Livros - O que andam a ler?

Lá decidi aplicar um determinado período de tempo a fazer algo que sempre gostei: reler textos. Especialmente se os tiver lido à mais de 1 ano.

Por isso, e desde à muito tempo lido, dedico-me a redescobrir "Uma família Inglesa", de Júlio Dinis.
 
Sou maluca por literatura japonesa, não sei se aprecias...

-Naomi, de Junichiro Tanizaki;
-A Chave, do mesmo autor;
-Underground, de Haruku Murakami;
-Norwegian Wood, idem;
-Sputnick, meu amor, idem;
-Trilogia The Ring, de Koji Suzuki;
-Em busca de uma voz distante, de Taichi Yamada;
-Kyoto, de Yasunari Kawabata;
-A casa das belas adormecidas, idem;
-Chá e amor, idem;
-A dançarina de Izu, idem;
-Terra de Neve, idem;
-Silencio, de Shusaku Endo;
-O samurai, idem;
-Escândalo, idem;
-Morte no Verão, de Yukio Mishima;
-O Tumulto das Ondas, idem;
-Confissões de uma Máscara, idem;
-Neve de Primavera, idem;
-Cavalos em Fuga, idem;
-O Templo da aurora, idem;
-A ruína do Anjo, idem;
-Depois do Banquete, idem;
-Serpentes e Piercings, Hitomi Kanehara;

Também ando maluca por livos não canónicos de Sherlock Holmes

-Sherlock Holmes contra Jack, o Estripador, de Ellery Queen;
-A Sabedoria dos Mortos, Rodolfo Martinez;
-The Torment of Sherlock Holmes, Val Andrews;
-My Dearest Holmes, Rose Percy;
-Sherlock Holmes and The plague of Dracula, Stephen Seitz;
-Sherlock in Love, Sena Naslund;
-The Execution of Sherlock Holmes and other stories, Donald Thomas;
-The Seven Percent Solution, Nicholas Meyer;
-Sherlock Holmes and the Ice Palace Murders, Larry Millet;
-Sherlock Holmes Tales of Terror: The Vampire Serpent, Kel Richards



De momento é só [:D]
 
Sou maluca por literatura japonesa, não sei se aprecias...

-Naomi, de Junichiro Tanizaki;
-A Chave, do mesmo autor;
-Underground, de Haruku Murakami;
-Norwegian Wood, idem;
-Sputnick, meu amor, idem;
-Trilogia The Ring, de Koji Suzuki;
-Em busca de uma voz distante, de Taichi Yamada;
-Kyoto, de Yasunari Kawabata;
-A casa das belas adormecidas, idem;
-Chá e amor, idem;
-A dançarina de Izu, idem;
-Terra de Neve, idem;
-Silencio, de Shusaku Endo;
-O samurai, idem;
-Escândalo, idem;
-Morte no Verão, de Yukio Mishima;
-O Tumulto das Ondas, idem;
-Confissões de uma Máscara, idem;
-Neve de Primavera, idem;
-Cavalos em Fuga, idem;
-O Templo da aurora, idem;
-A ruína do Anjo, idem;
-Depois do Banquete, idem;
-Serpentes e Piercings, Hitomi Kanehara;




De momento é só [:D]

Grande lista :)

Da literatura Japonesa apenas estes:

Genji Monogatari de Murasaki Shikibu. O que me atraiu de inicío foi o facto de se tratar de uma escritora: do séc. X/XI, que se inclui no período Heian. É uma das obras maiores da Cultura Japonesa. Dada a sua (do Genji...) enorme extensão não acabei por ler tudo: as quase 60 personagens principais também não facilitam em nada a tarefa.

Da época contemporânea só li "Diário de um velho louco" de Junichiro Tanizaki (logo o 1º da extensa lista apresentada): até porque existe uma edição em Português.

de resto, pouco conheço ou nenhuma outra obra completa.
 
Ontem comecei a ler «Apologia de um Matemático» de Hardy, ele próprio um dos titãs de Cambridge da Matemática pura do século XX.

Trata-se de um escrito irónico, duro, por vezes oscilando entre o melancólico e o desesperado, sobre alguém que sabe que a sua mente perdeu a centelha que fazia dele um diamante no mundo da criatividade matemática.
 
Grande lista :)

Da literatura Japonesa apenas estes:

Genji Monogatari de Murasaki Shikibu. O que me atraiu de inicío foi o facto de se tratar de uma escritora: do séc. X/XI, que se inclui no período Heian. É uma das obras maiores da Cultura Japonesa. Dada a sua (do Genji...) enorme extensão não acabei por ler tudo: as quase 60 personagens principais também não facilitam em nada a tarefa.

Da época contemporânea só li "Diário de um velho louco" de Junichiro Tanizaki (logo o 1º da extensa lista apresentada): até porque existe uma edição em Português.

de resto, pouco conheço ou nenhuma outra obra completa.


Ah mas esqueci-me de falar dos de Banana Yoshimoto:

-Arco-Iris,
-O último amante de Hachiko,
-Adeus, Tsugumi
 
Da literatura japonesa aprecio, desde criança, sobretudo a poesia que me foi dada a conhecer por familiar que viveu várias décadas no Japão..

Desde o conhecido estilo minimalista dos haikai, aos poemas mais extensos.

A literatura clássica japonesa reflecte magistralmente a prodigiosa fissura e diferença de mentalidade entre a civilização japonesa e a ocidental.
 
Da literatura japonesa aprecio, desde criança, sobretudo a poesia que me foi dada a conhecer por familiar que viveu várias décadas no Japão..

Desde o conhecido estilo minimalista dos haikai, aos poemas mais extensos.

A literatura clássica japonesa reflecte magistralmente a prodigiosa fissura e diferença de mentalidade entre a civilização japonesa e a ocidental.

É por isso que gosto tanto de literatura japonesa, tem um estilo próprio.
 
Hoje iniciei uma outra releitura: "Arte e entropia (ensaio sobre a desordem e a ordem)" de Rudolf Arnheim.

Dos capítulos retidos da 1ª leitura sempre me ficou como pedra-de-toque esta seguinte frase, que passo a citar:

"O impulso do homem para a ordem, da qual a arte é só uma manifestação deriva de uma tendência similar universal em todo o mundo orgânico; é também semelhante à tendência para o estado de estrutura mais simples nos sistemas físicos, e talvez derive dela (...)"
 
"O impulso do homem para a ordem, da qual a arte é só uma manifestação deriva de uma tendência similar universal em todo o mundo orgânico; é também semelhante à tendência para o estado de estrutura mais simples nos sistemas físicos, e talvez derive dela (...)"

Mas isso tem algo de novo para ti?[;)]
 
Ontem comecei a ler este:

«Mais Um Dia de Vida - Angola 1975» Ryszard Kapuscinski



Ryszard Kapuscinski foi a Angola fazer a cobertura da última fase da luta que pôs fim a quatrocentos anos de domínio colonial português. Viajando pelo campo, deparou-se-lhe uma guerra bizarra e mortífera dentro da guerra pela independência nacional.

Tradução : Ana Saldanha PREÇO : €9.42 Preço de Mercado : €10.47

Sobre o Livro : Setembro de 1975: Luanda, a capital de Angola, está cercada.
Gigantescos caixotes de madeira, cheios com todos os bens móveis imagináveis, amontoam-se nas docas. Os portugueses e os seus haveres estão de partida, abandonando a cidade de Luanda a filas e filas de carros muito bem estacionados, a matilhas de cães de luxo tornados vadios – a um vazio e desolação crescentes.

Ryszard Kapuscinski visitou Angola para fazer a cobertura da última fase da luta que pôs fim a quatrocentos anos de domínio colonial português. Viajando pelo campo, deparou-se com uma guerra bizarra e mortífera dentro da guerra pela independência nacional. Três exércitos de guerrilha maltrapilhos estão envolvidos numa batalha sangrenta para decidir quem governará o país libertado – um jogo brutal, em que os jogadores mal se distinguem uns dos outros.

«Guerrilheiros, refugiados, espiões e o repórter solitário a quem se acabara o dinheiro para a comida semanas antes, ligado ao mundo exterior por uma linha de telex vulnerável. Kapuscinski está no meio dos acontecimentos. Vai à linha da frente, desloca-se de avião a guarnições isoladas, atravessa de camião centenas de quilómetros de mato hostil… consegue captar o anedótico, o gesto, a frase, o universal, expresso através o particular.»
SUNDAY TIMES

«O livro parece mais enformado pelo olhar do romancista do que do jornalista. Poderia ser de um Graham Greene ou de um V. S. Naipaul... fragmentário, anedótico e impressionista. Este olhar idiossincrático e a forma lacónica e cândida como regista as suas observações são o que torna "Mais um Dia de Vida tão memorável".»
NEW YORK TIMES BOOK REVIEW
 
Ilhéus, do escritor madeirense Horácio Bento de Gouveia.
Para quem quer saber algo mais sobre a vida na Madeira, há quase um século atrás.
Recomendo.[;)]
 
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