tomo, ávidos de mais diálogos, reflexões e aventuras de um homem fora do seu tempo.
 
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